Notas iniciais
Olá pessoas! Então eu tenho que agradecer a Rocky do Pudim que deixou uma recomendação PERFEITA na primeira temporada ♥ Eu escrevi esse capítulo ouvindo Clarice Falção - Monomania, então quem quiser ler ouvindo essa musica, será ótimo ♥ 4 reviews? Tá bom né? Primeiro capítulo... Mas eu espero mais reviews nesse em? Então eu to muuuuuuuuito chateada pela Katy não ter levado o Grammy, porque aquele grammy era DELA! E se tiver alguma fã da Lorde aqui, me desculpe, mas a Lorde furou fila, bem ali entre o Ro e o ar. Sem mimimi pvr. Mas também que APRESENTAÇÃO FOI AQUELA? MDS DARK HORSE PISOU, SAMBOU, HUMILHOU, LACROU, DESTRUIU CARREIRAS. QUE PERFEITA. ÇOCORRRR ♥ Então, no negocio das Bellas seriam sobre a Selena, mas ai eu mudei para a Katy pelo negocio de ontem... Se tiver alguma KatyCat aqui, nós não vamos mudar ou deixar a Katy só por causa de um Grammy. Para mim a Katy sempre vai ser a melhor e a minha menina. Cada sorriso que ela deu naquela premiação vale mais que um grammy para mim. Katy eu te amo ♥ #KatyPerryYouAreTheBest.

–É cara, a Marlene te laçou mesmo. –James comentou e eu sorri.

[...]

Lily Evans P.O.V

Já faz quase duas semanas que o James foi embora e eu tenho me sentindo bem, tenho tentado me fixar na ideia de que ele irá voltar, mas eu não posso criar tantas esperanças, não posso somente me fixar nisso.

Por conta as férias de inverno, aumentamos os ensaios das Belas para quatro vezes por semana e Emmeline compareceu em todos e deu uma bela ideia de fazermos uma apresentação voltada para a Katy Perry. Assim cada uma de nós escolheu uma musica e a sua roupa — inspirada na Katy.

Meu pai providenciou o patrocínio e disse que pudéssemos mandar fazer as roupas idênticas a da cantora e eu como uma Katycat fanática quase sai gritando pela rua que eu iria me vestir de Katy Perry.

Mas essa coisa com as Bellas se misturou com o casamento da Marlene –que será em fevereiro, quando ela estiver com 4 meses e nossa apresentação será agora no final de Janeiro.

Neste momento eu estou com a Lene no carro para irmos até a médica dela. Novidade? Eu tirei minha carteira de motorista. Tuts tuts. Agora só falta o carro...

Paramos de frente ao edifício da médica e saltamos do carro. Eu olhei para a Marlene que parecia ansiosa e nervosa ao mesmo tempo. Ela vestia uma calça jeans cintura baixa na cor azul marinho, uma blusa do Flash solta, um casaco preto e cortunos. Eu estava vestida com um short jeans, uma meia rasgadinha, cortunos, uma blusa longa e larga do One Direction, meus cabelos estavam em um coque.

Assim que entramos no prédio, nós subimos até o andar da doutora e falamos com a secretaria que logo deixou que entrássemos.

–Cadê o Sirius? –Perguntei enquanto sentávamos nas cadeiras de frente a médica.

–Ele deve estar chegando. Ele estava com o Remus ensaiando na Grifinória. –Ela respondeu meia chateada.

A médica chegou e cumprimentou nós duas. Descobri que o nome dela era Aurora, ela era uma mulher já de quase 50 anos, cabelos curtinhos pretos, olhos pretos também e uma pele branquinha. Ela era magra e vestia um jaleco branco. Marlene tirou da cabeça a ideia de por o nome do bebê de Aurora -se fosse menina- depois disso, você logo vai saber o por que.

Marlene deitou na maca e quando a médica colocou o gel na barriga da Lene, o Sirius entrou todo afobado pela porta.

–Me desculpem a demora. –Ela falou ofegante e andou até a Marlene.

–Ele é o pai? –A médica perguntou o encarando.

–É sim. –Marlene respondeu a olhando e ela fez careta. –O que foi?

–Me desculpe. –A médica falou. –Eu achei que vocês eram lésbicas.

Eu olhei para a Marlene e ela me olhou e então nós começamos a rir, até o Sirius riu da bobeira que a médica disse. Nós negamos e ela se desculpou. Sirius se aproximou de Marlene e segurou na mão dela. Então a médica passava a maquina na barriga de Marlene e ficava secando o Sirius. Eu me aproximei do seu ouvido e sussurrei.

–Ela quer seu corpo nu.

Sirius me encarou e eu gargalhei. Então nós olhamos para a Marlene que parece ter ouvido tudo e ela assentiu rindo. Sirius abaixou a cabeça e ficou vermelho que nem um pimentão.

–Então doutora tá tudo bem? –Eu perguntei.

–Oh tá sim. –Ela afirmou. –E eu já pude ver o sexo.

–E é menino não é? –Sirius perguntou.

–Não. É menina. –A médica disse e eu dei pulinhos de alegria.

Depois que a Marlene limpou a barriga e nós nos sentamos nas cadeiras, à médica prescreveu alguns remédios para a Lene tomar, sabe, para o bebê não nascer com deficiência e tals. Mas o mais engraçado era que a doutora ficava secando o Sirius e a Marlene já estava irritada com isso. Depois que Marlene pegou a receita, ela se levantou e puxou Sirius pela mão e nós saímos da sala da doutora.

–Meu Deus que mulher cara de pau! –Eu exclamei rindo.

