2 dias depois...
Fui para o aeroporto, nervosa. Esperei onde me recomendaram. Disseram que quando o voo chegasse me levariam até a pista. Wow!

Não sei ao certo quanto tempo depois mas vieram avisar que era para eu ir na pista.

Primeiro desceu do avião o Bill (sempre né), o Tom, Georg e finalmente ele. Me senti tão feliz quando o vi. Pelo jeito ele também, já que deu aquele sorriso lindo e fofo que só ele sabe dar. Talvez eu tenha sido um pouco mal educada porque não dei oi pra nenhum dos outros meninos e fui direto ao encontro do Gustav. Nos abraçamos intensamente e naquele momento pensei que fosse o certo para ...


— Anna!! Saudade. — disse ele me abraçando e todo tímido.

- Shhhh! Quero fazer uma coisa... — disse isso e o beijei.

No ínicio ele pareceu ser pego de surpresa, mas depois foi um misto de timidez e carinho mútuo. Foi perfeito. Me sentia radiante.

Escutei palmas, com vergonha paramos o beijo e vimos que eram Bill, Georg e Tom aplaudindo. Fiquei muito vermelha. Gustav também.


-Vamos pombinhos. — disse Tom.


Gustav e eu nos olhamos, sorrimos e ele me deu um selinho, pegou minha mão e entramos na van.

- Que história é essa de me chamar de Anna? — perguntei.

- É que fica mais fácil de pronunciar do que dizer Juh. Tem problema? Se não chamo de Juh mesmo.

- Não tem problema não Gustav. É que meus apelidos sempre começavam com J, nunca me chamaram de Anna antes, mas tudo bem.

- E como vocês conseguiram uma foto minha 3x4? — perguntei.

- O David tem os contatos dele com a justiça, e como para te dar a credencial precisava de uma foto ele conseguiu.

- Medo do que vocês podem fazer hein.

Todos riram. E o fato de terem conseguido uma foto minha fácil, foi meio assustador, confesso.


A van nos levou até o estacionamento do aeroporto onde estavam os carros dos guris. Tirando o Georg eu não tinha nenhum tipo de ''intimidade'' com os gêmeos. Gustav se despediu deles e eu educamente me despedi dos gêmeos também. Georg me abraçou e disse no meu ouvido e piscou:


- Obrigado. Está estampado no rosto do Gustav que ele tá feliz.


Sorri como se fosse para não precisar responder.
Entrei no carro do Gustav e iriamos para a casa dele. Pedimos pizza e assistimos Senhor e Senhora Smith. Ficamos abraçados durante todo o filme. Assistimos realmente ao filme viu! Infelizmente já estava ficando tarde e eu precisava acordar cedo no dia seguinte.

- Eu queria que você não tivesse que partir.

- Awwn que fofo. (ele corou) Mas eu realmente preciso ir. Acordo cedo para trabalhar.

- Tá bom. Vou te levar em casa

.- Não precisa, eu pego um táxi.

- Não, eu te levo.

- Não precisa, já disse!

- Tem certeza?

- Claro.

— Vem cá. (Nesse momento ele me puxou para junto do corpo dele e me beijou mais uma vez)


Quase nem amoleci as pernas né! Ai Jesus, parecia um sonho de tão bom!


Cheguei em casa suspirando e dormi como se estivesse no céu.
Se as coisas continuassem evoluindo assim acho que iria ficar mais feliz ainda.

Mais um dia nasceu e fui trabalhar. Queria contar sobre o que aconteceu para Anne mas hoje não iria dar já que ela iria pra casa de uma amiga depois da escola. Como já havia feito todo serviço na casa, entrei na Internet. Abri meu MSN e o Gustav havia deixado uma mensagem em off:

''Te busco na tua casa amanhã as 20:00. Vou te levar para jantar.''


Ah que lindo! Agora eu precisava escolher uma roupa. Esperei dar o horário para sair do trabalho e fui no shopping. Comprei um sapato lindo e uma saia. Fui para casa e escolhi o resto da roupa.


Agora era só esperar amanhã as 20:00.