Eu te amo, seu idiota !
18 Quando tudo muda.
Notas iniciais
... Então, a música continuava. O doce toque das Músicas eletrônicas.
Enquanto uns conversava, outros bebiam, outros dançavam outros já estavam beijando, e outros faziam coisas fora do comum, como em qualquer outra festa.
Elas depois de desceram aqueles poucos degraus, até aquele enorme espaço que parecia ser mais um porão de mansão, suas paredes tinhas cores vivas, o piso era branco, e com suas luzes apagadas, sendo iluminado por luzes diferenciadas, de globos para festas e boates.
Enfim, era uma verdadeira festa de 18 anos.
– Meninas..._Gritou a dona da festa indo ao encontro delas.
Elas se viraram, e ela continuou com um sorriso meigo _ Nossa estão perfeitas...
– Igualmente_ Disse Mônica com um sorriso gentil.
– Demoraram em... Vamos_ Ela diz ás puxando.
Elas acompanharam a Denise, em meio á multidão, fazendo com que muitos parem de dançar para mandar piadinhas ou apenas visualizar o conteúdo.
Elas foram ao encontro das outras meninas, e assim que aproximaram-se, foi recebidas com elogios. E começaram a tomar intimidade, dançaram riram, até que finalmente começaram a falar sobre os meninos.
– Nossa, os meninos estão bem gatinhos_ Disse Cascuda olhando os meninos, que estavam um pouco afastados, que também não evitaram olhar para elas.
–Concordo, olha só o Cebola. O garoto já é um Deus, e é incrível como aquilo pode se multiplicar como ele fez hoje_ Diz Denise mordendo o lábio inferior.
– E o Cascão..._ Diz Cascuda.
– O Titi estar tão bonito_ Disse Aninha com um sorriso doce.
Enquanto isso, Mônica e Magali, coravam, e reparavam cada vez mais nos meninos com os comentários das amigas.
– Vem meninas, se querem impressionar os meninos tem que ir até o chão_ Disse Aninha com um sorriso animado.
E todas foram gritando e saltitando, até a pista de dança, menos como sempre Mônica e Magali.
– Vamos meninas_ Chamou Aninha.
– Mas tarde_ Disse Magali.
–Depois eu vou_ Disse Mônica com um sorriso meigo.
– Vou esperar_ Ela disse indo ao encontro das amigas que já estavam dançando.
E elas seguiram até uns bancos altos coloridos, que tinha perto dos barmen.
Depois que pegaram um coquetel sem álcool, Mônica percebeu a presença da Irene perto do Cebola, e estava bem visível que ela dava em cima dele, e então algo estranho, e bem chato ocorreu em seu peito, um sentimento de raiva, e de tristeza dentro de si, ela virou o rosto, tentando evitar, e ficou fitando sua amiga, que parecia estar bem estranha, desde que voltaram da praia.
– Maga..._ Ela á chamou.
– Hã... Oi_ ela diz voltando o olhar para sua amiga.
– Você estar bem?_ ela perguntou.
Ela sorriu meio forçado, e respondeu_ C-claro...
– Não, não estar, eu te conheço_ Ela diz erguendo a sobrancelha.
– Ai Mô, eu queria te contar, mas nem eu podia acreditar, eu fiquei praticamente em choque_ Ela diz num tom rápido, e preocupado.
– Magali, eu não entendo, explica_ Ela diz preocupada com a amiga.
Ela mordeu o lábio inferior, e depois de uns segundos, ela disse_ Lembra que te chamei para ir dá um passeio quando ainda estávamos na praia?
– Sim, lembro_ responde ainda mais preocupada.
E ela continua_ Bem, depois que me afastei um pouquinho, eu me encontrei com o...
E então do nada o Cascão aparece, e diz_ Iai meninas...
–Oi_ Diz Mônica com um sorriso gentil.
–Er, oi_ Diz Magali com um sorriso doce, e então ela rodou os dedos indicadores ao redor do outro, para indicar que depois elas fala sobre aquilo.
E sua amiga respondeu balançando a cabeça positivamente.
–Curtindo?_ Ele pergunta mantendo seu sorriso meigo.
Magali balançou a cabeça positivamente, e disse_ Estamos.
Então Mônica piscou para Magali, e mandou o seu olhar para o Cascão, como se estivesse dizendo para ela, falar algo a mais com ele.
E então Magali sorriu perversamente, e perguntou como vingança_ E o Cebola?
