Notas iniciais
Olha eu aqui outra vez!!! Hahaha! Então resolvi postar esse capitulo também, porque ele é um capítulo meio que de transição...ele dá algumas ideias do que pode ter afastado Oliver do convívio de todos.... Espero que gostem....

Oliver sabia que não era o momento de ir atrás de Felicity. Tanto os seus sentimentos quanto os dela estavam a flor da pele.

A raiva que ele sentiu quando viu que Diaz a agarrou ainda fervilhava dentro dele. Pelo visto o outro ainda guardava rancor por ter sido encurralado, num beco próximo a faculdade, por ele e Tommy logo após os dois virem pela primeira vez o quanto ele atormentava Felicity e Cait. Talvez o único soco que Oliver dera nele na época e o aviso para que ele nunca mais se aproximasse das suas garotas não tenha sido o suficiente.

Mas havia outra coisa borbulhando dentro dele...o sentimento que ele tinha guardado lá no fundo do seu peito e que depois daquele beijo tinha vindo a tona com toda força — seu amor por Felicity.

Se ele tinha certeza que era amor? Sim….até porque se fosse somente desejo seria facilmente saciado por qualquer outra mulher….se fosse somente desejo seus sonhos não teriam sido povoados por seu sorriso pelos últimos cinco anos.

Não que ao voltar para Star ele tivesse qualquer ilusão de que algo pudesse acontecer entre eles novamente, na verdade ele nem esperava encontrá-la tão rápido e ainda solteira.

E é claro que seu coração tinha festejado os dois fatos.

Ele passou o final de semana com sua irmã e com seus pais. Robert e Moira planejavam animadamente sua primeira viagem depois da aposentadoria e Oliver estava realmente feliz por ter possibilitado que os pais pudessem curtir esse momento só deles.

Ele não se arrependia das atitudes que tomou, mas às vezes se questionava como as coisas seriam se ele tivesse contado a verdade a Felicity. Se a tivesse procurado antes de viajar e contado sobre o jogo do qual ele se vira obrigado a participar para poder salvar a empresa da família, os empregos e as vidas do milhares de funcionários ligados a mesma.

Na segunda feira Oliver estava em sua sala na Queen Tec. quando Tommy entrou virado em sorrisos.

— Bom dia, Olie! — Tommy sentou-se na poltrona que tinha na sala do amigo e lhe fez sinal para que o mesmo o acompanhasse.

— Alguém está mais feliz que o normal….isso tem nome e sobrenome! — se referindo a Cait. O sorriso de Tommy aumentou.

— Sim! Acho que nunca fui tão feliz — com um suspiro ele confessou — eu sempre tive a certeza de que estaríamos juntos em algum momento….mas cara a realidade é mil vezes melhor que a expectativa. É tão bom poder dizer em voz alta que a amo, ainda mais a tendo em meus braços — Oliver estava realmente feliz pelo amigo. Ele sempre achou que Cait era perfeita para ele — o final de semana foi perfeito….estamos namorando e eu só não a pedi em casamento porque tenho certeza que ela iria pirar.

— Eu estou imensamente feliz por vocês, de verdade! — o sorriso de Oliver não chegou aos olhos e Tommy percebeu isso e sabia o porque.

— Ok! Agora que eu já pude me vangloriar do meu final de semana maravilhoso com minha namorada/futura esposa vou deixar você falar o que diabos aconteceu sexta entre você e Felicity. — Oliver olhou o amigo com surpresa — Sim, eu e Cait vimos o beijo e a fuga de Felicity.

Oliver contou tudo ao amigo, omitindo os detalhes do beijo.

— Aquele desgraçado do Diaz….se eu soubesse que ele estava na boate eu mesmo teria expulsado ele.

— Ele não vai mais pisar lá, tomei a liberdade de pedir aos rapazes para bota-lo pra fora e não permitir que ele volte. — Tommy assentiu.

— Mas voltando ao assunto Felicity…vocês se beijam e ela foge?

