Notas iniciais
Desculpem a demora, amores! Vocês viram que eu mudei a capa? Gostaram? Aprendi a fazer, mas ainda sou iniciante, então não reparem hihihi. Brigada pelos reviews, apesar de ainda serem pouco, vocês não fazem idéia de como fico feliz, ppl quando alguém novo comenta... Mas fidelidade também me deixa felicíssima. Bom, chega de papo! Bora pra Fic hihihihi Espero que gostem!

Capítulo 9

Dez minutos. Dez minutos se passaram desde que Peeta se ajoelhara na frente de Katniss lhe oferecendo uma rosa. Os mais longos de toda a vida dele. Os mais constrangedores também. Afinal, aquele momento estava acontecendo em frente às câmeras, e para toda uma platéia.

– Katniss, pega a rosa. — Peeta pediu com a voz baixa, quase implorando. — Você não está entendendo agora, mas vai conseguir entender, se me deixar explicar.

Mesmo diante daquelas palavras, a vontade de Katniss era negar a rosa e sair dali o mais rápido possível. Mas sabia das consequências daquele ato e não tinha certeza se estava preparada para assumí-las. Precisava pensar em Prim e em sua mãe. Elas contavam com ela. E ela não podia decepcioná-las.

Então quando Peeta menos esperava, ela pegou a rosa das mãos dele, arrancando aplausos e gritos de uma platéia enlouquecida.

Sorrindo satisfeito, Peeta levantou e se posicionou ao lado de Katniss. Fez menção de segurar a mão dela, mas Katniss mais uma vez retirou-a abruptamente, fulminando-o com o olhar.

Então ele insistiu, dizendo: — Eles vão gostar, confia em mim.

No início, Katniss não entendeu de quem ele estava falando, mas ao seguir a direção de seu olhar, viu que ele se referia à platéia. Por isso, mesmo hesitante, ela permitiu que ele segurasse sua mão.

Contente, Peeta ergueu a mão que segurava a dela lá no alto, como que declarando vitória. E os aplausos foram tantos que Katniss conseguiu forçar um sorriso em agradecimento.

Caesar e Effie também ficaram muito entusiasmados com a repercussão daquele gesto. Por isso, ambos se dirigiram até eles e os cumprimentaram. Effie deu um beijo no rosto de cada um. Mas o programa tinha que continuar, por isso os dois se voltaram para os jurados porque era chegada a hora da eliminação de uma das selecionadas. A escolhida foi uma tal de Gaby. O motivo que eles alegaram foi a total falta de bom gosto com o vestido. E só. Esse era o único defeito da garota, ou seja, quem deveria ter sido punido era seu estilista. Mas ninguém parecia ter raciocinado dessa forma. E a pobre garota saiu correndo do palco, aos prantos.

Depois disso, Effie e Caesar encerraram o programa, despedindo-se de todos e garantindo que o dia seguinte seria imperdível , com a transmissão — ao vivo — do primeiro encontro de Peeta Mellark com sua escolhida — Katniss Everdeen.

Quando a luz do palco e as câmeras foram desligadas, Katniss soltou a mão de Peeta e saiu correndo em direção ao camarim. O problema foi que na pressa, ela acabou esquecendo de erguer o vestido. O resultado foi que ela pisou na barra dele e quase ia se esborrachando no chão, não fossem as mãos firmes de alguém que segurou sua cintura.

– Você está bem? — Perguntou Peeta quando seus olhares se encontraram.

Ela assentiu com a cabeça, sentindo-se incomodada com o fato de que ele continuava segurando sua cintura.

– Eu estou bem. — Desviou o olhar — Já pode me soltar.

Peeta deu um sorriso de lado, fez um pouco de suspense, e em seguida — mesmo contra sua vontade — soltou-a.