E então ele apontou para o Cebola e disse_ Ele estar ali... Careca, chega ai_ Ele chamou seu amigo.
Apesar o som estar alto, seu amigo conseguiu ouvi-lo, e foi até eles.
Mônica encarou sua amiga, oque a fez rir, e então ela revirou os olhos pela presença do Cebola.
–Boa noite meninas_ Ele disse com um sorriso meigo.
–Boa..._ Falou Magali com um sorriso gentil.
–Boa..._ Mônica também o cumprimentou, mas com um sorriso falso.
Magali a encarava com a sobrancelha erguida, e então o Cascão disse fitando a bebida que a Magali segurava_ Sem álcool?
– Sem álcool_ ela diz sorrindo balançando a bebida dentro do copo.
– Vai dizer que não bebem?_ Ele pergunta com a sobrancelha erguida.
– No limite_ Diz Mônica.
Ele sorriu e pediu 4 bebidas.
E então foi distribuído para cada um.
– Eu vou ficar no meu coquetel_ Diz Mônica.
– Eu também..._Fala Magali.
– Ah, qual é. No limite_ Diz Cebola com um sorriso gentil.
Mônica balançou a cabeça negativamente, mantendo seu sorriso meigo, e disse para o Cebola_ Não...
– Nem ao menos é forte Meninas_ Diz o Cascão.
Pov. Mônica
Os meninos continuavam a insistir, e então eu desistir de uma vez só, e disse_ Tudo bem... Apenas um copo.
– Okay_ disse Cebola.
– E você Maga?_ Pergunta Cascão.
–Estar bem. E depois eu estrangulo vocês dois, estar bem?_ Ela diz pegando o copo.
Nos três rimos e o Cascão disse_ Okay...
Então ela rapidamente tomou um pouco, e logo em seguida, eu também bebi, e então eu disse_ Não acredito que vocês me fizeram beber.
– Nem eu_ o Cebola disse sorrindo satisfeito.
Então, a conversa prosseguiu, e desse “ Apenas um copo”, passou para muitos copos, os meninos falavam cada coisa que eu e a Maga só faltava nos explodir de rir, até que...
A Magali começou a se agitar com a música, e se mantendo sentada, ela se balançava conforme o embalo da música.
– Vem Maga, vamos dançar?_ Ele diz sorrindo estendendo a mão.
– E-eu não sei dançar muito bem_ Ela diz meio envergonhada.
– Assim fica mais divertido, vem_ Ele diz pegando em sua mão e levando com ele.
Então o Cebola como se permanecia em pé, ele se sentou ao meu lado, e bebeu o restante da bebida que havia em suas mãos.
– Nossa, quantas pessoas fingindo dançar_ Ele diz com um sorriso de canto fitando a maioria dos desajeitados que dançavam como se estivessem possuídos.
Eu sorri para ele erguendo a sobrancelha e perguntei debochando_ E você sabe?
Ele ajeitou a gola da camisa, com um sorriso orgulhoso, e disse_ Er, Não...
Eu não resistir a sua idiotice, e rir sem dá pausa, ele riu junto comigo, e por ai se foi, brincadeiras, zoação com as pessoas que agente via alguma coisa boba, conversas, e mais conversas.
– Quanta elegância_ Ele debochou fitando uma garota que estava mais que beba.
Eu voltei a rir, e quando parei de rir, eu reparei em um grupinho de meninas que estava um pouco afastado, elas riam e fitava o Cebola com um olhar meio perigoso e estilo meio vadia.
Mas eu só sei que aquele mesmo sentimento que eu estava de quando eu o vi com a Irene, aumentou, aquele desgosto delas, foi bem estranho, era uma coisa bem chata, até que todas elas se aproximaram dele, e uma garota, alta loira, com um vestido super curto, que por pouco não aparece á etiqueta, diz para ele_ Oi Cebola.
– Oi_ Ele diz com um sorriso gentil.
–Sei que não é novidade mais, você estar um gato_ Ela diz toda oferecida.
E cada vez mais aquele sentimento aumentava, e eu virava o rosto, abaixava, mordia o lábio inferior, sem poder conter, mas do nada senti um tipo de raiva daquelas garotas.
– Valeu_ Ele diz.
– Quer dançar lindo?_ Uma delas pergunta.
Ele vira o rosto para mim, então eu viro o rosto para disfarça, e então ele diz_ Quem sabe outra hora.
