Etérea

7 Capítulo 7 - Maldição


Notas iniciais
Não teve capítulo semana passado porque esse capítulo ficou ENOOOORME! Aproveitem! E Comentem!

Casos como o anterior se tornaram algo comum e foi possível capturar dois Médiuns Impuros com o dom de Maldição que estavam fortalecendo a energia corrompida dos espíritos da cidade. Luana e Selene foram equipadas com objetos de purificação muito mais potentes por conta de Ravi não querer correr riscos com a segurança das duas. Apesar desse tipo de acontecimentos nenhum confronto significativo entre o Ministério e a Oposição aconteceu. Já havia passado três meses desde a expulsão dos agentes infiltrado da Oposição e querendo ou não todos haviam se acostumado com a situação.

As duas jovens almoçaram com Alice e mataram um pouco de tempo até a hora da reunião que tinham com Ravi. Era uma reunião comum para repassar um caso e dessa vez a amiga com poder de cura iria participar. Enquanto esperavam dar o horário aproveitaram para deixar as informações em dia.

– Então, vocês estão famosas. Já capturaram dois da Oposição. Me diz como foi que isso aconteceu. – Alice indagou.

– Olha, a gente nunca esteve tão atolada de trabalho e deve ter pelo menos mais dois para cada um que a gente prendeu. Sério, eu to começando a me arrepender de ter pedido para ficar nas investigações. – Reclamou a fera.

– Ignora ela, só tá chateada porque estamos sem tempo para jogar vídeo games ou ver seriados. Na boa, tratamos de 2 casos de poltergeist, 4 de possessão, 3 de espíritos da violência influenciando o ambiente e no meio tempo consegui capturar uma sereia. A vida não podia estar melhor. – A telepata falou sorrindo.

– Ai meu deus Luana, isso é trabalho demais. Sua viciada. – A curandeira ficou impressionada com a quantidade de trabalho considerando o tempo que passou, normalmente se tivessem três casos em 3 meses já era uma carga intensa.

– Ela é louca, pelo menos nesse trabalho que vamos receber hoje você vai estar junto. – Selene ficou aliviada com a presença de mais uma pessoa na investigação.

– Vocês só fingem que não estão animadas, posso até ser louca e viciada mas sou sincera. – Luana completo tirando a língua para fora.

– Aham, tá. Sincera, né?! Que nem você é sincera em relação ao Ravi, tô sabendo. – Selene brincou.

– Quê?! Me conta isso direito! – Alice fico super interessada.

– Ela vai negar até a morte, mas nossa querida amiguinha aqui e o nosso chefinho estão mó interessados um no outro. – Continuou.

– Aff! Selene, mó coisa da sua cabeça. Eu vou ignorar vocês e essa história. Até porque está na hora da gente ir. – A jovem levantou super corada e claramente constrangida.

– Awn, que fofo. Super apoio Lu! – Alice falou antes de se levantar e Selene ficou rindo mas seguiu as amigas. Continuar implicando com a amiga seria legal mas as responsabilidades vinham antes.

. . .

Chegaram na sede do Ministério e logo foram para a sala de Ravi, lá já estava seu Chefe e duas meninas que já eram conhecidas para as demais.

– Beatrice, Ananda! – Luana falou indo abraçar as duas.

– E ai Luana, tudo bom? – Ananda cumprimentou.

– Tá bom, chega! – Falou Beatrice soltando-se do abraço da jovem.

– Vocês podem continuar com esse reencontro depois. Vocês todas vão trabalhar juntas no caso dessa vez. – Ele falou cortando a situação. – Se ajeitem que ou vou começar a apresentação do caso. – Todas sentaram-se e ele começou. – Vocês vão investigar algo meio incomum e por segurança vão em grupo maior. O caso é de um centro comercial de quatro andares o qual é comum acontecerem suicídios, só nesses últimos meses a quantidade aumentou considerativamente, saiu de 3 a 4 por anos para 5 nos últimos três meses.

– Mas. . . Isso não é bem a nossa área não interessa quão forte um foco de energia de auto destruição seja, ele não pode obrigar alguém a se matar. Aliás, não vejo como tem haver se quer com a oposição. – Luana falou revirando os olhos, sabia que ia odiar aquele serviço.

