Eva

16 Capitulo Dezesseis: Você ainda pode mudar


Notas iniciais
Ola pessoal! Já justificando a demora. Trabalho, casa, roupa, faculdade, estudo e fanfic ao mesmo tempo hehehe´ Senti muitas saudades daqui, serio, Eva é minha baby fic, eu amo escreve-la e eu estou muito contente com seu desenvolvimento. Queria agradecer a todos pelos Reviews, serio, Eva chegou ao seu centésimo Review, eu fiquei MUITO feliz. Tambem queria agradecer a TODOS os leitores, inclusive vocês fantasminhas hehehe´ Eva chegou a milésima visualização, eu quase morri de felicidade, pra mim é prazer muito grande saber que tantas pessoas já passaram por aqui. Eu espero estar superando suas expectativas, de verdade. Esse capitulo foi um capitulo muito difícil de desenvolver, eu tinha ele em minha cabeça mas passa-lo para o papel foi algo realmente difícil, eu tentei faze-lo ricos em detalhes e expressar tudo que estava em minha cabeça. Espero ter conseguido, ou ter chegado perto. Finalmente depois de todo esse tempo vamos ter o encontro de Snow White e Regina, essa parte especificamente foi uma das em que mais apanhei para escrever, eu também me emocionei escrevendo, espero que eu consiga expressar esse sentimento de nostalgia, tristeza, emoção, pena e raiva ao mesmo tempo. Bom, vou parar de falar( escrever) feito uma louca. Tenham uma boa leitura, até la em baixo!

Uma semana depois...

Charming se levantou assim que sentiu o sol tocar seu rosto pela manhã, olhou para o lado e pode ver Regina dormindo, calma e lindamente, seu rosto sereno e tranquilo, o que para ele era um alivio pois nos últimos dias a morena estava com dificuldades para dormir, sentia muitas dores nas costas, os pés inchados e um grande desconforto invadia seu corpo, a madrugada havia sido longa para a morena que não conseguia dormir por causa da agitação de Anastácia, Regina tinha pegado no sono apenas a algumas horas atrás.

Com muito cuidado para não acordar sua esposa ele se levantou devagar, indo rapidamente para a janela fechando a cortina impedindo que o sol atrapalhasse o sono de Regina.

David então tomou seu banho matinal, colocando a calça e camisa, as botas longas, ele sairia para trabalhar na plantação com Neal e os anões, odiava ter que deixar Regina sozinha com as crianças, ainda mais no fim da gravidez, mas ele precisava ir trabalhar.

Olhou mais uma vez sua linda mulher dormindo, chegou mais perto de seu pequeno corpo e depositou um beijo em sua testa, Regina abriu os olhos escuros, encontrando os azuis dos de David, sempre sorrindo para ela.

–descanse o quanto precisar, eu voltarei antes que sinta minha falta- David deu um selinho em seus lábios.

–eu vou me levantar, ajudar você a acordar e preparar as crianças para a escola- Regina disse se sentando na cama.

Mas David a conteve.

–você vai ficar ai bem quietinha descansando, você passou por uma noite longa e precisa dormir.

–mas você vai fazer tudo sozinho meu amor, de novo? Você trabalha fora o dia todo, chega tarde, fica a madrugada acordado comigo...isso não é justo...

–hei...eu dou conta ok? Eu consigo fazer tudo isso e ainda ter um sorriso nos lábios, porque cuidar da minha mulher e dos meus filhos não é nada, eu quero que você fique tranquila, descanse tudo bem?

–eu te amo sabia?- Regina abriu um sorriso enorme para David.

–eu também te amo meu amor- ele sorriu- agora volte a dormir ok?

David ajudou a mulher a se deitar confortavelmente na cama, sentou ao lado da morena, que em alguns minutos já havia pegado no sono novamente.

E logo em seguida saiu do quarto.

Como fazia todos os dias quando ele trabalhava, David acordou as crianças, ele passava deixa-los a escola da vila e depois Henry se encarregava de voltar com os irmãos para casa na hora do almoço.

Antes de sair, ajudava Eva e Nicholas vestirem suas roupas e arrumarem suas mochilas.

