Notas iniciais
bom eu espero que gostem dessa fic eu tava sem ideia mais acabei botando qual quer coisa axo que ficou bom...
se vcs gostarem comentem....

Sempre fui fechada pra esse lance de amor, namoro e todas essas baboseiras de adolescente “normal”.

Sou rebelde, sou louca, sou agressiva, tenho e tomo minhas próprias decisões; olá muito prazer meu nome é Isabella Swan.

Meus amigos me chamam de Bella.

Estudo na... Bom eu não sei dizer se é a melhor ou a pior escola da cidade acho que os dois, ruim porque lá eu me sinto um cravo perdido no jardim das rosas... É eu sei que é uma comparação meio louca mais as rosas eu me refiro às patricinhas e os playboys, e bom porque tem um ótimo método de estudo... E blá, blá, blá essas besteira de pais que se preocupas com os filhos.

POV: Bella

-filha você vai se atrasar pra escola! – minha mãe me gritava da cozinha e eu ouvia o som de sua voz abafada – filha acorda! – agora já estava em alto e bom som conclui que ela devia está no meu quarto com certeza abrindo as janelas.

Olhei por entre as pálpebras e não a vi ali, o quarto continuava com um tom de vermelho pálido por causa das cortinas. Fui abrindo os olhos devagar e me sentei na cama olhei em volta e não vi minha mãe ali. Esfreguei os olhos com as costas das mãos e me espreguicei.

-Isabella Swan levanta já dessa cama. Você não tá me ouvindo não garota?

-eu já levantei – gritei irritada – que saco eu já disse que não quero que você grite meu nome desse jeito.

-não vejo problema no seu nome – ela abriu a porta e eu gritei.

-mais eu sim – eu joguei um travesseiro na porta e ela fechou.

Fui em direção o banheiro irritada, amarrei meus cabelos em um coque e escovei os dentes e fui escolher uma roupa, vesti uma calça jeans, uma blusa branca e uma mini jaqueta jeans e uma sandália plataforma preta. Soltei meus castanhos-avermelhados cabelos e penteei passei um blush rosa e um batom rosa. Peguei minha mochila meu celular e sai correndo as escadas, parando apenas quando cheguei á porta da geladeira e peguei um suco de caixinha sabor laranja:

-tchau mãe.

-você não vai comer nada – eu parei e fiz uma expressão sarcástica de incrédula.

-e suco de laranja é o que?

-senta e come mais alguma coisa um suco de laranja não vai te sustentar a manhã toda...

-tô atrasada.

-mais são sete e meia?!

-beijo – corri porta fora passando pelo pequeno portão branco, depois desacelerei e comecei a andar normalmente tomando meu suco devagar.

A escola não ficava tão longe, então não demorei muito pra chega.

-fala Bella! – Jacke era o único dos meus amigos na entrada do colégio.

-olá Jacke! O primeiro?

-sempre.

-e o resto cadê?

-a Angela foi para o dentista e não sabe se vem hoje o resto deve tá vindo.

-sempre informado em!

-se eu não fico quem fica?

-o jornal! – ele fez uma expressão confusa e levantou uma sobrancelha – é não teve graça eu sei.

-você não vai ser humorista não né?

-acho que não...

-iai turma – Mike, Jhessica, e Erick estavam se aproximando – novidades? – Mike sempre com um sorriso enorme no rosto, os olhos azuis sempre brilhando.

-descobriram a América... – falei

-nem tenta – Jacke cortou o meu barato – você não é boa nisso – mostrei a língua pra ele.

-chato – ele sorriu e o sinal tocou – vamos entra no inferno – falei revirando os olhos nós entramos calados e cada um sentou nas cadeiras de sempre logo em seguida entrou a Rosalie a princesinha da escola. Ela era uma patricinha líder de torcida que namorava o líder do time de futebol americano sinceramente eles se mereciam dois exibidos nojentos.

Não demorou muito e o professor Sérgio entrou na sala.

-ordem classe, ordem! – o professor Sérgio era o professor mais chato da escola ele era professor de matemática – todos os exercícios da semana passada em cima das carteiras.

