Eu Te Dou Meu Coração
17 Tortura e amor
— Agora você vai pagar por ter sido um menino tão mal comigo. – ela exibiu um sorriso vitorioso.
Gemi.
Porra, quero ser castigado sempre!
— Tira a camisa! – ela ordenou. Assenti, fiel como um cachorrinho.
Rapidamente tirei a camisa e ela passeou a ponta do chicote pelo meu peito e abdômen. Isso causou arrepios e espasmos involuntários em mim.
Ela substituiu o chicote pelas suas unhas. Arranhava meu corpo, e a ardência que senti estava tão gostosa.
Ela abandonou meu abdômen. Foi em direção as minhas pernas, e retirou meus tênis e meia. No embalo ela abriu meu cinto e abaixou minha calça e a tirou. Fiquei só com a minha cueca boxer vinho.
Ela fazia isso tudo rebolando vagarosamente seu quadril ao ritmo da música. E esse clima de sedução e dominação estava me levando a loucura.
Ela pegou as algemas e riu sedutoramente pra mim.
— Me dê suas mãos. – pediu em voz baixa.
— Vo-você vai me pre-prender? – por que eu estava gaguejando?
— É óbvio que eu vou te prender. Agora me dê suas mãos antes que seu castigo fique pior. – ela falou de forma severa, e isso fez um arrepio passar por meu corpo.
Ela algemou meus pulsos, me prendendo a cabeceira da cama.
Ela deu uma boa conferida em meu corpo, e lambeu os lábios. Oh Bella, por favor, não faça isso.
Pegou o chicote novamente e bateu levemente em meu peito.
Gemi.
— Isso é meu? – esse tom baixo e rouco que ela estava usando, estava me deixando louco.
Assenti.
Ela bateu em meu peito mais forte dessa vez.
— Responde! – falou entredentes.
— É. É seu. – respondi rapidamente.
— Bom, muito bom. – deu mais uma batidinha em meu peito, e desceu com o chicote até meu abdômen e bateu.
— Hummm. – Gemi.
— É meu? – perguntou novamente com o tom de voz baixo e rouco.
— Sim, sim. É seu. – respondi com a respiração ofegante.
— Excelente. – ela sussurrou.
Deu mais uma chicotada em mim, e eu já sentia espasmos perpassarem por meu corpo.
Ela desceu o chicote por minhas pernas. E mesmo eu não podendo sentir, ver essa cena me excitava.
A música continuava soando, e minha cabeça estava girando, de tanta excitação pelo momento.
Ela subiu o chicote por minhas pernas, e parou com ele em cima do meu membro.
— Isso é meu?
— Oh foda-se, com certeza isso é seu. – meu coração batia acelerado em meu peito.
— Ele é tão grande. – comentou displicentemente enquanto acariciava meu membro com o chicote.
Eu não sentia, mas ver me deixava louco.
— É grande? – pedi em um gemido. É uma massagem no ego de um homem elogiar o tamanho de seu pau.
— Muito, muito grande. – ela se abaixou e ficou com o rosto pertinho do meu. A sua boca quase encostada na minha. – E eu estou ansiosa pra esconder ele todinho dentro do meu corpo. – sussurrou.
— Porra Bella. – gemi.
Ela mordeu meu lábio e o sugou.
Tentei mexer minhas mãos, eu queria passar a mão em seu corpo. Mas as algemas estavam me prendendo.
E pela primeira vez na minha vida, me sentir impotente foi excitante.
Eu não podia tocá-la, e ela estava me provocando, toda linda bem em minha frente.
Impotente.
Eu estava orgulhosamente impotente. Minha mulher estava me dominando e castigando, e minha impotência perante ela era alucinadamente excitante.
Ela ficou em pé novamente, e passou a mexer o quadril com vontade.
Ela estava dançando pra mim. Me seduzindo, e me mostrando quem manda em mim.
