Notas iniciais
Heey pessoas! Então eu estou SUPER FELIIIIIZ! OOOOOOOO/ Então eu recebei TRÊS RECOMENDAÇÕES! 3! OMG! OBRIGADA! Lorena Malfoy sua linda! MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO OBRIGADA ♥ AAAAAAAAAH Então, capítulo novo e eu espero que gostem. Beijinhos ;*

Sem esperar a Emmeline me acompanhou e logo já estávamos a caminho do hospital.

Capítulo 9 — Ella, Sam ou James?

Quando chegamos ao hospital, eu corri até a recepção onde eu encontrei Remus e Dorcas. Eu os abracei e sem dizer nada nós caminhamos até a sala de espera. Sentado no sofá estavam os pais da Marlene, meu pai, Dorea, minha mãe, James e Frank. Em pé pegando café estava Alice.

—Ah! Lily, que bom que você chegou querida. – a mãe da Marlene disse e se levantou. Eu sorri amarelo e James me encarou. Seus olhos brilharam e eu sorri abertamente para ele.

—A Lene está bem? – perguntei enquanto Emmeline se sentava no sofá junto com Dorcas.

—Oh! Sim, ela está – meu pai começou. – ela está com o Sirius e os médicos disseram que tudo ocorrerá normal.

—Eu espero mesmo. – disse e me apoiei no sofá.

—Lily – James me chamou e eu o olhei. – Posso conversar com você um minutinho? – ele perguntou e eu assenti.

Ele se levantou e caminhou em minha direção e juntos nós começamos a sair da sala de espera. Mas antes eu pude sentir o olhar de Dorea queimando em minhas costas.

—Eu tenho uma leve impressão de que sua mãe não gosta de mim. – comentei.

—Você está certa – ele suspirou. – ela não gosta mesmo.

—E por quê? – perguntei o encarando.

—Vem – ele me puxou. – vamos até a lanchonete e lá eu te explico tudo.

[...]

—Então quer dizer que foi tudo uma armação? – perguntei enquanto levava meu copo com café para a boca, mas desisti no meio do caminho, ficando boquiaberta.

—Me desculpe Lily, não foi porque eu quis. Eu fui obrigado! – ele me olhou suplicante.

—Você devia ter me contado James! – disse tentando manter o controle da minha voz, mas já sentindo meus olhos lagrimejarem.

—Eu não podia!

—Como não podia? – perguntei. – É claro que você podia!

—Lily – ele pediu. – Me deixe explicar tudo, a historia toda.

Eu cedi com um suspiro e me encostei-me à cadeira. Ele me olhou e eu devolvi o olhar. Eu estava pedindo explicações por tudo. Explicações para meu sofrimento, para meus choros, para ter enganado o Sam, para ter beijado a Emmeline, para tudo.

Por mais que eu negue, eu amo o James e por mais que esse amor tenha vindo de uma hora para outra. Se eu vasculhar a minha cabeça, as minhas lembranças, eu até posso ter sentido uma pontada de amor dentro de mim na primeira vez em que eu o vi. O convívio com ele me fez até mesmo, uma garota melhor. James conseguiu mudar quem eu era e melhor, ele me fez descobrir o que era realmente amar.

Agora tão perto dele, eu tenho vontade de largar tudo e pular em seu colo. Beijar sua boca, olhar em seus olhos castanhos esverdeados. Fazer carinho em seus cabelos negros bagunçados, cheirar seu pescoço e ama-lo até que o mundo acabe. Mas eu tenho que me controlar, eu preciso.

—A minha mãe e a mãe da Agatha são amigas, há muito tempo, tipo amigas de infância...

—Sua mãe é tão velha assim? – perguntei o encarando e ele me olhou tentando fazer cara de sério.

—Lily, por favor, me deixa terminar. – ele pediu.

—Ok, vai, continua, desculpa. – disse em tom de deboche e ele suspirou pesadamente.

—Então, como eu estava dizendo, minha mãe e a Abigail são amigas de infância e, bem, elas juraram que seus filhos iriam se casar. E bem, minha mãe havia esquecido dessa promessa até descobrir que eu estava com você. Lily, eu não sei por que a minha mãe não gosta de você, mas ela disse que você não poderia ser boa o suficiente para mim e ela ameaçou a acabar com tudo que você e seu pai tinham. Lily eu não podia deixar.

—Como assim acabar com o que meu pai tinha? – perguntei claramente confusa.

—Você não entende – eu disse suspirando. – Minha mãe consegue o que ela quiser, quando ela quiser!

