Essência de Amor

3 Entrando No Começo e Deslizando Pelo Fim.


Notas iniciais
Olá pesssooooaaall!!!
Bem, peço a todas vocês, queridas leitoras, minhas sinceras desculpas. Não tenho tido muito tempo para escrever, na verdade nem tenho tido muito tempo de mexer no computador, por isso não postei antes.
Esse capitulo estava pronto há um mês, - mais ou menos - porém, meu computador anda tendo uns problemas e eu tenho que leva-lo constantemente ao tecnico para poder conserta-lo.
Depois, enviei a minha amada betinha, minhas chará, a Larah...
Resumindo: Segue-se abaixo o novo capitulo, Aproveitem!!

Acordei exausta. Pelo menos, hoje, eu havia dormido em minha cama, mas estava cansada por todas aquelas compras de ontem. Ás vezes parece que Alice nunca se cansa de fazer compras. Na verdade, ela nunca cansa de fazer compras!

Tomei meu banho e coloquei uma roupa simples: uma camiseta roxa escura sem mangas e um short jeans.

Tomei meu café da manhã, arrumei o meu quarto temporário e verifiquei as horas. Eram dez e meia.

Procurei Alice em seu quarto, porém não a encontrei. Continuei a procurá-la pelo resto da casa, mas não obtive êxito. Lembrei–me que ela tinha dito que iria hoje pegar minha identidade falsa, meu histórico escolar e o restante das coisas necessárias.

De tarde, Alice chegou com mais compras e também com as coisas necessárias para a matrícula. Começamos então as dicas. Por exemplo: como os garotos sentam-se, como eles falam, entre outras coisas. Após passarmos todas as dicas possíveis, Alice começou a ensinar-me truques de maquiagem para disfarçar a vermelhidão de minhas bochechas e mostrou-me um modo de colocar a peruca de uma forma que ninguém percebesse que era cabelo falso.

Por fim, ela também me deu dicas de como disfarçar meus seios nas camisas que compramos. A sorte era que em Forks o tempo sempre está nublado, ninguém usa roupas para calor, ninguém fica sem camisa, então eu não teria que me desculpar por nunca tirar minha camiseta.

No dia seguinte fomos ao colégio e me matriculamos. Eu havia ficado no dormitório 175 com mais dois garotos cujos nomes só seriam revelados no inicio das aulas, isso quer dizer, na sexta-feira. Em quanto eu continuava treinando ser um garoto, os dias iam se passando rapidamente, talvez até mais rápidos do que eu gostaria.

Na quarta-feira, Alice deu-me a idéia de andar pela rua como um garoto para ver se alguém perceberia que sou uma garota. Resultado: ninguém percebeu! Já recebi até cantadas de várias garotas. Hahaha. Tá, foi nojento!

Nesse mesmo dia, combinei com Alice de ver um filme de terror, mas acabamos desistindo, pois ele era assustador. Na verdade quem desistiu foi Alice, por que eu estava quase pegando no sono. E foi isso que aconteceu após o novo filme que colocamos.

Os restantes dos dias foram se passando como um trem, rápidos. Hoje já era sexta-feira, o dia em que minha vida mudaria. Dia em que Renesmee Carlie Cullen ficará guardada a sete chaves em um garoto chamado Carlos Andrade.

Ainda estava me arrumando quando Alice entrou no quarto.

- Renesmee, liguei para Jasper e ele disse que já está chegando. Vamos ver quanto tempo levará para que ele perceba que você não é um garoto. – Alice disse pensativa.

Continuei a me arrumar e, dez minutos após acabar, Alice chega eufórica.

- Renesmee, ele chegou! Lembre-se das dicas que eu dei a você. – Ela disse me puxando para sala.

Ao ir para sala, ouvi passos, que, logicamente, eram de Jasper. Em poucos segundos, um homem de estatura mediana e cabelo cor de mel aparecia pela entrada da cozinha.

Depois, por incrível que pareça, ele acabou descobrindo que eu era uma garota só por causa da minha voz, e ele me deu até algumas dicas!

A conversa estava boa, mas eu tinha que ir para o colégio interno logo antes que ficasse atrasada.

Alice e Jasper me deixaram em frente ao colégio. Alice estava um pouco apreensiva e Jasper estava da mesma forma. Eu também estava, mas tentei transparecer calma, não queria que eles achassem que eu estava desistindo. Despedi-me dos dois e eles me ajudaram com as malas até a secretaria. De lá em diante eu continuaria sozinha.

Mais uma vez despedi-me deles e fui até a entrada. Mãos suando, frio na barriga, enjôo. Tudo isso parecia não facilitar. Continuei andando na enorme fila de garotos enquanto olhava as meninas, todas bem arrumadas e com roupas de grife. Ainda bem que não estou como uma garota, nunca chegaria à altura delas.

- E ai? Seth Cleawater. E você é? – O menino da frente se apresentou. Ele era bem bonito, mas tinha um rosto um pouco infantil.

- Er... – Forcei a voz. – Carlos Andrade.

— Seu primeiro ano aqui? – Perguntou-me Seth.

- É. Mas o colégio não foi construído nesse ano? – Perguntei confusa, lembrando-me da matéria que li no jornal sobre o colégio.

