Eu e os caras corremos como se não houvesse amanhã e era uma das melhores coisas que eu poderia ter, estar ali na minha casa, fazendo o que era de minha natureza, sabendo que a minha família e todos os que eu considero que fazem parte dela estavam bem. Cada um sendo feliz a sua maneira.

Quil, Paul e Jared zombaram bastante de mim pelo fato de eu já estar correndo daquela forma e pela tarde anterior em que eu me distrai com Edward e me esqueci deles, mas tudo aquilo era o que me alegrava por não ter perdido. Os caras mais fodas e idiotas do mundo eram meus irmãos e nada no mundo me arrancaria aquilo mais. Mesmo que isso me tornasse um idiota também.

Acabamos voltando á noite, e as mulheres Cullen já haviam cuidado do jantar enorme, pois éramos muitos lobos e voltamos famintos. E como há muito tempo não acontecia enquanto eu estava presente em meio a eles, nos reunimos após isso em torno de uma fogueira erguida por meu pai, e então a comunhão das nossas histórias voltou a ocorrer de forma familiar.

Quando voltamos, Alex e Renesmee dormiam, por já estar perto do alvorecer. Apesar do sono que eu estava, consegui me manter acordado até chegarmos em casa e poder colocar nossos filhos em suas respectivas camas, me jogando na nossa cama logo em seguida. Edward se deitou logo a meu lado e ficou fazendo carinhos em minha cabeça. Aquilo era tão bom.

Naquela mesma manhã Alec e Emmett se encarregaram da construção da casa em que os ex-Volturi morariam, não muito distante da de Carlisle e Esme, digamos que á mesma distância que a minha e de Edward era da casa grande, porém para o outro lado. Claro que fazendo aquilo eles estavam querendo chamar a atenção de suas esposas. Vampiros tentando bancarem os machos alfas. Ficou pronta no dia seguinte, incluindo acabamentos como pintura e alguns detalhes. Mas não sem antes arrancar algumas risadas pela falta de jeito primária de Alec com pregos e martelos, ele martelava mais a si mesmo do que a tudo, mas logo pegou o jeito como o vampiro habilidoso que era.

Alice, Esme, Bella e Alec foram para a cidade comprar os móveis que precisariam, mas Bella e Alec não desceram do carro para não gerar muitos boatos sobre sua nova aparência, quase tão alva quanto papel.

A casa deles ficou confortável e elegante ao padrão Cullen, ou seja impecável. Além de que um quarto extra fora criado para as noites em que Renesmee quisesse dormir com a mãe, aliás ninguém poderia e nem mesmo negaria isso a nenhuma das duas.

Seth resolveu que ia ao cinema com Vladimir naquela mesma tarde, queria exibi-lo por ai como se fosse um troféu e para ele era mesmo. Estar com Vladimir para ele era mais do que uma simples relação com alguém, era mais do que ele pensava que poderia merecer. Mas apesar de sua aparência mais corpulenta e adulta do que deveria ser, ele ainda tinha apenas 15 anos aos olhos do povo atrasado de Forks que ficaram aos buchichos ao vê-los juntos e de mãos dadas ainda por cima, já que além de homem, Vladimir tem aparência de mais velho até mesmo do que Edward. Cerca de 25 ou 26 anos é o que se pode dar á ele.

Por falar em atenção, Renesmee e Alex passaram o resto da semana querendo ficar apenas comigo e Edward em nossa casa, apenas nós quatro e todos os outros respeitaram isto, nem mesmo vieram trocá-los ou penteá-los como tem a mania de fazer.

E dessa forma eu me esquecia e tudo além daquele espaço com cheiro de vampiros que não me incomodava em nada, que não me fazia tremer ou rosnar e me lembrar disso me fez rir de forma despreocupada.

— O que foi ? — Questionou Edward com Alex nos braços enquanto eu e Renesmee líamos O mercador de Veneza. Acho que era a quinta vez que eu o lia para ela. Ela mal tinha nascido e era apaixonada por Shakespeare, tal como Bella.

— Estava lembrando de quando tudo isso começou, de como foi difícil ! — falei e o sorriso bobo que se fez em meus lábios não me permitia negar que estava aliviado por ter passado por tudo aquilo e ainda estarmos juntos, ou melhor por milagrosamente ainda estarmos juntos e bem — A transformação, os segredos se revelando aos poucos. Nossas vidas dariam livros !

