Eternal lights of knowledge
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Quando pensamos em nosso mundo atual e comparamos com o passado da humanidade, percebemos o quanto nos humanos evoluimos. Quando digo evolução não falo só evolução tecnológica, mas sim também evolução ideológica, mas existem varias exceções em nosso mundo como aqueles que não querem aceitar a razão e a logica e muito menos a ética de um povo. Se analisarmos, mas profundamente não só aconteceu uma evolução como também ouve uma conversão ideológica no muno, esse fato se deve a passagem do sistema teocentrista para o pensamento racionalista cientifico. Porem para que esse sonho se tornasse realidade foi necessário que grandes nomes na historia da humanidade lutassem contra desafios que pareciam impossíveis ou até mesmo blasfêmias aos olhos das pessoas de sua época.
Agora tente imaginar um mundo de fantasia. Onde magia existe e o mundo é dividido em grandes reinos, e considere que a magia é um privilegio de poucos. Além de existirem demônios, elfos, feiticeiros e etc... Basicamente um clichê de um anime de fantasia. Se eu te falar que um mundo assim existe, provavelmente você riria da minha cara, mas eu não estou mentindo existe mesmo um mundo assim. O nome desse mundo é Deralis. Nesse mundo existem varias coisas bonitas e ruins. As coisas bonitas são relacionadas a paisagem do ambiente, Deralis possui um eco sistema bastante vasto incluindo montanhas, nevadas, florestas de carvalho fechadas e principalmente criaturas magicas. Mas não existem só coisas bonitas nessa terra também existem coisas ruins nesse lugar. Os humanos desse mundo são divididos em duas principais classes: derálilos, aqueles que possuem órgãos mágicos em seus corpos que secretam magia pelas pontas dos seus dedos de maneira desigual, por isso a maioria dos derálilos utiliza uma ferramenta ou arma para canaliza essa magia. Existem também os défrecos seres humanos que não possuem capacidade de eliminar magia pois nasceram sem o órgão magico. Uma pequena porcentagem da população humana em deralis são mestiços de raças diferentes das dos humanos ou são a junção de um derálilo e um défrecos esses são denominados deráfricos. A parte ruim dessa divisão é que somente os derálilos puros na sociedade humana possuem direito governamental e enorme ajuda de custo. défrecos e derálitos são as partes desprezíveis da sociedade sendo a maioria deles servos de algum derálilo, os que não são servos são aldeões e cidadãos de classe baixa. Basicamente A sociedade humana de Deralis é dividida em nobreza, clero e plebeus. Ou seja, a única diferença do regime da França absolutista é a não existência de um baixo claro. Só são aceitos como parte do clero derálilos.
A dois mil quilômetros de distancia da capital de Capras um pais pequeno porem, poderoso nesse mundo, se localizava a cidade de Yoris. Uma cidade pequena que parecia um vilarejo. Nessa cidade se encontravam muitos défrecos. Os poucos deralilos que existiam ou eram recrutados para a academia de magia de Capras, ou eram responsáveis pelo controle da vila.
Próximo as redondeza de Yoris próximo a um rio pequeno vivia, em uma casa de madeira de carvalho alta, uma menina. Seu nome era Phis. Ela era uma bruxa de poções e também era um pouco triste e tinha razão para isso. Ele era filha de um derálilo, com uma défreca. O que fazia ela mesmo tendo a capacidade de mexer com magia. Não poder ser escolhida como aluna da academia de magia de Capras. Pois ela era uma deráfrica, e não era considerada pura aos olhos dos magos derálilos. E para piorar a situação dela deráfricos são tratados como lixo e nem mesmo podem ser servos de algum derálilo ou até mesmo trabalhar com ofícios de um aldeão. Phis vivia isolada da população e era sozinha, pois seus pais foram mortos por terem dado a luz a uma deráfrica além de deráfricos serem muito raros no mundo. Ela era a única da vila em que ela vivia.
Phis era uma menina baixa de cabelos brancos de pele branca e olhos verde e azul.
Phis não tinha um corpo muito desenvolvido apesar de já ter 17 anos. Ela tinha um aspecto infantil e tinha uma personalidade fria e um pouco defensiva. Ela usava um vestido escuro e uma capa negra. O órgão cristal na parte cima da sua mão era redondo. Característica notável de uma deráfrica.
