Evidências em Aberto.
12 All We Are .
Notas iniciais
No final desse capitulo havera uma seguencia de Flasbacks espero que gostem.
Mil desculpas pela demora. :) KISS KISS
Espero que gostem!
"Nós somos tudo, nós somos tudo o que é certo"
OneRepublic
(...)
-Sara, vejo que esta melhor. — Falava o medico.
- Estou... — Já havia se passado certo tempo depois da cirurgia, mais Sara estava com o rosto pálido e muito cansado as olheiras estavam muito evidentes na sua face.
- Mais você tem que ficar em repouso não e recomendável ficar andando pelo hospital. -Falava o medico mostrando preocupação pela paciente.
- Doutor eu não estou preocupada com meu estado físico, mais com da minha filha!
- Eu endento, e mais o aconselhável o pediatra vim falar com vocês mais como eu fiz o parto e venho acompanhando vocês deste do inicio eu vou poder dar alguns informações de princípios para vocês. — Falava o medico se mostrando firme com a situação .- Sua filha nasceu com apenas seis meses, ela não deve tempo suficiente para sua formação, ela está na incubadora.
- Mais, o que pode acontecer com ela, durante este período no hospital?- Perguntava Sara muito preocupada.
- Tenho que ser sincero com vocês... — À medida que o medico falava ambos os corações ficavam cada vez mais acelerados. – Ela está com a imunidade muito baixa, qualquer infecção pode ocasionar o óbito.- Sara estava cada vez mais desesperada com a situação que sua filha estava passando.
- Quais são a chances dela?- Ela estava tremula suas mãos estavam frias, não estava ligando para seu estado estava apenas ligando para o estado de Anne.
- Não e questão de chances e questão de adaptação, viver um dia e não pensar no amanhã a cada dia que se passa sua filha vai melhorando e as chances dela aumentam.
- Quando tempo ela tem que passar aqui?- Perguntava Grissom, percebendo a enorme preocupação de Sara.
- Se tudo ocorrer bem em torno de dois meses e meio. – Falava o medico.
- Vou deixar vocês sozinhos, mais tarde eu volto para nós conversamos melhor, e Sara tenta descansar pelo menos pouco.
- Vou tentar, obrigada.
-Obrigado. – Grissom tentava acabar com a conversa percebendo a reação de Sara ao ouvir palavras que não soaram muito bem no ouvido dos dois.
- Sara, querida esta tudo bem?- O medico já havia se retirado quarto, Sara estava sentada na beira da cama e se mostrava bastante distraída.
- SARA! –Sara estava tão concentrada nos seus pensamentos que não prestava atenção em nenhum movimento que estava ocorrendo no quarto.
- Oi, aconteceu alguma coisa? Eu estava distraída- Falava Sara confusa.
- Você esta bem? – Perguntava Grissom
- Eu estou muito preocupada com Anne.
- Eu também estou, mas eu prometo que daqui dois meses ela vai esta saindo do hospital nós seus braços e você vai esta com um lindo sorriso no rosto!- Grissom chega mais perto de Sara e dá um abraço naquela que de uma simples aluna curiosa virou mãe da sua filha e a mulher da sua vida.
- Eu te amo. – Falava Sara sussurrando no ouvido de Grissom.
- Eu também.
(...)
- Vou ligar para Catherine. — Falava Grissom.
- Gris... Quero que ela seja madrinha da Anne.
- Eu sabia, esta bem vou falar com ela.- Grissom dá um rápido beijo em Sara e sai do quarto.
(...)
- Catherine?!
- Senhor Gilbert Arthur Grissom, como você e capaz de recusar quase trinta chamadas minhas?!- Falava Catherine muito estressada ao telefone.
- Tudo tem sua explicação...
-Essa vai ser boa, pode começar! –Falava Catherine irônica.
-Minha filha nasceu!
- Não brinca?!
- Não estou brincando.
- E serio?
- E sim, nasceu faz umas oito horas.
- E como você pode me ligar agora?!
-Sara estava muito atordoada tive que ficar um tempo com ela.
