Notas iniciais
Hello pessoas. Então eu estou postando aqui correndo, porque eu preciso ir assistir Legendários. djkashfjsdhfsjadh Amo esse programa. Mas enfim, eu quero agradecer pelos comentários do capítulo anterior e eu espero que vocês sejam tão sensíveis como eu para poder compreender esse capítulo. Primeiro P.O.V da Alice e eu gostei muito do resultado. E há, por capítulo eu vou divulgar uma fanfic, a dessa vez é a da minha amiga Cleyerie Evans ( amiga quase irmã). Primeiro tem essa que eu escrevo com ela: http://fanfiction.com.br/historia/477215/Caca_Mortal/ Vou tentar atualizar. E tem essa que é só dela: http://fanfiction.com.br/historia/484913/How_not_to_fall/ Deem uma passadinha lá e miiiil beijos ;*

E naquele instante seu rosto era o borrão mais lindo que eu já havia visto.

Capítulo 11 — Mary Margareth.

Lily P.O.V

—Awn, como ela é linda. – disse olhando através do vidro para a pequena Ella.

—Aff Lily – Dorcas reclamou. – todo recém-nascido tem cada de bulldog.

—Dorcas! – Sirius gritou. – Minha filha não tem cara de bulldog.

—Tem sim! – Dorcas exclamou batendo o pé no chão. – Se o pai tem cara de bulldog a filha também tem cara de bulldog e você tem cara de bulldog, Black.

A galera começou a rir e Sirius fez um bico bem grande o que acarretou mais risadas nossas.

—Falar bulldog é legal – soltei e meus amigos me olharam estranho. – o que é? Repetem bulldog ai para vocês verem.

E então todos começaram a repetir bulldog. Os médicos que passavam nos olhavam estranhamente. Minha mãe se aproximou da gente e nos olhou estranho.

—Que diabos vocês estão fazendo? – ela perguntou, nós nos entreolhamos e rimos.

—Nada demais, sogrinha. – James disse passando o braço em torno do ombro da minha mãe.

Bem deixe eu te atualizar dos fatos. Já faz uma semana que a Ella nasceu, ou seja, que James e eu estamos juntos. De primeiro foi um choque para a Dorea e foi um inferno. Ela brigando com meu pai, ameaçando mandar James para o outro lado do oceano, brigando com minha mãe, brigando comigo, com Sirius e com todo o mundo. No final, ela saiu da casa do meu pai e tá em Hogsmeade com a Abigail.

Sirius conseguiu um apartamento para ele e a Marlene. É pequeno, mas bem confortável. Dois quartos, um com suíte, sala, cozinha, banheiro e varanda. Eu o ajudei a escolher o móveis e arrumar tudo. O quartinho da Ella, a Marlene disse que iria arrumar. Ainda tem 2 messes até que a Ella vá para casa.

Emmeline começou a sair com o médico bonitão e nós resolvemos passar uma borracha naquele beijo.

Daqui a 3 semanas acabam as aulas e na última semana tem a final do acapella e depois: faculdade!

Para vocês verem em? O que pode acontecer em uma semana! E o maior babado vocês ainda não sabem! Minha mãe terminou com o Amos e eu vi ela e meu pai se pegando lá em casa. Eles não sabem que eu vi, mas eu vi!

—Não importa. Vamos para casa, nós temos que arrumar a festinha da Marlene. – minha mãe disse e eu a olhei estranho.

—Oi? – perguntei. – Desde quando decidimos fazer uma festa para a Lene?

—Desde agora, vamos. – minha mãe disse e entrelaçou seu braço no meu e começamos a caminhar. Dei de ombros e a acompanhei.

[...]

Tava em cima da escada terminando de amarrar a faixa escrita ‘’Welcome Lenezita’’ na casa do meu pai. James estava em baixo segurando a escada para eu não cair.

—Tá certo? – perguntei vendo que a faixa não estava torta.

—Super certo. – James respondeu lá de baixou e quando eu o olho, percebo que ele está olhando por debaixo da minha saia.

—James! – gritei jogando o rolo de durex que estava na minha mão em sua cabeça. – Para de olhar por debaixo da minha saia!

Ele me olhou com cara de culpado e a galera toda riu. Menos meu pai é claro, que fez um bico gigante e me obrigou descer da escada. Depois de alguns minutos a Marlene chegou. Rapidamente eu levei os docinhos para a mesa da sala e corri para me esconder atrás do sofá junto com o James.

Minha mãe devagar foi abrir a porta de casa e quando ela abriu, todos nós pulamos e gritamos ‘’Surpresa’’.

Depois de cumprimentar todo mundo com sorrisos e abraços, eu puxei minha amiga pela mão e caminhamos para uma parte mais afastada da casa.

—Então, você e o James em? – ela perguntou sorrindo. Eu sorri junto, mas havia algo a mais que eu queria perguntar a ela.

—Amiga, eu preciso de sua ajuda. – fui direta.

—O que aconteceu? – ela perguntou parecendo preocupada.

—Eu preciso ir ver Petúnia.

—Como? – ela perguntou novamente parecendo não acreditar no que eu havia perguntado. – você se esqueceu de tudo que ela causou a gente?

