Notas iniciais
oooi amores :) só quero deixar um agradecimento a Thayanara que me ajudou a escrever a parte hot! Enfim leiam ai.
Esse capitulo contem cenas de sexo caso isso te insulte NÃO LEIA.

Logo depois foi descendo até chegar nos botões que abriam minha blusa, ele foi abrindo um de cada vez com um sorriso safado no rosto, e a cada botão aberto um beijo e foi assim até tirar a minha blusa totalmente e eu ficar somente de sutiã, agora era a minha hora, montei em cima dele e fui tirando sua blusa aos poucos e a cada parte levantada aparecia aquele tanquinho sarado, oh meu Deus a academia tava fazendo um bem viu?! Fui dando leves beijos em seu abdômen o fazendo rir maleficamente, finalmente tirei sua camisa e agora ele queria dar o troco, subiu em cima de mim novamente, mas dessa vez desceu um pouco mais, chegando ao meu short ele me olhou e sorriu, fui puxando de vagar fazendo um suspense e beijou minhas pernas, agora a minha vez, sem cerimônias fui direto a sua calça, sim a calça era apertada (hahahahahaha), mas consegui tirar, vi que o Pedro JR já estava em ação, e o volume não era pouco não! Logo tudo foi acontecendo, o Pedro já não era mais aquele ‘fofo’ de sempre agora o desejo o transformou e sim eu adorei. Ele tirou meu sutiã e em meio a risadas gostosas ele chupava e massageava meus seios e beijava meu corpo enquanto eu bagunçava seus cabelos, depois se voltou a minha boca me dando leves beijos e repetindo com voz rouca “eu te amo muito” e eu em meio a gemidos só respondia “eu também, muito!” estávamos numa sincronia perfeita até que o celular dele começa a tocar.

- Amor...seu...celular – eu dizia entre as pausas dos beijos.

- Deixa tocar, agora é só eu e você. – e piscou o olho ficando de joelho por cima de mim- posso? – e desviou o olhar para a parte de baixo do meu corpo.

- Hoje eu sou sua, pode fazer o que quiser. – e sorri.

Ele foi descendo de vagar distribuindo beijos na minha barriga, chegou à calçinha e mais uma vez deu aquela risadinha safada que só ele tem, foi tirando aos poucos com a boca e quando eu já estava completamente nua ele chegou na minha vagina com leves lambidas. Ele me olhou e sorriu, enquanto eu retribui com uma cara de tesão e ansiedade. Pedro Lucas começou com lambidas e chupadas devagar e logo sua língua estava toda dentro de mim. Eu tentei me segurar por mais tempo, mas quando ele começou a me massagear com um, dois e três dedos, eu já não agüentava mais e gozei em sua boca, que o fez morder meu grelho de leve.
Eu o puxei para cima e o abracei mostrando um pouco de insegurança, ele compreensivo como sempre me olhou e passou a mão em meu rosto

- Não quero te deixar envergonhada, se você quiser eu paro. – e beijou minha bochecha.

- Não, não você não tem culpa de nada, é que eu não faço isso sempre. – e sorri tímida.

- Você confia em mim? – ele disse quanto olhava em meus olhos.

- Confio. – e sorri.

- Então deixa eu te fazer mulher. – e me abraçou mordendo minha orelha.

- Eu deixo! – sussurrei em seu ouvido.

E sem antes colocar uma camisinha, Pedro lucas me penetrou rápido me fazendo gemer baixinho, mas ele sempre abafada meus gemidos com beijos carinhosos e foi assim por alguns minutos em diante e quando finalmente já estávamos satisfeitos com o acorrido nos beijamos num intensidade perfeita até faltar ar. Me vesti igualmente a ele, ficamos deitados olhando a lua que tinha acompanhado toda aquela cena de amor, rimos dessa loucura toda, fazer amor em uma montanha com visão pra maior capital do Brasil, é loucura demais.

- Pedro olha à hora, vamos embora. – eu disse quando olhei meu celular.

- Mas já? Ta tão bom aqui. – ele dizia enquanto alisava meu cabelo

- Minha mãe vai me matar, eu falei que chegava cedo e já é 02h00 – eu disse enquanto recolhia minhas coisas do chão.

- Ta bom, mas me promete uma coisa? – e pegou na minha cintura me virando em sua direção.

- Sempre. – e olhei em seu olho que brilhava com a lua.

- Promete –e pegou na minha mão- que vai lembrar-se dessa noite pro resto da sua vida e que vai lembrar que tudo o que eu fiz hoje foi uma demonstração de amor.