-você fez Jacke?

-não.

-por quê?

-sei lá pra provocar – ele piscou pra mim e sorriu, eu balancei a cabeça e peguei meu caderno.

-é impressão minha ou o namorado da nojentinha não tira o olho de você? – Jhessica cochichou no meu ouvido gesticulando com a cabeça para o outro lado da sala, eu olhei disfarçando e ele me olhava encantado, senti meu rosto corar e alguém me fuzilava com os olhos, mais não dei importância e voltei à concentração ao prof. Sérgio que já estava bem perto da minha carteira ele olhou o caderno do Jacke que estava despreocupado na carteira.

-por que você não fez sua atividade Sr. Black?

-há esqueci – eu sorri da cara de palhaço do Jacke.

-como assim esqueceu?

-tipo quando a gente tem que fazer uma coisa, sabe mais ae aparece outra e você só se concentra nessa outra coisa e a outra coisa que você tinha que fazer desaparece da sua mente... É a gente chama isso de esquecimento – Jacke era o mais sarcástico da turma então mesmo que as palhaçadas dele não fizessem sentido algum, todos riam, o professor olhou pra ele com uma cara de reprovação e seguiu para a minha carteira. Ele olhou analisou e saiu.

HORAS DEPOIS.

A aula foi chatissima como sempre.

-iai o que você vai fazer agora? – Jhessica colocava a mochila nas costas.

-não sei estou aberta a ideias. Alguma? — Perguntei levantando os ombros e girando o corpo.

-lembra vamos lá em casa, assistir um filme?

-é vamos

-sem meninos.

-por quê?

-vai só nos duas os deixa ai

-tá

-então tá vamos?

-vamos – Mick e Erick estavam se aproximando – cadê o Jacke?

-foi no banheiro.

-há.

-vamos? – Jhessica falou começando a me puxar

-pra onde? – perguntou Mick.

-coisas de meninas vocês não vão gosta.

-a não fala serio Jhessica... Compartilha?

-não! – ela saiu me puxando pelo braço com um sorriso largo, os meninos ficaram imóveis olhando nossa atitude.

-tchau – eu disse levantando os ombros e fazendo um bico.

Jhessica não gostava de andar a pé então ela comprou uma moto só pra evitar que a mãe não tivesse o trabalho de vim deixa-la na escola.

Nos fomos para na casa dela. A casa da Jhessica era simplesmente linda tinha um grande muro laranja e dois portões brancos. Ela se aproximou e automaticamente o portão abriu.

Ela estacionou a moto em algum lugar da enorme garagem, e foi entrando na casa. Tinha um enorme jardim na frente, e um caminho estreito de pedras que levava a imensa porta de madeira com alguns detalhes em vidro, do lado esquerdo no gramado tinha umas cadeiras de um bege claro quase branco e uma mesa de vidro com umas bolas de porcelanas azul em cima.

-mãe! –Jhessica jogou as chaves da moto em cima de uma mesa de vidro cheia de fotos que tinha logo na entrada, ela olhou pra mim e sorriu – pode subir eu vou pegar uns filmes ali já vou.

-tá – ela saiu por um corredor, que levava a cozinha, sugeri.

Subi por uma imensa escada, que dava em outro corredor com varias portas de um azul marinho. O quarto da Jhessica era fácil reconhecer era uma porta preta, com umas caveirinhas brancas.

Entrei no quarto e me impressionei mais uma vez, a cama e o guarda-roupa estavam de novo em outras posições. Todas as vezes que eu ia à casa de Jhessica os moveis do quarto tinha mudado dessa vez a enorme cama boxe estava perto da porta do banheiro e o guarda-roupa preto esta de frente para a cama e na janela uma cortina preta com umas bolinhas branca. Numa parede tinha um adesivo enorme com o nome dela.

Não demorou muito e Jhessica estava no quarto já estava no quarto, com uma enorme bacia de pipoca e um porta CD’s.

-escolhi um ai?

-eu não sou boa nisso – ela abriu o porta CD’s e empurrou pra mim

-vou busca refri.

-tá – depois de ver e rever os filmes acabei escolhendo um de comedia romântica.