— Gostosa. Você é muito gostosa. – declarei rendido ao seu charme.
Ela virou-se de costas pra mim, e gemi só de olhar sua calcinha fio-dental toda cavada em sua bunda redondinha e durinha.
— Rebola, Bella. Rebola pra mim. – pedi já enlouquecido. E a diaba rebolou mais.
Meu sangue corria em uma velocidade furiosa por minhas veias, e eu já sentia até meu corpo formigar.
Senti uma pontada em meu baixo vente. Céus, eu senti. Eu não estou louco, tenho certeza que senti.
Olhei para meu corpo, e vi que meu membro estava parcialmente endurecido.
Bella virou-se para mim novamente, e pegando o chicote de novo, bateu em meu peito.
— Agora que você já se divertiu um pouquinho com a visão, eu vou te castigar. – deu outra chicotada.
Gemi.
— Fala pra mim que você é um menino mau. – bateu-me novamente.
— Humm Bella. – gemi. Ela bateu mais forte, e dessa vez doeu. Mas eu sou um bastardo filho da puta, porque até essa dor me excitou.
— Eu mandei você falar que é um menino mau. – ela sibilou entredentes. Outra chicotada.
— Eu sou um menino mau. – outra chicotada.
— O quão mau você é? – perguntou enquanto acariciava meu peito com a ponta do chicote.
— Muito, eu sou muito mau. – outra chicotada e outro gemido meu.
— O que eu sou sua? – voltou a acariciar-me com o chicote. Como assim o que ela era minha? Minha namorada, minha vida oras.
— Você é minha mulher, meu amor. – declarei-me para ela, e em troca recebi uma chicotada mais forte.
— Errado, eu sou sua dona. – bateu-me forte novamente. Que porra de dor deliciosa.
— Sim, sim. Você é minha dona. Você é tudo pra mim. Eu sou seu. – declarei.
— Você é meu? – outra chicota, porém mais leve agora.
— Sim, sou todo seu. Você é a razão da minha vida. – me rendi a ela e recebi outra chicotada. Minha respiração acelerada.
Eu estava amando ser dominado por ela.
— E eu? Eu sou sua? – percorreu meu abdômen com o chicote, até chegar em meu membro. Ela deu um sorriso. Um rosnado saiu involuntariamente de minha garganta.
— Você é minha. Só minha. Minha. – declarei louco de tesão e possessão.
Ela subiu com o chicote até meu peito novamente e me bateu.
Gemi.
— Então você sabe que não precisa ter ciúmes, não é mesmo? – outra chicotada. – Você sabe que eu sou só sua.
— Sim, eu sei, eu sei. Você é só minha, eu não preciso ter ciúmes. – uma porra que eu não teria mais ciúmes dela. Mas ela não precisava saber disso agora.
Outra chicotada forte.
— Ótimo, meu menino mau aprendeu a lição. – mais uma chicotada e ela jogou o chicote longe.
Ela desceu minha cueca por minhas pernas, e sem aviso me envolveu com sua boca.
Gemi com a visão.
— Hummm Bella. Isso amor, me chupa. – eu tentava puxar minha mão para acariciar seus cabelos enquanto ela me brindava com um sexo oral, mas as algemas me impediam.
Ela levantou a cabeça e me olhou com uma cara sapeca. Lambeu os lábios.
— Hummm, delicioso. – Porra, ela queria me matar.
Eu já sentia meu coração chutar meu peito. Minha respiração saía aos arquejos e eu precisava sentir seu corpo no meu.
— Bella, me solta aqui, por favor. Eu preciso te tocar. Eu preciso de você. – supliquei.
— Você quer fazer o que comigo? – ela ficou sentada em minhas pernas, e começou a desfazer os nós de seu espartilho.
Ela queria que eu falasse sujo? Eu iria falar.
— Eu quero foder você. – ela parou o que estava fazendo e me olhou espantada. Logo sua expressão se tornou maliciosa novamente. Acho que a surpreendi usando um linguajar baixo.