— Ela não confia em mim, Tommy... não acredita que eu tenha sentimentos por ela. Depois que ela me viu com Isabel você bem sabe que ela me excluiu da vida dela. — Oliver falou com pesar.

— Eu só acho que você permitiu que ela se afastasse quando decidiu não contar a verdade...quando omitiu o verdadeiro motivo da tua mudança para a Rússia e quando resolveu se isolar dos teus amigos e família. Eu sei que tudo foi por um motivo justo e acredito que o resultado tenha sido o esperado devido ao teu isolamento e a tua encenação, mas... você deveria ter dado mais crédito a Felicity a aos outros….e a mim….eu só descobri porque afinal eu sou Thomas Merlyn!! — ele deu um sorriso torto e continuou — Conte a verdade, Ollie. Aquele beijo não me pareceu de alguém que seja indiferente.

— Pode ter sido só o calor do momento….o choque….sei lá! — Oliver suspirou e Tommy deu um bufo de impaciência.

— Deixa teu irmão/amigo/conselheiro amoroso te dizer uma coisa: na cabeça dela você ainda é o “que não pode ser nomeado”, o que ignorou o que houve entre vocês naquele final de semana e viajou sem nem se despedir com uma mulher estranha. Portanto eu repito: conte a verdade!

— Não é como se ela estivesse disposta a me ouvir. Ela mal me dirige a palavra.

— As oportunidades são criadas, meu amigo! E podemos dar uma forcinha ao destino! — Tommy riu e Oliver teve a impressão de que ele já estava maquinando algo.

— Tommy! Nada de armações! Geralmente esse tipo de coisa não termina bem.

— Ok! Ok! Não está mais aqui quem falou! — ele levantou os braços em sinal de rendição — Vamos almoçar! Quem sabe não encontramos as duas moças mais bonitas de Star por aí!!

Oliver riu com o amigo. Talvez Tommy estivesse certo e houvesse alguma esperança, mesmo que pequena de Felicity lhe ouvir e, quem sabe, ele a fazer acreditar nos sentimento que borbulhavam em seu peito.

Felicity não pregou os olhos depois que saiu da boate. Quando o Uber a deixou em casa ela tomou um banho e tentou dormir, mas foi em vão. As sensações do beijo ainda reverberavam em seu corpo e em seu coração. Ela sabia que no momento em que se tocassem ela não iria mais conseguir manter seus sentimentos no cantinho escuro de seu coração.

Mas era lá que eles deveriam ficar.

Quando olhou no relógio viu que já eram cinco horas da manhã, não adiantaria ela continuar suas tentativas falhas em dormir.

Tentou ligar para Cait, mesmo sem esperanças de que a amiga atendesse. Provavelmente ela e Tommy havia se entendido. O que a deixava muito feliz, apesar de precisar da amiga.

Enquanto esperava o café ficar pronto ela decidiu enviar uma mensagem para Barry. Ele provavelmente estaria acordado já que Linda havia nascido há dois meses e ainda estava naquela fase em que acordava várias vezes para mamar. Ela estava lhe devendo uma visita.

Quando o amigo lhe respondeu de pronto que ele e Patty lhe esperavam para passar o final de semana ela não pensou duas vezes, arrumou uma mala pequena e partiu para a estação.

Após algumas horas de trem ela estava na casa dos Allen com a pequena Linda no colo, sentindo seu cheirinho doce de bebê.

— Ela é um doce, Patty! Tem os seus olhos, Barry! — Felicity estava encantada com a bebê que lhe exibia um quase sorriso banguela — Quem é a menina mais fofa da Tia Fel?? An? Diz pra mim, meu docinho!! — Linda a olhava curiosa e esboçava pequenos resmungos.

— Claro que é um doce! Olha de quem ela é filha!! — os três riram. O clima estava leve e era disso que ela precisava. Claro que ela estava ignorando propositalmente o olhar inquisidor de seu amigo. Ela sabia que assim que os dois se vissem a sós ele perguntaria o que estava acontecendo e de quem ela estava fugindo! Eles eram quase gêmeos, é claro que ele perceberia.

