Eterno
26 Capitulo 26: Família.
Notas iniciais
Sei que muitos de você me abandonaram, mas estou conformada com isso e feliz por ter alguém que continue comentando.
Mas hoje eu estou aqui para promover a minha nova fic que eu postei hoje: "A Garota Errada!" ela não tem nada ver com as minha anteriores (Tanks God!)
https://fanfiction.com.br/historia/260108/A_Garota_Errada/
Esse é o link para quem quiser acompanhar!
BEIJINHOOOS
Capitulo 26: Família.
Nunca seria capaz de compreender o que estava acontecendo ali.
A batalha não havia começado. Mas da beira daquele penhasco, eu podia ver que não era apenas uma luta de especies que se odeiam desde de suas existências. Era mais. Muito mais. Do que minha qualquer um conseguíamos imaginar. Era uma batalha de traição. Irmãos contras irmãos. Vampiros contra vampiros. Sem excluir os filhos da lua que estava ali também. Contra nós. A nossa desvantagem era inegável. Morreríamos todos, lutando pelo bem de nossos filhos e por um outro motivo desconhecido por todos... ou talvez nem todos.
Olhei para Edward e ele olhava para mim e assentiu, confirmando que morreríamos todos ali. Ele me deu um sorriso de incentivo. Mas de nada ele me serviu.
Talvez fosse por isso que Ainden queria ajudar... mas havia decidido que lutaríamos apenas nós, unidos, como a família que somos.
Lutar. Não me lembro da ultima vez que treinamos. Estávamos fracos, em menos numero, desestimulados e por já derrotados. As esperança que fingíamos ter, já não existia mais.
Mas a batalha se iniciara. Todos corriam escolhendo seus oponentes. Pude ver que um vampiro vinha na minha direção pela a direita. Teria que fazer queimar as chamas apagadas dentro de mim... mas eu me sentia tão fria... que tudo que consegui foi distanciá-lo com um jato d'água. Mas logo ele se levantou e veio em minha direção. Contudo ele foi interceptado por Bella.
“Água? Pretende matá-lo afogado? Um vampiro?” ela disse depois de decapitá-lo.
Pude ver a esperancia brilhar em seus olhos cor ocre. Era isso de todos precisávamos da esperança que só inflamava em Bella.
Mas sua distração comigo fez com que ela se distraísse. Uma vampira empoleirou-se em suas costa e mordeu suas jugular. Mas ela logo caiu no chão em chamas. Sim, eu havia conseguido. Mesmo que apenas por uma vez, eu havia conseguido.
Contudo, minha felicidade foi uma trágica distração. Quando virei-me novamente, era tarde de mais, um outro vampiro vinha em minha direção. Senti tua mão gelada contra a pele do meu rosto e, seus dentes afiados arranharem minha pele do meu ombro. Esperei a morte de olhos abertos.
Porem tudo aconteceu muito rápido, logo ele estava no chão virando pó. Assustei-me com aquilo que eu via. Ele havia virado apenas cinzas. Como se tivesse queimado, contudo, não havia chamas, apenas o cheiro adocicado.
Não conseguia me mover, apenas olhar para o pó. As cinzas vinha em minha direção trazida pela leve briza de fim de tarde.
Senti a aproximação de alguém. Olhei para meu lado esquerdo e pude ver um rapaz. Para ser mais exato, um garoto. Seus cabelos eram negros e quanto mais ele se aproximava, eu conseguia enxergar a profundidade de seus olhos azuis.
“Você está bem?” ele disse olhando e tocando próximo do meu ferimento. Virei meu roto e toquei no sangue que escorria levemente. Apenas assenti. “Temos que sair daqui.” ele disse segurando meu pulso e tentando me arrastar.
“Não.” eu disse gritando. “É a minha família.” soltei-me do seu aperto.
Senti um calor se inflamar dentro de mim. Sim era a minha família, era isso que realmente eramos. E não sairíamos daqui sem uma vitória. Eu não permitira isso.
O mundo estava de cabeça para baixo. Lobisomens não precisam mais da lua cheia. Vampiros não se queimão a luz do sol. Lobisomens e vampiros unem se em uma luta. Vampiros e humanos tinham filhos, e formam famílias. Famílias de verdade.
Olhei para o meu lado e aquele garota ainda estava ali. E pior ele parecia despreocupado. E foi então que eu pude ver. Um vampiro se aproximou dele. Ele continuou parado apenas olhando para o mesmo. E algo incrível aconteceu. O vampiro caiu de joelhos. Era como se todas as suas formas estivessem sendo drenadas. Talvez sua alma. E depois ele começou a se desintegra e virar apenas uma pequena montanha de pó.
Então era ele que fazia isso. No mesmo instante ele olhou para mim e sorriu. Virei meu rosto procurando meu novo alvo. Agora que eu havia perdido todo meu pessimismo, sentia como se eu realmente tivesse queimando.
Não demorou muito para que eu achasse meu alvo. Ela estava no fundo. Apenas assistindo e dando ordens. Seria ela. Corri o mais rápido que pude.
“Melissa não!” pudi a voz de alguém.
Não me importei.
“Parece que alguém é idiota o suficiente para vir até aqui.” ela disse quando eu me aproximei.
Ela tentou me dar um soco mais desvirei e agarrei seu braça. Era gélido como o de um vampiro, porem macio. Virei-o em uma chave de braço.
“Parece que é.” sibilei em seu ouvido.
Não demorou muito para ela se livra de mim fazendo com que eu voasse e caísse de costas.