– Que pena que não é você quem decidi isso. – Ravi retrucou com um sorriso cínico. – Enfim não to afim de explicar, peguem o arquivos e vão embora logo. – ele falou sem paciência e visivelmente indo resolver algum outro problema.

As meninas fizeram uma cara de encrencadas pegaram o arquivo e logos saíram do recinto. Cada um foi para a sua casa iriam se encontrar lá depois das 22hrs quando acaba o horário comercial e elas podem começar a investigação.

. . .

Todas se encontraram na praça de alimentação aonde acontecerem os incidentes e começaram a instalar todo o aparato padrão de captação de indicativos sobrenaturais. Quando haviam preparado tudo se juntaram para discutir como iriam fazer

– Então, tem eu e a Beatrice que somos Paranormais com Telecrácia, a Selene é uma Fera Dragão, a Ananda que é uma Paranormal com Transmutação e a Alice que é uma Médium de Cura. – Luana falou. – Acho que podemos ficar em dupla normalmente e a Alice fica observando os monitores para ver a situação e ficar de prontidão caso aconteça alguma coisa.

– Pode ser, o bom é que a Luana resolve tudo e a gente não precisa pensar em nada. – Respondeu Ananda. – Ou a gente podia se jogar que nem a galera e deixar o chefe cuidar da bagunça. –Riu.

– Ai, Ananda, não brinca com isso. –Indignou Alice.

– É não brinca com isso Ananda. Fora que é muito mais fácil jogar o nosso chefe. –Completou Beatrice.

– Ai meu deus vocês duas. – Luana colocou a mãe na frente da cara.

– É eu acho que é melhor a gente começar a trabalhar. – Selene falou arrastando Luana e fazendo os demais seguirem seus caminhos também.

Ela ficaram fazendo ronda no andar durante duas horas até que todas cansaram de ser profissionais e todo mundo sentou numa roda e começaram a jogar copo d'água. De tempos em tempos alguém ia olhar os monitores.

– Eu não sei como a gente ainda inventa de jogar copo d'água com a Beatrice e a Luana. Porque não jogar cartas com duas pessoas que sabem ler a mente?! – Selene falou passando uma carta para Alice.

– Ah, mas eu confio na integridade delas. – Falou Alice passando uma carta para Luana.

– Viu? Só porque nós temos um poder não quer dizer que vamos trapacear. – Luana passou a carta para Ananda e discretamente abaixou sua mão, Beatrice abaixou logo em seguida.

– Ah só falta elas falarem isso enquanto batem. – Ananda percebeu e baixou sua mão também, seguida de Alice. Beatrice começou a segurar o riso.

– Seria muita babaquice da parte delas... – Assim que Selene tirou seus olhos da próprias cartas para ver como tava o jogo e viu que só ela estava segurando as cartas ficou vermelha de raiva. – Ah, tá de palhaçada comigo! Porque a gente ainda ta jogando esse jogo?! – Bufou.

– Porque é legal te ver bebendo água até não conseguir mais. – Falou Beatrice rindo.

– Vish, daqui a pouco a gente vai é apanhar dela. Eu vou é verificar os monitores para não ficar no meio. – Ananda levantou e foi verificar.

– É daqui a pouco vocês vão apanhar! – Ameaçou a Fera ainda com raiva.

– Poxa, mas você não pode culpar elas por você sempre perder. Afinal, eu não leio a mente e ainda não tive que beber o copo d'água. – Falou Alice.

– Sssshhhhh! Você não tá ajudando. – Luana falou para a amiga e dando uma abraço na Fera que estava emburrada de braços cruzados.

Acabaram que não conseguiram se segurar e todas acabaram rindo da situação, até que Selene que tava de mal humor mas acabaram se silenciando com um grito de Ananda para que se juntassem a ela. Quando chegaram viram que todos os monitores haviam caído a temperatura com exceção do que apontava para o lugar onde elas estavam, sendo assim estavam cercadas por alguma presença.

– Olha, se isso é só energia bruta de auto destruição eu tenho a leve impressão de que não é assim que funciona. Quer dizer, ela não tem intelecto para pensar numa emboscada.