—As coisas não funcionam assim James! – gritei e algumas pessoas presentes na lanchonete nos olharam. Eu abaixei os olhos.

—Para ela funciona. Lily, se minha mãe casar com seu pai, ela vai tomar a empresa dele e no final vai acabar com tudo que vocês têm! Ela me prometeu que não tocaria em nada de vocês, se eu me casasse com a Agatha. Ela é louca Lily, a minha mãe e eu não sei como para-la, ela só quer dinheiro cada vez mais e, me desculpe – ele me olhou e segurou a minha mão, eu não a retirei. Ele olhou em meus olhos e eu encarei os seus também. – Eu fiz tudo isso por amor Lily. Eu fiz tudo isso por você!

—E porque você resolveu me contar isso agora? – perguntei e ele arregalou os olhos.

—Não está óbvio? Eu quero ser feliz Lily! Eu quero ser feliz com você!

—Mesmo que meu pai e eu percamos tudo?

—Lily, eu te amo por você ser quem você é e não pelo seu dinheiro. – ele me encarou e eu sorri.

Eu me levantei, peguei minha bolsa, meu café e sai da lanchonete correndo. Ouvi James me chamando, mas eu não poderia parar agora que a coragem me veio à tona. Tirei o meu telefone do bolso e mandei uma mensagem para o Sam, para ele me encontrar no Starbucks do centro.

Corri para o meu carro e dirigi o mais rápido que pude até o estabelecimento. Quando eu desci do carro, Sam estava entrando no local. Eu o gritei e ele se virou e sorriu quando eu avancei para perto de si.

—Ruiva. – ele disse a avançou para me dar um beijo, mas eu desviei o rosto. Ele se afastou.

—Precisamos conversar.

[...]

Marlene P.O.V

A dor que eu sentia era muito forte. Não poderia ter o parto normal, já que o bebê só tem sete messes e para falar a verdade eu sempre quis o parto cesário, mas claro, com entorpecentes, eu até que levei uma agulhada na barriga para não sentir dor, mas não teve jeito, acho que ele não funcionou.

Eu senti algo me cortando, bem na barriga. Eu gritei e apertei a mão do Sirius que estava do meu lado.

—Calma meu amor, já vai passar.

—Sirius, eu te odeio. – resmunguei segurando sua mão fortemente.

—Ah Lene, eu também te amo. – ele sorriu.

Lily P.O.V

—Me desculpe. – disse suspirando e balançando meus pés como uma criança.

—Tudo bem Lily, eu te entendo. – Sam disse pulando do muro.

Sam e eu andamos até a saída da cidade e subimos um morrinho que tinha vista para a cidade inteira. Lá tinha um murinho e nós nos sentamos ali. Minhas pernas ficaram soltas e eu as balançava para trás e para frente, sem parar. Sam estava sentado ao me lado, mas ele mantinha as pernas paradas.

—Obrigada Lily. – ele sussurrou.

—Obrigada? – perguntei confusa. – Pelo o que?

—Por me fazer um cara feliz. O tempo em que eu estive com você foi maravilhoso.

—Oh Sam! – disse o olhando admirada. – Você é um cara tão legal, merece alguém que o ame de verdade.

—Eu sei. – ele disse rindo.

—E convencido também, né? – gargalhei e ele riu junto comigo.

—Você merece ficar com o James, Lily. Ele te ama tanto que daria sua vida por você, eu também te amo, mas não tanto quanto ele te ama, não na intensidade em que ele te ama. Você merece alguém que te conquiste todos os dias, que seja seu oposto, no qual você brigue toda hora, mas quando faz as pazes é o melhor momento do mundo. Você merece alguém que possa olhar em seus olhos todo dia e dizer: Eu te amo mais que tudo Lily e daria minha vida por você. – ele disse e me olhou sorrindo.

—Você não faria isso por mim? – perguntei meia decepcionada.

—Sim, faria, de todo o meu coração e com toda a minha força – ele garantiu e eu sorri. – Mas o James faria, faz e vai fazer muito mais.

—Eu espero que você encontre alguém que vai te amar o tanto que o James me ama. – disse e pulei do muro.

—Eu também Lily. – ele suspirou.

Eu o abracei e ele correspondeu. Sorri e apoiei minha cabeça em seu peitoral. Ele apertou minhas costas. Ficamos assim alguns minutos até eu me separar sorrindo.

—Bem, o bebê da Marlene tá nascendo, é melhor eu correr antes que ela nasça e a Marlene me mata por eu não estar lá.

—Tudo bem – ele riu. – Vamos eu te levo.