O dia passou tranquilo, eles almoçaram juntos, foram dar uma volta no parque com a bebê e tomaram um café com os pais de Barry. A conversa fluía e a mantinha distante de seus problemas. Patty e Barry haviam se mudado para Central City logo depois da formatura pois os dois passaram na seleção para trabalhar no setor forense da CCPD. Eles eram fofos juntos e Felicity os adorava. Depois de Cait, eles eram os seus melhores amigos. Barry e ela eram muito parecidos, todos diziam que era gemeos separados.

A noite depois do jantar, do qual Laurel e Ray também participaram, Patty foi deitar com a pequena e ela e Barry estavam sentados na varanda tomando vinho. Após um tempo em que falaram sobre tudo ele resolveu abordar o assunto de forma “discreta e delicada”:

— Ok! Você vai me contar ou eu vou ter que arrancar de você? ele sorriu condescendente para ela.

— Oliver voltou — ela bufou — mas é claro que você já sabia!

— Sim. Tommy fez questão de ligar contando e me avisando que qualquer hora eles apareceriam por aqui.

— Ele e Cait se acertaram! — o sorriso largo em seu rosto mostrava o quanto estava feliz por eles. Cait havia respondido a ligação da amiga com uma mensagem com uma só palavra “Tommy”— Finalmente, já estava elaborando um plano maligno para fazer aqueles dois se acertarem.

— Todo mundo sabia que era só questão de tempo. Não é como se eles tivessem escolha, aqueles dois se amam há mais tempo do que se dão conta…...Só precisavam estar prontos. — ele sorriu e ela achou que a paternidade havia deixado o amigo mais romântico e filosófico! — E agora Smoak, para de me enrolar e fala de uma vez o que o Queen tem a ver com essa sua tensão toda….apesar de eu já ter uma ideia! Vocês chegam a ser piores que o Tommy e a Cait. — ela ignorou o comentário e resolveu abrir o jogo.

— Você sabe que ficamos juntos naquele final de semana...foi perfeito! Ele confessou estar apaixonado por mim e eu por ele, e ele me disse que não seria algo de um final de semana, deixou claro que queria algo mais — ela se perdeu um pouco nas lembranças e Barry lhe deu o tempo que ela precisava para contar tudo. Ele sabia de partes, nenhum dos dois havia comentado nada sobre o que houvera depois que eles voltaram do resort devido ao acidente dos pais de Oliver — Mas daí houve o acidente, Oliver ficou desnorteado. Eu ajudei da maneira que pude. Quando voltamos eu fui ao hospital, era o dia da segunda cirurgia de Robert, foi logo que liberam o acesso para pessoas que não eram da familia….Oliver desabou no meu colo, eu tentei ser para ele o que ele precisava no momento….

— E te garanto que foi...provavelmente foi o único momento e a única pessoa que ele se permitiu desabar. Pelo que eu me lembro daqueles dias ele teve que ser forte pela mãe e pela irmã...teve que lidar com a empresa e com a imprensa...foram dias de muita tensão...ainda mais depois do diagnóstico de que Robert não iria mais andar.

— Eu sei disso tudo, Barry. A questão toda é que ele viajou sem nem se despedir...sem nem um telefonema….fiquei sabendo pelo Tommy...sei que a gente não tinha nada oficial, mas eu achei que tivesse significado algo pra ele. E percebi que era algo unilateral…

— Eu não diria isso, ninguém que viu vocês naquele final de semana ou antes dele diria que os sentimentos eram unilaterais.

Felicity levantou da cadeira e andava de um lado para o outro.

— Qual o real problema, Felicity?

