Notas iniciais
Olááá pessoinhas lindas! Tudo bem? Aqui vai mais um capítulo fresquinho pra vcs! Desculpem pela demora! Acabaram minha provas e só agr tive tempo livre pra escrever! Mas tá aí! Espero que gostem! Boa leitura!

Não pensei duas vezes e corri para o outro lado da rua ao encontro do homem desesperado.

— Eu posso ajudar!

— Ótimo! Me acompanhe! — disse o homem já entrando no galpão com rapidez.

Percorri alguns corredores até chegarmos a um lugar grande onde havia um grupo de pessoas em volta de alguém. O que será que tinha acontecido? Como se o homem tivesse lido meus pensamentos, respondeu:

— Ele caiu daquela estrutura e não está acordando de jeito nenhum! E está com sangramento vindo da lateral da barriga!

— Okay, deixa comigo.

Quando abriram espaço para eu me aproximar, era nada mais, nada menos que Dylan O'Brien. Calma, agora não é hora de pirar, tenho que salvar uma vida. Espero que 6 anos de faculdade sirvam pra alguma coisa.

—Eu preciso de gaze, esparadrapo, álcool e algum cinto ou pano que eu possa amarrar envolta da cintura dele.

Ele estava deitado no chão, desacordado, com um ferimento profundo na lateral direita do abdômen. Chequei seu pulso e estava lento, mas ainda existia.

Assim que trouxeram o que pedi, levantei sua camisa e lá estava o corte, rasgando aquele abdômen perfeito que eu tanto almejava tocar. Limpei o ferimento e fiz o curativo e depois amarrei o cinto em sua cintura bem apertado, para impedir que ele perca mais sangue.

Em seguida pedi para que o homem que me trouxe ao galpão para segurar as pernas do Dylan erguidas enquanto eu verificava a respiração. Não estava respirando.

Pedi que se afastassem mais e cheguei mais perto de seu rosto, ficando a centímetros dele. Comecei o procedimento de respiração artificial, a famosa respiração boca a boca. Depois de 6 tentativas o peito dele começou a subir novamente. Estava funcionando! Me afastei alguns centímetros e ele voltou a respirar normalmente. Assim que deu os primeiros sinais de que estava acordando, um braço forte me puxou para longe de Dylan e começou a me empurrar para a saída mais próxima.

— Muito obrigada mocinha, mas agora você precisa ir embora. Sinto muito. Mando melhoras. Afinal, você é médica ou o que?

— Sou enfermeira... Espere eu es-

— Sinto muito, tchauzinho! -disse o homem entrando no galpão novamente e fechando a porta atrás de si.

Comecei a caminhar sem rumo apenas tentando entender o que havia acontecido. Eu tinha acabado se salvar minha primeira vida. Foi demais! A sensação da adrenalina correndo no sangue... Tenho certeza de que é o que eu quero fazer pra vida toda! E eu conheci Dylan O'Brien! Cara! Como assim? Eu sou apaixonada por ele desde que me conheço por gente! Eu salvei ele! Só queria ter visto ele acordado... Mas ele deve estar bem. Isso é o que importa. Quando me dei conta, estava em um lugar que eu não conhecia, por isso peguei um táxi e fui correndo contar tudo o que havia acontecido para Kate. Ela iria pirar!

Dylan's P.O.V

Acordei com toda a equipe ao meu redor. Eu estava no chão, e quando tentei me levantar senti uma dor imensa no meu abdômen. Ele estava enfaixado. Haviam cortes e arranhões pequenos espalhados por todo o meu corpo. Mas que diabos havia acontecido comigo?

— O que houve?

— Você caiu da estrutura que simularia prédio desabando... — respondeu Tom preocupado

— E depois?

— Bom, depois eu procurei por alguém que pudesse te ajudar e então encontrei uma garota que estava passando do outro lado da rua que disse que poderia ajudar. Aí trouxemos ela pra dentro e ela cuidou de você.

— Uau... e onde ela está? Queria agradece-lá por ter salvado a minha vida!

— Ah, ela já foi. — disse despreocupado

— Como assim ela já foi? Ela nem esperou eu acordar direito?

— Na verdade, a gente mandou ela embora. — Eu não acredito, não estava acreditando. Pelo visto minha expressão não negava, pois Tom logo começou a se justificar. — Dylan, escute, você não pode mais ficar se expondo o tempo todo e para qualquer um.

— Ela não é qualquer uma! Ela salvou minha vida!

— Eu entendo Dylan, mas imagine o escândalo que isso ia virar se os tablóides ficassem sabendo? Isso se aquela garota já não contou pra todo mundo...

Eu realmente não estava acreditando no que estava ouvindo. Ele realmente só se importava com o que a mídia pensava sobre mim. Que se foda a mídia, que se foda os tablóides. Essa garota salvou a minha vida e eu nem tive a chance de agradecê-la. Isso não está certo.

— Com licença sr, aquela garota esqueceu este casaco aqui...- disse uma das assistentes de produção

— Isso é dela?- disse tirando o casaco da mão da assistente. Tom apenas assentiu com cara de deboche — Ótimo! Já é alguma coisa. — comecei a vasculhar os bolsos do casaco em busca de algo que a pertencia até que achei um papel dobrado que continha um endereço e o nome "Le Shelf". O que aquilo significava? Seria o local de trabalho dela? O endereço de onde morava? O lugar onde se encontraria com alguém? Bom, só havia um jeito de descobrir.

Notas finais
Yay! O que será que o Dylan vai aprontar? Gostaram da visão dele? Deixem um comentário sobre o que acharam do cap, sugestões, críticas, etc! Até a próxima! Beijooos!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.