Notas iniciais
Espero que tenham gostado do primeiro capítulo e para voces disponibilizo agora o segundo capítulo bem mais recheado e cheio de descobertas.

Acordei bem cedo pela manhã, dado que tinha de me preparar para ir para a escola. O medo em mim era algo notável e inevitável de demonstrar mas me mantive firme e começei a preparar-me, calçei os mesmos ténis pretos velhos e preparei a pasta com o uniforme pois mais tarde teria aulas de defesa pessoal. Durante o café da manhã, o contacto visual com Eric e Rebecca – os meus pais — era quase inexistente e eles puderam perceber que eu estava estranho naquela manhã. Questionaram-me acerca da minha má disposição e se eu tive um pesadelo durante a noite, eu respondi que não e rapidamente levantei-me da mesa e fui para a escola mesmo tendo deixado o meu pequeno-almoço pela metade. A nossa escola era no entanto um pouco diferente pois apesar das aulas convencionais, nós tínhamos aulas de combate e tiro, parecia um campo militar. Segundo as entidades máximas daquele vilarejo, era necessário aprender para que nós não nos sintássemos indefesos nunca e para que protegêssemos sempre o nosso povo. O nosso povo era muito unido pois estavamos centrados apenas em uma pequena parte do planeta, procuravamos sempre manter a harmonia entre nós e eramos muito prestativos uns para com os outros. Mesmo centrados em apenas um terço do Planeta que habitavamos, nós com o pouco que tinhamos, conseguimos desenvolver aquela pequena parte. No caminho para a escola, os pensamentos tomaram conta de mim. As ruas parcialmente vazias e o céu nublado meio que descreviam o que estava a sentir naquela manhã. Assim que cheguei a escola, questionei-me diversas vezes o motivo de estar lá pois nada mais fazia sentido para mim. Assim que tocou o sino para a saída,eu fui interpelado por uns amigos — Kane e Dinasty – que convidaram-me para ir comer alguma coisa. Kane e Dinasty costumavam ser os meus melhores amigos e nós almoçavamos sempre juntos depois das aulas numa lanchonete que ficava a esquina da escola, era um costume que tinhamos mas eu tinha um obejtivo a cumprir e não podia desviar a minha atenção dele, por isso, neguei-lhes a minha companhia. Eles perceberam esclarecidamente que havia alguma coisa de errado comigo naquele dia mas obsteram-se das perguntas e dizeres hábituais — aquelas que fazemos quando soubemos que tem algo de errado com um amigo – Está a acontecer alguma coisa? Se precisares de alguma coisa, podes contar comigo e por aí afora.

Apesar de ser uma “cidade” pequena e bastante quente, haviam 5 bibliotecas e eu tinha que descobrir, qual das 5 dispunha da porta vermelha que eu vi no sonho. Eu não tinha bem a certeza se era uma biblioteca, porém, eu precisava estabelecer um ponto de partida para as minhas investigações. Guiando-me apenas com um mapa, eu dei ínicio a busca pela verdade.
No final da tarde, devido ao cansaço e a uma forte tempestade que se aproximava eu tive de suspender as visitas as bibliotecas e só pude ir a duas que por acaso a primeira em que fui, detinha de uma porta vermelha semelhante à do meu sonho porém não havia lá ninguém. Eu não tinha certezas quanto a veracidade do meu sonho, a única certeza que tinha é que eu sempre senti-me incompleto naquele lugar e aquele sonho foi a resposta pela qual eu me sentia daquela forma. Algo em mim aclamava por tirar essas dúvidas. Eu queria saber mais sobre com quem realmente eu estive a relacionar-me durante todo esse tempo, eu queria saber acerca de mim mesmo e só conseguia pensar no caso de eu for como eles e o que fazer caso eu for a excessão. Naquele momento eu pus-me a pensar em diversas alternativas e como agir mediante a cada uma delas. Cheguei um pouco tarde a casa devido à tempestade...

