Eu Te Amo
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Acordei no domingo pra encontra-lo olhando para mim.
— Bom dia, meu amor! — ele disse com um sorriso no rosto.
— Bom dia! Quanto tempo você estava ai me olhando?
— Eu não me canso de te olhar, mas eu acordei a pouco tempo, e estava te esperando pra gente tomar café. — nesse momento meu estomago roncou e ele riu. — Parece que tem gente com fome? –ele começou a me fazer cócegas.
— Por favor para Artur... Por favor eu vou fazer xixi na sua cama.. – eu custava a falar e ele parou. Eu levantei e corri para o banheiro.
— É NOSSA. – ele gritou ainda lá da cama. Eu fiquei surpresa com esse comentário, por que ele estava falando que a cama era nossa. E não disse nada, fingi que não escutei. Eu estava de olhos fechados lavando o rosto quando ele entrou e me abraçou, ficando atrás de mim. — Nossa cama. — ele repetiu e eu fiquei olhando pra ele sem entender o que ele queria dizer com isso.
— Não, é a sua cama, meu amor. Eu tenho a minha casa e a minha cama esqueceu? — eu sai de seu abraço e voltei para o quarto.
— Tudo bem, olha por favor não vamos surtar, mas era sobre isso que eu estava pensando hoje quando você acordou e pegou olhando pra você. – ele falava enquanto andava atrás de mim pelo quarto.
— O que? — eu parei e olhei pra ele.
— É bem... — ele me abraço pela cintura e olhou nos meu olhos. — eu estava pensando que você podia se mudar pra cobertura. Afinal você vai passar a maior parte do tempo aqui comigo mesmo.
— Não. — falei enfática.
— Por que não Iza? Eu te amo. E você me ama certo? — eu balancei a cabeça — Então, nada mais certo que morarmos juntos. – ele disse com os olhos brilhando com a expectativa.
— Artur, ainda é tão...
— Cedo? É isso que você vai falar? Amor, eu esperei por isso talvez toda a minha vida e nem sabia. Eu nunca tive coragem pra admitir isso e talvez se eu não tivesse sido um covarde, talvez poderíamos estar casados.
CASAMENTO? Ele disse isso mesmo? Eu fiquei mais assustada ainda.
— Artur, vamos combinar uma coisa. Vamos pelo menos acostumar nossos pais com a ideia que estamos juntos. Pra depois começarmos com essa história de morar juntos. O que você acha?
Eu não gosto. Eu já queria anunciar isso hoje para eles e já buscar todas as suas coisas hoje e começarmos a nossa vida. Mas você esta certa, as primeiras coisas primeiro. — ele deu um beijinho na ponta do meu nariz e me abraçou
— Isso meu amor. — Ufa, consegui adiar essa conversa mais um pouco. Será que eu estou pronta pra dividir uma casa com ele? Eu sei que eu o amo. Mas morar junto? Eu não sei.
— Vamos então? Acaba de se arrumar eu vou descer e preparar a mesa para o café. E depois vamos para o Clube. Podemos ir mais cedo e aproveitar a piscina.
— Ótimo. Vou preparar as coisas pra levarmos então.
Acabei de me arrumar, tomamos café e saímos. Chegamos ao clube por volta das 10:00, assim que estávamos acomodados em espreguiçadeiras, eu me deitei na sombra porque o sol estava muito forte e o Artur passou protetor em mim e eu nele. E ficamos ali deitados e conversando. Ele disse que iria ao banheiro e perguntou se eu queria alguma coisa. Pedi um suco de laranja. Pouco tempo depois ele voltou e parecia um pouco nervoso quando me entregou o meu suco.
— Aconteceu alguma coisa?
— Não. Tudo bem. — ele nem sequer olhou nos meus olhos.
— Artur, desembucha. O que está acontecendo? — eu já tinha sentado, por que realmente estava preocupada.
— A Gabriela. — ele nem precisava dizer mais nada. Eu já olhei em todos os lados procurando a vadia. — ela está no bar.