Em uma manha ensolarada em Yoris, dentro da pequena casa de carvalho alta, Phis havia acabado de acordar. Ela levantou de sua cama e a passos curtos caminho pelo chão de madeira velha. Ela veste seu vestido preto e suas botas e chapel., desce a escadas e então se direciona a cozinha. A casa era de seus pais, Por sorte ela não teve sua casa queimada pelos aldeões da vila, pois quando seus pais morreram não contaram a localização da casa.
Phis por viver sozinha, não tinha ajuda em manter a casa e por isso tinha que trabalha muito encerando a madeira das paredes do chão e do telhado da casa, além de cozinha a própria comida, e obter agua com enormes baldes do rio ao lado de sua casa. Ela estava preparando seu café da manha quando percebeu que estava faltando folhas de chá. Ela adorava beber chá de camomila. Mas não gostava de ter que comprar nas vendas de Yores. As pessoas do vilarejo não gostavam da presença de deráfricos. Quando Phis percebeu que não tinha, mas folhas ela exclamou:
— As folhas acabaram tão rapidamente! — falou com sua voz baixinha e sem emoções
típico de uma Kuudere.
— Acho que estou bebendo chá demais ultimamente. — disse um pouco descontente de si mesma de maneira repreensiva.
— Mas como o chá não vai ser feito sem os devidos ingredientes, vamos compra mais — disse sem expressão alguma.
Phis então se direcionou aos ganchos ao lado de sua porta onde havia luvas e uma capa escura para esconder sua verdadeira identidade dos outros aldeões da vila. Afinal traria muitos problemas a ela se descobrissem quem ela era. Ela então vestida com a sua toca da cabeça aos pés e suas luvas tapado o órgão cristal magico de sua mão direita, se direcionou e abriu a grande porta de madeira bruta fazendo a luz do sol reluzir em seu rosto. Ela não gostava muito do sol por isso decidiu tampar a capa negra no seu rosto de maneira a só expor sua bora e nariz. Ela então iniciou sua caminhada pela trilha escondida que levava para sua casa e que se conectava com a estrada de entrada para o centro da vila. Ela não tinha dinheiro para pagar um cavalo então fazia suas longas caminhadas a pé.
Enquanto ela caminhava pela trilha olhava para os galhos retorcidos cheios de folhas acima de sua cabeça. Aquela floresta era bem bonita naquela época do ano. Enquanto ela andava também havia avistado cristais mágicos. Quando esteve chegando a estrada principal, grandes estalagmites de cristais mágicos ao lado da trilha. Aquela floresta tinha bastante energia de vida por isso os cristais se manifestavam ali não em grande quantidade, mas em alguns aglomerados pequenos. Essas formações se manifestavam em vermelho, azul e verde em sua maioria.
O fim da trilha havia acabado e Phis havia chegado a estrada principal a trilha terminava em um grande matagal que escondia a trilha estreita. O fim da trilha terminava próxima a entrada de Yores. Por isso quando ela chegava à estrada principal andava apenas alguns cem metros até chegar no grande portão de Yores.
Phis finalmente havia chegado em Yores. A cidade era quase um vilarejo só que era cercado por uma muralha e muitos não moravam no centro da cidade. Por esse motivo Yores não podia ser nomeada de vilarejo, pois muitos moravam nos arredores cerca de 1200 pessoas.
O grande portão tinha uns 10 metros e havia dois guardas, um de cada lado do portão. Phis com sua capa e a passos pequenos estava passando pelo portão quando um dos guardas a chamou discretamente. Para não atrapalhar o fluxo de pessoas entrando e saindo. O Guarda era alto e usava uma armadura da guarda de Capras ele tinha uma espada grande com linhas desenhadas de forma a se assemelhar a um circuito. Provavelmente a espada fosse magica. O guarda tinha olhos castanhos pele morena e cabelo curto negro, ostentava um corpo forte e tinha o brasão da família feuves em seu peito um dragão azul que representava uma família de guerreiros lendária em Capras. Pelo órgão cristal em sua mão direita ter forma poligonal já dava pra perceber que ele era com certeza um mago derálilo muito poderoso.
