Eternity
1 Capítulo 1 - For Eternity
Notas iniciais
não me matem, por favor ;u;
Nem sei se tem alguém lendo isso aqui, mas okay
não tenho nada pra escrever aqui
ai dels, socorr
Para de ler as notas, começa logo a ler a fanfic!
Eu me lembro do dia que te vi pela primeira vez, desde aquele tempo você já me chamava atenção. Você nasceu durante um inverno em Berlim, 1712. Eu pude te segurar em meus braços e ouvir seu primeiro choro. Sorri animado com a ideia de um dia ser governado por você.
O albino solitário estava parado em frente ao tumulo de seu antigo governante, se sentia um pouco surpreso por não se importar tanto.
Os humanos morrem realmente rápido – e com isso ele continuou sem expressão.
Foi quando alguém o chamou.
Era um rapaz alto, mas nem tanto, com cabelos castanhos e olhos tão azuis quanto o céu que estava acima deles.
-Olá, Friedrich. – o albino virou-se para o rapaz, olhando-o de cima a baixo. – Você cresceu. – deu um ligeiro sorriso.
-Old Fritz é o correto. – ele corrigiu – E é claro que eu cresci!Tenho vinte e oito anos agora.
-Nem parece aquela criança que eu vi nascer. – ele olhou para o lado. – Mas enfim, o que vamos fazer hoje?
-Acho que, hum, deixe-me ver... – ele levou o indicador até o queixo – talvez estudar um pouco e tocar alguns instrumentos?
-Ah, pode ser. – deu de ombros e seguiu o rapaz.
É verdade que o jovem Old Fritz era muito interessado em filosofia e música, eram as duas coisas que ele mas gostava de fazer. Embora não fosse muito chegado em guerras, era um ótimo estrategista quando necessário e ganhou várias do lado do grande reino da Prússia.
Naquela tarde o senhor Friedrich estava estranhamente estranho...
Seus dedos estavam trêmulos e ele estava sempre tentando falar algo, mas parava antes de completar ou então falava em tom inaudível.
-Hey Fritz, há algo errado?
-N-Não, eu só... – ele desviou o olhar diversas vezes.
-Você só...? — Prússia continuou encarando-o.
-Eu só queria dizer que eu te amo. – um rubor tomou conta do rosto de ambos, principalmente do Fritz. – Eu quero passar o resto da minha vida com você.
Ambos deram uma pausa, e sequer tiveram coragem de olhar um para o rosto do outro.
-Quer saber? Esqueça o que eu disse. – Fritz virou-se em direção a grande janela que estava atrás de si.
-Não vou esquecer. – Prússia abraçou Fritz pela cintura, fazendo-o se arrepiar por completo. – Eu também quero passar o resto da minha existência com você.
E assim os dois passaram o resto do dia de mãos dadas.
Os dias, meses e anos foram se passando. Ambos aproveitavam todos os dias juntos, independente dos boatos e outras situações desconfortáveis.
Naquela época algumas bocas ruins estavam difamando Fritz, questionando sua sexualidade. Bem, tecnicamente era verdade. O fato de estar morando ‘sozinho’ em Sanssouci despertava muitas ‘dúvidas’ em certas pessoas. Mas quem disse que ele se importava?
Passaram-se vários anos até que...
-Eu vejo...você é o único que está envelhecendo. – Prússia passou a mão pelo rosto já com rugas de seu amado.
-Acho que isso não importa, não é mesmo? Desde que eu esteja junto de você, acho que não me importo de...
-Não! – os olhos de Prússia encheram-se de lágrimas – Não diga isso, por favor. – ele colocou as mãos sobre o seu próprio rosto, tentando esconder as lágrimas.
-Oras, não pense que te deixarei tão cedo. – Fritz o abraçou e deu-lhe um beijo na testa, Prússia o abraçou.
-Não me deixe, por favor.
...
Foi em 1786 que tudo isso se acabou.
Prússia podia sentir tudo, tudo que seu reino sentia.
Naquela tarde ele estava meio aflito, tinha um sentimento ruim dentro de si que não o deixava se acalmar de modo algum.
Ele saiu de casa e fora até o cemitério onde o antigo rei estava enterrado, se deitou no chão e ficou contando as nuvens que passavam.Passou alguns minutos esperando alguma noticia do Fritz.
Você não vai aparecer, não é?
Então os gritos foram ouvidos por toda a cidade.
“O velho Rei está morto!
Vida longa ao novo Rei!”
As lágrimas podiam ser vistas claramente através das nuvens nubladas seguidas de gotas d’água caindo do céu.
Já não me importo mais!Vou viver o resto da minha vida sozinho!
Foi isso que ele disse enquanto as lágrimas caiam de seus olhos.
Ele chorou antes, durante e depois do funeral.
Não queria ficar sozinho, e sabia que ninguém nunca o amaria como o seu amado Old Fritz.
Mesmo com todas aquelas pessoas ele se sentia solitário. Ele não tinha mais um sorriso, apenas olhos inchados e vermelhos.
Você disse que ficaria comigo...mentiroso... – ele chorava em algum canto do quarto abraçado nos joelhos. – Não quero te perdoar, mas...ainda te amo.
Mesmo sabendo que ele não ia voltar, continuou esperando...até o fim de sua existência, quando ambos finalmente se reencontraram e puderam ficar juntos.
End.
Notas finais
Desculpe qualquer coisa
Deixe seu review se gostou, okay?
Bye bye~~
(se quiser ler minha outra estória do Prússia, ela se chama Chapters of My Life ~propaganda~)
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