Fazia o café da manha e alimentava as crianças, deixava os ovos mexidos de Regina prontos na frigideira e na geladeira o suco de laranja que ela tanto adorava tomar quando acordava.

E depois de tudo pronto ele saia com os pequenos.

Não demorou muito para que ele chegasse até a vila, deixando seus dois filhos e o enteado na frente da escola.

–Henry tome cuidado no caminho de volta tudo bem? Cuide de seus irmãos- ele disse a Henry antes que jovem menino cruzasse o caminho da entrada.

–tudo bem David, eu os levo em segurança para casa.

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–as crianças já saíram para ir a escola- Alfred disse para Snow White que observava a casa de Regina de longe juntamente com seus homens.

–nos vamos esperar os três voltarem, quando estiverem chegando tranquem Regina em um dos quartos com Henry e Eva, peguem Nicholas e levem a carruagem e depois...coloquem fogo em tudo- Snow White disse com um sorrido enorme de satisfação nos lábios.

–minha rainha, colocaremos fogo nas crianças? Eles são só...crianças-um dos guardas disse com os olhos arregalados.

–essa mulher estragou moinha vida, me tirou a minha família, arruinou minha felicidade, ela merece morrer, muito mais, ela merece ver seus preciosos filhos gritarem por ajuda, queimarem no fogo junto com ela- ela disse calmamente, olhando fixamente para a casa de Regina.

O guarda não disse mais nada, apenas assentiu e olhou e para a casa de Regina, ele sabia que aquilo era errado, sabia que Snow White havia passado de todos os limites, mas ele não poderia questionar com ela, Snow White era a rainha, qualquer palavra dita que ela se sentisse ameaçada ele ficaria sem sua cabeça.

–fiquem todos atentos, não demorará muito para que o Show comece.

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David caminhava em direção a plantação de feijão, Neal e os anões estariam esperando por ele, seria mais um dia de trabalho, eles estavam muito perto de produzir novos feijões mágicos, uma verdadeira leva de feijões, não haviam decido ainda o que fazer com eles, mas com certeza não queriam que parassem em mãos erradas novamente.

Especificamente hoje ele sentia uma sensação ruim, não sabia exatamente o que era, mas desde quando se levantou ele sentia que não devia ter saído de casa, aquele aperto no peito estava cada vez maior, seu coração pulsava aceleradamente.

David não tirava seus pensamentos de Regina, quando saiu de casa pela manha ela estava bem, dormindo tranquilamente, sem dores, mas algo estava errado, aquele sentimento não era normal.

Por outro lado uma voz repetia em sua mente “Não há nada de errado, esta tudo bem” Era nessa voz que ele queria acreditar, Regina estava bem, as crianças estavam na escola e ele tinha que trabalhar para poder cuidar de sua família.

Não demorou muito para que ele pudesse avistar Neal e os anões.

–chegou cedo- Neal deu um leve tapa em seus ombros cumprimentando-o.

–quanto mais cedo eu chego, mas rápido eu volto para minha casa, não gosto de deixar Regina sozinha por muito tempo.

–como vão as coisas? O bebe já esta pra nascer não está?

–sim, esta muito perto- David sorriu só de lembrar que logo estaria com a filha nos braços- logo será o seu, como esta Emma?

–muitos enjoos meu camarada- ele riu- mas esta tudo bem.

–os enjoos são a melhor parte, espere os desejos malucos- David disse rindo.

–eu estou tão feliz que seria capaz de atravessar os mundos para realizar um desejo de Emma- Neal disse com um sorriso estampado no rosto.

–dessa vez podemos fazer o certo Neal, você não pode estar com Emma na primeira gravidez, eu não pude estar com Regina, agora podemos, você deve fazer o seu melhor.

–e como uma segunda chance- ele sussurrou- eu não vou decepcionar Emma dessa vez.

–estou muito feliz por ouvir isso Neal, muito.

Neal e David foram dm direção as enxadas, minutos depois já estavam trabalhando na plantação, seria um dia longo de muito trabalho.

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Regina se levantou da cama depois de algumas longas horas de sono, finalmente ele estava se sentindo melhor, mais disposta, tomou um banho longo e relaxante.