— O que? Bebendo? Mas ela não pode.
— Eu sei. E tentei argumentar isso com ela, então ela disse que pararia se eu a levasse pra casa. Mas eu disse que isso estava fora de cogitação, mas que eu chamaria um motorista pra leva-la para casa.
— E? — meu peito doeu por que podia sentir a angustia que ele estava sentindo nesse momento.
— Ela me mandou pro inferno com o motorista e disse que ela faria o que bem entendesse.
— Artur, ela não pode ficar bebendo assim. Tem o bebê.
— Mas você quer que eu faça o que?
— Que a leve pra casa e cuide disso. Sei lá entregue ela para os pais dela.
— Iza, eu não vou deixar você aqui sozinha.
— Artur, é uma criança que não teve culpa de nada que aconteceu. — eu disse com dor no meu coração por que eu estava entregando o meu amor para aquela mulher horrível, e isso me matava mesmo sabendo que seria por poucas horas.
— Mas... — ele tentou argumentar.
— Mas nada Artur, pegue a Gabriela e leve-a pra casa.
— Você vai ficar bem? Eu prometo que eu não vou demorar.
— Eu vou ficar bem. Agora vai lá antes que alguma coisa de ruim aconteça com ela.
Ele levantou me beijou e saiu. Quando ele não estava mais a vista eu desabei, me sentia tão só, eu não sentia isso a um bom tempo, desde que eu perdi meu bebe. Todas essas lembranças vieram de uma vez e eu não conseguia para-las. Na época eu nem sabia que estava grávida, e depois que soube que tinha perdido meu bebe eu fiquei procurando qual foi o meu erro, o que eu tinha feito que pudesse ter provocado o aborto, mesmo o médico falando que não tinha um motivo aparente, já que eu sou saudável. Mas eu me culpei, culpei por ter tomado remédio, por ter bebido uma ou duas taças de vinho. E agora a Gabriela de proposito tentando prejudicar seu bebê. Eu estava chorando e soluçando sem vergonha de quem pudesse me ver naquele estado. Alguns minutos depois, sinto braços me pegando e me levando embora, era o Artur.
— O que... eu tento falar mas ele me interrompe.
— Shii.. Meu amor, me desculpa!! — ele me leva para uma mesa afastada, onde ninguém nos vê..
Artur, e a Gabriea?
Meu bem não se preocupe com isso. Por que você está chorando?
Eu não sei... Eu só me lembrei de quando eu perdi o nosso bebê e o que eu daria pra poder ter tido a chance de trazer ele ao mundo. E agora ela fica tentando prejudicar o próprio filho. Isso é tão injusto. — eu enterro meu rosto em seu ombro e soluço, ele só me segura apertado e em silencio.
— Iza, olha pra mim. — eu olho e ele beija meu rosto enxugando minhas lagrimas. — Iza, eu sei o quanto você sofreu, Deus, eu mesmo penso todos os dias nessa criança que nós perdemos, mas estamos aqui agora e estamos tendo uma nova chance para recomeçar e vamos ter muitos filhos. Eu e você.
— Mas agora ela vai te dar um filho, não eu. Seu primeiro filho não vai ser meu. — eu sei que eu estou sendo imatura e que ele não merece escutar isso, mas eu sinto uma dor e a necessidade é de por pra fora.
— Eu sei, e isso me mata aos pouquinhos toda vez que olho pra você e vejo que seu olhar não brilha como antes e é por esse motivo. Quando você me disse hoje pra ir atrás dela, eu não pude, por que eu senti que você ia ficar assim e que você precisava mais de mim do que ela. Então eu a coloquei no carro e mandei o motorista e o segurança a levarem para casa e entregarem ela para os pais dela. Eu liguei para eles e disse que eu não tenho mais nenhuma responsabilidade com ela, somente com a criança e até ela nasça eu não quero saber da Gabriela ou de suas crises. A única coisa importante agora somos você e eu.