–Eu é o que diga, fiquei até constrangido. –Sirius disse e corou e foi mais um motivo para eu cair na gargalhada.

[...]

Eram duas horas da manhã de um sábado e eu estava jogada no sofá com o Sam assistindo qualquer filme que passava na televisão. Mas eu não conseguia me concentrar. Estava calor demais e eu estava agoniada.

–O que foi ruiva? –Ele perguntou.

–Está quente e eu to me sentindo agoniada.

–Também to achando. –Ele disse e abriu a janela da sala.

Minutos depois eu já estava soando novamente e cada vez que eu olhava para o Sam eu esquentava mais. Foi ai que eu percebi que o tempo não estava quente, era a gente que estava quente.

Eu tentei voltar a assistir o filme, mas não consegui. Quando eu o olhei, no exato momento ele me olhou também. Então aconteceu algo diferente. Eu ataque seus lábios com uma veracidade incrível. Ele me puxou para seu colo e eu passei cada perna em torno de sua cintura. Ele levou suas mãos para minha cintura. Logo em seguida, ele puxou meu cabelo e começou a beijar e chupar meu pescoço. Eu soltava longos gemidos e me remexia em cima de seu membro somente o provocando. Ele se levantou comigo em seu colo e foi andando até o seu quarto. Ele me jogou na cama e veio para cima de mim. Eu o beijei no pescoço e enfiei minhas mãos por dentro de sua blusa a tirando.

Logo aquela visão de sua barriga de tanquinho estava me levando à loucura. Passei a unha por ali e ele rasgou a minha blusa. Eu o olhei e sorri maliciosamente. Seus olhos estavam em um azul escuro e sua pupila estava dilatada. Ele começou a passar as mãos nos meus seios e logo arrancou o meu sutiã, ele atacou meu seio direito enquanto passava a mão no esquerdo. Eu arqueei as costas e gemi alto. Depois que os meus seios já estavam bem sensíveis ele desceu os beijos pela minha barriga até chegar à barra da minha calça, eu o olhei e ele sorriu, logo em seguida tirou minhas calças. Sam beijou minha virilha e eu sorri, ele tirou minha calcinha e ficou olhando o meu corpo, eu senti um pouco de vergonha e eu acho que corei, pois senti minhas bochechas esquentarem. Ele gargalhou.

–Ficou com vergonha ruiva? –Ele perguntou e eu o encarei, ele começou a me provoca, passando o dedo devagar em minha intimidade. Joguei a cabeça para trás. –Não vai responder? –Ele perguntou novamente passando o dedo devagar. Neguei e ele continuou a me torturar.

–Responde Lily. –Mas eu neguei novamente. Ele continuou o movimento devagar quando eu estava chegando ao orgasmo, que eu me segurei na cama e gemi alto, ele parou e me encarou sorrindo maliciosamente.

Eu e olhei e ele sorria descaradamente. Então eu me levantei e o empurrei fazendo ele cair na cama, ele me olhou e eu comecei a beijar seu pescoço. Sem ele perceber eu rasguei um pedaço do lençol e continuei o beijando e levantei os seus braços e em menos de um minuto ele estava preso na cama.

Eu sorri e sentei em cima de seu membro por cima da calça. Ele me olhou e arregalou os olhos.

–Eu posso até ser patricinha meu amor, mas eu fui escoteira quando criança, você não vai consegui se soltar.

Eu comecei a beijar o pescoço dele e fui descendo até a barriga, logo depois até a calça, logo em seguida eu comecei a tirar sua calça. Já podia ver o volume na sua cueca. Eita homem bem dotado. Eu retirei sua cueca, mas não encostei em seu membro. Comecei a beijar sua virilha e morder levemente sua coxa. Ele me olhava ansioso por uma oral, porém eu me levantei e fiquei em pé com cada uma das minhas pernas entre sua cintura. Eu rebolei e dancei um pouco.

–Não faz isso comigo Lily. –Ele sussurrou.

Então eu sai de cima dele e sai da cama. Ele me olhou como um cachorrinho que cai da mudança.

–Você não vai fazer isso vai? Não vai me deixar aqui né? –Ele perguntou e eu sorri.

Mas antes que ele pudesse esperar eu coloquei o seu membro dentro da minha boca. Ele não gemeu, ele gritou. Eu comecei com vai e vem e pude ouvir ele gemendo, mas antes que ele chegasse ao orgasmo, eu parei, ele me encarou e seus olhos mostraram uma luxuria evidente, os meus olhos também deviam estar assim. Não sei bem o que aconteceu, mas quando eu notei, ele tinha conseguindo soltar as suas mãos. Fudeu. Ele me puxou pela cintura e me jogou na cama. Eu mordi meu lábio inferior. Ele se levantou e voltou rapidamente com uma camisinha. Pelo menos ele é inteligente.

Logo ele se vestiu e me penetrou, eu me agarrei aos lençóis, ele começou a se mexer com rapidez e eu comecei a gemer cada vez mais alto. Ele estocava cada vez mais forte e cada vez mais rápido. Eu fechei meus olhos com força, não sei se foram minutos ou horas, mas eu gozei, logo depois ele também.

Logo depois disso, nós não estávamos nada cansados e eu não me lembro de quantas vezes transamos naquela noite, mas eu posso afirmar eu gozei muito, foi uma das melhores.

A minha única decepção foi que eu me senti vulgar logo depois que pensei que eu não tinha como comparar James e Sam na cama, porque eu nunca havia me entregado para o James. Mas foi depois dessa noite que eu comecei a pensar que eu poderia me apaixonar pelo Sam.