– E comigo amor?_ Diz outra.
– Agora não garotas_ Ele diz já meio direto.
Elas sorriram meio decepcionadas, e então outra diz_ Estar bem, mais, quando quiser, estarei disposta.
Então elas saíram, e a que falou antes de sair, passou a mão no rosto dele, e foi embora, oque me fez machucar um pouco o lábio que estava a morder.
Então ele virou novamente para mim, e então ele diz com um sorriso envergonhados_ Desculpa, oque falava?
Eu sorri corada, e então aproximou um garoto que acho que já vi nos corredores da escola, e perguntou com um sorriso meio safado_ Iai linda, vem dançar comigo?
– Depois_ Eu disse com um sorriso gentil.
– Vou aguardar_ Ele diz e pisca para mim, e então sai.
O Cebola parecia meio envergonhado, mais nada contente, então ele virou novamente o rosto para mim, e mandou um sorriso falso e disse_ Isso é o que dá vir assim para um festa.
Eu fechei o sorriso já imaginando algo de errado em mim, e então eu perguntei_ Há algo de errado em mim?
Ele sorriu olhando-me de cima abaixo, e disse_ O fato é “ Oque não tem de errado”.
Eu senti meu rosto encolher, minhas bochechas queimarem, então se aproximou dessa vez o Dc e perguntou com um sorriso meigo_ Oi Mô.
Percebi que o Cebola logo retirou seu sorriso do rosto, e o substitui com um cara bem fechada, e uma sobrancelha erguida.
– O-oi Dc_Eu disse.
– Como estar linda_ Ele disse pegando em minha mão.
Eu sorri meio corada e disse sorrindo_ Obrigada, igualmente.
– Então Mô, quer dançar?_ Ele pergunta com um sorriso doce.
Eu sorri docemente, já preparada para dá uma resposta, então eu viro o rosto, e vejo o Cebola do meu lado, com o seu copo em mãos, ele matem seu olhar reto, meio serio, então eu virei para o Dc novamente e disse_ Er, daqui a pouco, não estou disposta a dançar ainda.
– Okay, até mais _ ele diz sorrindo, e antes de ir embora ele fita o Cebola com um olhar serio, e vai embora.
Então eu me viro para o Cebola novamente com um sorriso gentil, então ele sorri e continua_ Pois é...
E então percebo Irene vindo em nossa direção me estrangulando com os olhos, e quando se aproxima do cebola, vira seu rosto, e te dá um beijo na bochecha, fazendo com que aquela insuportável sensação aumentasse, e então ela diz_ Meu lindo, você tinha me prometido dançar comigo.
– Agora não Irene_ Ele diz estressado.
Eu permanecia calada, os fitando, então ela me encarou irritada e falou_ Vamos Cê.
– Agora não Irene, dá um tempo_ Ele diz nervoso.
Ela me fita com um ódio no olhar, e então ela pergunta pondo as mãos na cintura_ Quem era aquele bonde vadias que estavam aqui falando com você?
Ele a encarou com a sobrancelha erguida, e então falou_ Você deve conhecê-las, você também faz parte do bonde de vadias, não pera, você é a líder.
Eu dei um riso escondido, mais acho, e espero que ela tenha percebido, e então ela sai se pisando, mais com um enorme ódio que só faltava matar as pessoas que estavam próximo a ela.
Então se aproxima outra garota, a que o Cebola tentava fugir hoje pela tarde, a ruivinha, então ela diz com um sorriso gentil_ Cebola...
“ Já é gozação”_ Sussurrei.
– Oi_ ele diz com um sorriso falso.
– Nossa, estar lindo_ ela diz sorrindo docemente.
– Igualmente_ ele diz.
Ela percebe minha presença, e então me encara com um olhar de desgosto, e perverso. E continua_ Quer dançar comigo?
– Hã, não será possível_ ele diz tentando fugir dela.
Ela dá um sorriso meio falso e decepcionado e pergunta_ Porque?
– E-eu, er... Que... Eu... Eu estou com minha namorada_ Ele diz num tom rápido.
– Que?_ Dissermos em coro.
– Sim, desculpa por não apresentar, Flávia, Mônica, Mônica, Flávia_ Ele diz com um sorriso doce.
– Ah, É um p- prazer_ Ela diz estendendo a mão.
