Notas iniciais
Pessoas desculpem a demora eu não me esqueci de você relaxa eu apenas viajei e não tive como postar esse capitulo pois o local onde fui não tinha wi-fi muito menos sinal da minha operadora e quando consegui sinal eu não consegui postar pelo celular. Então, cheguei de viagem hoje,estou muuuito cansado, só quero ficar deitado kkkkk to igual a um velho mais não esqueci de vocês então está ai o capitulo de hoje não vai ter musica pq n tive tempo de pesquisar e este não é um dos meus favoritos pois tem muito assunto para pouco capitulo kkkkkk Boa leitura

Zoey olhou furiosa para Calvin, se ajoelhou ao lado de Lana e berrou.

– O que você fez seu maluco?

– Fica tranquila, ela não vai se lembrar de nada. – Calvin observava as mãos.

– Ela não vai se lembrar de nada. – Ela ironizou. – Ela bateu com a cabeça isso vai dar merda seu idiota.

– Eu apaguei a memória dela. – Ele estava calmo. – Relaxa ruiva.

– Há claro e o que você vai fazer quando ela acordar? – Ela se levantou.

– Eu? – Ele sorriu. – Eu nada, mais você. Você vai levá-la até o jardim e quando ela acordar vai dizer que ela desmaiou, ah sei lá inventa alguma mentira.

– Você faz a merda e eu tenho que resolver? – Ela o encarava mais ele ficou em silêncio observando o nada. – Ótimo, mas me ajuda a levar essa gorda lá para baixo.

– Se eu não fizesse nada você não teria nada para vestir neste exato momento. – Ele segurou Lana nos braços e Zoey se tocou que estava apenas de toalha.

– Idiota. – Ela saiu para vestir uma roupa. – E não aproveita muito não. – Ela se a ele carregar Lana.

– Ciúmes? – Ele ironizou. – Mais já?

Ele carregou Lana até o andar de baixo e a deixou na porta de entrada. – Do lado de dentro. – Esperou Zoey descer e ficou observando Lana deitada por alguns intantes. – “Ela até que não parece tão mal assim quando está desmaiada. Ou está morta? Não esta desmaiada." Ele pensou. – E depois observou Zoey descer as escadas.

– Como eu faço pra “isso” acordar? – Ela se referia a Lana.

– Sei lá joga um copo de água na cara dela. – Ele deu de ombros. – Mas primeiro arrasta ela até o jardim. – Zoey pegou nos braços de Lana e encarou Calvin. – Porque esta me olhando?

– Vem me ajudar! — Ela ordenou.

– Não. – Ele se virou para a cozinha. – To bem. – E Zoey bufou.

Ela tentou levantar Lana, mas não tinha forças o suficiente. Calvin observava de longe Zoey tentando de desenrolar.

– Grr. – Ela rosnou. – Cansei dessa gorda.

Ela jogou Lana no chão e a arrastou para fora pelos braços. Ao chegar no gramado ela entrou novamente para buscar um copo d’água, volto e ficou de pé ao lado de Lana.

– Acorda. – Ela sibilou enquanto derramava lentamente a água no rosto de Lana. – Bela adormecida. – E ela acordou desesperada.

– O que você está fazendo? – Ela olhou furiosa para Zoey.

– Tudo bem da próxima vez eu deixo você morrer. – Ela se virou para entrar.

– Espera. – Ela continuou sentada no gramado. – Morrer?

– É. – Zoey se virou novamente para Lana com um sorriso malvado no rosto. – Eu estava vindo da escola e você estava me seguindo, e sim eu estava te vendo. Você é péssima pra se esconder. – Ela lamentou. – Daí eu não sei o que houve mais você desmaiou no meio da rua e quando eu me virei você estava jogada no meio da rua. Então pode me agradecer por te salvar.

– Ai meu Deus muito obrigado. – Ela se levantou e foi dar um abraço em Zoey que fez uma cara de desprezo. – Você é dez. Mais eu ainda te odeio. – Ela se virou e andou serelepe pela rua.

– Que garota burra! – Ela pôs a mão na testa e se virou para casa. – Meu Deus.