Após ser chamada pelo guarda ela se direcional lentamente a ele e perguntou:
— O que senhor quer de mim? — disse um pouco baixo e sem emoção na voz
— A sim minha criança eu achei você meio suspeita com essa capa. — disse rindo um pouco.
— Senhor! eu não sou criança tenho 17 anos. — Disse um pouco mais alto, mas sem elevar muito o tom de voz.
— Serio? Desculpe-me senhorita — disse um pouco sem graça e com as mãos atrás da cabeça.
— Não precisa toda essa educação agora, por favor, me deixe ir! — disse em pedido ao guarda
— claro! Mas tire a capada cabeça pode assustar as pessoas. — disse rindo um pouco
— Há? Era isso? Certo intendi — disse baixo e bufando no final
A pequena jogou sua capa para traz expondo seu rosto ao guarda. Ela olhou sem expressão mas sua beleza já foi o suficiente para deixa o homem sem graça.
— Passe! — disse o homem olhando para a menina impressionada.
— Já estava consumindo meu tempo senhor, até mais — disse com sua voz inexpressiva e saiu caminhando a paços curtos.
Phis estava um pouco assustada de estar com seu rosto a mostra para as outras pessoas. Mas como das outras vezes que ela vinha no centro de Yores ninguém seria capas de perceber que ela era uma deráfrica, além de ela estar usando uma luva marrom. Ela caminhou devagar enquanto olhava para o interior do centro comercia de Yores. A cidade tinha um caráter bem colorido com varias barracas de varias coisas e vários produtos desde frutas evejetais ate folhas e armamentos. Ela estava procurando barracas de diversas folhas. Se ouvesem muitas folhas com certeza haveriam folhas de camomila.
Phis identificou uma loja dentro de um edifício onde haviam vários tipos de folhas, desde camomila, até dantracias folhas eu cresciam em plantas magicas chamadas donesas, eram muito raras naquela regiam porem ela manteve seu foco no que iria comprar, ela com seus paços curtos e devagar e um rosto que almejava uma pureza encantadora porem fria como gelo. Andou até o balcão e fitou os olhos da balconista. A balconista olhou para os olhos da pequena e disse:
— O que você deseja flor? — disse a mossa loira de olhos castanhos claros. Olhando para a pequena.
— Acho que não é necessário tanta educação moça. — Disse um pouco corada mas sem expreção.
— Que fofa — Sussurrou a moça.
— O que você disse moça? — Perguntou ainda sem expressão.
— Hahahaha nada senhorita. O que você deseja de minha loja? — Perguntou a moça.
— Gostaria de algumas folhas de camomila.
— Claro senhorita pode pegar custam 2 moedas de prata. — Disse de maneira alegre.
— Aqui toma as moedas — Entregou a moeda para moça.
— Muito obrigado senhorita volte sempre! — Exclamou a moça.
Phis estendeu sua mão e acenou para moça sem expressão. Ela prosseguiu em uma direção fixa a porta de entrada. No tempo que ela demorou a ir embora já haviam se passado 4 horas e já estava na hora do almoço a pequena estava passando pelo portão e jogou o capuz em sua cabeça cobrindo seu rosto. Logo em seguindo seguiu em direção a sua casa. Phis caminhava muito devagar e não se estressava com nada quando estava disfarçada. Afinal que ia irritar uma menina tão quieta quanto ela.
Quando Phis estava chegando próximo a entrada de sua trilha escutou um homem gritando atrás dela:
— Ei Você parada ai! — desse o homem em grande intonação.
Phis parou e olhou para o homem que estava a alguns 15 metros de distancia dela. Ainda com a capa encobrindo quase todo seu corpo e somente amostra sua boca e nariz. Ela se direcionou a um paço de cada vez até se a próxima do homem de armadura ficando a apenas 10 metros de distancia do homem. A diferença de altura entre os dois era notável. Phis perguntou inesprexivamente ao homem?
— Fiz algo de errado senhor? — disse olhando para o chão.
— Não tente me enganar! Eu sei que você é uma derálila! — disse homem gritando!
— Porque motivos uma derálila estaria andando deste jeito que eu estou? Esta é a prova que eu sou uma défreca normal. — Disse inexpressivamente.