- Ela está bem?
- Esta melhor, mais a Anne nasceu prematura ela esta incubadora você precisa vê-la ela e tão linda tão pequena uma princesa.
-Papai coruja...sua filha se chama Anne Sidle Grissom?!
-Sim, e tem mais uma coisa nós queremos que você seja a madrinha dela você aceita o convite?!
- E claro que eu aceito, mais tarde eu passo ai para ver minha afilhada.
- Obrigado.
-Gil, diga para Sara que eu mandei melhoras para ela.
- Está bem, e avisa o Ecklie o que houve porque não estou com a mínima paciência de enfrentar o mau humor dele.
- Deixa comigo.
- Obrigado.
(...)
- Oi...- Falava Sara entrando aonde sua filha se encontrava.
-Oi... quer ver a Anne!? — Pergunta a enfermeira.
- Quero sim, é como ela está?
- Ela e bem quietinha não chora muito. – Enquanto a enfermeira falava Sara fazia um leve carinho na sua filha enquanto Grissom olhava carinhosamente as duas pelo vidro.
- Anne, minha pequena você vai para casa logo ! – Sara estava com sua filha no colo enquanto a amamentava, Sara não percebia que Grissom a olhava muito meigo para as duas.
- Tenho certeza que sim ! – Falava Grissom.
- Gris...
-Papai está aqui, minha princesa...
- Anne... Seu papai veio de ver – A cada visita que Grissom e Sara faziam para sua filha tinham que colocar roupas fechadas e mascaras para proteção.
- Filha, vem aqui com o papai.- Sara entregava cuidadosamente Anne nós braços de Grissom.
*_*
Sara estava deitada na cama encostava sua cabeça no ombro de Grissom que sentava do seu lado.
- Gris... Nossa filha e tão linda. — Sara podia sentir uma pequena caricia nós seus cabelos ela fazia um carinho na mão de Grissom.
- Eu me sinto tão feliz ao lado de vocês.
- Eu também, pensei que isso só acontecia em filmes.
- A vida imita a arte.
- Já ouvir essa frase antes, tantos momentos que nós passamos juntos daria uma grande e maravilhosa historia, que vale muito a pena ler.
- Nossa vida pode ser comparada ao um grande livro que nele existem capítulos tristes e felizes no qual não podemos voltar atrás e escreve-la novamente, e cada acontecimento e único e inexplicável que vale a pena dar valor nós mais simples gestos que no qual você nunca poderá voltar e faze-los novamente.
- Você foi mais que um capitulo para mim, você foi a metade de todo meu livro. Eu te amo Gilbert Arthur Grissom.
FLASBACK
Sara estava sozinha em um auditório imenso lendo um livro de física quântica esperando uma palestra começar, estava distraída lendo uma das suas matérias preferidas quando ouve passos que ficavam cada vez mais fortes.
- Olá, você poderia me informa aonde vai ocorrer uma palestra que começa exatamente em uma hora?
- E aqui mesmo, você gosta também de casos Florence? – Ao encarar o rosto que pronunciava sua pergunta com uma voz doce Sara fica impressionada com a beleza do homem que estava da sua frente.
- Sim, eu sou o palestrante! – Falava Grissom sorridente.
- Meu Deus, desculpe E..e..eu estava muito distraída não acredito você é Gil Grissom sou simplesmente apaixonada pelo seu trabalho muito prazer em conhece-lo, sou Sara Sidle — Seus cabelos levemente grisalhos seus olhos azuis que destacavam toda a beleza que seu rosto possuía ,Sara que até agora não acreditava que Gil Grissom um dos cientistas mais famosos de todo o pais estava na sua frente conversando com ela.
-O prazer foi todo meu Sara Sidle, você veio para a palestra?! Mais falta quase uma hora para começar!?
-Eu sei, queria chegar mais cedo para ver se eu conseguia encontrar você!
- Hum, o que está tão curiosa para saber de mim?
- Não e questão só de curiosidade e questão de admiração sou uma grande fã sua, adoro seu trabalho.