Zoey caminhou de volta para casa e fechou a porta, caminhou até a cozinha, abriu a geladeira e pegou uma água.

– Posso saber – Ela se voltou para Calvin. – Porque não me ajudou a carregar a miss lerdeza lá para fora? – Ela deu um gole em sua água.

– Não. – Ele caminhou até a janela. — Mas você tirou oito pela encenação.

– Há qual é Calvin. – Ela jogou o copo na pia. – Pode me falar.

– Zoey eu não posso sair daqui de dentro. – Ele se voltou para ela.

– Como assim, não pode sair daqui de dentro. – Ela fixou os olhos nele, parecia estar querendo ver sua alma.

– Eu também não entendo, eu só posso sair daqui no halloween, mas quando o dia amanhecer eu tenho que estar aqui dentro de novo, se não estiver eu volto para cá do mesmo jeito. – Ele bateu com a mão na mesa.

– Você esta preso aqui para sempre?

– Zoey! – Maison a gritava do jardim da frente.

– Calvin. – Ela olhou nos olhos dele.

– Já entendi. – E ele desapareceu.

Zoey caminhou até a porta de entrada e a abriu, Maison entrou e parou nas escadas, Zoey fez um sinal com a cabeça para que ele a seguisse e eles subiram as escadas. Ao entrar no quarto Zoey fechou a porta e eles sentaram na cama, eles se olharam mais ninguém dizia uma palavra, o silêncio reinava no quarto.

– Porque você anda estranha? — Ele a encarou.

– Eu não ando estranha. — Ela desviou o olhar. — Você que está.

– Fala sério Zoey, desde quando o Calvin apareceu você está diferente.

– Impressão sua. — Ela levantou da cama impaciente e ficou observando o jardim da frente.

– Tudo bem não quer me falar, tranquilo. — Maison se levantou. — Estou indo embora.

Quando Maison estava caminhando em direção a porta algo puxou o seu pé e o arrastou corredor a fora. Zoey virou e gritou.

– Maison. — Ela correu atrás dele.

Maison foi arrastado escada abaixo, a porta se abriu e ele foi jogado para o lado de fora da casa. Logo em seguida a porta se fechou.

– Calvin. — Ela berrou estressada, mas ele não apareceu.

(...)

Durante o começo da noite, antes de seu pai chegar, Zoey desceu para fazer o jantar e aproveitar para conversar com Calvin. Ela cortava os tomates quando ele apareceu, parou ao lado dela e ficou a observando.

– Você não precisava ter feito aquilo. — Ela falou com um tom de magoa.

– Fiz o que? — Ele pareceu confuso.

– Chega de fingi Calvin eu não sou idiota. — Ela largou a faca. — Mais já que você é imaturo o suficiente para ter uma conversa adulta, pode deixar que eu começo. — Ela se apoiou na bancada da cozinha. — Porque você arrastou seu irmão para fora da minha casa. — Ela deu ênfase no "minha".

– O que? Eu não fiz isso. — Ele parecia confuso. — Zoey você pediu para que eu saísse e eu sai, eu não fiquei observando vocês conversarem e nem fiz nada ao Maison.

– Tudo bem então Calvin. — A porta da frente abriu e o Sr. Perkins entrou de terno e gravata.

– Boa noite querida. — Ele abriu os braços e Zoey andou até ele.

– Boa noite pai.

(...)

Zoey andava distraidamente pelo corredor da escola com seus fones nos ouvidos, pensando em Maison, em Calvin e no quanto a sua vida mudou desde que se mudou de Los Angeles quando uma menina esbarra em seu braço com bastante força fazendo seus livros caírem. Zoey estava pronta para xingar aquela garota de tudo quando era nome quando rápida e delicadamente ela lhe pediu perdão.

– Me desculpe, — Elas se abaixaram para pegar os livros. — Por favor, me perdoe não foi a minha intenção, eu estou fugindo daquelas meninas. — Ela apontou para as "camarões" que estavam caminhando na direção das duas. — E eu sem querer esbarrei em você.

– Está tudo bem. — Zoey soltou una risadinha. — Fica tranquila, não foi nada.