— Ou contos inteiros ! — Disse ele se sentando a nosso lado, entre mim e Nessie — E eu teria muito orgulho de lê-los !

— Eu amo muito vocês ! — Disse Renesmee passando seus bracinhos pouco maiores que no dia anterior por nossos pescoços em um abraço coletivo que nem mesmo em sonho machucaria o irmão.

— E nós amamos vocês ! — Disse eu beijando o lado esquerdo de seu rosto, o lado em que eu estava. Edward repetiu meu gesto, fazendo com que ela risse e ficasse vermelha.

— Mais do que a minha própria vida, meu anjo ! — Disse Edward levando seus lábios á testa dela e dando ali mais um beijo — Vocês são a minha vida !

— Eu te amo ! — Disse eu afastando meu rosto do de Nessie e fitando aqueles olhos dourado liquido que tanto me seduziam, neles eu via a minha própria alma e ela dançava feliz pelo simples fato de estar perto dele.

— Eu também te amo, Jacob ! — Disse ele sorrindo de um modo quase que infantil, que expunha seus caninos avantajados e invés de lhe dar a aparência que deveria ser temida por todos que tem o juízo no lugar, ele parecia ainda mais bonito daquela forma.

— Se quiserem posso ir brincar lá fora ou colher flores com a tia Alice ! — Disse Renesmee fazendo com que o calor subisse por meu rosto, principalmente na região da bochechas.

— Não precisa, meu anjo. Vamos assistir A Bela e a Fera todos juntinhos aqui no carpete ! — Disse Edward sorrindo envergonhado — Segura o Alex enquanto eu preparo o lanche de vocês e pego cobertores ?

— Claro ! — Disse eu esticando meus braços em direção á nosso filho. Tê-lo em meus braços e não na barriga ainda era uma sensação estranha e nova para mim, mas era estranha de um modo bom. Ele sorriu para mim e gemeu algo, pensei em me levantar para buscar sua mamadeira de leite, mas antes que eu fizesse menção disso, Renesmee já estava á minha frente com o objeto esticado em minha direção — Obrigado ! — Disse eu voltando meu sorriso em direção a ela.

Em momentos como aquele em que o sobrenatural ficava da soleira da porta para fora, era tão bom me sentir humano e pessoas comuns que levam vidas comuns e até um pouco sem graça. Não que eu esteja reclamando de tudo o que eu recebi e de tudo que me levou até aquele momento ali, mas era bom ser normal e sem sal também.

Renesmee mesmo não sendo minha biologicamente, era a melhor filha que eu poderia ter. Geralmente crianças com a idade mental que ela tinha poderiam se sentir deslocadas ou até mesmo abandonadas já que por precisarem de mais cuidados, os bebês recém nascidos mesmo sendo híbridos como no caso, precisam de mais cuidado e atenção. Mas ela se colocou a disposição para ajudar.

O filme era bom, eu já havia visto várias vezes quando era criança e agora assistia com as minhas e meu marido, mas eu nunca tive paciência suficiente para ficar assistindo até o final, quando inventava de fazer isso com Bella ou com Seth, eu sempre acabava dormindo, e dessa vez não fugiu muito ao padrão, já que eu não me lembro de ter ido para a cama e nem mesmo de ter colocado Alex no berço. Será que eu o havia deixado cair ?

Tal pergunta fez com que eu erguesse meu corpo na cama, me levantando em um único movimento. Meu coração se agitou dentro do peito com a simples ideia de ter machucado meu filho.

— Você não o deixou cair, eu o peguei de seus braços quando seus olhos se cerraram ! — Disse Edward surgindo na porta com uma expressão facial tão sensual que me fez ter vontade de jogá-lo no chão, e fazer amor com ele e só desgrudar quando nossos corpos não aguentassem mais, mas se nós não nos cansávamos, isso nunca aconteceria — Nenhum de vocês aguentou esperar até o fim do filme. Renesmee dormiu no meu colo e Alex dormiu nos seus braços !

— E eu nem é preciso dizer o que houve ? — Disse eu mordendo meu lábio inferior.