- Obrigado Sara Sidle.
-Meu chame só de Sara
- Sara, fico muito agradecido pela sua admiração!- Falava Grissom encantado com a bela jovem de cabelos castanhos de rosto delicado e de uma personalidade encantadora.
- Você e tão diferente da revista que eu li sobre você!
- Por quê ? Está decepcionada?
-Pelo contrario você e muito mais bonito pessoalmente do que na revista.- Sara estava encabulada com sua perfeição não conseguia parar de olhar para seus olhos azuis.
- Mais uma vez Sara fico lisonjeado por tantos elogios.
— Você e muito encantador.... Desculpe-me por ter deixado você constrangido pelos meus comentários impertinentes.
-Não deixou, você também e muito encantadora.
Alguns estudantes começavam a chegar Grissom tinha que preparar todo seu material para aula e resolve ir para frente do auditório .
-Eu tenho que começar a me preparar para palestra, foi um prazer em conhecer- la Sara Sidle.
- O prazer foi todo meu. – Os dois apenas trocam olhares e Grissom sai.
Ao decorrer de toda a palestra os dois trovam olhares e sorriso, Sara permanecia sentada quando a palestra chegou ao fim Grissom nem percebia que ela estava ali a sua espera.
- Você aqui até agora?! –Perguntava Grissom.
- Sim.
- Gostou da palestra?
- Foi incrível, Parabéns.
-Obrigada.
O assunto havia acabado Grissom a encarava de maneira carinhosa e resolve acabar com o gelo.
- Sara?
- Oi...
- Me perdoe se eu estou sendo inconveniente, eu queria te pergunta se você quer dar um volta comigo pelo campus mais tarde?!
- Vou com todo o prazer, te encontro as 21:00 pode ser?
- Claro.
- Em frente à biblioteca! ?
- Ate mais tarde.- Falava Grissom
(...)
Sara tinha acabado de concluir sua faculdade estava tentando encontrar um emprego em São Francisco estava quase de saída de seu minúsculo apartamento quando recebe uma ligação mais que inesperada.
- Sara Sidle?
-Sim, quem é?
- — Não sei se você lembra-se de mim, eu me chamo Gil Grissom trabalho como criminalista, nós conhecemos em uma palestra, esta lembrada? – O coração de Sara simplesmente disparou quando ouviu aquela doce voz novamente.
-Meu Deus e você mesmo Gil Grissom?!
-Sim, Tudo bem?
- Tudo e você? Quanto tempo!
- Tudo, parece que faz tanto tempo que nós vimos.
- Parece bastante, mais como conseguiu meu telefone?!
- Trabalho na policia!
- Ah sei, mais aconteceu alguma coisa?
-Na verdade não eu te liguei mais para ver se você se interessa vir para Las Vegas!?
- LAS VEGAS? – O coração de Sara ficava cada vez mais acelerado a cada palavra que Grissom pronunciava.
-Sim, queria saber se você gostaria de trabalhar no laboratório de criminalista comigo?
Com ele? Isto não esta acontecendo ! – Pensou Sara.
- E claro que eu aceito seria um prazer, muito obrigada Grissom .
- Eu te espero, obrigado por ter aceitado.
- Quando eu começo?
-A hora que você estiver pronta, só passar aqui no laboratório e procurar o Ecklie, só que muita cautela para falar com ele o mau humor dele dura cerca de 25 horas por dia.
- Esta bem, nós veremos em breve um beijo.
- Outro.
Ao desligar o telefone Sara age como uma adolescente dá três pulos e abre o sorriso mais belo de todos.
(...)
- Norman foi empurrado. Norman pulou. Norman caiu...- Falava Grissom confuso
- Você não faria o mesmo, se fosse casado com a Mrs. Roper? – Falava Sara atrás de uma multidão.
Grissom sorri e fala:
- Eu nem preciso me virar. Sara Sidle...
- Sou eu... Ainda lançando bonecos de simulação? Há outras maneiras de dizer, sabe.
(...)
Nós não pararemos, nós não morreremosÉ apenas um momento de mudança.
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