— Chegaste tarde! Por onde é que andaste? — Questionou a minha “mãe”

— Eu, eu estava na escola. Ficamos até tarde porque precisávamos acabar um trabalho.

— Eu e o teu pai já estavamos a ficar preocupados. Esperas uns 5 minutos? Já vou aquecer o jantar para ti.

— Não precisa, eu estou sem fome e estou muito cansado. Vou dormir.

— Ta bem – Finalizou a minha mãe fitando o meu pai.

No dia seguinte...

Mal dormi durante a noite com ansiedade de descobrir o que estava a acontecer porém muito determinado e preparado para tudo o que pudesse vir a descobrir. Nessa mesma noite, tivera eu mais um sonho, um sonho onde mais uma vez vi o mundo de forma diferente, haviam prédios enormes e carros modernos. Era algo completamente diferente de tudo o que já tinha visto pois onde viviamos haviam apenas infra-estruturas de pequeno porte e muito simples. Havia apenas um edifício enorme perto de uma antena que chamavam de Base. Era o sonho de todo mundo entrar naquele lugar porém o acesso a entrada era bastante restrito.

Eu acordei ainda mais cedo do que o habitual porque fiquei com receio de demonstrar medo e acabar por levantar alguma suspeita e não queria ter que lidar com aquelas pessoas sem antes confirmar as minhas suspeitas mas na minha cabeça, o meu sonho parecia tão verdadeiro e quase não tinha mais dúvidas quanto a sua veracidade.

Decidi faltar a escola para poder dar continuidade as minhas investigações. Fui visitar as restantes bibliotecas e no meio do caminho suspeitei que podia estar a ser seguido porém podiam ter sido coisas da minha cabeça, os últimos dias tinham sido muito exaustivos e confusos mas para que garantisse, aceleirei o passo e foi o suficiente para que eu pudesse ver claramente os seus rostos. Eu tentei despista-lós ao entrar em um beco vazio com duas saidas opostas, eles passaram por mim e fui a correr em direcção a outra saída mas quando eu pensei que já tiverá me livrado deles, ao sair do beco, eles arrastaram-me para lá novamente.

— Não te preocupes Austin, eu sou o Jackson e este é o Abel, não vamos te fazer mal. Nós estamos aqui para te salvar.

Eu fiquei assustado, deduzi que se tinham apercebido das minhas suspeitas. E quando apercebi-me de que eles estavam cheios de armas de grande porte, eu tentei fugir mais uma vez por não acreditar no que eles estavam a dizer porém eles voltaram a alcançar-me...

— Como é que voces sabem o meu nome? Eu não conheço vocês e não preciso de ser salvo. Larguem-me — Pedi enraivecido.

— Por favor, precisas acreditar em nós — Abel.

— Austin, tu foste levado do planeta terra enquanto ainda eras um bebé — Explicou Jackson.

— E nós desde então, temos estado a tentar encontrar-te para poder tirar-te daqui — Concluiu Abel.

— O quê? Vocês têm me observado o tempo todo?

—Sim, mas é por uma boa causa — Garantiu Abel

— Tu corres riscos aqui. Precisas vir connosco, nós temos de encontrar o Sr. Griffin e sair daqui o mais rápido possível. Essas pessoas não são aquilo que pensas que são — Jackson.

— Sr. Griffin? Questionei

— Sim, um senhor já de idade que foi raptado por essas pessoas — Explicou Jackson.

— Porquê que ele foi raptado?

— Porque ele trabalha na NASA assim como nós e com certeza eles sabem que nós temos estado a tentar destruir eles antes que o façam — Explicou Jackson.

Eu estava pasmado porque tudo naquele momento tinha se encaixado, eles perceberam que já sabia que algo de errado estava a acontecer. Eu não sabia em quem acreditar mas mediante a tudo que vem acontecido, o argumento deles foi convincente mas eu precisava de mais provas...

— Então eu não sou igual a eles?

— Não! — Afirmaram

— E o que são vocês?

— Nós somos Humano

— Como é que eu posso ter a certeza que vocês não são como eles?

