Carrego em meus olhos

Todas as lágrimas desse mundo.

Juízo às avessas e despedida indesejada

Pena sinto apenas de quem não se foi.

Pela falsa dor e caduca empatia

Não devo, não posso, não sinto mais.

Pelo ardor do cansaço e excesso de esforço

Não devo, não posso, não choro mais.

Pela maldição do livre arbítrio e conhecimento do passo dúbio dos homens

Não devo, não posso, não amo mais.

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