— Quando Tommy me contou que ele iria viajar para a Rússia e demoraria a voltar eu fui procurá-lo na QT. Eu sabia que as coisas não estavam fáceis pra ele e resolvi pelo menos vê-lo para me despedir e saber como ele estava… — novamente ela se perdeu nas lembranças e Barry a fez sentar — Quando eu entrei na empresa eu o vi com uma morena virada em modelo da Victoria Secrets pendurada em seu braço, nunca tinha visto aquela mulher...fui atrás deles — Barry olhou para ela com um sorriso que dizia “ Quem diria a Smoak com ciúmes!” — foi quando eu ouvi ela lhe questionando quando sairia o voo deles e que horas ele iria buscá-la.

— Uou! Eu não sabia disso….mas Fel….tem certeza que os dois estavam juntos? Você viu alguma demonstração de carinho ou algo assim por parte dele? — ele suspirou — sei que estou fazendo o papel de advogado do diabo aqui, mas ele sempre foi louco por ti...desde que o Tommy apresentou vocês. Acho que foi imediato.

— Não vi nada disso, mas para mim já era o suficiente….ele viajou com a modelete e só voltou para Star por causa da aposentadoria do pai e depois de cinco anos.

Os dois ficaram em silêncio por um tempo, aquela altura ela já tinha lágrimas nos olhos.

— Sabe...eu acho que há algo muito errado nessa história toda. A viagem repentina...ele não se despediu de ninguém...não entrou em contato com ninguém…..o próprio Tommy só pode ir visitá-lo depois de quase três anos…

— Como assim? Como só pode ir depois de quase três anos?

— Eu me lembro que Tommy andava uma fera com Oliver, num dos encontros que fazíamos toda semana eu lembro dele comentar que o Oliver tinha dito que não queria saber de visitas e que não iria passar o endereço dele e nem buscar Tommy no aeroporto. Nem Thea ia visitá-lo, nem Moira…..

— Eu não sabia disso…

— Claro….Oliver era o teu Voldemort — ela riu da referência — Ninguém tocava no nome dele perto de ti….

— É….ele não era minha pessoa preferida…

— E sabe que agora que voltamos a este assunto eu lembrei de mais uma coisa. Joe, pai da Iris e amigo do meu pai, lembra dele? — ela assentiu — Na época do acidente ele era investigador da CCPD, lembro de ter ouvido ele comentar com meu pai que havia a suspeita do acidente não ter sido acidente...do carro ter sido sabotado. Mas por falta de provas o caso foi encerrado.

— Quer dizer que houve a desconfiança de alguém tentou matar Moira e Robert? — ela o olhou chocada — mas eu acompanhei tudo o que saia na midia referente ao acidente, nada disso foi comentado.

— Provavelmente porque era sigiloso e como nada foi provado...

— A situação era pior do que eu imaginava — ela tinha uma expressão de pesar no rosto — mas nada explica o motivo da viagem e de Oliver não manter contato com ninguém….

— Não, mas não te faz pensar que as coisas não são assim tão preto no branco como você imaginou? — ele viu o olhar da amiga se transformar...ela odiava mistérios — E tem mais uma coisa…

— O que?

— Você pensou na possibilidade dele ter sofrido tanto quanto você? Será que quando vocês estiverem frente a frente todo aquele sentimento não vai voltar? — Barry viu a amiga ficar da cor de um tomate maduro — O que? Vocês já se viram??? Como assim!! E porque essa não foi a primeira informação que você me deu? — ela riu da empolgação do amigo!

— Nos vimos um dia na praça de alimentação no centro de Star e na Verdant, na sexta numa bendita festa de boas vindas que o Tommy inventou.

— E? — ele se concentrou na expressão dela — desembucha, Fel!

— Ok! Ele me beijou...ou eu beijei ele...na verdade eu não sei dizer quem beijou quem….o fato é que ele me defendeu do cretino do Diaz e quando me dei conta estávamos nos beijando...e foi tão bom...e aquele tanquinho continua o mesmo, senão melhor... e….bom eu fugi! — Barry caiu na gargalhada!

— Por Deus, Felicity!! Só você para fazer algo assim!

— O que? Eu me apavorei, ok??!! Todo sentimento que eu tinha escondido num canto negro, distante, esquecido…

— Hey, já entendi!!