Abel tirou de sua pasta um pequeno dispostivo preto que a príncipio parecia uma calibre 35, o que me fez torcer o pulso do mesmo e posteriormente imobiliza-ló.

—Calma, não precisa ficar nervoso. Isto não é uma arma, é um dispositivo que foi desenvolvido pelo Abel em prol da Nasa para ajudar a capturar aquelas criaturas, ele acende vermelho no caso de estarmos perto daquelas pessoas. Consegues ver alguma luz vermelha nesse momento? -Questionou-me Jackson

Eu larguei o braço de Abel que gritava de dor mas obviamente, um dispositivo não era o suficiente para me convencer da verdade porém, as suas revelações faziam muito sentido e eu não poderia ter uma teoria melhor acerca do que estava a acontecer...

— E o que são essas “pessoas”? Aonde é que estamos? Curiosamente perguntei

— Nós precisamos sair daqui o mais rápido possível, assim que resgatarmos o Sr. Griffin, nós explicamos tudo — Vamos — Sugeriu Abel

Jackson é um homem muito sério e obstinado. Com um corpo atlético, pareceu ter sido bem treinado ou simplesmente é um soldado nato e cabelos pretos mas tinha um olhar profundo e triste. Abel por sua vez é um homem desajeitado, o seu cabelo grande, cacheado e desarrumado revelava uma certa despreocupação no que diz respeito a sua aparencia porém muito carismático e as suas actividades intelectuais são surpreendentes, apesar de não possuir um corpo atlético, Abel esta sempre disposto a dar a vida dele pelos seus assim como Jackson.

Entretanto, paramos em um depósito abandonado e eu contei acerca do meu sonho e mostrei o mapa onde estavam situadas as bibliotecas e fomos visitar as duas últimas restantes. Já desanimados por não termos encontrado o Sr. Griffin, começamos a pensar em diferentes lugares onde aquelas pessoas possam ter escondido o mesmo. Chegamos até a pensar que ele poderia estar na base o que seria muito mau porque não é fácil entrar naquele lugar sem ser visto.

— Será que vamos chegar a tempo de encontrar o Sr. Griffin com vida? — Abel

— Nós precisamos encontrar o Sr. Griffin o mais rápido possível — Jackson

— Eu estava tão convicto que ele estivesse numa dessas bibliotecas, ao passo que eu vi a mesma porta vermelha que surgiu no meu sonho.

— Austin... em qual das bibliotecas? — Questionou Jackson bastante apreensivo

— Na primeira mas não havia lá ninguém.

— Vamos voltar para lá! — Jackson

— Pode ser que tenhas deixado passar algo — Abel

— Vocês podem ter razão porque eu nunca tinha visto uma biblioteca com um sistema de segurança tão bom quanto aquela.

No caminho, Abel falou-me sobre a Terra, deu-me a conhecer sobre os objectivos da NASA e revelou-me como eles aperceberam-se da primeira invasão daquelas pessoas ao planeta Terra.

O Planeta terra é fisicamente exatamente como esse porém bem mais preenchido e tem uma população de cerca de 7,6 bilhões de pessoas.

— Mas isso não é nem um terço da população daqui.

— Pois é. Tu vais adorar conhecer o planeta terra.

— E acerca da invasão? Questionei de forma curiosa

A NASA já tinha identificado aquele planeta antes da invasão porém não sabiamos se havia vida nele. Passado alguns meses, a Nasa identificou uma perturbação ou seja um veículo jamais antes visto que se aproximava do planeta terra. Fomos alertados pelo sistema e logo em seguida acionamos um alerta para o departamento de segurança que é aonde o Jackson trabalha como chefe e em seguida eles foram em direção ao local onde o veículo tinha sido pousado porém não havia lá ninguém. Passados alguns dias, os astrólogos da Nasa começaram a registrar níveis de calor muito altos e o departamento da polícia de Nova Iorque, constantes perturbações a lojas, bancos e até mesmo as pessoas. O chefe da Polícia juntamente a sua equipa, através das câmeras de vigilância do Banco de Nova Iorque, elucidaram de que se tratava de um grupo de cinco indivíduos que estranhamente não assaltavam de concreto pois os mesmo não apoderavam-se de bens matérias nem dinheiro. Era como se só quisessem chamar a atenção, o que resultou pois algumas pessoas relataram terem visto pessoas com aparência “diferente”. O senhor Griffin que passou a desconfiar de que tais acontecimentos estavam interligados com a nave que tivera desaparecido, solicitou ao Departamento da Polícia de Nova Iorque, as gravações da câmera de vigilância para que o mesmo pudesse analisar. Uma vez confirmadas as suas suspeitas, o Sr. Griffin convocou Jackson e o seu departamento para uma reunião com o objetivo de elaborar um plano de emergência para capturar os indivíduos já identificados.