“Parece que eu te subestimei.” ela disse assim que eu estava em pé. Lancei uma bola de fogo. “Errou.” e depois outra, outra e mais outra. Ela agiu.
Contudo ela caiu no chão. Sua pele começou a se descamar como se fosse apenas uma cobertura de cal. Olhei para longe e pude ver o garoto concentrado nela. Porém ela não virou pó como os outros. Apenas a pele que a “recobria”. Ela olhou com uma raiva palpável e me atacou novamente.
Mas ela não possuía a mesma força de anterior mente. Então consegui derrubá-la e prendê-la pondo uma perna de cada lada se seu quadris. Olhei bem fundo nos seus olhos e com apenas um golpe arranquei seu coração.
Ainda nas minha mãos ele pulsou um, duas vezes provando que não era humano. Morto fiz com que ele se queimasse nas minhas mãos ensanguentadas.
“Tudo bem querida, já acabou.” ouvia voz da minha mãe fazendo com que eu derramasse todas as cinzas. Ela me abraço e eu chorei em seu colo.
Havia acabado. Todo o tormento desses meses havia se acabado. Não precisávamos mais ter medo. Ficaríamos juntos como uma família.
Virei-me bruscamente e pude ver o garoto desconhecido partir.
“EI.” eu disse chamando sua atenção. “Podemos conversar?” ele apenas assentiu.
“Tudo bem, mas vamos para cá.” disse minha mãe. Ela estava convidando um estranho para casa? “Você vai no jipe com o Jake a Nessie, Embry e esse garoto...” ela olhou para ele.
“Ethan.” ele disse seu nome.
“Meu amor você está bem?” disse Embry finalmente voltando afoito com Jacob. Ele me abraçou e me girou no ar. “Você está bem?” ele disse beijando todo o meu rosto e depois meus lábios.
“Graças ao Ethan.” eu disse sorrindo para ele que ainda nos observava. Embry o comprimento apenas assentindo como a cabeça e foi respondido da mesma forma.
“Cadê a Ness?” Jake disse um tanto quando desesperado.
“Ela estava aqui agora.” disse Bella também preocupada.
“BUU.” disse Nessie aparecendo do nada na frente do Jake. Ele tentou abraçá-la mais terminou agarrando o vento. Todos começaram a gargalhar enquanto ele olhava freneticamente para os lados.
“Tudo bem Nessie, agora vamos embora.” eu disse pondo a mão no meu machucado, ardia.
“Está doendo?” meu avô se aproximou.
“Não.” menti. Queria sair dali e esquecer tudo.
Meu avô havia feito um curativo no meu braço e agora Bella tentava não gritar enquanto colocaram veneno em seu ferimento tentando fazer como que ele cicatrizasse mais rápido.
Fui até a varanda onde o suposto Ethan estava sentado, me esperando.
“Por que você me ajudou? O que estava fazendo lá.” eu disse assim que me sentei.
“Estava passeando...” ele parou para pensar. “E eu não dispenso uma boa briga. Sabe não é sempre que eu posso usar meu dom...”
“Seu dom... é como se você drenasse os vampiros...” ele me interrompeu.
“Eu dreno o veneno de seus corpos.” ele explicou. “Posso drenas o veneno do seus ferimento.” tentei me afastar mas ele segurou levemente meu braço. “Shiiu, não vai doer.” ele disse olhando para o lugar coberto por gases.” senti a queimação e a ardência para aos poucos até que se findou. “Pronto, agora vai curar muito mais rápido.” ele sorriu para mim.
“Obrigada.” eu disse desviando o olhar. “Mas como eles viram pó?” ele riu.
“Isso só acontece com os mais velhos.” ele disse de certa forma divertindo. “Com os mais novo, o porto só cai duro como uma pedra.” ele riu mais ainda. Não tava entendendo a graça. “Mais tem as pessoas que estão se transformando.” pude ver a tristeza brilhar em seus olhos. “Se o veneno não tiver tomado muito do corpo... é possível que esse pessoa sobreviva, como humana.” eu disse sorrindo discretamente. “Respondi todas as suas perguntas?” ele disse olhando nos meus olhos. Tive a impressão de ver os meus próprios no espelho.
“Não!” eu disse sem desprender-me àquele olhar. “Quem é você? E o que estava fazendo lá?” ele bufou e revirou os olhos.
“Você é difícil mesmo em garota?” ele disse e depois suspirou. “Olha eu sei que você vai ficar com raiva... eu fui eu que dei a ideia de vir eu... eu queria te conhecer!” ele estava me deixando mais confusa. “Olha vou te falar tudo de uma vez!” ele respirou fundo. “Eu sou um hibrido.” fiquei surpresa, estava tão distraída que não havia percebido. Então foi como uma efeito dominó em minha mente.
“Ainden!” foi tudo que eu pude dizer. “Ele está me vigiando agora?” questionei autoritária.
“Não é bem assim... se eu não viesse você morreria.” ele disse em um sussurro. Apenas calei-me. “E consecutivamente toda a sua família.” ele suspirou pesadamente. “Ele queria vir, mais implorei que deixasse-me vir, pois queria conhecer você... minha irmã. E seria mais fácil eu lidar com você do que ele.” ele disse sorrindo.
Seu celular vibrou e seu sorriso morreu ao ler a mensagem.
“Nada muda...” ele sussurrou.
“O que não muda?” eu disse tentando ver a mensagem.
“Mesmo com a garota morta eles estão indo para a ilha... e quando chegarem lá dois garotos morrem!”
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