Sem poder fazer absolutamente nada né, eu também estendi a mão até se encontrar com a dela, agente apertou as mão como um cumprimento, mas ela apertou minha mão um pouco mais forte, e me olhou com ódio. Foi ai então que resolvi fazer meu teatro.
– Posso me sentar com vocês?_ ela perguntou me encarando.
– Claro_ Eu disse sem esperar o Cebola responder.
Ele me fitou com meio decepcionado, então eu me aproximei um pouco mais dele e sussurrei_ Fica tranquilo.
– Então Cebola, curtindo_ Ela pergunta se aproximando cada vez mais dele.
Tem que ser muito piranha para dá em cima de um garoto na frente da namorada dele, mesmo sendo namorada falsa, essa deve ser irmã da Irene.
– Er, claro_ Ele responde com um sorriso falso.
– Ainda mais que eu estou presente, né amor_ Eu sigo meu roteiro do meu teatrinho.
Ela me fuzila com os olhos, e então ele concorda dizendo_ Claro...
– Ou não, né fofa_ ela diz.
Então eu peguei na mão dele, então entrelaçamos as mãos umas nas outras. Eu juro que podia ver os olhos dela pegando fogo.
Ela suspirou e disse_ Depois nos falamos Cebola.
– Ou não né fofa_ Eu digo repetindo sua fala a fitando com um sorriso gentil mais desafiador.
E foi ai que ela saiu, se pisando. O Cebola virou o rosto para mim, e nos dois começamos a rir.
– Ela só faltava te matar com os olhos_ Ele disse rindo.
Eu continuava rindo, até que fui parando aos poucos, e ele me fitava com um sorriso meio bobo, mas tão fofo. Eu retribuir com outro sorriso, até que percebi que continuávamos com as mãos dadas, e então eu retirei minha mão lentamente, e senti meu rosto corar mais uma vez, e puxei uma mecha de meu cabelo para trás da orelha, e ele, ficou meio envergonhado, ele virou o rosto e passou a mão na nuca, e depois virou o rosto novamente para mim, e então eu sorri meio envergonhada, de modo doce, e então um clima começou a se criar, eu percebi seu rosto se aproximar do meu, e eu fitei os seus lábios rosados, e subir aos seus olhos, que já estavam bem próximos do meu, até que...
– Mônica, voc..._ Era mais um garoto que se aproximava.
“Affe”_ Ele bufou já irritado.
E se levantou rapidamente e me levou puxando-me pela mão, até a pista de dança com ele, e quando chegamos lá, ele me puxou contra o seu corpo, e disse_ Só assim para se convencerem...
Eu rir dele, foi tão rápido o modo que me puxou, e bem hilário.
Então vimos a Maga e o Cascão, um pouco afastado, conversando, e dançando, e a Maga já parecia ria como estivesse bêbada, mais é legal vê-la com o Cascão. Ela parece ter mais liberdade com ele, mais á vontade.
– Olha só, quem disse que não iria beber mais_ Ele disse fitando a Maga.
Eu sorri e disse_ A Maga não estar bêbada, só estar solta, oque é raro.
– Sim. Mais e você, não vai se soltar?_ Ele pergunta com o um sorriso doce.
– Melhor não... _ Eu disse sorrindo para ele.
Ele sorriu, então continuamos dançando as músicas eletrônicas, e cada vez ficava mais alto, eu ria muito das besteiras que dizia, e agente fazia brincadeiras enquanto dançava, estava tudo tão incrível. E para completar o DJ, resolveu dá uma pausa, pois ficar ali fazendo as batidas deve cansar, e para substitui-lo ele colocou uma música lenta, mas ao mesmo tempo um pouco animada, então eu comecei, a mudar a dança, e jogava o corpo de um lado para o outro de modo lento, então ele pegou em minha mão e me girou, me fazendo rir um pouco, e por último, ele me fez rodar mais uma vez, mais indo em direção o seu corpo, e segurando minha mão. E foi ai, que ele passou um braço pela minha cintura, e a outra, ele apoiava do outro lado de minha cintura. Eu pouse uma mão em seu ombro, e a outra ao redor de seu pescoço, e como eu não era nem um pouco alta, eu encostei minha cabeça em seu peito, eu podia ouvir seu coração bater, e eu sentia algo a mais dentro de mim, batendo de forma descontrolada, um frio na barriga, e um louco desejo, por mais que tentasse evitar, era inútil controla-lo.