2.1 A Captura

No dia seguinte, todas as cadeias televisivas anunciaram que a NASA iria promover um dos maiores eventos já realizados por eles onde seriam leiloados artigos que contribuíram para o desenvolvimento tecnológico de alguns de seus equipamentos. Na verdade, o evento iria de facto se realizar porém como parte do plano para capturar os indivíduos, eles resolverem antecipar o mesmo. O evento que seria um dos maiores já realizados pela NASA, passou a ser mais restrito, apenas para grandes colecionadores pois a mesma independentemente do plano, precisava de fundos para continuar a investir nos seus equipamentos. A segurança foi bastante reforçada, tanto para proteger os convidados como também para capturar os indivíduo mas não tão reforçada pois três deles infiltraram-se na equipa dos garçons do bufê contratado e os outros dois por terem os fragmentos nítidos em seus rostos, entraram pelo sistema de ventilação que lhes levou a uma arrecadação. Os mesmos mantiveram-se lá até que o leilão começasse. Assim que começaram as solicitações, passados quinze minutos e já no terceiro item a ser leiloado, um dos indivíduos levantou a braço no acto de solicitar porém estava com uma arma na mão e disparou duas vezes. Assim que ouvimos os tiros, os seguranças invadiram o espaço completamente armados. Eles logo aperceberam-se de que estavam encurralados e fizeram de refém a Senadora do Estado de Texas e um dos empresários e colecionadores mais conhecidos de Nova Iorque que lá estava presente. Passados alguns segundos, eles gritaram pelos outros dois que se encontravam na arrecadação, era o plano B deles. Os mesmos exigiram que deixassem livre a passagem por detrás do sistema de ventilação que tivera sido a sua passagem para a arrecadação e assim que os seguranças o fizeram, dois deles foram conferir e garantir um veículo para que os mesmos conseguissem fugir. Uma vez as condições impostas cumpridas, os 5 indivíduos deram instruções do local em que os reféns seriam encontrados e avisaram que não queriam ser seguidos porém o Jackson que estava a monitorar o evento na sala das cameras, tivera se adiantado e mandado um grupo de seguranças camuflados para o local...

— Chegamos — Interrompeu Jackson.

O sol estava prestes a se por quando chegamos lá, a biblioteca já estava fechada mas nós decidimos entrar mesmo assim sem chamar a atenção, já era muito tarde e o edifício estava repleto de seguranças. Conseguimos entrar pela porta dos fundos que por sinal não era usada pois a mesma estava trancada por dois cadeados enferrujados o que facilitou ao jasckson quebra-lás com um alicate de corte grande retirado da mochila que o mesmo carregava e fomos em direção a porta vermelha. Graças ao Jackson que já suspeitava, descobrimos um chão falso, era uma espécie de porão onde finalmente estava o Sr. Griffin bastante magoado e assustado. De repente, ao sairmos do porão entraram duas daquelas pessoas com armas pesadas pois eles tinham percebido a invasão. Tentaram fechar-nos lá mas Jackson foi mais rápido e chutou a porta fazendo com que os mesmos caíssem para trás e ficassem inconscientes. Na tentativa de conseguirmos sair de lá com vida, eu e Jackson conseguimos derrubar aquelas pessoas em um combate de tiros que aproximavam-se rapidamente. Os mesmos despertaram um alarme para toda a cidade, avisando que nós estávamos à solta e tentando escapar. Foi bastante complicado sair de lá pois eles eram muitos e nós éramos apenas 2 fora Abel que ajudava o Sr. Griffin que estava ferido e sem forças para lutar. A nossa única opção foi lançar uma bomba de fumo que consequentemente causa tontura quando inalado.