ALGUMAS HORAS DEPOIS...

O filme já tinha acabado, e eu já estava indo pra casa e meu celular tocou, era um numero desconhecido.

-alo?

“oi Bella” – era uma voz familiar, meio rouca e sedutora e eu gostava mais eu não conseguia saber que era.

-quem tá falando?

“vamos Bella, faça um esforço... adivinha”.

-oh desculpa minha bola de cristal quebrou – ele riu.

“essa é a minha Bella” – minha?

-desculpa, mais não tem seu nome escrito em mim, até por que se tivesse eu saberia quem é...

“Edward...” – eu fiquei chocada o Edward, não podia ser o que o cara mais bad boy da escola queria com migo? E como ele conseguiu meu numero? E a Rosalie o que tava achando disso tudo?

-serio? O que foi brigou com a sua namoradinha e resolveu fazer ciúmes pra ela?

“não, a gente pode se vê?”

-Ai! , serio você quer me ver... – falei tentando ser sarcástica ao máximo – deixa-me pensar... Hum... NÃO – falei dura e fria – o que o faz pensar que eu, logo euzinha aqui queria te ver?

“por favor, eu fico te observando toda a aula e você parece ser tão forte, tão segura de si mesmo, e logo hoje que eu criei coragem de te ligar e te pedir apenas uma conversa, não é um beijo, uma transa nada disso é só uma conversa, uma conversa de... amigos”.

-mais a gente nunca foi e nunca seremos amigo — eu estava numa praça a duas quadras da minha casa, eu sentei em um banco e coloquei a mochila do meu lado – você é o garoto que eu mais odeio nesse mundo.

“ei não e pra tanto” – algumas crianças passaram por mim gritando — “onde você tá?”.

-não interessa.

“você tá naquela praça a duas quadras da sua casa né?”

-como você sabe que tem uma praça aqui a sua casa e do outro lado da cidade?

“eu costumo ir ai pra te ver mais você nunca aparece” – agora eu estava chocada de verdade, o garoto que eu mais odeio nesse mundo estava atrás de mim, há rá só podia ser piada –”por favor só uma conversa” – insistiu ele.

-tá – bufei – só uma conversa e ninguém vai fica sabendo a não ser que eu queira entendeu?

“você que manda você tá na praça? Eu vou ai te busca”.

-NÃO! – eu não queria que ninguém me visse com ele o que iam pensar de mim?

“o que foi?”

-me encontra na sorveteria que você gosta de ir com sua turma.

“mais aquela sorveteria fica muito longe dai... para de ser orgulhosa garota me deixa ir te busca”.

-tá eu tô te esperando perto do portão da escola – ele sorriu

“tá bom tô chegando ai”

Eu fui pra escola olhando pra todos os lados na esperança de não encontrar ninguém que eu conhecesse e por sorte não tinha ninguém ali, fiquei esperando o Edward ali de braços cruzados no portão da escola. Não demorou muito eu vi a moto dele virando a esquina, ele parou em frente o portão, e tirou o capacete, ele balançou seus cabelos bronze e uma mecha caiu em seus perfeitos olhos dourados, e procuraram intensamente alguma coisa, ele passou os olhos por mim e quando me viu abriu um sorriso de orelha a orelha eu sorri timidamente e me aproximei.

-oi

-oi...

-vamos?

-vamos! Você é linda.

-seu bobo, vamos antes que eu mude de ideia.

-tá – ele pegou o capacete e passou pra mim

-você não podia vim de carro não? – eu não confiava em andar de moto com ninguém a não ser com a Jhessica. Ele sorriu.

-não meu pai precisou do carro hoje, e o outro tá na oficina então... – ele olhou pra moto – só sobrou a moto... – eu olhei com uma cara de desaprovação e franzi a testa – vai você consegui...

-consigo o que?

-confiar em mim – senti meu rosto corar, então eu respirei fundo sorri e peguei o capacete sem hesitar e subir na moto – se você sentir medo pode segurar em mim – eu revirei os olhos e passei os braços por sua cintura. Seguimos então pra sorveteria a mais conhecida da cidade, quando chegamos, ele estacionou a moto e eu sentei na primeira mesa que eu vi ele se sentou em seguida.