— Que pena que você se levantou porque eu acabei de deixar os dois na casa dos meus pais e estava afim de experimentar o presente que Rosalie nos deu de casamento e até agora não tivemos a oportunidade de usar ! — Disse ele passando a língua minimamente pelos lábios como se para umedece-los.

— E o que seria ? — Questionei indo até ele e o puxando para mim após passar meu braço direito em sua cintura. Mas realmente não me lembrava do presente de aniversário de Rosalie.

— Vai pra cama e me espera por alguns minutos, tenho que pegar algumas coisas ! — Disse ele simplesmente lambendo meu pescoço em um único movimento, isso me fez gemer e fechar os olhos — Prometo que vai valer a pena !

— E como eu te espero, sentado, deitado ou nu ? — Questionei provocando, levando minha boca ao lóbulo de sua orelha e chupando-o, o fazendo gemer um tanto quanto alto.

Caminhei até a cama e resolvi não retirar a minha roupa, queria que ele a rasgasse, o amor é mais selvagem quando se está nervoso, como diria a música do Joe Jonas.

Demorou um pouco para que ele entrasse no quarto, mas trazia nos olhos apenas uma faixa preta.

— Dê as costas para mim ! — Disse ele e sua voz foi tão grossa que senti meu membro pulsar instantaneamente.

— Você vai fazer isso mesmo ? — Perguntei sorrindo incrédulo, já que nunca imaginei que ele fosse capaz de entrar nessas viagens de fantasias. Eu mesmo nunca havia me imaginado dentro de uma situação daquelas. Mas antes que ele resolvesse desistir, eu me virei lhe dando minhas costas. Logo a venda cobria meus olhos de forma que eu realmente não conseguia ver.

— Quero que sinta tudo que eu farei com você de uma forma mais perceptiva ! — Disse ele em um sussurro em minha orelha, fazendo meu corpo todo se arrepiar.

Suas mãos fizeram uma massagem relaxante em meus ombros que estavam tensos e quando percebi ele estava puxando minhas mãos para trás. Antes que eu pudesse protestar, o click dos círculos se fechando em torno de meus pulsos se fez ouvir pelo quarto.

— Você me paga, Edward ! — Rosnei sentindo ele posicionar minhas pernas de um modo que eu não ficasse sentado por sobre elas .

— Não quero que elas fiquem dormentes ! — Disse ele dando um beijo em meu joelho por sobre o tecido do jeans que eu usava — Você vai gostar ! — Disse ele e em um puxão, minha camisa havia se desfeito, isso me fez gemer. Escutei uma risada baixa vinda de seus lábios .

Ele me deixou de cueca e logo se posicionou em minhas costas distribuindo beijos por toda a extensão da pele que seus lábios podiam tocar, desde a região da nuca até minhas nádegas.

— Quero que seja obediente e que não diga nada. Tudo que eu quero ouvir hoje são seus gemidos de prazer ! — Disse ele e os lábios foram de encontro á meus dedos das mãos, chupando cada um. Nunca imaginei que pudesse sentir prazer com isso, mas a forma obscena com ele fazia, tal como se eu fodesse sua boca com meus dedos, me excitava.

Até que senti um líquido se derramando em meu ombro, pensei ser creme, mas logo seus lábios passaram a chupá-lo junto a chupar minha pele, o que me fez gemer. Em um gesto rápido, ele se sentou em meu colo e me fez deitar na cama de lenções impecavelmente brancos, senti o mesmo líquido cremoso sendo derramado em meu peito e barriga, o que me fez tremer de excitação pela ousadia de seu ato seguinte. E assim como fora feito em meus ombros, ele chupou cada centímetro banhado pelo que pelo cheiro reconheci ser leite condessado. Gemi ainda mais alto e manhoso quando seus lábios de demoraram em meus mamilos, ele sabia que aquilo era uma tentação para mim .

— Vou te deixar ver o próximo passo, mas nada de tentar se soltar ! — Disse ele com uma voz tão rouca que meu membro pulsou, ele viu isso e como prova de que havia visto, ele o mordeu por cima do tecido da cueca — Tenho tantos planos para nosso amiguinho ! — Disse ele o mordendo mais uma vez, me fazendo remexer meu corpo por sob o seu.
— Acho que vou colocar a sua mordaça, já que eu vou tirar sua venda ! — Disse ele arranhando minha coxa com suas unhas um tanto quanto compridas — Uma troca justa !