Colocou um vestido preto e por cima um sobretudo, fazia muito frio naquele dia, suas espinhas chegaram a se arrepiar quando ela se despiu mais cedo para o banho.

Desceu as escadas de casa e foi direto para a cozinha, a mesa do café da manha ainda estava posta, no meio um lindo buque com flores coloridas e um bilhete, foi ate ele e o pegou começando a lê-lo.

Seu café da manha esta pronto, voltaremos logo, te amamos.

Beijos de David, Henry, Nicholas e Eva”

Regina cheirou a pequena folha e pode sentir o cheiro delicioso de David, se sentou na mesa e tomou seu café da manha tranquilamente, depois tirou a mesa para começar a preparar o almoço, as crianças chegariam da escola com fome e ela queria recebe-las com um almoço delicioso.

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Algumas horas mais tarde.

–vamos Eva, ande logo!- Henry disse para a menina que andava lentamente com a pequena mochila rosa pendurada nas mãos.

–eu estou cansada Henry- a menina reclamou.

Henry parou de andar por uns segundos até que a menina alcançasse a ele e o irmão mais novo.

–Nick, pode levar a minha mochila, por favor? –Henry pediu ao menino.

Nicholas pegou a mochila de Henry e colocou nas costas.

–vem Eva, suba em minhas costas- Henry se abaixou para que a irmã pudesse subir em suas costas.

Eva subiu em Henry e os três continuaram a fazer o caminho de volta para casa.

Não demorou muito para que eles tivessem a pequena casa a vista, Henry colocou a irmã no chão, continuaram caminhando até a casa.

–Henry, você me ajudar com lição de matemática depois do almoço?- Nicholas perguntou entregando a mochila de Henry para ele.

–depois que eu fazer o meu dever te casa eu te ajudo.

–tudo bem.

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–eu estou vendo as crianças minha rainha- Alfred disse assim que os avistou indo em direção a casa.

–hora do show, eu quero que peguem meu filho e matem todos sem piedade!- Snow White disse olhando para a casa.

Seus guardas então foram em direção as crianças que chegavam perto da casa.

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Henry, Nicholas e Eva estavam chegando a porta de casa quando ouviram uma movimentação vindo de trás dos três, automaticamente viraram-se para trás, seus olhos se arregalaram quando viram um turbilhão de guardas correndo até eles.

–Henry!- Eva gritou apavorada chegando mais perto do irmão, assim como Nicholas.

Henry ficou sem reação, ele não sabia como livraria os irmãos daqueles guardas, como livraria a mãe de todos aqueles homens, com a fúria que vinham com certeza não queriam uma conversa amigável.

Como ele salvaria a mãe os irmãos? Ele ainda era só um menino, um menino amedrontado e desesperado imaginando tudo que estava prestes a acontecer diante de seus olhos.

–coram para dentro!- Henry disse guiando os dois até a porta da casa.

Mas antes que pudessem abrir a porta dois guardas o atingiram.

Um deles indo direto em Nicholas.

–Nicholas!- Eva gritou tentando segurar nas mãos do irmão, mas era inútil, era pequena demais e com um simples puxão o menino já estava em cima do cavalo daquele homem se debatendo e gritando por ajuda.

Regina ouviu um barulho vindo do lado de fora de casa, ouviu Henry gritar e logo em seguida Eva e Nicholas, sem pensar duas vezes ela foi em direção a porta da casa.

Sentiu suas pernas vacilarem quando viu a pior cena de sua vida, um monte de guardas de Snow na frente de sua casa, Nicholas em cima de um cavalo gritando e se debatendo, Henry e Eva tentando de todo jeito tirar o menino de la de cima.

O pânico envia seu corpo a medida que ia se aproximando mais, ela não podia acreditar que aquilo era mesmo real, que sua paz, seu sonho, sua vida plena, sua família, tudo estava se desvariando, escorrendo entre seus dedos, sem que ela pudesse segurar, ela jamais poderia vencer aqueles guardas, sem se quer poderia tentar, isso custaria a vida de Anastácia, não podia proteger os filhos, aqueles que ela tanto amava.

Velos em sua frente, completamente indefesos era como a morte para ela.