-então estamos aqui o que você quer? – ele não parava de me olhar, era como se ele estivesse olhando a criatura mais perfeita do mundo.

-você quer alguma coisa? – ele pegou um cardápio em cima da mesa – pode ser dois de chocolate?

-tanto faz. – ele chamou a garçonete e pediu dois sorvetes de chocolate. Ele continuava a olhar pra mim, eu estava ficando sem graça – você vai ficar ai me olhando, ou vai falar logo o que você quer?

-bom... – meu celular tocou era minha mãe.

-droga!

-que foi?

-me da um minuto?

-claro

-oi mãe.

“onde você tá? Já era pra você ter chegado em casa há duas horas”

-eu fui na casa da Jhessica e depois vim tomar sorvete com um... – eu olhei pra ele, e ele sorriu – amigo.

“você tem que me avisar quando for chegar tarde em casa eu quase morro de preocupação”.

-mãe relaxa, eu tô bem...

“tá, volta logo”

-tá mãe, tchau

“tchau filha”

Eu desliguei, e ele se inclinou na mesa.

-amigo?

-é você queria que eu dissesse o que? “alo, mãe eu tô na sorveteria com o Michael Jackson” – ele riu, eu sorri também, e a garçonete chegou com duas enormes taças de sorvete, eu ataquei a minha e ele ficou hipnotizado olhando pra mim – Edward – balancei a mão de um lado para o outro na frente dele, mais ele nem se mexeu – Edward... Olha só se você não parar de olha pra mim com essa cara de cachorro sem dono eu juro que eu vou jogar essa taça de sorvete na sua cabeça – e como era de se esperar ele nem se mexeu – eu vou embora – eu me levantei e ele puxou meu braço.

-NÃO! Fica – eu me livrei de sua mão me apertando e me sentei de novo voltando a comer meu sorvete – desculpa eu não sei o que foi que me deu, acho que...

-não, não quero saber o que você acha ok... – coloquei uma colherada de sorvete na boca – vamos logo acabar com isso, você não queria fala com migo... Estou aqui fique a vontade, pode começar a falar.

-é que... Ai... Eu não sei como falar isso... – ele abaixou a cabeça e eu peguei sua mão e afaguei e ele levantou a cabeça e olhou nos meus olhos.

-calma – tentei reconforta-lo.

-na verdade... Eu... Gosto muito de você – eu franzi a testa.

-gosta? – ele disse que gosta de mim, aquelas palavras se chocara contra meus ouvidos e ecoaram em minha mente fazendo meu rosto congela. Não sabia bem qual era minha expressão, choque, surpresa talvez, só sei que ele olhou preocupado pra mim e eu fitava o vazio. Eu estava chocada não por que alguém gostava de mim e sim por que alguém que eu odiava gostava de mim, como? Por quê? Eu não tinha nada haver com ele, ele era extremamente bonito, sedutor eu diria ate irresistível eu não podia negar que ele era lindo, mais... Mais eu o odiava mesmo assim, e ele não estava nem ai pra isso.

-Bella? Bella... – eu não conseguia falar minha boca se abria mais saia apenas ar dela, ele me chaqualhou e eu balancei a cabeça.

-isso é serio? – rezando pra ele não falar sim, o que me torturava, eu soltei sua mão.

-mais serio impossível

-tá, deixa eu digeri isso – não sabia o que dizei então deixei que minha boca falasse por se só – mais e a Rosalie?

-a Rose não tem nada a ver com isso, pra falar a verdade à gente só namora por que... Por que nós somos populares na escola...

-mais eu pensei que... – ele me interrompeu

-não eu não sinto nada por ela, agora ela eu não sei...

-mais a gente não tem nada a ver, somos completamente diferentes, como você pode gosta de mim? Você a o capitão do time de futebol, é o garoto mais desejado da escola a garota que fica com você se sente a mais sortuda do mundo... Mais por isso você se acha, você acha que o mundo gira a sua volta, por isso eu te odeio, você quer todo mundo aos seus pés e eu não sou assim, — eu respirei e ele abriu a boca mais antes que ele pudesse falar eu continuei – eu não sei nem o que eu estou fazendo aqui...