—Não me esqueci não Marlene. Mas ela é minha irmã e tem algo que eu quero fazer antes de ir para a faculdade.

Ela concordou meia hesitante e me prometeu que de tardezinha iriamos lá. Depois de alguns minutos, vi James caminhando em minha direção claramente preocupado. Ele mantinha suas duas mãos no bolso da calça e sorria constrangido.

—O que aconteceu agora? – eu perguntei sem delongas.

—É minha mãe – ele disse e eu o encarei. Ele levou sua mão direita à nuca em um sinal de nervosismo. – ela quer falar com a gente.

—Comigo?

—É – ele confirmou. – Hoje umas 5 horas.

—Não posso – disse. – vou sair com a Marlene.

—Vai aonde?

—Ver a Petúnia.

—Como?

—Ela é minha irmã e é bem melhor eu ir ver ela do que ir ver a sua mãe. – respondi passando por ele.

—Como você é delicada. – ele comentou.

—Eu sei – respondi sorrindo. Me virei e abracei seu pescoço e depositei um selinho nele. – Mas eu sinto que eu preciso sabe?

—Tudo bem. Eu aviso a ela que a gente vai vê-la amanha.

—Ok. – concordei sorrindo.

Alice P.O.V

Marlene saiu com a Lily, Remus, James, Sirius e Dorcas ficaram em casa jogando videogame e eu pedi para o Frank ficar também, pois tinha algumas coisas do desfile de biquíni do verão para resolver. Ele aceitou e ficou. Mas eu não vou resolver problema de desfile coisa nenhuma. Eu peguei meu carro e fui diretamente para casa. Chegando lá, eu corri para meu quarto, tomei banho e vesti uma calça jeans cintura alta, uma sapatilha azul, um cropped preto. Peguei minha bolsa, e deixei meus cabelos soltos.

Quando cheguei à sala, meus pais já estavam me esperando, eu sorri e nós caminhamos juntos até o carro.

Quando chegamos de frente ao hospital para crianças com câncer, eu desci do carro junto com meus pais.

Bem vocês devem estar se perguntando o que eu to fazendo aqui. Então, é o seguinte: eu tenho uma irmã de 8 aninhos e ela nasceu com síndrome down e pior: ela conseguiu desenvolver um câncer terminal, ela tem câncer nos pulmões e está é a razão deu amar tanto o livro A Culpa é Das Estrelas, eu espero que minha pequena consiga superar tudo isso.

Logo que ela nasceu, as meninas se preocuparam com ela e sempre viam a visitar, mas cada uma depois se lembrou de coisas mais importantes para fazer e esqueceu de vim ver a Mary Margareth. Mas eu não ligo, ela sempre terá a mim.

Assim que entramos na sala de recreação das crianças, a Mary nos viu. Ela se levantou e sorriu.

—Lice! – ela gritou e veio correndo ao meu encontro, arrastando seu carrinho de oxigênio.

Eu sorri a abracei. Ela vestia um vestido branco do hospital, uma pantufa dos minions e uma tiarinha de flor na cabeça. Dava para ver que sua cabeça fora raspada recentemente. Os tubos estavam ligados a ‘’Rose’’ — como ela chamava seu oxigênio.

—Como você tá linda Mary. – disse olhando para seus olhinhos verdes.

—Você que tá linda, muito linda Lice, você é linda. – ela falou e me abraçou novamente. Eu me ajoelhei e ela ficou só um pouquinho mais alta que eu.

—Você que tá uma gatona. Olha só para esses olhinhos – disse apontei para seus olhos. – eles brilham como estrelas em noites de verão.

Ela sorriu tímida e me puxou pela mão e com a outra ela carregava Rose. Meus pais que foram ignorados até agora por ela, apenas riram e nos seguiram. Logo em seguida ela percebeu a presença de nossos pais e correu para abraça-los, mas depois voltou-se para mim.

—Quer ver o desenho que eu fiz? – ela perguntou e eu assenti. Ela me trouxe um desenho com 5 bonequinhos de palito, a Rose que eu julgava ser uma caixa ao lado da bonequinha menor, um sol e nuvens.

—Quem são? – perguntei e ela sorriu.

—Papai, mamãe, eu, Rose, você e o Frank – ela apontou para um bonequinho do meu lado. – porque ele não vem me ver Lice?

—Ele está muito ocupado Mary.

—Mas eu quero ver ele!

—Vamos fazer assim, amanhã eu tenho treino das líderes de torcida e ele tem treino no time de futebol, mas depois de amanhã eu to livre e ele também. Eu prometo que venho aqui te ver. Ok?

Ela assentiu sorrindo e me chamou para brincar. Na verdade eu nunca soube o porquê de não trazer o Frank aqui. Não que eu tivesse vergonha da Mary! Jesus! Nunca! Isso não! Mas talvez seja egoísmo meu. O Frank quer cursar pediatria para ajudar crianças como Mary, mas eu simplesmente quero que ele dedique mais tempo a mim. Egoísta. Eu sei, mas eu não sei como eu posso mudar.

No final eu só quero que o Frank seja feliz e que a Mary conquiste o mundo.