E um pouco mais distante, vi a tal da Flávia, me encarando como se quisesse me estrangular, eu dei um leve riso e disse_ Não acredito que me faz fazer isso.
– Oque?_ ele pergunta.
– Aquela garota, Flávia_ Eu expliquei, enquanto continuávamos dançando.
Eu ouvir um riso e então ele disse_ Fico te devendo.
– Tádinha, ela gosta de você_ eu disse a fitando com um olhar de dó, enquanto ela me fitava perversamente com os braços cruzados, e enquanto a Irene mais afastado, ao mesmo tempo em que se agarrava com um garoto, tentava me distorcer com os olhos, e para ela eu mandei um sorriso desafiador.
– Sei, ela é uma garota legal e tal, mais eu não gosto dela, como ela gosta de mim, e ás vezes isso a torna insuportável, mais ela não compreende_ Ele diz.
– Mais e a Irene, aquela ali só falta se estrangular por você_ eu disse fazendo graça.
– Afe, eu não suporto aquela garota, nem fala nela, pelo amor de Deus_ Ele disse.
Eu simplesmente sorri de leve, e continuamos com a música. E cada vez mais, agente ficava mais á vontade, ele encostou a cabeça com a minha que estava apoiada em seu peito, e era meio estranho, por que, eu não suportava o Cebola, para mim ele era do tipo superficial, metido, o garoto mais popular da escola. Mais sei lá, estar tão diferente, do que quando o conheci. Até percebemos que a música chegava ao fim.
E logo, eu retirei minha cabeça de seu peito, e ele se ergueu novamente, então eu sorri envergonhada, e ele retribuiu e então, eu olhei ao meu redor e sugerir_ Ah, a Maga e o Cascão não está mais por aqui, vamos procura-los?
– Sim claro_ Ele disse.
Para falar a verdade, eu não queria saber onde estavam só queria sair dali, o mais rápido possível.
Então saímos por uma porta que tinha naquele espaço, que dava ao jardim da casa. E tinha pouquíssimas pessoas por ali, na maioria casais.
Eu olhei o meu redor não vi nenhum dos dois, e então me sentei em um banco, e ele ao meu lado. Um silêncio constrangedor surgiu entre-nos. Ele fitava o céu que estava bem estrelado, e eu as plantinhas a minha frente.
Eu estava muito envergonhada e acho que ele percebeu, e me perguntou_ Você estar bem?
Eu sorri de leve e disse_ Claro, só não aguento mais o barulho que faz lá dentro.
Ele sorriu então do nada, se aproxima a Maga e o Cas, e a Maga diz_ Faz tempo que procuramos você.
Eles também se sentam em um banco em frente, e começamos a conversar, e do nada chega a Denise e a Marina, e continua a conversa cada vez mais agitada. Logo depois o Franja, o Titi, a Aninha, a Cascuda, o Xaveco, a Dorinha, Isa, o Jeremias e o Lucas. E ficamos todos, brincando e conversando, sem falar que estávamos bebendo, mais foi tudo tão divertido. Os meninos falavam cada coisa, e alguns já estavam quase bêbados, para completar.
– Nossa, o mar estar agitado_ Diz Marina fitando o belo oceano á frente.
Então todos nos começamos a reparar no mar, com comentário da Marina.
– Deve estar tão fria_ Disse Isa encolhendo- se.
E a Denise olhou para o Jeremias, e voltou a fitar o mar, até que ela sorriu perversamente e disse _ Então Jerê, te desafio a entrar no mar, agora.
Ele sorriu com dó dele mesmo e disse_ Qual é Denise, e o amor ao próximo fica como?
– Você não teve amor ao próximo quando me fez pular com você daquela rocha que parecia mais um penhasco, e você prometeu que faria um favor, quase entrei em depressão_ Ela diz erguendo a sobrancelha fazendo drama.
– Deus, me ajuda_ Ele disse se levantando.
– Você vai mesmo?_ pergunta Dorinha.
– Fazer oque né_ Ele disse já em pé.
Então ele seguiu até o mar, e a Denise se levantou do banco sorrindo bem animada. Então nos entreolhamos sorrindo, e então a Aninha deu a iniciativa_ Não perco isso por nada.
E levantou-se, e logo em seguida todos se levantaram, do gramado, dos bancos, e foram atrás deles.
Quando chegamos lá, ele retirou os sapatos, e a camisa social que vestia, e perguntou a Denise com um sorriso preguiçoso_ Tenho que fazer isso mesmo?