— Mas...
Não... Agora pare de chorar e vamos almoçar com os nossos pais. — ele beija cada um dos meus olhos e eu sorrio. Como seria bom se simplesmente pudéssemos esquecer o que está acontecendo. Mas eu estou tão cansada que eu realmente quero me desligar de tudo isso, pelo menos por hoje.
— Uh!! Eu devo estar uma bagunça, vai todo mundo reparar que eu chorei.
— É a bagunça mais linda. — ele sorri e me abraça. Ficamos assim um longo tempo. Até o celular dele vibrar em seu bolso com uma mensagem. — Eles chegaram. Vamos lá?
— Como eu estou? Muito inchada ainda?
— Não. Você está linda, como sempre. — ele me beija e eu rio.
— Então vamos. — eu me levanto e pego na mão dele e caminhamos para a nossa família. Nosso primeiro encontro com eles depois que todos sabem que estamos juntos. Meu coração esta acelerado, por que eu nunca gostei de ser o centro das atenções. De longe nós os avistamos eles estão olhando em nossa direção, papai e tio Afonso estão conversando naturalmente, mas as nossas mães, elas estão emocionadas, eu vejo a tia Carol cutucando a mamãe e ela por sua vez leva à mão a boca.
— Oh meu Deus, nós devemos ser uma aberração do circo dos horrores pra essas duas estarem nos olhando assim. — ele ri e beija minha mão e nós chegamos a mesa.
— Oi pessoal, desculpem o atraso.
— Imagina meu filho. Como vocês estão? — Tio Afonso fala com o Artur, dando um abraço de homem nele e um abraço carinhoso em mim.
— Estamos bem Pai.
— Artur. — meu pai fala em um tom sério.
— Tio. — eles pegam um na mão do outro e eu vejo o olhar que eles disparam um para o outro e sinto a tensão. Meu pai claro está fazendo o papel de pai. Acho que minha mãe também percebeu e interveio, graças ao bom Deus.
— Crianças, como vocês estão? — ela deu um abraço no Artur e em mim foi um mais demorado pra que ela sussurrasse no meu ouvido. — Que houve bebe? A luz nos seus olhos está muito fraquinha.
— Está tudo bem mãe. Não se preocupe. — ela da um sorriso, mas o olhar nos olhos dela disse “eu me preocupo sim e nós vamos conversar mais tarde” e volta pra onde meu pai está. Tia Deli estava falando com o Artur e logo veio falar comigo.
— Minha menina, você não sabe o quanto eu estou feliz por finalmente meu filho está com a mulher que ele ama. — ela me abraçou calorosamente e se antes tínhamos um laço tia e sobrinha, agora éramos ainda mais unidas no amor e bem querer pelo mesma pessoa. Nós daríamos a nossa vida pela felicidade do Artur.
Sentamos e almoçamos, já tivemos muitos almoços em família, mas sentada ao lado do Artur, com ele segurando a minha mãe e beijando na frente dos nossos pais era bem diferente. Mas eu estava feliz, as pessoas que eu amo estão nessa mesa. O Pedro chegou logo depois e a Mari se juntou à nós em seguida. Minha família estava completa e unida. Quando já estávamos na sobremesa o celular do Artur começou a tocar.
— Não vai atender? — eu perguntei.
— Não deve ser nada importante. — ele disse, mas o telefone continuou tocando.
— Amor, atende. — ele me olhou implorando que não, por que era ela, mas por fim ele cedeu pediu licença e saiu da mesa para atender. A minha mãe notou e me deu um olhar interrogatório eu só balancei a cabeça pra ela. Eu pedi licença e fui ao encontro dele, ele estava pálido, meu coração apertou de preocupação, assim que ele desligou ele disse:
— Iza, eu vou precisar sair e eu quero que você fique com a sua mãe.
— O que houve? Está tudo bem?
— É a Gabriela, o pai dela acabou de me ligar e ele disse ela está no hospital.