Meus lábios se abriram para reivindicar algo, mas ele me calou com um beijo cheio de desejo enquanto as mãos arranhavam de um jeito delicioso e antes nunca provado, a pele de meu peito. Na sua boca eu pude comprovar que era realmente leite condessado, e com o sabor da boca de Edward junto ... bom, eu poderia me viciar naquilo .

Só separou nossas bocas quando o ar me foi necessário e mesmo assim, me fez forçar um pouco mais meus pulmões.

— Você fica tão sexy assim, ofegante, gemendo por minha causa ! — Disse ele mordendo meu pescoço, de um modo que doeu, mas ao mesmo tempo era bom.

Senti seu corpo sair da cama e ouvi seus passos descalços se movendo pelo quarto e logo voltando para perto de mim.

— Abra a boca ! — Disse ele e eu logo obedeci, sentindo uma fita de couro fina tocando minhas bochechas ao mesmo tempo que uma espécie de bola de borracha era colocada por entre meus lábios. Poderia parecer estranho pensar naquela situação em qualquer outro momento, mas meu membro estava a ponto de estourar de tanto tesão por toda aquela situação.

Seus lábios foram de encontro a minha nuca enquanto ele me tirava a venda.

Suas mãos seguravam uma lata que reconheci ser de chantilly no momento em que meus olhos puderam vê-lo de novo, e ele estava tão sexy com aqueles cabelos bagunçados, já livre de suas roupas e pura e simplesmente nu diante de meus olhos.

— Primeiro, eu vou brincar com você, depois te deixo fazer o que quiser comigo ! — Disse ele mordiscando meu lábio inferior mesmo com a mordaça — Está com medo de mim ? — Questionou passando os dedos no meu couro cabeludo, o que me fez gemer de forma abafada por causa da mordaça enquanto balançava a cabeça negativamente. Seus lábios se repuxaram em um sorriso safado que só ele tinha.

Respondi negativamente que balançando a cabeça e ele tornou a fazer aquilo comigo, passar o líquido por meu ventre após me fazer deitar na cama, só comigo vendo o que ele estava fazendo, fazia com que meu membro pulsasse ainda mais dentro da cueca.

Usando as duas mãos ele rasgou o tecido de minha cueca, expondo meu membro em riste. Sem pudor algum ele simplesmente abocanhou o de uma vez só, sem aviso prévio.

Eu praticamente urrei com aquela imagem de Edward me sugando com aquela boca fria que sabia muito bem o que fazer.

Senti que ele colocava um pouco do doce em espuma em meus testículos e logo sua boca desceu até eles para cuidar pessoalmente da limpeza deles. Desejei estar em minha forma lupina apenas para poder uivar, porque tudo aquilo era tão bom. Mas seus lábios logo saíram dali e deslizaram sedutoramente por minha perna esquerda, essa que ele levou com ambas as mãos seguravam, e seus lábios continuaram descendo até chegarem á meu pé. Pensei que ele não o faria, mas logo eu o senti lambendo e chupando cada um de meus dedos do pé, meu corpo inteiro se contorcia e ele ria enquanto o fazia.

Sempre achei que pés e bocas não se relacionavam e que se aquilo ocorresse comigo um dia, eu não sentiria tesão algum. Pelo contrário, meu corpo pedia cada vez mais por aquilo, mas também Edward sabia muito bem o que estava fazendo. Tive de me controlar muito quando ele fez o mesmo com o outro para não gozar. Só quem já teve os pés tocados daquela maneira sabem descrever o quão incrível aquilo é.

Edward sem cuidado algum fez com que eu me virasse, ficando assim com o peito colado á cama e consequentemente com meu traseiro virado para cima.

Seus lábios logo se apossaram de meu pescoço, literalmente mordendo minha nuca e chupando o local. Ao que eu podia perecer, minha pele estava realmente sangrando e ele estava provando o liquido dali e aquilo era pura e simplesmente tão excitante que eu gozei sem mesmo tocarmos em meu membro .

Como ele estava em cima de minhas costas, me prendendo por entre seus joelhos, como se eu quisesse ou pudesse fugir dali, podia sentir seu membro duro como aço tocando minhas mãos algemada e mesmo estando juntas sob pressão eu consegui afagar seus testículos, arrancando um gemido rouco e manhoso ao pé de meu ouvido.

