Eu não devia estar aqui
15 Chop chop chop.don't blame me,you did this to yourself.
Notas iniciais
Pov´s Dave
A vítima estava amarrada com a boca amordaçada por um pano. Hora da tortura!
A vitima deu um grito abafado pelo lenço enquanto chorava, chorava muito. Mas isso só me fez sentir melhor, muito melhor.
– Você tem olhos azuis tão bonitos... – Comentei – Eu também tive olhos bonitos, quer dizer, eu ainda tenho... Mas somente UM olho bonito para mostrar... – Falei com um sorriso. Levantei meu tapa-olho e com dificuldade eu abri as pálpebras. A garota gritou de susto e horror ao ver meu olho direito com um furo no mio, cheiro de sangue e machucados.
– Olhos tão bonitos – Comentei acariciando o rosto da vítima – Seria uma pena se eu fizesse algo com eles... – Falei com um sorriso nos lábios. Ela arregalou seus olhos, e começou a se debater e gritar em vão. Eu dei uma grande risada maligna – Fique aqui, e não saia até eu voltar... Como se conseguisse se mover... – Falei rindo e em seguida fui até a cozinha da casa, e peguei o que queria. Voltei ao quarto, onde a garota tentava em vão se soltar. Como humanos são idiotas!
– Voltei! – Avisei – Hora da tortura, que acha? – perguntei rindo. A menina me encarou arregalando os olhos, e chorando compulsivamente. Eu dei um sorriso. Agachei-me ao lado dela, e peguei o saleiro que eu tinha pegado. Useis meus dedos para abrir as pálpebras da garota, e em seguida coloquei sal em cima de seu olho.
Ela gritou de agonia enquanto chorava compulsivamente. E eu ria histericamente.
– Ops... Acho que caiu um cisco no seu olho – Falei – Deixa que eu tiro por você... – Falei com um sorriso no rosto. Coloquei a mão no olho da garota, e pressionei. Ela gritou e gemeu de dor – Ops... Escorregou – Falei ironicamente. Logo em seguida arranquei seu olho, deixando sair sangue, muito sangue. Essa é uma bela visão para meus olhos. Sorri.
– Espere... Meu trabalho ainda não acabou... Que tal lhe deixar com uma cicatriz igual a minha? – perguntei apontando para meu olho cicatrizado. A menina gritou de medo e horror. – Vou considerar um sim! – Peguei uma chave de fenda, e enfiei nos olhos da vitima, que gritou de horror enquanto eu me deliciava com a sua dor. Eu girei a chave-de-fenda, e depois a usei para arrancar o olho da menina. Mais sangue saiu e ela gritou. Eu usei meu machado para cortar seus braços, suas pernas, e por fim cheguei bem perto em sua orelha e falei.
– Chop chop chop.don't blame me,you did this to yourself. – E dito isso eu a matei.
Levantei-me. E encarei o corpo morto.
– Nossa... Você derramou sangue em mima! Maldita! – Falei – E ainda por cima sujou todo o cômodo... Acho melhor eu cobrir os rastros... – Falei. Peguei um pouco de álcool e joguei em todos os cantos da casa.
Depois de me certificar que todos os cômodos estavam prontos, eu saí da casa, e ascendi um fosforo, jogando para dentro da janela, fazendo a casa ser acesa em chamas.
Suspirei. Essa foi à quarta vitima essa noite. Ouvi um sonho de palmas atrás de mim.
– Muito bom! – Ouvi falarem. Me virei deparando-me com aquele moleque irritante.
– Ben... – Falei revirando o olho – O que está fazendo aqui?
– Nada em especial... Somente constatando que VOCÊ acabou de matar a MINHA vitima! – Ele disse rangendo os dentes.
– Seu nome estava escrito nela por acaso?
– Não! Mas eu já tinha mexido no computador dela e tudo! Era para aquela maquina ter explodido amanhã quando a menina fosse ligar! – ele disse cerrando as mãos em punhos.
– Nossa... Que peninha – Falei ironicamente.
– EU VOU TE MATAR1 – Disse Bem tentando me bater, dando vários soquinhos em mim. Eu fiz uma cara exatamente assim:-_-
– Nossa, que dor – Falei ironicamente. O moleque me encarou com fúria, e então começou a se transformar em bits lentamente.
– Ouça minhas palavras! Eu vou me vingar! – E com isso ele se transformou todo em bits, e foi em direção ao poste de fios elétrico mais próximo. Eu suspirei.
– Ghost! – Chamei – Pode sair daí! Ele já foi embora! – Gritei, e logo em seguida meu gatinho branco pulou da moita onde estava escondido, e se aninhou em meu colo. Ghost é meu gatinho albino e zarolho que eu tenho desde o inicio da minha vida Creepy.
– Miau... – ele miou esfregando a cabeça em meu ombro.
– Não precisa ter medo do Ben, aquele moleque não é de nada! – Falei acariciando sua cabeça – E você sabe muito bem que iria conseguir desfigurar a cara daquele infeliz com facilidade! – Falei, e logo em seguida Ghost ronronou. Eu ri.
– Vamos , temos que fazer logo o selo, antes que a policia chegue- Falei, e com isso Ghost subiu em meu ombro, e ficou lá, parado. Eu sorri, e fiz o selo rapidamente.
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