– Você tá certa Beatrice, a energia de auto destruição não tem. O que significa que é alguém que está controlando essa energia. – Luana respondeu séria. – Essa situação não está nada boa. Vamos todas juntas para fora daqui. A única maneira de lidar com isso vai ser acabando com a fonte. – todas pegaram suas coisas rapidamente e seguiram a jovem que começou a correr em direção as escadas para uma fuga do local.

Quando começara a correr uma energia negra como tentáculos começou a brotar do chão tentando pegar elas. Começaram a correr ainda mais rápido mas ainda assim tinha que desviar da energia. – Essa merda não é energia de auto destruição, isso é miasma! – Gritou Luana. – Se pegar vocês é bem provável que te joguem do andar e vocês morram parecendo suicídio! – Mesmo correndo com toda a vontade Alice não era tão rápida e começou a ficar para trás.

Preocupada com a amiga Luana mandou todo continuarem seguindo para saída enquanto ela procurava aonde a Médium Impura de Maldição estava, se conseguisse parar ela também pararia o miasma. Com Telecrácia nível 3 só conseguia usar seu poder de telepatia, mas isso ia ter que servir. Depois de dar uma boa volta no local conseguiu encontrar a Médium responsável pela aquela energia venenosa que estava as perseguindo. Era uma jovem alta de cabelos curtos cor de rosa chiclete acompanhada de um jovem levemente mais baixo que ela de cabelo avermelhado em um topete.

– Vish, parece que me acharam. – A inimiga falou rindo. – Pena que você vai ter que enfrentar meu miasma. – Ela riu e do nada uma onda preta avançou para cima de Luana a acertando no peito. Uma luz branca brilhou no lugar aonde a garota foi acertada e a energia negra desapareceu.

– Acho que você vai ter que fazer melhor que isso... – Ela abriu seu casaco lilás e no peito dela tinha uma pequena teia de purificação.

– Como? Era para meu miasma ter totalmente destruído essa sua teia de nada. – O medo estava estampado nas feições dela.

– Bem simples, uma teia de purificação de um Médium nível 6 feita de dentes de dragão e crina de pégaso. Se eu fosse enfrentar todo o miasma que você depositou no local talvez a teia quebre mas só o que você está usando em mim vai ser muito difícil de me deter. – Luana deu um sorriso maléfico. – Acho que agora eu estou na vantagem. – Avançou em direção a jovem com uma poção aberta que jogou nela, quando acertou ela começou a queimar, não a pele mas o espírito dela.

– Isso é água benzida! A gente tem que fugir daqui. – O parceiro da garota a abraçou e Luana só conseguiu ver eles se teleportando.

– Droga! – Correu para o parapeito para ver se conseguia ver aonde eles se teleportaram. Por sorte não tinham ido longe e precisariam de alguns segundos antes de fazer um segundo salto e isso foi o suficiente para Luana quase o alcançarem, continuou correndo e a cada pulo ficava mais próxima dos inimigos até que finalmente conseguiu se aproximar, foi quando uma barreira de fogo rosa foi criada a sua frente. – O que diabos?! – Gritou.

Então outra dupla apareceu, uma jovem de cabelos alaranjados acompanhado de um jovem de cabelos castanhos claro que estava com os punhos cerrados pegando fogo. Luana não teve escolha a não ser deixar os outros dois escaparem e tentar lidar com ou dois a sua frente.

– Você é a telepata nível 7 super poderosa?! Acho que está todo mundo te superestimando! Eu sou Eric e essa é a Diana e a gente que vai acabar com você!

– Cala a boca! Para de dar informação desnecessária para ela! – A parceira dele o censurou. – Vamos acabar isso antes que a gente fique para trás.

– Nossa, que medinho um elementar ta se achando. – Luana provocou. – E você? Que mega ultra dom é o seu para achar que podem me vencer? – Falou para a menina.

– Sua idiota! Ela é uma Fera Nekomata! Acha mesmo que vai acabar coma gente facilmente?

– Caçamba, Eric! Já falei que não é para você dar informação a toa! – Ela parecia mais brava com o garoto do que com Luana.

Luana aproveitou para começar a correr para a saída, se ela fosse realmente um nível 7 ele ficaria para lutar. Lidar com um médium somente com telepatia era possível, agora lidar com um Paranormal e uma Fera?! Era pedir demais.

. . .