Regina abriu a porta rapidamente, assim que viu a mãe, Eva correu atrás de seu pequeno corpo, podia sentir o corpo da filha estremecer, Nicholas se debatia em cima do cavalo tentando se soltar, mas era inútil, completamente em vão.

–Henry, leve Eva para dentro, entre em um dos quartos e tranque a porta- Regina disse pegando na mão do filho mais velho-não importa o que aconteça comigo, apenas proteja sua irmã Henry, não deixe nada de ruim acontecer com ela, se tiver que correr, corra, corra e não olhe para trás, eu amo vocês dois- Regina depositou um beijo em cada um- muito.

–mãe eu não vou te deixar aqui com eles- o menino contestou.

–filho...eu preciso que faça o que estou te pedindo- a segurança de vocês dois é muito importante pra mim, eu preciso saber que vocês estão a salvo Henry.

–mãe...

–você precisa ficar vivo Henry, Eva precisa viver, Snow quer a mim, vocês não devem pagar por mim, filho, apenas pegue Eva e leva-a para dentro.

–eu te amo mãe- Henry disse abraçando Regina.

–eu também te amo Henry, Eva- ela abraçou o pequeno ser loiro, enxugou as lagrimas de seu pequeno e delicado rosto e deu um suave beijo- agora vão.

Henry olhou para Regina mais uma vez, ainda meio receoso pegou a irmã e caminhou em direção a casa, fechando a porta.

Regina respirou fundo e começou a caminhar entre os guardas, seu coração estava batendo a mil, sentiu suas pernas vacilarem quando ficou cara-a-cara com a mulher branca feito a neve, com um vestido vermelho chamativo, juntamente com a coroa exuberante e um batom vermelho nos lábios, no mesmo, um sorriso arrepiante de satisfação.

–pensou que nunca mais me veria Regina?- Snow disse se aproximando da morena.

–eu sabia que esse dia chegaria Snow, eu só não queria que fosse assim- Regina se lamentou.

–e achou que seria como? Que eu traria rosas vermelhas e pediria desculpas?

–seria com começo Snow.

–você me tirou tudo! Eu quero que você sofra Regina, eu quero que você sinta dor, que implore por sua vida e a dos seus filhos enquanto eu estiver te queimando lentamente.

–você pode fazer o que quiser comigo Snow, mas por favor não machuque meus filhos, as crianças não tem nada haver com isso, Anastácia logo vai nascer, eu juro que depois eu me entregarei a você- Regina disse colocando a mão sobre a grande barriga.

–eu vou levar Nicholas para onde ele pertence, ao meu lado...

–ele é meu filho — Regina interrompeu Snow.

–Nicholas é meu! Ele saiu daqui- Snow colocou a mão sobre o ventre- ele é meu!

–ele pode ter saído de dentro de você Snow, mas eu fui a mãe que ele precisou, fui a mãe que lhe deu carinho e amor, seu filho estava jogado sem afeto, sem proteção enquanto você estava ocupada demais com sua vingança.

Ao ouvir as palavras de Regina a raiva tomou conta de Snow, em questão se segundos Regina pode sentir o peso de suas mãos em seu rosto.

–ele é meu, ele vai me amar.

–você devia saber que amor não se trata de poder Snow, não é assim que conseguira o carinho de Nicholas, não é com vingança que você saciar essa dor. Você sabe que eu tenho razão, que eu sei do que estou falando, eu já estive desse lado Snow, as trevas nunca é o melhor caminho. Eu cometi muitos erros, escolhi o caminho errado, eu matei, eu torturei, quando eu tive Henry em meus braços eu percebi que nada disse era necessário, que essa vingança não era nada comparado ao amor que eu sentia por ele, eu quis mudar Snow, mudar para merecer o amor do meu filho, você ainda pode mudar, pode merecer o amor de Nicholas, eu ainda vejo dentro desses olhos a menininha que eu salvei, a doce Snow, eu sei que ela esta ai dentro de você, apenas deixa-a voltar.

–ela se foi Regina, ela se foi a muito tempo.

–então a traga de volta- Regina disse depositando as mãos nos ombros de Snow- apenas a traga de volta, se permita ser feliz Snow, como eu me permiti.

