Eu desejo
1 Infância.
Quando eu era pequeno minha família os lê Blank, se reunira para a festa de natal, meus avós Marilha e Dionisio lê Blank tiveram quatro filhos, os mais velhos um casal de gêmeos tio Tony e tia Vera inseparáveis, sempre atenciosos e respeitados organizaram a festa daquele ano, e tio Carl que é pai de Konrad, e por fim minha mãe Viviam. Num dia minha mãe recebe um telefonema era tio Tony convidando-nos para irmos a festa de Natal, minha mãe confirmou nossa presença.No dia de Natal a festa durou a noite toda, e no meio da ceia o tio Carl anunciou que iria se mudar com a família para Roma, que incluía Konrad, foi naquele momento em que eu percebi o motivo que Konrad estava calado e pra baixo a noite toda. O motivo era que o titio ira começar um novo negocio que era seu sonho, ele iria montar um fazenda.
A família toda apoiou, terminamos a ceia e nos reunimos na sala, depois da troca de presentes, Konrad me chamou para ir até o jardim da casa de nossa avó, esta frio, fomos até um balanço de madeira e sentamos, como na época éramos criança nós gostávamos muito de brinquedos, quando Konrad olhou pra mim e pegou minha mão e disse. -Sei que você e o meu melhor amigo e vou embora daqui a duas semanas por isto vou te dar isso para simbolizar nossa amizade. Virei a minha mão, e sobre a dele estava uma miniatura de um chapéu de vaqueiro. Olhei para pra ele e agradeci, quando se abaixa e pega uma pedra pontiaguda e escreve seu nome no plástico do chapéu, no exato momento me sinto na obrigação de também retribuí-lo só não sabia como, pego o chapéu e o guardo, nos abrasamos por um longo tempo até que os adultos nos chamam para nos despedir de todos, durante este tempo fui até minha mochila e lá dentro estavam meus lápis e matérias escolares, fiquei chateado pensando o que darei a ele, até que olho no zíper de minha mochila onde estava um chaveiro personalizado com meu nome onde estavam as letras em cada um quadradinhos, tirei ele de minha mochila e fui até onde todos estavam se despedindo e chamei o Konrad que já estava dentro do carro, ele olhou pela janela com olhar triste e desceu e veio em minha direção, falei a ale que também ira dar algo, peguei sua mão e disse as mesmas palavras que ele me disse, entrego meu chaveiro a ele, o abraço, e ele retribui ao mesmo tempo que sinto seu cheiro, naquele momento sinto algo diferente por ele, e percebo que Konrad fica sem jeito, e nos despedimos.Quando eu tinha 13 anos eu e meus pais nos mudamos para Londres, pois meu meu pai estava entrando em negocio com outros colegas, e eles já vinham planejando faz tempo fazer um Shopping na área central, desde então passo a estudar num colégio da região, tivemos que nos adaptar.
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