— Que garoto ... desobediente... desobediente e ... gostoso ! — Gemeu ainda mais dificultado, porque eu havia conseguido passar meus dedos em torno da sua grande e a estava manipulando — Não era ... o que eu ... planejava para agora, mas ... mas ... suas mãos são tão perfeitas !

Fiz o melhor que a situação me permitiu, já que eu não enxergava seu membro e nem mesmo podia tocar da maneira que queria.

Senti que ele estava perto e por isso passei a movimentar minha mão da maneira mais rápida que consegui, mas ele se afastou, e logo pude sentir seus lábios percorrendo o caminho de minha coluna, fazendo meu membro já recém desperto de novo, pulsar. Ele tornou a lesionar minha pele com arranhões que sangraram após o contato de suas unhas, passando os dedos longos e elegantes por minhas costas, fazendo com que a cada pequeno e leve corte que era feito, meu corpo se mexesse para baixo de forma impulsiva e automática.

Ele mordeu toda a carne de minha nádegas ao mesmo tempo que a apertava com os dedos, pensei que ele fosse levar aquilo outro passo, mas senti ele se sentando na cama a meu lado, pensei em virar meu rosto em direção a ele, mas ele travou minhas costas daquele jeito com os pés. De uma forma até meio bruta, mas que me fez rosnar de excitação.

— Vou te soltar e tirar sua mordaça, mas quero que faça o que quiser comigo ! — disse ele se deitando, ao que o movimento pareceu fazer no colchão afundar.

Suas mãos logo retiraram a mordaça me fazendo abrir e fechar a boca algumas vezes, e quando suas mãos fizeram pressão nos objetos em torno de meus pulsos eles se quebrara. Levei alguns segundos para me sentar na cama, minhas costas doíam levemente pelo desconforto da posição, mas me recompensando com a imagem de Edward deitado no colchão, os braços dobrados atrás da cabeça e dois líquidos brancos espalhados pela extensão de seu corpo branco, quase se confundindo com aquilo. Um sorriso torto se fez em meu rosto quando percebi um monte maior dos cremes em seu membro.

— Acho que terei de limpar toda essa bagunça ! — Disse eu me curvando para sobre seu peito, mas antes de lamber e provar o misto do sabor de seu corpo com os doces, uni nossos lábios de forma despudorada e desesperada, e o gosto que senti ali era incrivelmente gotoso, era além do que eu já esperava, havia o gosto do meu sangue ali no meio e isso de certa forma me excitou.

Escutando isso, Edward mordeu meu lábio inferior em meio ao beijo, de forma que ele sangrou e compartilhamos do meu líquido vital.

A nova criatura em que eu havia me tornado, gostava daquele sabor e não era em vão. O gosto que sempre me pareceu ruim, era maravilhoso.
Me empenhei em minha obrigação e apesar de grudento, eu deixei seu corpo limpo, me demorando mais em seu membro, ele pensou que eu continuaria com o oral, e por mais que eu quisesse sentir seu sêmen em meus lábios ou escorrendo em minha garganta, de uma só vez fiquei levantei meu corpo ainda mais e sentei em seu membro, arrancando o urro alto vindo de sua parte.

Fiz como haviam me dito, pensei no sangue que havia provado e deixei meu lado vampiro aparecer, e acho que foi por isso que eu nem mesmo vi que dois dias inteiros se passaram até que saíssemos daquela casa. Tudo bem que houveram os banhos demorados que devem ter levado mais de 10 % de toda a água potável do mundo, já que demoramos bastante em cada um.

Meu corpo ainda tinha necessidades humanas como dormir e se alimentar, mas naqueles dias eu não fiz nada disso.

Mas também nenhum dos segundos que foram passados ali, das caricias, dos toques, dos beijos, das palavras, mordidas, arranhões e putaria mesmo, não seriam esquecidos. Porque eram momentos só nossos, em que não existia nada nos cobrindo, nem mesmo a vergonha.

O jeito único com que os olhos de Edward me fitava durante e depois de cada vez, me mostrava que independente do que acontecesse, nada no mundo poderia nos separar porque depois de tanta coisa para poder ficarmos juntos.

Eu me sentia feliz.