Eternal Love

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Desculpem mesmo muito a demora a postar D:

Tanta coisa p'ra fazer e novas fanfics que acabei esquecendo esta :(

Me desculpem? :x
Cebola segurava firmemente a cintura da garota, sorrindo. Mônica começou a chorar. — Mônica? Você está bem? — perguntava o ex-cinco fios, acariciando o cabelo da garota. Será que lhe falhara algo?

-Eu estou ótima Cê. — respondeu Mônica, erguendo a cabeça.

-Então porque você está chorando? — Cebola largava a namorada e se afastava lentamente, fitando o rosto da mesma.

-É que... sabe, pensei que esse momento nunca ia acontecer :b

Cebola seca as lágrimas da garota dos cabelos channel e lhe acaricia o rosto. -Tenho uma surpresa para você!- sussurra ele em seu ouvido.

-Já calculava ;P — disse Mônica piscando o olho.

-Agora não mostro p'ra você — Cebola riu. Os dois começaram a fazer cosguinhas um no outro, Cebola sempre segurando a caixinha e Mônica tentando alcançá-la. — Continua baixinha, hein?

-Aah, vai começar? — dito isso, a garota bufou. -Mostra o que tem para mim, vai. -disse ela, tentando alcançar a caixa uma última vez.

Cebola decide revelar o seu conteúdo. Um anel reluzente brilhava no interior daquela caixa. -Posso colocar em você?

-Um anel de compromisso? Seu doido, fica gastando dinheiro comigo.- e ela sorriu, vendo o que ele tinha gravado no anel: "Dentucinha, finalmente te consegui conquistar. Te Amo! — Cebola". Ele colocou o anel no dedo da ex-gorducha, relembrando tudo por o que eles passaram juntos. Não muito longe dali só uns 6 metros -qq, Denise continuava espiando os dois. Pegou em seu celular e começou a tirar fotos aos dois. — Pronto. — disse. Discou um número e esperou que ela atendesse.

Conversa

-Alô… Carminha?- Denise disse, ofegante.

-Ah, oi fofa. — disse ela, reconhecendo a voz. -Novidades?

Denise bufou. -Claro que sim né gatz?

Carmen piscou o olho para alguém ao seu lado e colocou em alta-voz. -Conta logo!

-Você nem vai acreditar!- a garota ruiva parou para respirar. -O Cebola pediu a Mônica em namoro!

Carmen ficou apreensiva, ao olhar para a pessoa do seu lado, que ficara rangendo os dentes. -To begê!- exclamou. -Isso aí é verdade?

-Mas é claro né?-Denise largou o celular por um pouco, pegando assim um chiclete rosa, e começando a mastigá-lo.

-Dê, você sumiu criatura?- Carmen gritava, esperando resposta.

Ouvindo os gritos da amiga, Denise rapidamente colocou o celular perto de seu ouvido. — Eu estou aqui õ

-Fotografa tudinho ok? -Carmen tinha dúvidas. Será que tudo daria certo?

Denise já tinha feito isso, por isso sorriu, por finalmente ter algum tempo livre. -Pode contar Cácá!

-Eu sei fofa. Por isso gosto tanto de você amiga.- respondeu a loira. -Valeu linda. — disse Denise. -Eu também gosto muito de você. A pessoa do lado de Carmen fez sinal a ela que podia terminar a chamada. Ela confirmou com a cabeça e continuou. -Olha Dê, o papo tava bom, mas vou ter que desligar querida.

Denise, que já se tinha sentado num banquinho do parque, pensando que a conversa seria longa, resmungou. -Já?

Sim, é que tenho umas coisas importantíssimas a tratar! Você sabe. Coisas da realeza. -Carmen riu com vontade. Desde criança que ela e Denise guardavam muitas memórias. Esta era uma delas.

-E realeza é connosco miga…

-Claro que sim! — a loira se levantou. -Porque nós somos…

-Lindas…-começava a amiga.

-Ricas… — continuava ela.

-Poderosas… — Denise adorava aquela coisa. Elas as duas chamavam isso de tratamento das friends.

-E vacinadas!

-Xauzinho gatz.-a conversa estava terminando.

-Bye Bye fofa. Beijo.- dito isso, Carmen desligou.

-Beijo.- disse Denise, em vão. Suspirou e se levantou, caminhando em direção a sua casa.

Fim da conversa.

Em casa da Carmen…

-Ai que ódio! — a pessoa se levantou, com raiva. -Mas eu terei minha vingança. E não tardará…- disse ela, cerrando os punhos.

-O que pensa fazer? — perguntou Carmen, curiosa.

-Ainda não sei bem. Por isso preciso da sua ajuda, ok? — então, a estranha figura estendeu a mão.

-Mas é claro né?- disse Carmen, aceitando a proposta.

-Fico feliz em saber disso. — de repente a pessoa arregalou os olhos, sorrindo em seguida. -Espere… Tive uma ideia genial!

-Conta logo! Conta logo! -disse Carmen, esperando o que iria sair dali.

-Então é assim, vamos na festa, eu armo o barraco e você banca a testemunha. É simples. O resto deixa com a cabeça oca da Mônica. Eu depois te explico melhor… — disse a pessoa, arquitetando um plano contra o recém-casal.

-Que Mara! Nunca gostei de ver a Mônica e o Ceboal juntos. -disse Carmen, bufando.

-É. Mas o sabor da vingança será doce para nós. Ou eu não me chame Nerei! — disse a estranha pessoa, rindo.

-Nerei? Entendi. — disse a loira, rindo também.

-É, as paredes têm ouvidos. — sussurrou ao ouvido da riquinha.

-E os leitores também. — concordou ela.

Então elas se despediram e Carmen ficou pensando se tudo aquilo iria funcionar.

Notas finais
O que essas duas estarão preparando?
Quem será essa tal de Nerei?
Que terá a Carmen a ver com ela?
Tantas perguntas hein?
Mas não se preocupem, todas as respostas virão no próximo capítulo!
Beijo :*