Notas iniciais
Estou com medo... Leia as notas finais

Capitulo 2 — Descobertas... (parte 2 de 7)

Rodrigo- Percebemos que várias pessoas da sala são tímidas. Uma pessoa daqui escreveu uma frase linda. Ela não tinha nome, mas nós temos a caligrafia dela.

Carmen- E isso quer dizer que....

Rodrigo- Que nós vamos descobrir quem é, e isso vai ser agora!

Magali- O que você vai fazer? Pegar nossos cadernos e comparar a caligrafia?

Rodrigo- Era isso que eu tinha em mente... Tem algum problema com isso senhorita Magali?!

Magali- Vai com calma, eu escrevi uma frase, pode olhar o meu caderno!

Mônica- Gente, vamos parar de brigar?

Os dois- NÓS NÃO ESTAMOS BRIGANDO!

Depois de muita conversa {briga}, o professor resolveu olhar os cadernos. Chamou várias pessoas, sem ordem. Logo foi ficando só duas pessoas.

Rodrigo- Vem aqui Mônica, sua vez, antes que a aula acabe.

Peguei meus cadernos e me levantei.

Mônica- N-Não professor. Minha letra não deve ter nada haver com a dessa menina.

Rodrigo- Como você sabe que é uma menina?

Mônica- Oras, você só chamou meninas e o Cascão...

TRIIIIIIIIIMMMMMMM

Rodrigo- Teve sorte, semana que vem eu olho o seu caderno.

Quando ele foi embora eu comecei a pular. Fui correndo para o meu lugar, acabei trombando com alguém. Meus materiais voaram, e as folhas com os meus poemas, cadernos, tudo se espalhou pelo chão, junto com os materiais dele. Eu estava em cima dele, pedi várias desculpas antes de me levantar.

Mônica- Me desculpaaa. Dc, foi sem querer!

Dc- Hum, Mônica?!

Mônica- É, sou eu.. O quê que foi?

Dc- O quê é isso na sua perna?

Ele estava apontando para a mancha roxa em minha perna, quando eu cai, a droga da minha calça levantou um pouco. Eu logo a abaixei, ninguém precisa saber sobre a minha doença.

Mônica- Não é nada. Nada.

Dc- Atá, vou fingir que acredito. Aqui estão seus papéis e suas coisas.

Ele me entregou e eu me levantei. Sorri, ele me fazia ficar confortável. Ele olhou para os dois lados e sorriu, ele estava feliz por estar aqui sozinho comigo? Quase anoitecendo?

Dc- Você não está com medo?

Mônica- M-Medo? N-Não, por quê?

Dc- Você está sozinha com um garoto com fama de galinha, á noite. E está gaguejando feito uma gaga.

Mônica- Eu não tenho medo de você. Eu sei me defender muito bem.

Dc- Sério? E se eu fizer isso?!

Ele segurou o meu braço e o torceu. Eu gritei muito alto, meus ossos doem por causa da doença.

Dc- Está doendo? Ih, desculpa, pensei que você soubesse se defender.

Eu não ia deixa-lo me pegar desprevinida e depois deixar por isso mesmo. Pulei nas costas dele. Ele se surpreendeu de inicio, depois se descontrolou e caiu. Eu cai em cima dele.

Dc- Vejo que você está muito pesada. Quem mandou comer muitos salgadinhos?!

"Ahh, agora ele pegou pesado!" Pensei enquanto batia com tapinhas nos ombros dele.

Olhei para o meu relógio, pulei quando vi as horas. Estava tarde, muito tarde.

Dc- Quê foi? Viu minha espinha?

Mônica- Não! Eu tenho que ir, vejo você qualquer dia!

Me levantei e fui em direção a porta. Olhei para trás e vi ele rindo.

Dc- Você tem hora para chegar em casa?!

Mônica- Isso não é da sua conta!

Dc- Tem razão, não sou eu quem está pagando.

Mônica- Eu tenho que chegar á minha casa em quinze minutos para alimentar o meu cachorro! Ele vai morrer se eu não chegar em casa agora!

Dc- Que isso? Você deixa o bichano passar fome?

Mônica- Nãão, é que meus pais viajaram e aposto que eles esqueceram de colocar água e comida para o Pôpo.

Dc- O nome do seu cachorro é Pôpo?

Mônica- Isso não importa agora! Minha casa fica a 12 quarteirões daqui, acho que se eu correr dá tempo.

Dc- Se quiser, eu posso dar uma carona para você salvar o Pôpo.

Mônica- Carona?

Dc- É, eu tenho carteira de motorista.

Mônica- Acho melhor não.

Dc- Por quê?

Mônica- Porque não!

Dc- Aff, está achando que eu sou pedofílo? Não vou me aproveitar de você. Pode confiar!

Mônica- Acho melhor não!

Eu sai pela porta e comecei a andar pelos corredores, só queria me afastar daquele guri.

Senti braços envolvendo minhas pernas, e me levantando para os ombros de alguém. Dei um grito, ele tinha apertado minha mancha roxa que estava em minha perna.

Dc- Você vem comigo. Ou o Pôpo vai sofrer.

Mônica- É você DC?! Me larga, está apertando minha perna!

Dc- Oh, esqueci, você tem perna torta!

Eu bufei e cruzei os meus braços. Esse menino é chantageador! Pior que eu. Só conseguia ver o chão, quando saimos da escola, ele bateu a minha cabeça no portão e eu gemi baixinho.

Quando ele me soltou. Eu olhei para os dois lados e respirei fundo. Ele me levou para o estacionamento.

Mônica- Vai querer me estuprar no meio do estacionamento?

Dc- Não.. Seria mais fácil fazer isso na sala de aula.

Mônica- Seu ignorante! Depois reclama que te chamam de galinha!

Dc- Eu nunca reclamei. Você é que mudou.

Mônica- Aham, agora eu vou embora antes que isso vire um discurso de como eu mudei depois de alguns acontecimentos!

Dc- Não, você não vai embora. Eu disse que iria te dar uma carona e agora vou cumprir.

Mônica- Mas eu nem aceitei a sua carona. Deixa de ser convencido!

Dc- Deixa você de ser ingrata! Sobe logo!

Ele apontou para uma moto.

Mônica- Uma moto? Só pode estar de brincadeira.

Dc- É, uma moto! Você esperava o que?! Uma carroça?!

Notas finais
Gente, eu estou com mmuuuito medo.. É sério, quando eu estava criando essa fic, eu resolvi colocar um pouco de drama, melhor, MUIITO drama. E agora é para falar sério, nem pensem em tentar me bater!