O miasma que estava seguindo as quatro garotas cessou quando elas tinham acabado de chegar na saída do local, deram uma pausa para respirar, mas enquanto esperavam Luana reaparecer deram de cara com um casal se teleportando de frente para elas. Todas se ajeitaram e encararam os dois com más intenções.

– Nossa, imagino que eles são os responsáveis por essa nossa corrida, né? – Selene falou fechando os punhos e tomando sua forma dracônica.

– Vocês querem mesmo perder o tempo de vocês com a gente?! Não se importam com a amiga de vocês que esta sendo atacada por uma fera e um paranormal? – O jovem perguntou tentando conseguir se livrar das meninas.

– Selene, vai lá ajudar a Luana. Deixa que eu e a Ananda lidamos com esses dois. – Beatrice falou tomando a frente. – Vamos matar esses desgraçados!

– Eita, eu nem quero ver o que ela vai fazer com essas duas. – Ananda completou rindo. – Ou esse dai é um menino? Se for tenho certeza que é gay.

– Eu sou um homem e não sou gay! Eu sou o Pablo e essa é minha namorada! – Ele brigou com a suposição da inimiga.

Selene Ignorou a situação e voou para o andar de cima aonde Luana iria estar. Ananda se abaixou e usou o mármore do chão para fazer pontas de lanças que jogou para Beatrice que usando sua telecinésia as jogou de encontra os inimigos. Novamente o garoto se teleportou mas as duas eram mais rápidas e o casal acabou com alguns cortes. Eles então tentaram se teleportar para a saída mas foi ai que Beatrice aproveitou a oportunidade para usar a telecinésia neles os jogando de volta para dentro do recinto.

– Ah, você quer fugir?! Desculpa, mas de mim vocês não fogem! – Beatrice sorriu antes de terminar de apagar os dois.

. . .

Luana conseguira correr um pouco mas Diana tomara a forma de Fera e conseguiu a alcançar. Estava certa e certa de que dessa vez ia apanhar, mas foi ai que ouviu um rugido conhecido e viu o enorme dragão sobre si.

– Bem, vocês podem até ser fortes mas duvido que sejam mais fortes do que eu e um dragão juntos. – Luana provocou.

– Eu vou é acabar logo com isso, ninguém merece lidar com esses merdinhas. – Falou Selene com sua voz rouca de dragão.

Os dois vacilaram e foi o suficiente para o dragão dar um rasante apagando o paranormal e machucando a Nekomata. As duas feras voltaram para suas formas humanas e Selene se aproximou da outra Fera.

– O que diabos você acha que está fazendo? – Ela bufou de raiva pegando Diana pelo colarinho. – Nenhuma Fera que se preze se meteria com Wyverns ou Pesadelos. O que diabos você ta fazendo na merda da Oposição?!

– Por favor não me mata, não me mata. – Ela tremia de medo, Luana se aproximou e fez com que a amiga a largar-se.

– Chega Selene! A gente não vai matar ninguém.

– Ah, mas a gente bem que podia.

– Ah meu deus, vai levar aquele desmaiado para junto das outras enquanto eu resolvo com essa daqui. – Selene olhou de forma ameaçadora para Luana. – Não me olha assim. Só vai. – A Fera deu uma bufada mas pegou o menino pelo pé e saiu o arrastando.

– Ufa! Enfim, não precisa ficar com medo. Seu nome é Diana certo?! De todas as divisões a que tem menor histórico de se envolver com a Oposição é a Divisão Mitologia das Feras. Pode me dizer porque você está metida nisso? – Ela falou com uma voz doce e sem nenhuma rispidez que acalmou um pouco a menina.

– Eu... – Ela hesitou, Luana apenas sorriu.

– Você só conhece isso certo?! Foram as pessoas que te acolheram e que te incluíram e mesmo que no fundo você saiba que eles estão errados você não consegue sair dessa situação. – Ela fez carinho na cabeça da menina que nem se faz em um gato.

– É que... é que... – Ela não conseguia falar no meio do choro.

– Tá tudo bem agora. Eu vou cuidar de você. Hehe.

. . .

Ravi chegou no local para recolher os inimigos que foram capturados, selou os dons dos três que estavam desmaiados para que não conseguissem usar os seus dons. Já ia perguntar sobre a menina quando Luana voltou acompanhada de Diana atrás de si segurando em seu casaco casaco.