— Enfim….tudo veio à tona, Barry….no momento eu não estava sabendo lidar com tudo aquilo, e não é como se agora eu estivesse sabendo lidar, e fugi — ainda rindo o amigo respondeu…

— Ok! O fato é que se analisarmos todas as peças, elas não se encaixam. Então eu só tenho um conselho pra te dar.

— E eu não tenho certeza se vou gostar dele….

— Converse com Oliver, coloque as coisas em pratos limpos. Abre o jogo e peça para que ele faça o mesmo.

— Eu posso não ser a pessoa preferida dele no momento — ela sorriu sem graça.

— Eu duvido disso….e tem mais….oportunidades são criadas!

— Aham...sei...

Nesse momento eles ouvem o choro irritado de Linda.

— É meu turno! — ele a abraçou com carinho — Fique a vontade, você é de casa!

— Obrigada!

Os dois entraram na casa e ela levou as taças para a cozinha enquanto o amigo foi buscar a filha. Eles se encontraram no corredor.

— Ah! Fel?

— Sim? — ela já estava parada na porta do quarto de hóspedes.

— Mais uma coisa para você pensar: seja quem foi que começou o beijo...ele foi correspondido….e pela cor das tuas bochechas quando falou dele, não foi um beijo qualquer...

Ela bufou e ele entrou no seu quarto com a filha nos braços, ainda rindo.

E o que era pra ser uma noite de sono tranquila se transformou em uma noite povoada de sonhos, pensamentos e pesadelos.

Ela “acordou” cedo, tomou café com os Allen e eles a levaram para a estação. A viagem duraria algumas horas. Tempo suficiente para ela concluir que Barry tinha razão, ela e Oliver precisavam conversar...isso claro se fosse a intenção dele. Eles mal havia trocado meio dúzia de palavras e um desconcertante e maravilhoso beijo. Apesar disso, aquele enorme sentimento estava ali, pulsando novamente em seu peito, da mesma maneira que estava há cinco anos atrás. Tão forte quanto. Ela só não sabia o que fazer com ele. Quando Barry cogitou a possibilidade de Oliver ter sofrido tanto quanto ela pela separação, algo dentro dela ganhou vida….algo como esperança. Sacudindo a cabeça para não se ater muito a esse sentimento tão traiçoeiro, ela pegou os fones de ouvido e colocou para tocar uma playlist do bom e velho rock'n roll na esperança da música alta impedir seus pensamentos de virem a tona.

Quando chegou em Star ela foi tomar café com Sarah e a amiga conseguiu distraí-la do assunto proibido!

Na segunda, assim que chegou no escritório, ela mandou uma mensagem para Cait:

Almoço, sem chance de você dizer não. Quero saber de tudo...quero cada detalhe sórdido do teu final de semana com Tommy!! As 12:00 no Big Belly! Bjus”

Ela não tinha certeza de que os dois tinham passado o final de semana juntos, sabia que ela estava com ele no sábado de manhã, mas jogou verde...estava ansiosa para saber se ela já podia procurar o seu vestido de madrinha.

Quando ouviu o toque de mensagem no celular ela sorriu.

“Oi, pra você também! Combinado! Eu conto tudo, menos os detalhes sórdidos! MAS, só se você me contar o que foi aquele beijo de cinema entre você e o Oliver!! Até lá! Bjus”

E aí estava a confirmação que ela precisava! Qual cor será que Cait iria escolher para as madrinhas??

Quanto ao assunto proibido ela nem tinha cogitado a possibilidade de Cait ter visto o beijo....o pior seria Tommy! Mas enfim...ela nem havia pensado na possibilidade de esconder algo da amiga.

Após responder a mensagem com emojis de coração e de sorrisos, ela enfiou a cabeça no trabalho e jogou o seu Voldemort para o canto escondido da mente.

Notas finais
Espero que eu tenha plantado a sementinha das teorias de conspiração em suas mentes!! hahahaha!! Me deixem saber se gostaram...boa semana a todos!! Bjus