Lá estão as estrelas, grandes em sua beleza e formosura, cheias de vida com seus fortes brilhos e luminosidade, gritando por atenção em um espaço vazio e escuro, servindo a natureza e seus propósitos. Grandes seres imensuráveis a olho nu, distante dos humanos, sempre presente na vida de cada ser, porém, sempre ignoradas. Servem de estudo para uns, no máximo, por que são diferentes, estranhas, mas que por alguma razão ainda assim possuem uma importância; importância essa que muda rotas, afeta uns e mesmo assim são esquecidas numa escuridão tão vasta que se torna entediante.

Suas luzes sempre estiveram lá, todas elas rodeadas por outras estrelas, mas que estão fadadas a não se aproximarem, caso contrário o resultado seria catastrófico, em possibilidades pessimistas a aproximação desses dois seres resultaria em um buraco negro capaz de sugar qualquer esperança de vida. E elas continuam a existir, pois é assim que deve ser. Se foram destinas a ficarem sozinhas, assim deve ser, todavia, por mais grandes que sejam, suas decisões não importam, em razão de que só causam destruição.

Milhares delas estão espalhadas e é claro existem aquelas que se destacam, por pouco tempo, com um brilho lindo de emudecer os olhos humanos, que como meio de honrar a sua morte fazem um desejo de algo intangível, em ironia, pelo caminho da morte eles encontram vida. A estrela que tão cheio de vida fora, agora passa rápida, em silêncio, vista à distância, seu destaque é pouco, mas suficiente. São conhecidas como estrelas cadentes, um nome belo para um ato melancólico.

Esses seres estão lá, prontas para serem notadas, é claro, é preciso ter cuidado, pois são catastroficamente belas.

Notas finais
Quero ouvir o que acharam do meu texto e se falaram com vocês de alguma forma
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!