– Porque ela não está desacordada? – Ravi perguntou já levando a mão à testa.

– Porque eu não apreendi ela, ué. – Luana respondeu sorrindo.

– Posso saber o porque não?

– Porque eu vou cuidar dela, ela vai ser minha aprendiz. Eu posso ler mentes então não se preocupa eu não vou ser enganada. Sério ela é uma boa garota. – A fera apenas tremia atrás de Luana.

– Até parece que eu vou permitir isso, qual é o seu problema?! – Ele falou, agora, bravo.

– O meu problema é que desde que essa disputa entre o Ministério e a Oposição começou a gente só perdeu amigos e companheiros e mesmo que seja só uma pessoa que a gente consiga para o nosso lado, mesmo que seja só ela nós precisamos de esperança. – Na testa de Luana um terceiro olho começou a abrir levemente e a presença dela ficou enorme e conseguia se sentir o esctoplasma vazando do corpo dela. Todas as outras meninas que encaravam a situação se afastaram e Selene puxou Diana para que fosse com elas.

– O que tá acontecendo? – A Nekomata perguntou.

– Eles vão brigar e acredite você não quer estar do lado para ver. –Respondeu Selene.

– Eu não vejo a Luana abrir o terceiro olho desde que ela tinha sete anos de idada. – Alice falou preocupada e já começando a curar a ferida de que Diana tinha em seu braço.

– É por isso que não gosto de trabalhar com vocês, sempre me dão dor de cabeça. – Beatrice falou irritada com a situação.

– Gente, aqueles dois deviam se beijar de uma vez por todas. – Ananda falou rindo da situação, Selene e Alice apenas concordaram com a cabeça.

Ravi respirou fundo e tentou se acalmar antes de começar a dar uma bronca em Luana mas quando se tratava da menina nunca conseguia segurar seu temperamento. Seus amigos costumam dizer que ela revela o que há de pior nele e provavelmente estavam certos.

– Não me interessa o que você pensa. Eu sou seu chefe, na frente do restante das pessoas você tem que me respeitar. E se quiser fazer algo como perdoar e acolher um inimigo você passa a decisão por mim antes. É melhor você se colocar no seu lugar, não é só você que perdeu amigos, mas é a única agindo de maneira mimada. Essa Fera é sua responsabilidade você vai treinar, cuidar, alimentar ela e fazer com que ela siga as regras do Ministério. No primeiro problema que ela der quem vai sofrer as consequências vai ser você. – Ele falou bravo e rispidamente, conseguiu ver lagrimas se juntarem nos olhos da menina que segurou o choro, isso lhe partia o coração.

– Desculpa, eu nunca mais faço isso. Eu vou me responsabilizar por ela, obrigada. – Ela falou afobada e abaixando o rosto, sua presença tinha voltado ao normal.

– Tudo bem, você está liberada, avisa para a Ananda e Beatrice virem que elas vão me ajudar a levar os prisioneiros para a prisão. – Ele falou indo até o grupo de abatidos enquanto Luana corria para as amigas.

– Ele falou para a Beatrice a Ananda irem com ele e o resto ta liberado. – Luana falou meio soluçando.

– Muito obrigada por deixar ele com raiva. – Beatrice saiu resmungando com Ananda rindo.

– Eu vou ser presa? – Diana falou timidamente.

– Não, mas se você fizer merda eu vou. Então se comporte! – Luana falou já mas calma.

– Então, me diz o porque diabos quis proteger ela? Sem ofensas. – Alice falou.

– Você não viu o quão fofa ela fica como nekomata! – Luana abraçou a menina que ficou sem graça.

– Aff! Só você mesmo. – Selene falou tampando o rosto com as mãos. Então seguiu em direção ao carro acompanhada das três.

. . .

Chegaram em casa e Luana falava pelo cotovelos com Diana sobre aonde ele ficaria,sobre regras da casa e o como era a rotina delas, assim que adentraram o local se depararam com uma mulher na sala de estar. Já era conhecida para as três amigas de longa data mas Diana ficou confusa sobre a situação. Era Mikaela.

Notas finais
Espero tentar encurtar os capítulos daqui para a frente porque se crescer mais eu não dou conta. x-x''
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.