Eu E Você Numa Melhor, Pedro Lucas.

28 Casal mais atrapalhado do mundo.


Notas iniciais
Viu to cumprindo a promessa de postar todo dia hahahahaha

Mayara on-

Cheguei do trabalho tomei banho e sequei o cabelo, coloquei uma roupa e falei para a minha mãe que eu iria á casa da Merion, esperei o Thomas a algumas quadras da minha casa, ele estava LINDO, com uma blusa preta de gola ‘V’ e uma calça jeans, cabelo molhado e estava cheiroso.

- Oi feio. – eu disse entrando no carro.

- Oi linda – e selou nossos lábios demoradamente.

- Você tem que parar de fazer isso. – eu dizia virando o rosto.

- Isso o que? – ele não compreendeu.

- Parar de me ter tão fácil. – e sorri.

- A única pessoa que me tem fácil aqui é você. – e beijou meu pescoço.

- Eu te amo sabia? – eu falei sem pensar.

- Eu te amo muito mais.

Ele me olhou por alguns minutos, só me olhava e sorria nada mais! Pedi para que fossemos logo para a sua casa, pois fiquei envergonhada, detesto que descubram meu ponto fraco e ele sabia exatamente onde era e como me ganhar tão fácil. Ele ligou o radio e estava tocando “Love Song – Pollo” a musica era muito a nossa cara, ele sorriu e novamente me olhou, desviei o olhar e sorri também, ouvimos a musica em silêncio. Chegamos a um prédio gigante, mas não era o dele e sim do Pedrinho, o Thomas vivia mais lá do que em sua casa então o porteiro nos deixou subir... A porta estava aberta, quando abrimos demos de cara com a cena mais engraçada da minha vida, o Pedrinho e a Larissa estavam... vamos dizer...se pegando no chão, ele todo magro e branco de cueca e ela de calçinha e sutiã, na mesma hora tampei os olhos do thomas e ele fez o mesmo em mim, viramos de costa e esperamos eles colocarem a roupa, mas é claro que tudo o que eu e o Thomas fizemos foi rir, rir muito, ficamos de costas ouvindo o desespero dos dois para achar suas roupas jogadas pela sala, eu ri como nunca, foi hilário!

- Você devia ter avisado que vinha né Thoso. – disse o Pedrinho ainda procurando suas roupas.

- Ah leke eu não sabia que você estava em um momento tão intimo assim. – e riu.

- Seu sem graça, você também Mayara mancada sua viu. – disse a Larissa.

- Eu não sabia de nada, não me culpa. – eu disse ainda de costas.

- Pode virar seus intrometidos. – disse o Pedrinho.

- Ufa graças a Deus colocou uma roupa porque ninguém merece ver essa magreza sua. – eu disse rindo.

- Cala a boca, é melhor que ver a gordura do Thomas. – disse a Larissa abraçando o Pedro.

- Nossa, segura a carisma. – disse o Pedrinho rindo.

- Eu não sou gordo, não fala assim. – falou Tho fazendo bico.

- Liga não amor é inveja. – e o abracei.

- Inveja, até parece, enfim, o que você vieram fazer aqui? – perguntou o Pedro.

- Não sei, a idéia foi do Thomas. – eu falei.

- Eu vim ver a Duda. – o Tho disse sorrindo.

- Você ta vendo ela aqui? Não né? E aqui? – disse o Pedrinho abrindo o bolso da sua calça- também não, então pode ir embora.

- Nossa seu grosso, tchau. – eu e o Thomas falamos juntos.

- Desculpa gente, mas é sério; a Maria saiu todo mundo saiu só tem eu aqui. – ele falou.

- Você e a Laris né, hum, tudo bem a gente já ta indo, tchau. – eu falei abrindo a porta.

- Claro ela é a única pessoa que eu tenho pra me fazer companhia.

- Ai que dramático gente, quem vê pensa que é fofo. – falou a Laris.

- Ah eu não penso, depois dessa então, não vou pensar nunca mais. – eu disse

- Você não viu nada Mayara, não estava acontecendo nada, shiu! – falou o Pedro.

- Então ta né, continuem ai super quietinhos assistindo TV como vocês estavam, vamos Thomas — e puxei o Thoso.

- Tchau gente. – disse o Thomas fechando a porta.

- Tchau obrigada pela visita. – disse o Pedrinho ironicamente.

- Magina, mais tarde a gente volta. – o Thoso respondeu rindo.

- Nossa leske se você voltar acaba a amizade. – disse o Pedro em meio a gargalhadas.

- Brincadeira, fuuui! – e fechamos a porta.

Descemos o elevador comentando o acontecido, foi engraçado, realmente eu vi que eu e o Thoso atrapalhamos os dois e comecei a rir no elevador, voltamos para o carro e saímos do prédio.

- Pra onde vamos? – ele me perguntou.

- Ah ta brincando não é? Sei lá, você que ta dirigindo. – eu respondi.

- Não, mas é sério, eu não sei pra onde ir.

- Pra sua casa?

- Não, quero um lugar mais especial. – ele respondeu sorrindo.

- Especial, pra que? – eu falei o olhando.

- Adivinha. – e fez a cara mais safada do mundo.

- Ai Thomas, para com isso.

- Você quer? – e estacionou o carro.

- Quero, eu acho.

- Então não precisa ficar com medo ou vergonha, vamos se amar um pouco mais que o normal, só isso. – e beijou minha mão.

- Iludido, eu não te amo.

- Ai Mayara credo, você podia ser mais fofa. – ele falou olhando nos meus olhos.