— O bebê? — eu perguntei.
— Iza, eu preciso ir lá e eu quero que você fique com a sua mãe. Você pode fazer isso por mim?
— Eu quero ir com você. Eu quero estar lá pra você.
— Não. Eu não sei bem o que aconteceu, não sei como ela está e eu não quero que você tenha que escutar nada sobre esse assunto, muito menos dela.
— Mas...
— Iza, por favor, facilita pra mim.
— Tudo bem Artur, se você prefere assim eu vou facilitar pra você.
— Iza, não.
— Não o que? Você não me quer perto de você? Tudo bem eu estou voltando pra minha casa com a minha mãe. — eu me virei e voltei pra mesa. Ele não veio atrás de mim. Coloquei um sorriso no rosto e expliquei a todos que um contratempo aconteceu na empresa e que o Artur teve que sair. Eu não conseguia manter minha mente nas conversas durante o almoço. Eu não queria ir pra casa com meus pais, então pedi minha mãe para me deixar no Artur por que tinha que pegar o meu carro.
Quando cheguei ao apartamento, não consegui ir embora, estava com uma sensação ruim. Tentei ligar para o Artur, mas a ligação ia direto para a caixa postal. Mandei mensagens, mas todas sem resposta. Já tinha passado três horas desde que ele recebeu a ligação, minha vontade era de ir até lá e ver o que estava acontecendo, mas mesmo querendo seria impossível porque não sabia em qual hospital. Deitei no sofá e chorei, naquele momento era a única coisa que eu podia fazer. Chorei até cair em um sono agitado. Acorde, já era noite, chamei por ele mas não respondeu, ele ainda não chegou. Peguei meu celular na esperança de alguma chamada ou mensagem, mas não tinha nada. Liguei novamente e caixa postal. Me senti estupida ali esperando por alguém que não da a mínima pra mim. Que não se preocupa se estou preocupada. Eu não ia mais chorar, levantei fui pro quarto joguei as minhas coisas em uma mala e já no corredor pra sair do apartamento quando escutei a porta da frente abrir e ele entrou.
— O que você esta fazendo aqui? — ele me perguntou e eu fiquei com mais raiva ainda.
— Te esperando, mas não precisa se preocupar já estou de saída.
— Iza, não tem mais bebê... — eu deixei a mala cair e fui até ele. — ... e o pior de tudo é que eu não me sinto de luto.
— Artur, Eu sinto muito... — ele estava distante, com um olhar frio, sem brilho. Eu vi que ele precisava de mim. Assim que eu passei os braços em torno dele eu senti ele relaxando.
— Eu sou ruim, eu acabei de perder um filho e não estou triste por isso.
—NÃO! — eu me assustei com minha voz alta, mas eu suporto ouvir ele dizer isso sobre ele mesmo. — Você não é ruim, você é bom, a melhor pessoa nesse mundo, e tem tanto amor aqui dentro do seu coração que nem mesmo você faz ideia. Nunca mais pense assim, vamos deitar você deve estar exausto amanha você me conta o que aconteceu. Tudo bem? — ele só acenou com a cabeça.
— Eu preciso de um banho, estou com cheiro de hospital. — Enquanto eu arrumei a cama ele foi para o banho. Fui até a cozinha preparei um sanduiche e um suco pra ele. Quando voltei para o quarto ele ainda estava no chuveiro.
— Eu sentei na poltrona esperando ele e acabei cochilando. Acordei quando ele estava me levando pra cama.
— Desculpa, eu acabei dormindo.
— Por que a mala?
— As coisas ficaram confusas hoje...
— Você não me ama mais?
— Não.. claro que não... quer dizer não é isso. Eu te amo muito, desde sempre e pra sempre. Mas você me deixou hoje e sumiu, sem ligações, sem mensagem, você não me atendeu. Você não precisou de mim. E isso doeu muito.