-não vai embora, por favor... É por isso que... – ele respirou fundo – é por isso que eu gosto de você, você é diferente, você é única, não como as outras que caem aos meus pés se eu pedir, você é tão cheia de si, você sabe o que quer você é determinada, e não tem medo de nada e eu não sou esse cara que penso que o mundo gira ao meu redor como você diz, — ele suspirou e se inclinou sobre a mesa e sussurrou – eu te amo – eu balancei minha cabeça tentando esquecer as palavras que ecoavam em minha mente – eu nunca...

-não, não, não... – eu sussurrava, eu fechei os olhos e continuava balançando a cabeça – não, não – eu abri os olhos e olhei pra ele – você. Não. Me. Ama. – falei o mais devagar que eu pude – isso e coisa da sua cabeça... – minhas mãos eram garras, meus dedos afundaram no cabelo e eu balancei a cabeça, eu não sabia por que aquilo me incomodava tanto, meu coração estava apertado, estava sangrando, meus olhos começavam a arder, eu não podia chorar eu não queria chora, ele me observava com cuidado e não falava nada ele sabia que eu não estava bem... Ele... Ele... Me... Amava.

-Bella olha pra mim – eu estava com os olhos fechados e a cabeça baixa, eu não queria ficar ali, eu não queria mais olhar pra ele, eu não queria mais ouvir a voz dele, isso me dava vontade de... De... Beijar ele... Eca! Eu sai dali empurrando a mesa e a cadeira fazendo com que algumas pessoas olhassem pra mim, ele se levantou – BELLA! – eu já estava do outro lado da rua eu corria e o vento fazia meu cabelo voar pra traz e junto com ele as lagrimas sem explicação que escorriam pelo meu rosto, ouvi a moto dele atrás de mim mais não me importei, eu parei de correr mais continuei andando rápido enxugando o rosto com as costas das mãos – Bella o que foi que aconteceu? – não responde o barulho da moto parou e suas mãos grandes seguraram meus ombros me virando de frente pra ele, eu virei o rosto e meus cabelos ajudaram a escondê-lo, uma de suas mão tirou meu cabelo do rosto – você esta chorando? – sua voz era de surpresa e uma pontinha de dor.

-não... Tô... Pulando... Amarelinha indiota! – falei por entre soluços ele sorriu e balançou a cabeça

-olha pra mim – eu me recusava a fazer isso, é eu sei eu sou muito birrenta – olha, por favor – eu olhei de vagar – não chora – ele limpou uma lagrima, eu fitei sua boca e depois seus olhos, meu corpo se inclinou pra frente e de repente seus lábios estavam nos meus, suas mãos desceram pela minha cintura e ele me puxou para mais perto do seu corpo, uma de minhas mãos estava em seu rosto e a outra em sua nuca, uma de suas mãos seguraram meus cabelos nossos lábios se encacharam perfeitamente, era uma sincronia perfeita. Seu beijo tinha um gosto maravilhoso de mel e canela. Nosso beijo parou com vários selinhos, ele olhou nos meus olhos e sorriu.

-desculpa, eu não sei o que... – ele colocou o indicador em meus lábios.

-shiiii... Não precisa se desculpa, eu adorei – eu sorri e de repente a ficha caiu, eu tinha beijado o Edward, mais por quê? Como? Eu me livrei de seus braços e o empurrei, mais não foi preciso muita força ele me soltou rapidamente, eu balancei a cabeça confusa e sua expressão passou de felicidade para duvida e medo – o que foi?

-eu... Não devia...

-mais por quê?

-a gente... Nós... – eu não conseguia dizer o quanto aquilo estava errado – não dá...

-o que não dá? – ele estava extremamente confuso – Bella você esta me deixando confuso...

-eu... Eu preciso ir – eu me virei e sair sem olhar pra ele, mais ele veio atrás de mim.

-por favor, dá pra me explicar o que tá acontecendo? – eu não hesitei e continuei andando e as lagrimas novamente apareceram ali – Bella...