Por um segundo Snow White sentiu uma nostalgia dentro de si, as imagens daquela menina amedrontada em cima do cavalo sendo salva por uma estranha, que sorriu a protegeu sem pedir nada em troca veio a sua mente, ho Deus como aquele sorriso daquela mulher a contagiava, como aquele abraço era bom, ela se sentia protegida, segura.

Mas não era o suficiente, aquilo mesmo sorriso havia se transformado em ódio, ela continuaria firme, ela precisava de sua vingança para seguir em frente.

–eu jamais poderei ser feliz sabendo que você esta aqui, com meu filho, meu marido, com a vida que deveria ser minha.

Ela disse afastando as mãos de Regina de seus braços.

–eu não peguei nada seu, as coisas aconteceram, quando o amor entre duas pessoas acabam não há nada que se possa fazer Snow, a não ser aceitar. Apesar de tudo Snow, eu ainda te vejo como uma filha, eu não fui a mãe que você mereceu, eu não pude te dar o amor que você precisou, isso causou uma grande lacuna em nossos corações, mas não precisa acabar assim Snow, nós ainda podemos ser uma família.

Regina enxugou as lagrimas que caiam dos olhos de Snow, a morena deu um pequeno sorriso, ali em sua frente, ela via uma mulher frágil, confusa, ela não desistiria de tentar reparar o dano que ela feito a Snow. Mesmo ela causando tanto mal em sua vida, mesmo que ela a matasse ali naquele momento, ela jamais desistira de tentar encontrar a bondade que havia dentro de Snow.

Snow segurou nas mãos de Regina, um sorrido tímido brotou sobre seus lábios, ela levou a mão da morena junto aos seus lábios e depositou um beijo singelo, um beijo de afeto, de saudades, saudades de tudo aquilo que elas não puderam viver, daquilo que foi arrancado das duas por causa o ódio, ódio que ela mesma não era capaz de tirar de dentro de si, ódio, que mais uma vez estava tirando tudo que ela tinha.

–me desculpe Regina- ela disse derrubando mais lagrimas — mas eu preciso fazer isso- ela disse soltando as mãos de Regina lentamente-eu preciso...guardas, levem-na e coloquem fogo em tudo.

–Snow, por favor...não.

Snow não disse nada, apenas olhou para a morena mais uma vez, virou as costas e subiu em seu cavalo branco.

Seu coração estava pesado, aquele momento com Regina havia mudado alguma coisa dentro de si, as lagrimas não paravam de escorrer de seus olhos, a vista chegava a ficar embaraçada, memorias de toda uma vida passava sem para por sua mente, mas uma especificamente não saia de sua cabeça. Regina a salvando, aquele sorriso, aquele lindo sorriso não saia de sua mente, estava a corroendo, a atormentando, mas ela seria forte, sua dor falava mais alto, sua vingança prevalecia, ela não conseguiria viver em mundo no qual Regina estivesse aquilo precisava acabar, aquela briga precisava acabar.

E só acabaria quando uma das duas estivesse morta.

Sacrificar a felicidade em troca de vingança pode ser um preço muito alto a se pagar, não tem volta, quando o cristal estiver espedaçado no chão não há nada que possa ser feito, não há nada que possa ser dito.

O tempo será capaz de colocar tudo em devido lugar? Será que pedir perdão depois de tantas dores pode fazer com que tudo seja esquecido?

A vida é sim uma roleta russa, uma arma com uma só bala, apontada para nossas cabeças, esta em qualquer lugar, basta um tiro...e tudo se vai.

Notas finais
E ai? O que acharam? Comentem! Eu confesso que esse capitulo seria mais longo, mas ficaria muito cansativo para ler, então resolvi dividi-lo em duas partes. Sem falar que é muito bom deixar vocês curiosos hehehehe´ E então? Snow vai mudar? Vai voltar para salvar Regina? Como será sua relação com Nicholas? O que acontecerá com Regina, Eva e Henry? Como David vai reagir ao saber de tudo que aconteceu? Será mesmo que isso só irá ter fim quando uma das duas estiver morta? Quem morreria? Snow ou Regina? Descubram nos próximos capítulos de EVA!