— Acha que me engana! — gritou o homem sacando sua mão pra ela e expondo o cristal amarelo na palma de sua mão que estava brilhando.
Os órgãos cristais dos derálilos de deráfricos brilham quando estão perto de magia devido aos estímulos causados pela mudança da aura do ambiente.
— Então porque meu cristal esta brilhando? Garota! — Disse com o punho a mostra.
— Você não faz ideia do azar que você esta tendo agora. Confrontando-me sozinha no meio da mata. — Disse ela com um pequeno sorriso formando em seu rosto, mas sem alterar a tonalidade da voz
— Afaste-se de mim! — Gritou o homem assustado e sacando sua espada magica.
Phis após o grito do homem pegou com a mão esquerda sua capa e arrancou-a jogando para o ar. Seu vestido negro logo se fez amostra enquanto seus cabelos brancos voavam pelo ar e seus olhos verdes foram fitando o rosto do homem sem expressar nem uma expressão em seu rosto.
— Você até que é bem bonita garota. — disse o homem com um sorriso maldoso no rosto
— Eu não pedi sua opinião relacionado a minha beleza. Vou te dizer o que vai acontece agora eu vou te da uma surra e vou apaga a sua memoria.
— Hahahahahha! Você? Não percebe com quem esta lutando sou um herói derálilo profissional dacademia de Capras. Você não faz ideia da diferença do seu poder para o meu. Disse de maneira super arrogante.
Phis tirou sua luva da mão direita e jogou para longe. E expos seu cristal redondo para O homem. Rapidamente o homem sacou sua espada e mudou sua feição para uma mais seria. Ela pronunciou as palavras sagradas para liberar sua magia.
— Nerados dac van liberidos!
Ao dizer estas palavras uma enorme onda de energia e luz amarela explodiu de seu corpo, grandes quantidades de poeira. Foram expelidas para longe dele de maneira avassaladora. Ele então posicionou sua espada e os desenhos mágicos que estavam esculpidos nela também brilharam amarelo. Ele então atacou a menina, so que quando a espada atingiu Phis ela desapareceu da frente do homem e reapareceu atrás. Em um movimento rápido disse baixo suas palavras sagradas liberando a magia do seu cristal.
— Liberidos ansepurales.
Logo depois a liberação seu cristal começou a brilhar verde e emitir um estranho pó verde brilhante. Ela pegou esse pó e desenhou um circulo no ar. Logo em seguida estalou os dedos.
Quando Phis fez esse ato. O pó estranho explodiu em direção ao homem em uma forma de onda de choque.
Quando O Herói reagiu já era tarde de mais, a onda de choque o a tingiu com tudo. Fazendo com que ele fosse jogado a 15 metros de distancia. Não havia ninguém naquela área nessa hora exata, portanto ela não precisava se preocupar com as pessoas ao redor.
Por ser uma onda de choque direcional, Phis não causou estrago na mata ao redor. Ela seguiu na direção do homem que estava desacordado, se ajoelhou a seu lado e pegou uma de suas poções especiais que carregava no bolso. Deu para o homem em sua boca e disse:
— Você aprendeu uma lição importante hoje herói. Não mecha com quem este quieto.
Logo após isso ela se levantou e seguiu seu caminho em direção a sua casa deixando o homem caído no chão.
Enquanto Phis estava na mata ela s perguntou por que aquele herói estava a atacando. Talvez ele tivesse pensado que eu era um inimigo ou algo assim:
— Eu emito magia por natureza por ser uma deráfrica em atividade, mas por ser uma deráfrica eu não possuo selo real de autorização alias não posso ter — disse pacientemente seguindo seu caminho.
Quando estava próxima de sua casa ao lado da trilha uma estalagmite de cristal branco estava emitindo um brilho esquisito e cintilando. Cristais brancos não emitem brilho pulsante aquilo não era normal.
Por ser uma bruxa curiosa, Phis decidiu sair da estrada de barro que a levava em direção a sua casa e desceu o morro de terra até o cristal cintilante. Ela se ajoelhou na altura do cristal e com a mão de seu órgão cristal posicionou-a no cristal cintilante. Quase que instantaneamente o cristal emitiu um reflexo porem aquele reflexo não era seu. Algo de impressionante estava pra acontecer com Phis algo que mudaria deralis para sempre.
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