— Hummm, e por que eu deixaria você me foder? – provocadora nata.
— Porque eu te faço sentir prazer. Eu te faço gozar. E só eu faço isso. – Bella conseguia me transformar no homem mais confiante do mundo.
— Huumm, bom argumento. – ela retirou seu espartilho, e eu gemi em ver seus lindos seios, com os bicos rosados apontando para mim. Implorando para serem chupados.
Ela saiu de cima da minhas pernas, e vagarosamente desceu sua calcinha por suas pernas torneadas. E eu pude ver seu sexo totalmente depilado, do jeito que eu gosto, e brilhando com sua excitação.
— Linda! – declarei já entorpecido de tanto tesão.
Ela se posicionou em cima de mim novamente, uma perna de cada lado. Mas não estava totalmente sentada em mim. Ela queria só provocar.
— Me solta, Bella, por favor. Eu quero te tocar. – supliquei.
— Humm, não sei. Acho que eu mesma posso me tocar. – fez beicinho. E porra, eu queria poder morder aqueles lábios lindos.
Ela começou a passar as suas mãos pelo corpo, e enquanto uma mão massageava e apertava seu seio esquerdo, a outra mão desceu por seu vente e tocou seu sexo.
Ela fazia movimentos circulatórios com os dedos em seu clitóris, e foda-se, isso me deixou com ciúmes.
— Bella, me solta. Só eu posso tocar aí. – rugi.
— Aqui? Aqui aonde? – Merda, ela queria falar sujo. Então eu falaria.
— Só eu posso tocar nessa bocetinha linda. Ela é minha. Só eu posso tocar, chupar e foder ela. – Bella aflorava um sentimento de posse monstruoso em mim.
— Óh Edward. Isso é muito bom. – ela gemeu enquanto se acariciava. E porra, ela gemeu meu nome, e não era eu quem estava a tocando.
Me debati na cama. Tentando, numa ideia absurda, arrebentar as algemas.
— Bella, não me tortura, por favor. – supliquei, louco de tesão e ciúmes. – Bella, eu preciso te foder agora. – olhei fixamente em seus olhos. – Bella, eu não estou brincando.
— Quem manda nesse jogo sou eu. – declarou enquanto ainda se acariciava.
Bati a cabeça na cabeceira da cama.
— Bella, meu amor, eu preciso de você. Por favor. Eu estou implorando. – me rendi.
— Você está implorando? — a diaba se divertia com o meu sofrimento.
— Estou. Estou implorando, suplicando. – fechei os olhos pra tentar me controlar, e senti Bella me libertando das algemas.
Minhas mãos rapidamente migraram para sua cintura. A segurei com força e abaixei seu corpo, penetrando-a com certa brutalidade.
— Oh porra. – gememos juntos.
— Essa é a melhor visão do mundo. – declarei. E era. Eu não sentia o contato em si, mas ver e imaginar as sensações me deixavam a ponto de gozar.
No fundo eu sentia bem pouquinho, mas o que me deixava realmente louco era o que eu via e imaginava.
Desci um tapa estalado na coxa de Bella, enquanto ela me cavalgava.
— Porra Edward, você é muito gostoso. – Humm, ela gostou da minha atitude ousada.
— Você que é gostosa. Agora rebola bem gostoso vai. – incentivei e ela rebolava com força em meu pau.
A mais bela visão do mundo.
Senti uma pressão forte na cabeça, e espasmos em meu corpo. Eu iria gozar.
Levei uma mão no local onde nos uníamos, e estimulei o clitóris de Bella.
— Goza, amor. Goza, minha linda. – olhei em seus olhos, e ali vi que ela já não aguentava mais. Tinha uma expressão torturada, mas parecia uma tortura de prazer.
Ela rebolava com força, e sua respiração era totalmente irregular.