Ela sorriu e disse_ Sim...
Ele respirou fundo, e correu e deu um mergulho na água.
– Droga, esta água estar gelada pra caralho_ Ele diz depois de sair debaixo da água.
Foi o suficiente para matar todos de rir, então o Xaveco sorriu balançando a cabeça negativamente, e disse_ Isso é covardia.
– Sim é_ Concordou Lucas.
– Pois é galera, fazer oque né_ Disse Franja.
Então os meninos se entreolharam com um sorriso medroso, e então o Cebola que estava ao meu lado virou o rosto para mim e disse_ Me deseja boa sorte.
Sem entender nada eu sorri, e então todos os meninos se aproximaram mais do enorme oceano com suas ondas bem agitadas, e começaram a retirar os sapatos se preparando para se jogar também.
– Não acredito que eles vão fazer isso_ Disse Magali rindo.
– Nem eu_ Concordou Denise.
E então tiraram a camisa social, mais no caso de alguns, como o Cebola, Cascão, Franja, e o Lucas, tinham que retirar primeiro o colete, e então bem em nossa frente, eles começaram a retirar as camisas, então a Denise disse sorrindo de modo meio safado_ Nossa, esses meninos querem nos matar.
– Pode ter a certeza que eles querem_ Disse Aninha se abanando.
Eu corei no mesmo, mais, por mais que eu tentasse evitar, não tirava os olhos do Cebola, nossa, eu nunca tinha reparado tanto nele, abdominal bem definido, bem musculoso, e...
“Espera, por que eu estou pensando nisso? Para com isso Mônica”_ Eu pensei repreendendo a mim mesma.
Eu fechei os olhos, tentando evitar, enquanto mordia o lábio inferior, e saltitava sem sair do chão apenas para balançar o corpo, para tentar esquecer aquilo, mais era tortura, então eu abri um dos olhos, e eles já estavam indo para a água cada um mergulhando de um modo, e então o Cebola se virou, e mandou um belo sorriso para mim, que me fez corar no mesmo instante, e aquela sensação estranha, aumentar cada vez mais, aquela mesma maravilhosa, e misteriosa sensação.
E logo em seguida um mergulho com uma cambalhota no ar, ele se jogou no mar, e logo em seguida o Cascão, e antes que fosse ele se virou, e mandou um beijo, ou seja, um beijo para a Maga, e se jogou com tudo, e depois que todos entraram, começou os palavrões.
– Água fria do caralho_ Gritou Titi.
– Porra, me arrependi_ Gritou o Cascão.
Fazendo todas nos rir.
– Que idiotas_ Disse Denise rindo deles.
E depois que ela falou isso, os meninos esqueceram que estavam congelando, e começaram a falar algo, que agente não ouviu, e então do nada, eles saíram da água correndo, e puxaram as meninas para dentro.
O Jeremias, puxou a Isa.
Marina foi surpreendida pelo Franja que carregou ela, e entrou com ela na água, enquanto ela gritava apavorada.
O Titi, pegou a Aninha pela cintura e saiu correndo até a água, enquanto ela o ameaçava de morte.
A Dorinha a mais magrinha coitada, o Lucas pegou ela pelos os dois pulsos e saio a puxando até a água, e pior que ele nem foi correndo, e a levando a força.
Para a Denise teve que ir dois para leva-la até o mar, o Xaveco, que teve a ajuda do Jeremias, ela resistia como se quisessem mata-la. Foi hilário.
Então o Cascão foi andando lentamente pela areia sorrindo perversamente para Maga, que a mesma sem nenhuma reação, continuou parada, começou a ficar apavorada e disse com um pouquinho de medo daquela água fria_ Não, Cascão. Nem pense nisso, é serio. Não faça isso.
Foi em vão, ele a pegou em seus bração tão rápido, e enquanto ela se debatia, gritando.
Eu sorri, e percebi que só havia faltado eu, e eu não via sinal do Cebola em lugar nenhum, então, para eu me safar daquela, eu fui disfarçando e andando lentamente de costa, até que me bati com alguém, e me virei lentamente, e adivinha quem era...? O Cebola, que novidade.
E ele sorria perversamente, e eu comecei a andar lentamente de costa, no sentido contrario, e disse sorrindo com medo daquela água fria_ Cebola, nem pense nisso.