Então, sem pestanejar, Katniss voltou a correr — só que dessa vez teve o cuidado de erguer o vestido. No meio do caminho, ela ainda arriscou uma rápida olhada para trás, pois queria se certificar de que ele não a havia seguido. Para seu alívio, ele não arredara o pé de onde estava, permanecendo ali parado com as mãos enfiadas no bolso, observando-a se afastar, com um semblante de frustração.

Entrou no elevador, apertou o botão 10 e subiu até o andar de seu apartamento. Chegando lá, abriu a porta com o cartão, fechou-a atrás de si e foi direto para o quarto, fazendo o possível para controlar a raiva. Deveria ter funcionado, não fossem as pernas trêmulas e o coração acelerado, além da estranha sensação das mãos de Peeta em sua cintura.

Foi para cama, se sentou na beirada e com as mãos na cabeça, rememorou todos os acontecimentos daquela noite até que o som da campahia lhe trouxe de volta para o presente. Esperou alguns minutos e como imaginava sua avox bateu na porta do quarto.

– Pode entrar. — Katniss quase gritou.

A porta se abriu e Bonnie entrou, fazendo uma pequena reverência. Katniss odiava aquele tipo de cumprimento, afinal ela não era nenhuma princesa, ou coisa parecida.

– Quem é na porta? Se for o Peeta, eu não estou.

Imediatamente Bonnie balançou a cabeça em negativa.

Katniss franziu a testa, com uma leve ponta de decepção. — Então quem é?

Bonnie deu de ombros, evidenciando que não fazia a menor idéia de quem se tratava. Então, curiosa, Katniss dirigiu-se até a porta do apartamento.

– Você?! — Exclamou Katniss ao abrir a porta. — O que faz aqui?

– Vim para te entregar isso. — Respondeu o garoto dos torrões de açúcar, segurando uma espécie de bilhete na mão. — É do Peeta.

– Então pode levar de volta. Não quero nada que venha dele. — Assegurou ela.

Os lábios do garoto se curvaram em uma sorriso, sem mostrar os dentes.

– Olha só, Katniss, o Peeta me contou o que aconteceu. Se você deixar ele explicar...

Katniss cruzou os braços. — Quem é você, afinal? O defensor, pombo-correio dele?

– Não. Eu sou o melhor amigo dele. — Estendeu a mão em direção a ela — Finnick Odair, muito prazer.

Katniss arregalou o olhar. Quantas vezes ela imaginou esse momento em que estaria frente a frente com o garoto do pão? Milhares. Milhares de noites mal dormidas sonhando com o dia em que pudesse agradecer aquele gesto tão gentil do passado. Mas agora diante dele... Tudo parecia tão vazio. Tão sem graça.

– Katniss, você está bem? — Finnick quis saber.

– Acho que sim. — Respondeu, pensativa. Depois balançou a cabeça. — Quero dizer, sim. Estou.

– Que bom. — Disse ele, estudando o semblante dela.

– Você não se lembra de mim, não é?

Finnick soltou uma risada.

– Claro que eu me lembro. Você é a maluca que não estava conseguindo passar o cartão para abrir a porta.

Katniss bateu os cílios repetidamente sem crer no que ele disse. Mas achou melhor que ele não a tivesse reconhecido. Assim poderia ter tempo para organizar as idéias antes de se revelar pra ele.

– Ahm... É. Sou eu mesma.

Ele deu um sorriso em resposta, para em seguida voltar ao assunto de antes.

– E o bilhete? O que eu faço com ele?

Katniss bufou e revirando os olhos, tomou o bilhete da mão dele.

– Pode deixar comigo, mas eu não garanto ler.

– Tudo bem. Minha missão era entregar o bilhete. Está entregue. Então eu já vou indo. — Apertou o botão do elevador e quando ele chegou, acenou para ela — Até mais, Katniss! — e a porta corrediça fechou.

Katniss ainda permaneceu olhando para o elevador por alguns segundos antes de abrir o bilhete. Sim. Ela abriu. E nem ela mesma sabia o porquê de ter feito aquilo.