-eu preciso ficar sozinha, Edward – eu lutava pra minha voz não sair tremula mais eu acho que não adiantou.

-você tá chorando de novo? – ele bufou – a garota para de chorar pelo amor de Deus, para de chorar...

-me deixa em paz Edward! – ouvi seus passos acelerarem e suas mãos estava em mim novamente, ele me virou e eu lutava com ele. Ele me jogou contra seu corpo e novamente eu estava o beijando – Edward... – falei meia ofegante, e me livrei novamente de seus braços...

-tá. – ele me largou me dando um leve empurrão – o que é que tá acontecendo? Por que você tá agindo assim?

-eu preciso pensar isso não tá certo – ele colocou as mãos na cintura – eu tô confusa, eu preciso pensar.

-tá então pensa, mais deixa eu pelo menos te levar em casa.

-acho melhor não.

-se você não montar nessa moto agora eu te coloco em cima dela – ele pegou o capacete e me deu, ele fez uma expressão que qualquer um ficaria com medo e então eu não tive escolhas.

Ele me levou até a praça, acho que ele entendera que eu não queria que ninguém visse a gente juntos. Minha implicância com o Edward tinha mudado, eu não sentia mais nojo dele ou raiva era alguma coisa diferente, mais também não era amor, ele era muito diferente do que eu imaginava, ele tinha sim caráter mais eu não sabia enxergar, mais agora tudo era diferente.

-valeu – falei entregando o capacete a ele – e desculpa tá...

-relaxa – ele se inclinou e me deu um selinho – tchau, eu te ligo – eu dei um tchauzinho tímido e assenti, fui me afastando de costas, depois de uns três passos eu me virei e fui pra casa pensando.

-mãe cheguei – minha mãe estava na sala arrumando alguns vasos virada de costas pra mim.

-até que em fim garota onde você tava até essa hora já... – ele se virou – você tava chorando?

-tava!

-por que filha o que aconteceu? – ele começou a ficar mais preocupada

-o filme, me deixou assim.

-hum! Tá. – ela não tinha acreditado muito na minha historia – você quer almoça?

-não eu não tô com fome, só um pouco de dor de cabeça eu vou dormi.

-tá bom.

Ela não parecia muito convencida, mais não me importei. Eu precisava relaxar, subi pro quarto e tomei um banho, e vesti um vestidinho bem curtinho, azul de algodão eu me deitei na cama e coloquei os fones de ouvido e acabei adormecendo.

ALGUMAS HORAS DEPOIS...

Acordei com meu celular vibrando loucamente. Atendi sem olha que era.

-alo

“há resolveu atender foi?”

-Jacob?

“não, coelhinho da pascoa”.

-rá, rá tô morrendo de rir.

“ótimo agora eu vou ser comediante”

-o que você quer?

“você tava aonde hoje à tarde?”

-na casa da Jhessica, por quê?

“engraçado eu fui à casa da Jhessica e você não tava lá, depois eu fui à sua casa e sua mãe disse que você tava na sorveteria tomando sorvete com um amigo” – putz!

-é eu encontrei um amigo da minha antiga escola, ai a gente foi tomar um sorvete.

“qual o nome desse seu amigo?” – Jacke sempre desconfiado.

-você não conhece mesmo...

“mais fala mesmo assim”

-é... Junior

“ata”

-mais o que você queria com migo?

“nada”

-há Jacke fala serio.

“serio”

-você interrompe meu precioso sono só pra falar essa besteira, tchau Jacke.

“você tava dormindo?”

-tava por quê? Não posso?

“pode mais é que... que horas você dormiu?”

-umas duas, três por ai.

“serio tava cansada em?”

-como assim que horas são?

“onze e quinze”

-serio caraca eu apaguei.

“com certeza, bom tchau, boa noite”.

-boa...

Levantei-me e fui à cozinha, estava faminta, abri a geladeira e olhei de cima abaixo procurando algo que me satisfizesse, acabei fazendo um achocolatado com biscoito, e depois voltei a dormi.

Notas finais
comentem ai galera ajuda muito...
bjos da kikinha!!!!!!!!!