Notas iniciais
Essa capítulo foi reeditado.

'' Anna assim que ler essa mensagem me liga. Como o teu contrato é pela Universal Music teu visto já foi liberado. David me ligou para avisar que como você já tem trabalho aqui, eles (o pessoal do visto) não podem te 'segurar' depois que completar um mês aí no Brasil. Te cuida. Te amo. Gustav. ''

Ahhh, feito!!! Não iria enfrentar toda aquela burocracia de novo.

Peguei o celular para ligar pro Gustav.

- Sério que já foi liberado? — perguntei sem nem deixá-lo dar oi.

- Siiiim!!! Olha, semana que vem nosso avião vai te buscar. Na segunda- feira para ser mais exato.

- Precisa mesmo?

- Sim, é melhor. Você pode trazer as coisas que quiser sem se preocupar com o peso das malas.

- Mas Gustav, vai sair caro, não vai?

- Deixa de ser teimosa. Se eu disse que nosso avião vai te buscar é porque ele vai te buscar sim.

- Ahh amor. Estou louca pra te ver. Como tu está?

- To bem, melhor agora. E você?

- Também. Tive a certeza que o Brasil não me prende mais, no sentido para morar, contruir carreira e família, entende.

- Isso é melhor pra mim sabia?

- Aahh que egoista. To brincando. Eu fiz toda essa mudança por tua causa. Então, é claro que é melhor pra ti. Amor, aqui são 5:00 da manhã, to louca de sono. Vou voltar a dormir.

- Ta bom. Dorme bem. Te cuida e eu te amo.

Aeee!!! Feliz feliz.

Avisei meus pais, avisei os amigos. Comecei a desmontar algumas coisas, encaixotar roupas e objetos, descolar os posters das paredes. Quem eram muitos!! A maior parte dos meus móveis vão ficar aqui.

Pizzaria no sábado para mais um despedida. E na segunda o pessoal iria no aeroporto para a despedida quase difinitiva.

Passar mais um tempo com meus familiares e amigos foi ótimo.
Domingo foi dia de jogo do Internacional com meu pai. Voltamos do jogo e eu fiquei em casa para terminar de arrumar mais algumas coisas e depois descansei.

Relógio despertou exatamente as 6:00 da manhã. Tomei café, tomei banho, me arrumei e parti para o aeroporto.
Cheguei lá com meus pais. Em seguida foi chegando outros parentes e amigos.
Meu pai iria cuidar da venda do meu carro e depositar o dinheiro na minha conta.

As 8:00 o piloto me chamou para irmos a pista. O avião já havia sido abastecido e minhas malas estavam lá dentro já.
Abraço apertado em todo mundo. Entrei no avião e decolamos.

Depois de horas de viagem, paramos na Espanha.
Liguei pro Gustav e avisei onde estava. Mais alguma horas e ele estaria me esperando no aeroporto. Dormi grande parte de viagem, mas quando já estávamos na Europa não consegui mais dormir.

Após algumas horas -não sei quantas- pousamos no aeroporto de Berlim.

Meu lindo e amado Gustav estava lá e Bill, Georg e Tom também.
Gustav e eu nos demos um abraço e um beijo parecido com aqueles de cinema. Que lindo! Depois disso cumprimentei os guris.

- Tá cansada? — Gustav me perguntou.

- Não. Eu tava ansiosa. Queria chegar logo só.

De volta a Alemanha! Graças à Deus!

Fomos em casa para receber minhas coisas e saímos para comprar algo para comer. Passamos no McDonald's drive thru e voltamos para casa.

- Amanhã vou ir nas imobiliárias procurar casa. — falei.

- Não mesmo.

- Porque Gustav?

- Você vai trabalhar com a banda. Estamos sempre viajando. Não tem porque você pagar aluguel caro. Vai morar comigo.

Que? Eu escutei bem será? Hahaha.

- Tá brincando né?

- Não to não. Vai morar comigo.

- Ok, senhor. Hahaha.

Deus! Nós vamos morar juntos!!

Quando já era um pouco mais tarde fomos pro quarto ver filme. *Que filme o que!!!*

- Er... é... Gustav, eu-eu... eu quero fazer aquilo. — falei super nervosa.

- Aquilo o quê?

- Ai meu Deus! Sexo seu tonto!!! Eu quero. Sei que é agora o momento.

Gustav ficou com uma cara meio apavorada quando falei, mas depois de uns olhares intensos, começamos a nos beijar, acariciar um ao outro. O despi e ele ficou só de cueca box (Jesus me abana), ele fez o mesmo comigo, me deixando só de lingerie. Tirei meu sutiã, ele fez carícias e beijava meus seios, os sugava, tirei a cueca dele, fiz carícias no orgão dele (-q), Gustav me puxou firmemente para junto de seu corpo, me beijava de uma forma singular, despiu-me completamente, beijou meu pescoço e foi descendo até minha virilha, sem parar de beijar meu corpo, quando chegou na minha virilha, acariciou meu clitóris com o dedo, então o beijou. Eu já não conseguia ficar calada. Soltei uns gemidos, era como se fosse uma resposta para o Gustav, que passou a mão lentamente na minha vulva que estava bem molhada. Olhei para ele com a intenção de lhe dizer por olhar que estava pronta.

- Quer mesmo?

- Quero. Eu confio em ti e é tu que eu escolhi. -respondi.

Mais umas carícias e ele me penetrou. Qual foi a primeira sensação? Dor, bastante dor. Minha cara de quem estava sentindo dor foi inevitável por isso Gustav começou com delicadeza. Aos poucos me acostumei com a sensação e estava sendo prazeroso. Eu gemia, ele gemia. Nós gemiamos como se fosse um coral de prazer. Com ele era melhor do que eu imaginava. Nossos corpos estavam entrelaçados em perfeita sintonia. Cada pedaço do meu corpo foi acariciado. Tudo estava sendo romântico e sensual ao mesmo tempo mas tenho que dizer, que ele nu me dava muito mais tesão.

Após algumas horas (sim, horas) minha primeira vez havia acontecido.

- Se eu te perguntar como foi tu fica ofendida?

- Não. Posso resumir em apenas uma palavra? Perfeito. — respondi

- Fico mais feliz então. Te amo. — ele falou e me deu um beijo na testa em sinal de carinho.

Foi muito bom. O melhor é que foi feito com amor.

Nós dois deitados, nus, adormecemos.