"Espere até às 21:00 e me encontre neste lugar especificado no mapa abaixo."

Katniss baixou o olhar até se deparar com alguns rabiscos que pareciam formar o tal mapa que ele mencionava no bilhete. Instintivamente olhou para o pulso. Seu relógio indicava que ainda eram 20:00. O que eu vou fazer até às 21:00? Ela se perguntou.

Mais tarde, no horário marcado, Katniss saiu do quarto pé ante pé. Não queria que sua avox se desse conta de sua aventura, pois com certeza ficaria preocupada. Ela estava vestida com uma calça verde exército, uma camiseta marrom e calçava botas. Isso tudo porque estava cansada daqueles vestidos fru-fru que a obrigavam a usar. E até a sua trança de lado dava a ela um ar de liberdade.

Atravessou a porta do apartamento e — seguindo o mapa em sua mão — se dirigiu à ala oeste, onde se deparou com um portão de ferro. Antes de abrí-lo, olhou de um lado para o outro para se certificar de que não havia ninguém por perto. Então, exatamente como explicava o mapa, o portão dava para uma escada em forma de caracol. Cerrou os olhos a fim de enxergar melhor na escuridão. E tateando as paredes, começou a subir.

Cinquenta degraus foram necessários para que Katniss avistasse uma luz que vinha da fresta de uma porta. Olhou através dela e avistou um local amplo e vazio, rodeado por janelas de vidro. Entrou e procurou por Peeta. Será que ele ainda não havia chegado? Pensou ela. Começou a caminhar, olhando de um lado para outro. Nada. Definitivamente Peeta não estava ali. Caminhou mais um pouco e percebeu que uma das janelas era mais iluminada do que as outras, destacando-se das demais. Mas o que lhe chamou mais atenção foi a sombra formada por... Peeta. Sim, era ele. Sentado em um batente, com as costas encostadas na lateral, abraçando os joelhos.

Por um instante, Katniss permaneceu parada como que aguardando que ele a visse primeiro. Mas quando as lembranças daquela noite voltaram para sua mente, uma raiva sobrenatural tomou conta dela sobrepujando qualquer raciocínio lógico.

Então, sem esperar, ela se dirigiu até Peeta. Segurou ele pela camisa e jogou-o contra uma das colunas, imprensando seu pescoço com o braço.

– Pra que isso? — Perguntou ele, assustado.

– Você não tinha o direito! Não tinha o direito de mentir para mim como fez! — Katniss gritou com ele.

– Katniss... — Peeta tentava falar, mas sua voz saía abafada por conta do aperto em seu pescoço. — Kat... Niss... Será que você... — Puxou o fôlego para continuar. — Será que você não viu que eu... Eu te salvei?

Katniss franziu o cenho e afrouxou um pouco o pescoço dele para que pudesse falar.

– Do que você está falando? — Katniss quis saber.

– Katniss, se eu não tivesse te escolhido, você seria a primeira eliminada dos Jogos. Ou será que você não viu o jeito como os jurados estavam olhando pra você?

Katniss ficou desconfiada, mas resolveu que devia dar um chance para que Peeta pudesse se explicar. Então soltou-o.

Antes de continuar, Peeta segurou o pescoço, esticando-o e fazendo careta de dor.

– Katniss, isso tudo aqui é um grande espetáculo. Um show feito para diversão da Capital. E se você não colabora, eles te eliminam. Simples assim.

Katniss começou a compreender aonde ele queria chegar. Mesmo assim ficou curiosa com uma coisa.

– Se é assim, por que você não permitiu que eles me eliminassem? Afinal, você sabe muito bem que não estou aqui por você.

De alguma maneira, aquelas palavras pareceram machucar Peeta. Ele sabia que ela só estava ali pelos mantimentos, mas ouvir dos lábios delas foi bem mais doloroso do que ele imaginava.

– Eu não sei. Acho que eu devo ser um idiota mesmo! — Respondeu afinal. Virou-se e andou na direção dos degraus. E já estava abrindo a porta para ir embora quando Katniss deu um passo a frente.

