Este Não É O Inglaterra!
1 prologo bizarro
Notas iniciais
ultimadamente, Arthur kirkland não estava muito bem.
não digo que estava doente... estava mal com as pessoas.
e com as não-pessoas também.
certa tarde, Feliciano estava passando em frente á casa de Arthur.
a casa de Arthur é muito velha, aparentando um castelo de 1000 anos.
tudo parecia estar normal, até Feliciano chegar mais perto da casa, e conseguir ouvir os gritos de Arthur.
eram assustadores.
– EU JÁ DISSE PARA VOCÊ ME DEIXAR EM PAZ! O QUE VOCÊ QUER DE MIM? EU NÃO TENHO O QUE VOCÊ QUER! VÁ EMBORA, AGORA!
" vee~, o que será que esta acontecendo lá dentro? essa gritaria não é normal... " pensou Feliciano.
– SE EU TE DER ESTA GARRAFA DE VINHO... VOCÊ VAI EMBORA? EU SÓ QUERO VIVER EM PAZ! ME DEIXE SOZINHO! AGORA! CAIA FORA DA MINHA CASA!
" Arthur parece ser uma pessoa bem esquisita " pensou Feliciano.
com medo de Arthur sair fora de casa e ver ele ali na frente, Itália decidiu continuar á andar.
no dia seguinte, Feliciano passava de novo em frente á casa de Arthur.
desta vez, Arthur estava bêbado no lado de fora de sua casa, segurando uma garrafa de vinho.
Arthur aparentava estar desacordado.
" vee~ pobre Arthur..." pensou Feliciano.
com medo de Arthur acordar, Itália decidiu continuar á andar.
no outro dia...
Arthur estava em pé, na frente da casa dele. e Feliciano passou na frente da casa.
Arthur parecia estar muito calmo e normal.
mas, até Feliciano reparar que os olhos de Arthur ..não tinha mais a cor verde...estavam vermelhos como sangue.
– vee~! bom dia, Arthur!
– bom dia, Feliciano.
e não disse mais nada.
ficou de braços cruzados. e olhos vermelhos.
" ele está muito estranho... " pensou Feliciano.
– ei, Feliciano... você sabe como preparar carne?
– ah? mas...estamos em plena quaresma!!
– eu sei. mas...só estou perguntando, você sabe como cozinhar carne?
– sei.
Arthur, deu um sorriso estranho e respondeu...
– se um dia não for muito incomodo...traga-me carne.
os olhos vermelhos dele brilharam.
– p-por que você quer carne?
– por que eu tenho fome. muita fome. e eu quero carne.
assustado, Feliciano já colocava um pé para frente, para estar preparado para correr.
– t-tudo bem... eu trarei um dia, quando tiver tempo...
e saiu correndo dali.
aquele cara...não parecia ser Arthur. mas, era o Arthur.
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