— Óh Edwaaaard. – e gemendo meu nome, Bella gozou.
E porra, isso me fez gozar também.
— Bella. – chamei seu nome ao derramar-me dentro dela.
Ela deixou seu corpo cair em cima do meu, e ficamos abraçados, acalmando nossas respirações, e ainda unidos por nossos sexos.
— Eu amo você. – disse e beijei carinhosamente a boca de Bella.
— Eu também amo você. – ela deu um lânguido sorriso.
Ficamos abraçados durante um bom tempo, e depois Bella se levantou, foi tomar banho. E como eu desejei poder tomar um banho com minha namorada. Mas pra mim, era impossível.
Primeiro porque eu não tenho uma cadeira de banho aqui em seu apartamento, e segundo porque não seria nada romântico ou sensual, tomar banho sentado e com Bella ao meu lado.
Bella entrou no quarto novamente, enrolada em uma toalha. Foi até o guarda-roupas. Soltou a toalha, e eu suspirei em ver seu belo corpo nu. Ela pôs uma pequena calcinha vermelha, e uma camisolinha vermelha também.
Ela gosta de me torturar, isso é fato.
— É uma bela visão um homem desses nu em minha cama. – ela veio em minha direção com um sorriso lindo em seus lábios.
Tapei meu membro com as duas mãos, e sorri amarelo.
— Não sei onde você colocou minha cueca. – ela se sentou ao meu lado, e retirou minhas mãos da frente de meu membro.
— Não precisa ter vergonha de mim. Eu já tive isso em minha boca. – apontou para ele. – já o conheço centímetro por centímetro. – deu uma piscadela.
— Você tem o poder de me deixar sem palavras. – disse já sorrindo.
— Eu falei que trabalhar lá na loja me deixou cara-de-pau. – uma coisa ridícula passou por minha cabeça, mas eu precisava perguntar.
— Bella, você já fez isso com alguém? – ela parou de rir e me olhou de forma estranha.
— Você é realmente ciumento, heim. – riu novamente. – Não, eu nunca fiz isso com ninguém. Eu te disse que nunca tinha encontrado alguém com quem eu desse certo na cama. Só encontrei esse alguém quando te conheci. – ela mordeu o lábio. – E bom, lá na loja tem várias livros e dvd’s do tipo “Como conquistar um homem na cama” ou “Domine o corpo e o coração de um homem”. E digamos que dei uma boa olhada nesse material.
— Fico feliz que eu tenha sido o escolhido. Pelo seu coração e pelo seu corpo. – ele me deu um beijinho.
— Eu conheci o que realmente é amor e prazer com você.
— Idem. – declarei e a beijei novamente.
[...]
O final de semana foi maravilhoso. Bella e eu viemos pra minha casa no sábado, como de costume.
Almoçamos no restaurante onde já havíamos ido, e dessa vez, graças a Deus, não houve nenhum incidente.
Minha mãe não a tratou mal, pelo contrário, a tratou como sempre. Apesar de tudo, minha mãe sempre prezou pela boa educação.
Mas a nossa relação ainda não havia melhorado. E eu preferi não contar o episódio de quarta-feira para Bella. Ela poderia se sentir culpada, e tentar me convencer a esperar mais para morarmos juntos.
Ah, mas isso seria impossível.
Eu estou decidido a comprar uma casa pra mim e Bella morarmos juntos. E o mais rápido possível.
E bem, eu não poderia ser um homem casado, que fica dentro de casa enquanto a mulher trabalha. Isso seria bem ridículo.
Uma ideia já passava por minha cabeça. E assim que Bella foi embora, ontem a noite, eu fui até o escritório conversar com meu pai.
—Pai, posso conversar com o senhor? – pedi da porta.
— Claro meu filho. Pra falar a verdade, eu nem estava olhando nada de trabalho, apenas lendo um livro que um amigo me deu. – empurrei minha cadeira até a mesa, e respirei fundo.