– Espere! — Gritou ela.

Peeta reduziu a velocidade, deu mais uns três passos antes de parar. E voltou-se para ela.

– O que você quer? — Ele perguntou com cara de poucos amigos.

Katniss engoliu em seco. — Desculpa. — Pediu, envergonhada.

A expressão dele se amenizou. E ele se aproximou, ficando a centímetros de distância dela.

– Pelo quê? — Ele provocou.

Katniss deu um suspiro. — Sei lá... Por ter apertado o seu pescoço.

Um sorriso se formou nos lábios de Peeta. — Não tem importância. Foi o meu castigo por ter mentido, não foi?

Involuntariamente, ela acabou sorrindo também. Um daqueles sorrisos tímidos que somente ele conseguia arrancar dela.

– Foi. — Ela respondeu por fim. — Mas você merecia bem mais do que isso.

Ele riu porque de alguma maneira, conseguia enxergar que Katniss não estava falando sério nesta última frase.

– Peeta, você ainda não respondeu a minha pergunta. — Katniss voltou a falar, pegando-o desprevenido. — Por que você me salvou?

Peeta baixou a cabeça procurando algo que pudesse dizer.

– Porque... — Levantou a cabeça, e seus olhares se encontraram. — Porque eu preciso de você.

Instantaneamente o coração de Katniss disparou em seu peito. Aquela frase soou um tanto estranha.

– Pra quê? — Conseguiu perguntar.

Peeta suspirou. — Katniss, eu não sei se você sabe, mas estão acontecendo rebeliões em alguns distritos. Eles estão se organizando para acabar com o Sistema da Capital. O problema é que... Eles não tem força suficiente. Precisam de um incentivo... Você consegue me entender? — Katniss franziu a testa. E ele continuou: — Katniss, eu moro na Capital há seis anos, conheço isso aqui como a palma da minha mão. Sei de coisas que quase ninguém sabe... Em outras palavras, eu sei um jeito de conseguir desmascarar o Presidente Snow e de quebra destruir o Sistema fajuto dele.

Quando Peeta terminou de falar, Katniss refletiu sobre tudo. E chegou a uma conclusão... Peeta Mellark estava mentindo.

– Por que você acha que eu vou acreditar em você? — Peeta franziu o cenho, indignado. — Você mentiu pra mim uma vez, pode muito bem está mentindo de novo.

– Katniss, o que você acha? Que eu estou feliz com essa situação? Que eu estou radiante por ser obrigado a me casar com uma das selecionadas pra ter um lindo final feliz como os meus pais tiveram? Se você quer mesmo saber, Katniss Everdeen, eu sou tão vítima dessa droga de sistema como você!

Katniss quis um buraco bem fundo para colocar a cabeça.

– Desculpa, Peeta, eu não queria... Mas é que... — Katniss não sabia o que dizer. — Droga, Peeta! Se isso que você me disse é verdade... Então, por que eu? Por que você quer que logo eu te ajude nisso?

– Porque por uma estranha razão, o meu pai gostou de você. Disse que te achou corajosa e determinada, além de um pouco... Teimosa. E como ele é o único com quem eu posso contar...

Katniss procurou refletir mais um pouco. Mas agora sem preconceitos e julgamentos.

– Certo. Acho que entendi. Então suponhamos que eu aceitasse entrar nessa com vocês, o que eu teria que fazer?

Peeta abriu um sorriso discreto.

– Fácil. Você só teria de permanecer nos jogos o máximo de tempo possível, para que eu te deixe a par de tudo que eu sei. E para que juntos nós possamos descobrir um jeito de acabar com tudo isso. Ficar aqui não era o que você queria desde o início...?

– Sim. Mas como eu vou conseguir ficar?

– A gente tem que dar aos jurados e à Capital o que eles querem. — Pausou temendo a reação dela para o que ele iria dizer. — Um romance.