— Suspendam a respiração — avisou-nos o Jackson que desarmou a bomba e atirou-a para o chão.


Assim que os seguranças caíram inconscientes no chão, Jackson, atirou para uma janela e com uma cadeira de madeira tirou os pedaços de vidro que se encontravam nas laterais da mesma após constatar que podiamos sair de lá através dela, atirando-nos para um caixote de lixo que estava na parte lateral do edíficio.

— Não será perigoso atirar-nos daqui? Questionou Abel em tom de preocupação

— Estamos no primeiro andar (risos) e essa é a nossa única opção — Jackson

—Provavelmente já estão uma dúzia de seguranças a entrar para o edíficio, nós precisamos ir – apresseio-os -


Depois de termos encontrado um lugar para curar as feridas do Sr. Griffin e pensar em um plano para sairmos de lá, o Sr. Griffin e os restantes contaram-me a história por detrás daquelas pessoas.

—Finalmente conseguimos encontrar-te, precisas preparar-te para ouvir o que tenho para te contar — Sugeriu o Sr. Griffin tossindo e com lágrimas nos olhos

—Não é melhor deixar para contar outra hora? Quando o Sr estiver melhor? — Sugeriu Abel

—Não, este rapaz já esperou muito tempo. Afirmou o Sr. Griffin

— Essas pessoas, são tudo menos humanas, elas são fruto da criação de um planeta que se formou a semelhança do planeta terra, por isso é que eles conseguem ter a aparência humana. Há muitos anos, eu, juntamente com a NASA, descobrimos a existência desse planeta a que denominamos “doppelganger” e dessas pessoas que uma vez, alguns já tiveram invadido o planeta terra. Foi assim que tu vieste parar aqui, essas pessoas que tens como pais, roubaram-te da maternidade. Nós até conseguimos capturar um deles...

— Isto é completamento insano — interrompi enraivecido

— Isso é um assunto bastante delicado. Por isso não me senti apto a contar-te — argumentou Abel

— Bom, como eu estava a explicar, posteriormente fizemos alguns testes e graças a esses testes, nós conseguimos desenvolver diversas armas e dispositivos como esse que o Jackson tem para podermos lidar com eles. A NASA juntamente com o governo dos EUA conseguiram encobrir o rasto dessas pessoas para que a população não entrasse em pânico. Depois de alguns anos, nós descobrimos que essas pessoas, estão a desenvolver armas poderosas e de grande porte para acabar com a raça humana e meios de transporte mais sofesticados que dariam a possibilidade de entrar no nosso planeta sem levantar suspeitas. Eles têm como objetivo principal sair desse planeta onde nos encontramos pois o mesmo está prestes a evaporar. Daí a necessidade de virmos nos infiltrar aqui para podermos salvar-te a ti e aos outros que foram levados do planeta terra, ganhar tempo e não deixar que aquelas pessoas invadam o planeta terra.

— E nós já estamos a correr muitos riscos — afirmou o Sr. Griffin olhando fixamente para o Jackson que desviou o olhar e assumiu uma postura cabisbaixa.

— Existem outros humanos aqui? Interrompi

— Infelizmente sim — disse o Sr Griffin tossindo

Desviando do assunto, Jackson concluiu que eles apenas raptaram o Sr. Griffin porque queriam obter informações acerca de um plano que ainda sequer tínhamos

— Vamos apenas focar-nos em lutar pelas nossas vidas — Jackson...

Notas finais
Obrigado por terem tirado um tempo para lerem a minha história. Espero que tenham gostado porque ainda tenho mais 4 capítulos para disponibilizar
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.