Notas iniciais
Olá pessoal! Demorei, demorei, demorei, mas postei! Tentarei trazer outro capítulo o mais rápido possível! Ah, e um aviso, eu estarei aceitando novas fichas, mas todas para segundo plano. E vou editar o desclaimer da história para escrever o nome de todos os protagonistas... E eu ainda quero que me ajudem a fazer uma capa T.T

Já era noite em Ever After High, Muitos dos alunos já estavam em seus dormitórios dormindo ou simplesmente se distraindo antes de dormir, mas as coisas eram diferentes para Aaron, o jovem filho da Rainha de Gelo não estava em seu dormitório, muito menos vagando nos corredores da gigantesca escola, ele estava na floresta. Era difícil as pessoas caminharem por aquela floresta a noite, pois muitos acreditavam que algo existia ali, algum tipo de monstro. Mas Aaron não tinha medo, pois ele sabia muito bem que não existia nada o que temer ali.

Sua caminhada noturna pela floresta era calma e serena, ele estava diferente do momento em que estava na escola, era como outro Aaron. Por onde passava um pequeno rastro de gelo era deixado, o que fazia com que a vista ficasse magnífica. O Príncipe do gelo fechou parou, fechou os olhos, ergueu sua cabeça para cima com um sorriso em seu rosto e sentiu a luz do luar o banhando, a sensação era incrível, era como se ele possuísse controle total de seus poderes, e que nada nem ninguém iria se machucar por ele.

Mas seu momento de calma foi bruscamente cortado por ouvir algo se mexendo atrás dele. O que o deixou enfurecido, e deu para ver a neve caindo ao seu redor.

– Quem está aí? – Perguntou olhando para onde o barulho vinha – Eu não gosto nem um pouco de piadistas! Se sair agora eu juro que não vou te machucar... muito.

A moita mais uma vez se mexeu e nada saiu dali. O que o deixou mais irritado.

– Estou perdendo a minha paciência com você! Vou contar até três, se não sair daí eu mesmo vou aí e acabo com você! – A voz irritada dava para ser ouvida de longe – Um! Dois!

Para a sorte ou azar dele algo saiu da moita, mas diferente do que pensava não era um aluno, mas também não era um animal indefeso, o que havia saído não havia uma certa forma clara, ele possuía o corpo completamente negro com um bico de corvo, olhos vermelhos, patas dianteiras que lembravam a de um leão, e patas traseiras que lembravam a de um cavalo. Parecia com um Grifo, mas era muito mais assustador.

– O que é você? Será que você é o monstro escondido na floresta? Um tipo de grifo macabro? Hm, será interessante acabar com você! – Aaron se posicionou para atacar a criatura, mas alguém pulou em cima dele e o derrubou o impedindo de fazer qualquer coisa.

– Você é louco? Não se ataca uma criatura destas dessa maneira! – Uma voz masculina sai da pessoa que estar segurando Aaron.

– Hã? Eu conheço essa voz, você é meu colega de quarto não é? – O Garoto do gelo diz tentando ver neste escuro, mas a contra luz do luar o impede de enxergar direito.

– Sim, sou Jackson agora faz menos barulho, porque esse bicho é perigoso. – Jackson se pronuncia falando calmamente no ouvido do colega de quarto.

– Certo, mas da pra sair de cima de mim? Isso está um pouco estranho. – Aaron responde falando baixo.

O filho de João sai de cima de Aaron de vagar e se posiciona para observar a criatura.

– É linda não? – Jackson pergunta para o colega.

– Acha aquilo bonito? Você tem um péssimo senso de beleza.

– Sim, eu acho bonito, um animal que é a consequência de algum tipo de maldição e que possui um olhar tão assustador quanto sofrido, é algo lindo. E se você acha isto, não melhor eu não dizer o que achei de você. – Um meio sorriso é visto no garoto, que foi respondido por um leve coro no rosto do outro.

– Não fala besteiras, e o que você quer dizer com olhar assustador e sofrido? – A curiosidade de Aaron era clara.

– É só olhar. Esta criatura parece estar chorando, talvez porque todos sintam medo dela e por só queira alguma companhia, talvez porque com a maldição ele tenha ficado sozinho no mundo, ou talvez ele sinta falta de algo. Mas é óbvio que este coitado está sofrendo.

– Pra um filho de escalador de feijões, você sabe bastante sobre animais.

– A melhor amiga do meu pai era uma vaca, acha mesmo que ele não me ensinou a tender os sentimentos dos animais apenas pelo olhar?

– Certo, você me convenceu. Mas o que sugere que façamos? Chegar ali e abraçar a criatura para ver se ela fica mais feliz? – A ironia em sua voz era mais clara do que nunca.

– Não é uma má ideia, Capitão Frio. – Jackson se levantou e se pôs à frente da criatura.

– Ei! Era uma brincadeira! Não achei que fosse levar à sério! Volte aqui! – Aaron tentou chamá-lo de volta para o pequeno esconderijo fora da vista do animal.

– Não se preocupe, não vou me machucar, se acontecer algo, sei que você vai me proteger. – Outro sorriso é lançado para o jovem príncipe de gelo.

A criatura encarava Jackson torcendo sua cabeça para a esquerda e direita como uma coruja.

– Calma, eu não estou aqui para te machucar, e você sabe disto não é? – A criatura crocitava, abria e fechava as asas trotava as patas traseiras. Mas nem mesmo se movia.

O filho de João se aproximava de vagar com apenas uma mão para frente, não queria assustar a criatura. Tomou o maior cuidado do mundo, e quando chegou a uma distância extremamente curta apenas deixou a mão estendida. O animal começou a cheirar a mão dele, crocitou mais uma vez e então finalmente colocou sua cabeça sobre a mão do jovem.

– Pronto, viu? Você não está sozinho, eu e o Aaron estamos aqui. Pode sair meu caro, ele não vai fazer nenhum mal para a gente. – Ele dizia enquanto fazia carinho na doce criatura estranha, que parecia medir um metro e meio em quatro patas.

– Como você fez isto? Como sabia que este bicho não iria devorar sua mão? – A curiosidade era grande no garoto.

– Eu não sabia, apenas confiava em meus instintos e que a criatura não iria me machucar. – O sorriso de felicidade e calma eram claros.

– Você é louco cara, completamente insano! E agora? O que a gente faz com este bicho?

– Ele é uma criatura da floresta, vamos apenas deixa-lo aqui. Mas eu virei todas as noites para cuidar dele, se quiser venha também.

– Não acha que ele precisa de algum nome? Porque ficar o chamando de bicho ou criatura não é muito legal. – Disse Aaron também acariciando a doce criatura da noite.

– Talvez, mas isto é ele quem deve nos dizer, quando chegar a hora nós iremos descobrir seu nome.

E assim o primeiro dia destes dois alunos de Ever After High termina, com um novo amigo, e novas maneiras de enxergar um ao outro. Mas a noite não acabou para todos ainda, há coisas que irão acontecer. Pois o fim, é apenas o começo.

Notas finais
Bem, é isto, digam o que acharam e o que esperam para os próximos capítulos! Vou tentar trazer o mais rápido possível!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.