Katniss permaneceu em silêncio por alguns segundos.

– Peeta, como a gente vai fazer isso? — Katniss quis saber.

– A gente poderia começar no encontro de amanhã... Fingindo que a gente sente alguma coisa pelo outro. — Ele disse mesmo sabendo que não haveria fingimento nenhum por parte dele. — Então, você aceita?

Katniss ponderou um pouco antes de responder.

– Peeta, eu não sei se... Sei fazer isso. Eu nunca me apaixonei de verdade.

Ele deu um sorriso de lado. — Eu também nunca me apaixonei, Katniss. — Até agora, teve vontade de dizer, mas ainda não era o momento. Precisava conseguir a confiança dela antes. — E também não sei se sei fazer isso. Mas a gente pode tentar.

O olhar que Peeta lançou para Katniss foi tão profundo que ela acabou perdendo o resto de racionalidade que lhe restava.

– Está bem. Eu aceito.

Peeta ficou tão feliz com aquela resposta que, sem medir as consequências de seu ato, segurou a cintura de Katniss e a trouxe para si com ímpeto. No início ela permaneceu inerte, sem saber como se portar. Mas ao sentir o calor que emanava do corpo forte e másculo de Peeta, deixou de lado todos os seus receios, e enlaçou seu pescoço. E um abraço apertado e inesperado aconteceu.

E foi preciso alguns minutos para que o cérebro de Katniss percebesse o que estava acontecendo antes de se afastar.

– Por que você fez isso? — Katniss arquejou. Estava corada, o que levou Peeta a sorrir.

– Desculpa, Katniss, se eu não consegui resisti. Só que me pareceu a coisa certa a fazer. Afinal, amanhã a gente vai ter de mostrar algum tipo de intimidade. Essa é a única maneira de convencer os jurados.

– Tudo bem. Mas quando estivermos longe deles, é melhor que isso não volte a acontecer, certo?

– Certo. — Respondeu ele, mesmo contra a vontade.

– Agora... É melhor eu ir. Boa noite, Peeta.

Em vez de responder, ele deu um sorrisinho meio de lado. O mesmo que sempre a deixava com as pernas bambas. Virou-se e caminhou em direção à porta. Mas antes de atravessá-la, deu uma olhada por cima do ombro e se sentiu mortificada ao perceber que Peeta a tinha visto.

Ele acenou, tranquilo. — A gente se vê amanhã. — Falou. — Eu te pego em seu apartamento às quatro da tarde.

Quatro da tarde? Ela se perguntou enquanto descia a escada. Por que esse horário em especial? Ficou curiosa. Será que ele tinha algo em mente? Algo que pudesse convencer os jurados. Sim. Com certeza era isso. Ele era muito esperto, tinha de admitir. E irresistível... Droga! Que tipo de pensamento era esse?

Em meio aqueles devaneios, percebeu que tinha chegado ao último degrau. Abriu a porta e mais uma vez olhou de um lado para o outro. Quando viu que estava segura, seguiu direto para o seu apartamento. Chegando lá, passou o cartão e abriu a porta bem devagar para que sua avox não acordasse. Estava muito escuro. Tinha de encontrar um fonte de luz para chegar ao seu quarto. Lembrou do abajur que ficava em cima de uma mesinha na lateral do sofá. Ele tinha uma luz suave. Então chegaria ao seu quarto sem acordar Bonnie. Tateando sem enxergar nada, com muita dificuldade, conseguiu chegar em seu objetivo. Procurou o interruptor e acendeu a lâmpada do abajur. Então arregalou os olhos e sufocou um grito em sua garganta quando viu alguém sentado em seu sofá.

– Como entrou aqui? O que você quer comigo? — Katniss quis saber, com uma mistura de medo e raiva na voz.

Notas finais
E aí, mereço reviews? Arriscam algum palpite de quem seja essa pessoa misteriosa? Beijoooooooooooooosssss