— Pai, eu sei que o senhor já me estimulou a isso há uns anos, mas só agora me sinto pronto. Como o senhor sabe, quero me casar com Bella. E vou ter responsabilidades de um homem da minha idade. E eu não quero ficar em casa enquanto minha mulher trabalha. – tomei fôlego. – Pai, qual cargo estaria disponível pra mim na empresa?
Carlisle ficou mudo durante um tempo. Parecia espantado por meu pedido. Mas logo um sorriso emocionado surgiu em seu rosto.
— Filho, fico muito feliz de te ver querendo viver. Todo dia agradeço a Deus por colocar Bella em sua vida. Eu sabia, que quando você encontrasse a pessoa certa, você iria recuperar a vontade de viver, e recuperar aquele brilho nos olhos que ficou ausente durante 10 anos.
Sorri.
— Obrigado por me entender, pai. Queria que minha mãe também olhasse as coisas por esse lado. – lamentei.
— Ela só tem medo de te ver sofrer. Ela te ama mais que tudo nesse mundo. E ela não suportaria ver você perder a alegria de viver novamente. Tente entende-la, Edward. – argumentou.
— Eu entendo, pai. Eu realmente entendo, e só por isso, não quis discutir mais. Eu sei que aos poucos ela vai ver que eu apenas estou querendo minha felicidade. E se essa felicidade é ao lado da Bella, por que demorar pra me unir a ela?
— Você está certo. – sorrimos.
— Mas então pai, tem alguma vaga que eu possa ocupar na empresa? – quis saber ansioso.
— Bom, eu sempre quis você no setor de arquitetura. Mesmo que você não tenha feito a faculdade, você tem um talento nato para projetos. – ela se levantou da cadeira, rodeou a mesa, e parou ao meu lado. – E bem, mês que vem, estarei perdendo meu supervisor de projetos, o que você acha?
— Nossa pai, seria perfeito. Mas eu não tenho diploma nem nada, não ficaria uma situação ruim entre os funcionários do setor? – pedi preocupado.
— Bom, você é um dos donos da construtora, nada mais justo que você mesmo supervisionar e aprovar os projetos.
— É, pensando por esse lado, o senhor tem razão. – sorri. – Pai, assim que o cargo estiver vago, o senhor me avisa e eu me apresentarei na empresa. – demos um aperto de mão.
— Vai realizar meu sonho. Meus dois filhos trabalhando ao meu lado na empresa da família. – ele beijou o topo da minha cabeça. – Meus orgulhos.
Meu pai ficou muito feliz com meu pedido. E eu, cada vez mais tentava recuperar o tempo perdido, e ser um homem completo para minha Bella.
[...]
Após o almoço, fui para a sessão de fisioterapia. Agora eu levaria a sério e faria todos os dias. E mesmo quando eu começasse a trabalhar, eu separaria 2 horas do meu dia para vir a clínica cumprir meu tratamento.
Assim que cheguei a recepção, fiquei surpreso quando a secretária me avisou que o Dr. Cannody havia se mudado para uma filial da clinica em outro estado. Eu me trataria com outro fisioterapeuta.
Como cheguei 15 minutos antes, tive que esperar. E quando deu meu horário, a secretária me acompanhou até a sala do novo fisioterapeuta.
Bom, como ele não conhecia meu caso, teríamos que ter uma conversa primeiro. E duvidei que hoje teria algum exercício.
Empurrei minha cadeira para dentro da sala, e a secretária se retirou.
Fiquei esperando o fisioterapeuta aparecer.
Estava estalando os dedos, mania que peguei de Bella, quando escutei o barulho da porta atrás de mim se fechar.
E de repente, uma bela loira alta deu a volta na mesa, e se sentou de frente pra mim.
Estendeu sua mão, que prontamente apertei.
— Muito prazer Sr. Edward Cullen, eu sou Tânia Denalli, sua nova fisioterapeuta.
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