– A rippie fazendo amizade com a ratinha. — Lana provocou e suas amigas explodiram em gargalhadas. — Estranhas.

– Garota vai tomar conta da sua vidinha de merda e deixe as pessoas em paz. — Zoey se levantou e a menina que estava com ela logo se levantou. — Lana você não acha que tem mais coisas para se preocupar não? Como esse seu nariz torto. E vocês duas palhaças ai atrás? — Ela se voltou para Sam e Brooke. — Estão treinando para trabalhar no zoológico? Parecem duas focas rindo. Você — Ela se referiu a Brooke. — Vai tirar esse bigode e você. — Ela fez cara de desgosto para Sam. — Isso saindo no seu nariz é uma meleca ou é o seu pequeno cérebro? — Elas bufaram e correram para o banheiro. — Ridículas. — Zoey finalizou.

– Caramba, muito obrigado por me defender. — Ela se virou para ir embora.

– Espera. — Zoey a chamou de novo. — Você me é familiar.

– Eu sou da sua sala de literatura e química. — A menina esticou a mão em um gesto de comprimento. — Eu sou Carrie.

– Eu sou Zoey. — Ela apertou a mão de Carrie. — Ei, qual a sua próxima aula?

– Biologia com o professor Smith.

– Eu também. — Zoey ficou surpresa. — Então vamos para aula?

– Vamos. — Carrie sorriu.

(...)

– Bom eu quero que vocês se dividem em duplas e não Sr. Check não pode ser dupla de três. — Ele se referiu a Marcus Check um aluno engraçadinho que sempre perguntava se podia ser dupla de três. — Eu quero que vocês façam um trabalho sobre a evolução humana, para me entregar semana que vem sexta-feira eu estarei na escola e se vocês quiserem me entregar um molde para eu analisar, eu direi o que deve ser melhorado para a sua nota ficar maior.

– Quer fazer o trabalho comigo? — Zoey perguntou a Carrie que estava sentada ao seu lado.

– Claro.

Carrie era uma garota tímida, não fazia amizade com as pessoas, portanto sempre fazia os trabalhos sozinha, todos tiravam sarro da cara dela, pois ela sempre se atrapalhava, andava pelos corredores da escola com a cabeça baixa e nunca encarava ninguém.

– Minha casa depois da escola, eu quero entregar o molde pra ele, pode ser?

– Pode sim. — Ela sorriu e abaixou a cabeça.

– Estamos na primeira semana de aula isso é sacanagem. — Disse Marcus.

– Não é sacanagem senhor Marcus, é trabalho e ele vale 10.

Logo após o professor Smith falar sobre o trabalho ele deu início as aulas de biologia falando sobre a evolução humana. Zoey e Carrie prestavam atenção em cada palavra do professor no intuito de utilizá-las no trabalho.

A quarta-feira na escola terminou e elas caminharam para casa de Zoey. Ao chegar as duas subiram as escadas e foram para o quarto.

– Bom, fique a vontade Carrie você pode usar o computador. — Ela apontou para a mesinha. — o notebook ou até o iPad você decide, eu vou descer para fazer algo para comermos mais você pode mexer no que quiser só não começa a fazer o trabalho sem mim, não quero ouvir você falar para os outros que eu não fiz nada. — Ela riu.

– Para de bobeira.

Zoey desceu as escadas para fazer o almoço, escolheu os ingredientes delicadamente para dar uma boa impressão para sua visita. Colocou o macarrão na água e começou a cortar os legumes para preparar o molho quando Calvin apareceu lentamente e a abraçou por trás.

– Macarronada? – Ele deu um leve beijo no rosto de Zoey e a soltou. – Não sabia que você era boa com massa.

– Eu sou ótima com massa. – Ela jogou um beijo para ele. – Há, eu estou com visita, o nome dela é Carrie e eu não quero que você faça nada com ela.

– Relaxa vou sumir de vista. – Ele se apoiou na bancada e ficou observando Zoey cuidadosamente.

Após preparar seu prato favorito Zoey subiu com dois pratos na mão e pulava um degrau a cada passo, bateu com os dedos levemente na porta como nos filmes antigos.