Ele continuava sorrindo e enquanto eu andava de costa, ele vinha mais ainda para cima de mim.
– Cebola, é serio_ Eu disse.
Ele balançou a cabeça positivamente, e então eu senti algo empatando minha fuga, eu olhei rapidamente para trás e era um coqueiro inconveniente, e eu estendi as mãos para deixa-lo distante de mim, e ele deu um passo mais a frente, então minhas mãos ficaram em direção sua barriga, e para completar, ele deu mais um passo a frente, e finalmente minhas mão chegaram até ele, e eu fui obrigada a sentir aquela tortura, sua definida barriga, oque me fez corar no mesmo momento, me deixando sem reação, então ele me pegou em seus braços, e correu comigo até a água, enquanto eu me debatia tentando me livrar dele.
Quando percebi que seus pés já estavam dentro da água, eu parei de me debater e disse_ Cebola, não faz isso. Por favor, é serio, lembra que eu te fiz um favor hoje.
Ele riu achando graça do meu drama e disse_ Fica tranquila, estar comigo, lembra.
Eu tornei a corar, e quando menos percebi, eu já estava dentro da água, e então ele disse com seu belo sorriso, ainda me carregando_ Não foi tão ruim assim.
– Cebola..._ Eu sussurrei apavorada, enquanto sentia meu corpo congelar.
Ele sorriu, e então eu vi as meninas querendo afogar os meninos por eles ter feito aquilo, Denise praticamente só faltava matar os meninos. A Maga estava toda encolhida batendo o queixo e gritando ao mesmo tempo_ Cascão, você me paga.
Enquanto ele se estourava de rir, até que ele se aproximou com pena dela, e a abraçou para esquenta-la.
Então eu voltei a fita-lo e falei em um sussurro_ Não tenha certeza que vai acordar amanhã.
Ele riu, e então ele me soltou lentamente, e até que senti a areia molhada e gelada em meus pés. Sorte que eu e as meninas, tiramos o salto, por que é quase impossível andar de salto na areia.
Eu gemi de frio e então ele sorriu e disse_ Foi mal, te devo mais uma.
Eu sorri de leve, e algo começou a se criar, ele me olhava de modo estranho, e aquele seu sorriso criava algo dentro de mim, e eu sentia meu rosto corar, e eu sentia cada vez mais ele próximo a mim, até que senti sua respiração tocar com a minha, seus olhos estavam tão pertos dos meus, e eu não tinha mais forças para sair de perto dele, algo em minha mente dizia “Não”, mais algo mais forte, no peito dizia” Oque estar esperando?”. Mais mal pude escolher, seus lábios estavam tão pertos dos meus, eu não pude evitar, e escolhi a que estava mais próximo, e pude sentir pela segunda vez, os seus doces lábios. Tudo estava ficando maior, aquela coisa, que eu sentia dentro de mim, ficando mais visível, e era como só existisse apenas nos dois, eu não sei explicar, mais algo palpitava dentro de mim, mas era tão bom, e cada vez mais aquele beijo se tornava intenso, e...
– Eu tinha acabado de acordar, com aquela suava e doce brisa tocar minha face, eu me aconcheguei debaixo daquele macio cobertor, e do nada senti algo atrás de mim, e me virei lentamente, e então, eu vejo o Cascão ao meu lado.
– Aaahh_ Gritei assustada.
Ele levanta no susto, e me fita sem entender nada, e então eu puxo o cobertor até meu pescoço para me cobrir, e então eu reparo que e estava vestida, e ele também , e eu pergunto sem entender nada_Oque faz aqui?
– Não, o certo é no seu caso, este Maga, é o meu quarto_ Ele diz.
Então, eu olho ao me redor, e realmente não era o meu quarto, eu sorri de leve e aliviada por estar de roupas, e perguntei meio corada_ Desculpa pelo susto.
Ele sorriu docemente se sentando na cama, e diz_ Fica de boa... Sabe Maga, não me lembro de absolutamente nada. Nem sei que hora vim para o quarto.
– Muito menos eu_ Eu disse esfregando os olhos.
– Ah, alias, Bom dia!_ ele diz sorrindo.
– Bom di..._ Eu começo a falar, até que cai a ficha. Eu sinto meu coração ir a mais de cem por segundo e então ele pergunta assustado_ Maga, oque foi?
– Ca-cas, S-se eu estou aqui... Q-quem estar lá com a Mô?
Continua...
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