- Prometo agora minha vez –e segurei em sua outra mão- promete que vai dormir bem abraçadinho comigo, vai me esquentar e vai dizer o que te vier na cabeça hoje em meu ouvido?

- Ta me chamando pra dormir na sua casa? – e me abraçou forte.

- Claro.

- E seus pais? – ele disse apreensivo

- Você é meu namorado, eles não vão ligar.

- Ótimo, então vamos.

E fomos em direção ai carro, voltamos para minha casa ouvindo musicas da restart, as mais antigas do primeiro CD, as que eu mais amava pra falar a verdade. Ele cantarolava baixinho me fazendo lembrar-se de todas as vezes que eu ouvi aquele CD sozinha e tive certeza que um dia eu ouviria ao lado dele, quando estávamos na metade do caminho eu me lembrei de uma coisa que me deixou nervosa.

- Pedro. – eu disse meio desesperada.

- O que foi amor?

- A gente não usou camisinha. – eu disse nervosa.

- AI MEU DEUS, é verdade. – e passou a mão na cabeça.

- E agora? — eu falei ‘comendo’ as unhas.

- Calma, deve ter uma farmácia por aqui que venda pílula do dia seguinte.

- To com medo. – eu disse com lágrimas nos olhos.

- Confia em mim, calma. – e pegou na minha mão.

Demos uma circulada com o carro pelo bairro que estávamos e achamos uma farmácia 24 horas, aberta. Descemos e fomos em direção ao caixa eu perguntar se ali vendia a tal pílula, para a nossa sorte, sim. Fomos de novo para o carro, paramos em um lugar ali próximo o Pedro já tinha aproveitado e comprado uma garrafinha de água no bar ali perto.

- Me da. – eu disse estendendo a mão para pegar o comprimido e a água.

- Espera, deixa eu ler isso aqui direitinho, não quero que você tome essas coisas sem saber os efeitos colaterais.

- won que fofo gente. – falei suspirando.

- Bom aqui ta dizendo que pode te deixar enjoada e com febre. – e fez a carinha mais fofa do mundo.

- Não tem problema. – e peguei a caixinha da pílula da mão dele.

- Tem certeza? – e mais uma vez fez um bico.

- Tenho. – e sorri com os olhos cheios de lagrimas, eu estava morrendo de medo, mas não queria deixar isso transparecer para ele.

- Me desculpa por ta te fazendo passar por isso ta? – e beijou minha testa.

- Tudo bem, a culpa não é sua, foi um deslize de nos dois.

- Ai deve ser horrível tomar isso ai, mas é pro nosso bem, não temos idade pra ter filhos agora.

- Isso mesmo. – e suspirei enquanto encarava o remédio tomando coragem.

- Mas eu ainda quero ter nossos filhos ta?! Nossa família grande, um monte de ‘pimpolho’ correndo pela casa. – e sorriu olhando para o nada como se estivesses sonhando acordado.

- Eu também quero, mas vamos logo adiantar isso que preciso ir pra casa. – e aproximei a pílula da minha boca.

- Ok amor, vai com calma, respira e engole. – ele falou e uma forma engraçada.

-eeeca! – eu disse fazendo careta depois de engolir a pílula.

- É ruim? – ele disse fazendo careta.

- É muito, credo – e bebi mais um gole de água.

- Vê se melhora. – e meu deu um beijo doce.

- Sempre –eu disse logo após o beijo- agora vamos.

- Vamos. – e deu partida no carro.

Fomos pra minha casa, quando chegamos lá já eram 03h00, entramos em silencio pra não acordar meus pais, mas tarde demais quando entramos meus pais ouviram.

- Merion, volta agora. – ouvi meu pai com voz de bravo e olhei pra trás.

- Oi Paizinho lindo. – e sorri.

- Oi tio. – disse o Pe coçando o pescoço.

- Onde vocês dois estavam? – disse a minha mãe brava.

- É...é...lá... – eu falei gaguejando.

- Na casa do Lucas, é la na casa do Lucas. – disse o Pedro sorrindo sem graça.

- Até essa hora? – os dois falaram cruzando os braços.

- É a gente perdeu a hora. – e disfarcei.

- Tudo bem, mas amanhã quero ter uma conversa com você Merion Schappo. – falou minha mãe.

- Ta ok mãe, vou dormir porque ta tarde né? –e ri- tchau boa noite te amo. – e puxei o Pedro Lucas pro quarto, acho que ela ia falar algo sobre o Pe dormir lá, mas fechei a porta antes.

Notas finais
huuum hahahahaha Merion e Pe ♥ fofos demais né?! bom deixem reviews pra eu continuar, beijooooooooooooooos.