- Eu não consigo. – e sorri.

- Ah eu também não –e riu- só to tentando.

- Pra quê? – eu perguntei assustada.

- Pra te mostrar que eu sou o cara certo e te conquistar por completo.

- Thomas, você não tem que mudar, eu te amo assim, do jeitinho que você é, amo seus defeitos e suas qualidades e não quero que você mude por mim, se eu não quero levar tudo tão sério agora é porque eu não to preparada, eu sou ciumenta e me apego muito as pessoas, não quero ser assim com você, to tentando me acostumar aos poucos com essa sua vida, só preciso de um tempo.

- Então quer dizer que a gente não vai ‘pré-namorar’ pra sempre?

- Que? – eu falei rindo.

- A gente não vai pré... – e o cortei.

- Não eu entendi, só quero saber se essa palavra existe.

- Ah sei lá, mas finge que sim.

- Tudo bem, respondendo sua pergunta... não a gente não vai ‘pré-namorar’ –e ri- pra sempre, só por enquanto pra eu ver se da certo.

- Ai que ótimo, eu tava com medo de você não me levar a sério.

- Ah, te levar a serio ninguém nesse mundo leva né Thomas.

- É sério. – ele retrucou.

- É sério que ninguém te leva a sério, ou é sério que você é sério mesmo sem ninguém te levar a sério? – eu falei.

- O que? – ele tomou um susto com a frase hiper complicada que eu falei.

- Ai esquece você entendeu. – e o beijei.

- Não entendi, mas beleza.

Ficamos ali no carro por mais de 30 min. decidindo para onde iríamos...eu tive uma idéia.

- Vamos a um parque?

- Parque? Você quer que a nossa primeira vez seja em publico? – ele disse assustado novamente.

- Não, não to falando pra isso, mas sei lá, a gente da uma volta no parque, aproveita esse céu lindo, fica um pouco lá e depois vamos pra sua casa mesmo.

- Ah mais a minha casa é um lugar muito normal.

- Mas quem disse que a gente precisa ser normal também?

- Hum safadinha. – ele disse sorrindo.

Eu sorri, depois demos partida para um bosque ali próximo, era aberto a noite e era bem iluminado, entramos e eu fui direto comprar um algodão doce que estava vendendo ali próximo. O Thomas também quis um, sentamos em um banco ali próximo e ficamos conversando, depois demos uma volta pelo parque de mãos dadas, brincamos um pouco na balança, parecíamos duas crianças alegres e quando estávamos cansados vimos um lugar com um gramado verdinho e deitamos ali para olha o céu todo estralado, tinham algumas nuvens mais as estrelas ainda predominavam grande parte do céu.

- Faz um pedido. – disse o Thomas vendo uma estrela cadente.

- Eu já tenho tudo o que eu sempre pedia, não preciso de mais nada.

- Sério? E o que era? – ele perguntou virando a cabeça e me olhando.

- Você! – eu disse enquanto olhava o céu.

- Que linda já você é tão especial que foi como um presente, não precisei pedir, Deus viu minhas necessidades e te mandou.

- Seu maravilhoso. – e me virei colocando a cabeça em seu peito.

- Te amo. – e beijou minha cabeça.

- Eu também, muito. – eu disse enquanto ouvia as batidas do seu coração.

Quando nossas bocas se aproximaram já não nos dávamos mais conta da intensidade de desejo de ambas as parte, ele tremia arrepiado, e eu me aproximava de seu rosto, nossos lábios estavam a centímetros de distancia e começou a ventar como nunca antes, ventava forte que cheguei a me assustar e interromper o beijo, levantamos e ficamos sentados na grama quando de repente começa a chuva da década, as gotas começaram a cair forte, nos deixando completamente molhados em questão de segundos.

- Corre, Thomas, corre. – eu disse levantando e tirando o salto.

- Espera, a gente não terminou de se beijar. – ele disse segurando meu braço.

- A gente deixa pra fazer isso outra hora, vem eu to ficando toda molhada. –e eu gritava.

- Depois eu te seco. Agora eu quero você assim, toda molhadinha. – e me puxou.

Ele pegou minha cintura e minha nuca selou nossos lábios e logo pediu passagem com a língua, nossas línguas brincaram por um bom tempo, até faltar o ar, ele tocava meu corpo inteiro, pelo menos até onde ele conseguia, demos uma pausa no beijo e nos olhamos sorrindo, ele puxou meu cabelo todo molhado e beijou meu pescoço enquanto a água escorria em meu rosto.

- Ta chega, vamos. – e o puxei em direção ao carro.

- Você é demais sabia? – ele disse enquanto corria atrás de mim.

- E você é um bobo.

- Eu te amo. – ele gritou rodando no meio do parque.

- Ta eu também, vem logo! – eu dizia ô chamando para uma parte coberta.

- Gente, eu amo essa menina, ela é a mulher da minha vida, MAYARA EU TE AMO, TE AMO, TE AMO, VOCÊ É MINHA VIDA, MARAVILHOSA. – ele gritou na chuva

- Ai meu deus, o que você ta fazendo? – eu disse cobrindo o rosto de vergonha enquanto algumas pessoas que estavam ali me olhavam.

- Declarando meu amor por você vida.

- Ta eu sei, agora vamos.

Ele veio correndo e no caminho para o carro dei um leve tapa em seu ombro e dei bronca nele por me fazer passar aquela vergonha!

Notas finais
Lindinhos, lindos, lindões! Gostaram? Esse capitulo eu quero comentários hein? O que acharam do Thoso e da May? Falem ai, beijooooooooooooooos