– O almoço está servido. – Ela fez pose de garçonete.

Elas pegaram os pratos e começaram a comer o macarrão, os olhos de Zoey estavam fixados em Carrie que comia seu macarrão lentamente como se estivesse saboreando cada milímetro daquele pedaço de massa.

– Gostou? – Zoey finalmente perguntou.

– Muito. – Ela deu mais uma garfada. – Como você conseguiu fazer para o macarrão ficar com esse sabor maravilhoso. – A voz de Carrie era lenta e calma, ela parecia sussurrar cada silaba vagarosamente.

– Há não sei. – Ela sorriu. – A minha mãe me ensinou a fazer esta macarronada antes dela morrer.

– Eu sinto muito Zoey. – Ela abaixou a cabeça. – Ela morreu nesta casa?

– Não, na minha antiga casa. – Ela fez uma pausa. – Porque?

– Eu sinto uma energia negativa aqui dentro. – Ela deu outra garfada no macarrão. – Com quem você estava conversando lá em baixo?

– Eu? Com ninguém. – Ela bufou e deu uma garfada no macarrão.

– Ele está aqui conosco e eu sei que ele não vai fazer nada com agente.

– Perdi a fome. – Zoey jogou o prato na escrivaninha e caminhou em direção a porta.

– Zoey tem alguém aqui que quer a sua vida. – A voz de Carrie era estranhamente calma.

– O que? – Ela se virou. – Quem?

– Eu. – Uma mulher um pouco mais velha que Zoey estava parada na porta de seu quarto com uma faca na mão. – Eu sou Juliet a noiva cadáver do seu novo namorado fantasma. – Ela soltou um grito demoníaco e correu em direção a Zoey.

Ao chegar próximo de seu corpo Calvin jogou Zoey para trás com uma mão e com a outra segurou a faca que estava na mão de Juliet, segurou em seu pescoço e a jogou no corredor.

– Carrie, tira a Zoey daqui. – Ele berrou e ela concordou com a cabeça.

– Zoooey. – Maison gritava do jardim e Carrie abriu a janela. – Carrie? O que você está fazendo aqui?

– Cala a boca e coloca essa escada aqui na janela. – Ela gritou, mais ele demorou a entender. – Agora. – Ela gritou mais alto. Após ser colocada a escada ao lado da janela do quarto de Zoey Carrie se voltou para ela. – Vem desce por aqui.

E assim Zoey fez, desceu as escada e Carrie seguiu logo atrás dela, ao chegar no meio do jardim Zoey olhou para Calvin que estava com um sorriso na porta de entrada. Carrie estava de frente para Zoey e de costas para a casa dizendo a ela eu tudo ficaria bem quando Juliet empurrou Calvin para o lado e lançou a faca para fora da casa.

– Carrie. – Maison gritou.

Mas a faca a atingiu nas costas e ela caiu de joelhos no chão e Zoey abaixou para segurá-la.

– Carrie. – Ela caiu no gramado. – Carrie, Carrie abri os olhos, por favor, me responde. – Sangue saia da boca de dela. – Zoey entrou em desespero.

Olhou novamente para casa e encontrou Juliet com um sorriso maligno no rosto e Calvin ao seu lado fazendo um gesto para que ela levasse o corpo de Carrie para dentro de casa. E assim ela fez, arrastou Carrie até a porta. Maison retirou a faca das costas de Carrie e a carregou para dentro a entregando no colo de Calvin que terminou de fazer o resto do trabalho. Pegou o corpo de Carrie e jogou-o no porão. Do lado de fora da casa Zoey encarava Juliet.

– Satisfeita? Zoey cuspiu a palavra.

– Não. – O sorriso no rosto dela desapareceu.

Notas finais
Bom eu to sem ideias para musicas então eu gostaria de pedir a vocês para que nos comentários vocês deixassem musicas que vocês gostam e que gostariam de ver aqui na histrória mais gente por favor coloquem uma musica que tenha um pouco a ver com a fic :) desde já eu agradeço e desejo a todos vocês um ótimo domingo e espero que onde vocês morem não esteja tão quente quanto o rio de janeiro uahsuahsuahsaa fuui