— Iza, me perdoa, você é a única pessoa nesse mundo que importa pra mim. Eu vivo por você e eu não posso suportar te ver magoada. Eu não te levei comigo pra poupar você. E não imaginei que isso te faria sofrer mais ainda.
— Eu não quero que você me poupe Artur, eu não sou fraca...
— Eu sei que não. Você é a mulher mais forte que eu conheço.
— Eu quero estar com você sempre que você precisar. Eu sei que é difícil escutar isso mas mesmo os fortes têm momentos de fraqueza e se isso acontecer com você, eu vou ser forte por nós dois, assim como eu sei que você é forte por mim quando eu preciso. É isso que é um relacionamento. Por favor, não me afaste mais e não me poupe, eu sou durona eu aguento.
— Minha durona linda, eu te amo mais hoje, se é que isso é possível.
— Eu também te amo mais. — ficamos abraçados um tempinho sentindo a respiração um do outro. — Eu fiz um sanduiche pra você, esta em cima da mesa. Você não deve ter comido nada hoje depois do almoço.
— Estou, — ele disse já levantando da cama. — mas eu preciso fazer uma coisa espera aqui. — e saiu do quarto voltando alguns segundos depois carregando minha mala.
— O que você vai fazer?
— Guardar suas coisas.
— Deixa isso ai, depois eu volto pro lugar, vai comer.
— Não, suas roupas nunca deviam ter saído do lugar, e eu não vou nem conseguir comer com elas dentro da mala. — eu tive que ri.
— Então vai comer enquanto eu guardo. — eu disse empurrando ele de leve em direção ao lanche dele.
Depois que ele comeu e eu terminei de arrumar minhas poucas roupas nos lugares de antes, ele já tinha deitado e estava dormindo, eu podia ver que ele estava tendo um sono agitado. Tomei um banho rápido, coloquei uma camiseta dele e uma cueca boxer e corri pra cama, assim que eu deitei perto dele, ele me abraçou colocando uma perna em cima das minhas pernas, como se pra assegurar que eu não iria fugir. Logo cai no sono também. Acordei com o dia clareando, já era manha de segunda, uma nova semana começando. Senti a ereção dele na minha bunda, e suspirei eu amo ser acordada assim.
— Bom dia meninos. – eu disse.
— Bom dia meu amor! — ele disse beijando meu pescoço e deslizando uma mão por baixo da minha camiseta, pela minha barriga até os meus seios enquanto massageava meu mamilo que já estava duro. Eu já estava tão excitada que enquanto ele fazia movimentos circulares no meu mamilo eu acompanhava os movimentos com a minha cintura fazendo questão de esfregar contra a ereção de ele. Com um gemido alto ele jogou a coberta no chão e me virou de barriga pra cima.
— Artur! — Eu podia ver a paixão nos olhos dele
— Você não tem ideia de quão sexy você fica com minhas roupas e com a minha cueca. Mas eu prefiro você sem elas. — em um movimento ele me despiu de suas roupas eu fiquei nua. — Deus, você é linda. E só minha.
— Sua. Sempre sua. — Ele beijou a minha boca, meu pescoço, meus seios, minha barriga, quando senti a língua dele sobre o meu clitóris eu quase gozei.
— Tão molhada... — ele disse depois soprou e outra lambida — Tão pronta... — ele disse assim que ele colocou um dedo dentro de mim. Logo depois dois dedos — Tão apertada. — Alguns movimentos depois eu estava tremendo perdida em um orgasmo alucinante. Deus o que esse homem faz com a língua e os dedos? Eu nem tinha voltado ainda quando ele me penetrou e eu senti cada sentimento dele entrando em mim, me enchendo. Ele fez amor comigo lento e carinhoso. Sempre olhando no meu rosto, eu podia sentir a adoração nos olhos dele. Com certeza ele me ama. E eu o amo tanto.
— Eu te amo! — ele disse quando ele gozou dentro de mim e eu pude sentir ele derramando dentro de mim.
— Eu também te amo, sempre e pra sempre.
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