- É, foi sim. Porém, antes dele ser construído aqui, já existia um em Port Angeles. Ele foi construído por causa da superlotação do outro colégio. Eu estudei lá por três anos seguidos. Mas como tem um agora aqui, os alunos que estavam lá e moram por aqui por perto vieram automaticamente para cá.

- Entendi. – Murmurei e logo após acrescentei. – Mano.

Seth era o próximo e pegou uns papéis e uma chave com a moça que nos recebia. Logo após, fiz o mesmo.

- Então, em qual quarto você está? – Perguntou-me ele em quanto olhava seu mapa. Apenas levantei minha chave, pois nela havia o numero do meu quarto. Ele olhou para a chave e pareceu surpreso ao falar. – Nossa! Que coincidência. Também estou no quarto 175. Quer que eu lhe mostre onde fica?

Concordei e ele me guiou até o quarto, meu novo quarto. Fiquei um pouco nervosa, pois seria eu em um quarto com mais dois meninos. Eu teria que ser muito cuidadosa.

Seth, mesmo tendo estudado sempre na antiga escola lá em Port Angeles, conhece bem esse colégio. Ele me disse que construíram tudo exatamente igual para que os antigos alunos de lá se sentissem tão à vontade aqui como se sentiam lá.

Seth era bem bonito e divertido, mas não deixava de lado seu jeito infantil. Sem duvida ele é a pessoa mais engraçada que já conheci.

- Pronto, é aqui. – Ele disse abrindo a porta e entrando no quarto. Automaticamente o segui. – Pode escolher a cama, só não fica com a perto da porta, pois é do Jacob. Já volto, vou ver minha namorada.

- Tá. – Eu disse normalmente, mas logo me lembrei forçando a voz. – Pode deixar... cara!

Seth fez um careta e se foi. Fiquei com um ponto de interrogação em minha mente. Jacob? Quem seria esse tal Jacob? Espero que seja tão legal quanto o Seth!

Arrumei minhas coisas. Coloquei as roupas femininas que trouxe por baixo e as masculinas por cima nas gavetas que escolhi. Sentei-me na minha cama, a do meio, e fiquei analisando minha foto. É. Eu estava muito diferente. Já estava quase viajando em memórias quando ouvi passos. Guardei a foto e esperei Seth entrar, mas não era ele. Era um garoto, moreno, alto e musculoso. Parecia mais um modelo, a coisa mais bela que meus olhos já viram.

Ele se despedia de uma menina que estava o abraçando, provavelmente era sua namorada.

- Tânia, amor, eu tenho que entrar. Se nos pegarem você sabe muito bem o que acontece. – O rapaz disse.

- Até parece que isso o impediu de ir ao meu quarto diversas vezes. – Ela contra-atacou dando beijos em seu pescoço.

- Tânia, é sério. – Ele a segurou pelas mãos. – Depois eu vou lá, prometo.

A menina, Tânia, concordou e se foi. O rapaz virou-se e jogou as malas de suas mãos na cama perto da porta. Então esse era o Jacob. O encarei despercebidamente, mas ele pareceu perceber. Eu não notei que estava com cara de palhaça, mas ele notou.

- Desculpa. Pensei que fosse Seth. – Ele disse se desculpando e vindo em minha direção. Tentei não sorrir para essa criatura linda que vinha até mim. Ele estendeu as mãos. – Jacob Black.

Continuei o encarando. Aqueles olhos castanhos envolventes. Senti um arrepio ao tocar suas mãos. Estava completamente absorta em meus pensamentos quando ele pigarreou.

- E você? – Perguntou. Senti-me envergonhada. Ele deve ter pensado que eu gosto de homens. Quer dizer, eu gosto de homens, mas Carlos Andrade não!

- Carlos. Carlos Andrade. – Eu disse já ruborizada, sorte minhas que com a maquiagem ele não perceberia, eu acho!

- É aluno novo, não é? – Ele perguntou.

- Sou. – Disse soltando suas mãos quentes e macias. – Como você sabe?

- Estudei na matriz desse colégio quando só existia um colégio, o de Port Angeles. – Ele falou indo até sua cama e deitando nela.

- Ah, entendi. E, aquela garota era sua namorada? – perguntei casualmente.

- Tânia? – Ele perguntou ainda deitado. Afirmei balançando a cabeça. – Ela é só uma das gostosas que eu ando pegando, mas ela não cala a boca e ainda acha que sou o namorado dela. Acho que no fundo ela acha que eu sou um príncipe encantado!

- Uma das gostosas? – Perguntei aterrorizada com suas palavras.

- É, Carlos. Mas a melhor é a Julia, ela, nesse colégio, é a única que percebeu que eu não estou a fim de arranjar a mulher da minha vida. – Ele disse sentando na cama e fazendo aspas na “mulher da minha vida”.

- É? Isso pra você é normal? Ficar com uma garota, depois com outra? Enganar elas? Você é tão imbecil! – falei me aproximando dele. Ele levantou, ficando de frente para mim.

- Tudo bem, Carlos. Até parece que você nunca foi assim! – Ele falou sarcástico.

- Como você? Nunca e nem se eu quisesse! – Gritei. Peguei minha mochila com minhas coisas e entrei no banheiro batendo, em seguida, a porta do banheiro fortemente.

Tirei minhas roupas e fui tomar banho. Liguei o chuveiro e tomei um banho extremamente frio para acalmar os nervos. O que eu estava pensando? Eu não posso agir assim! Até parece que garotos ligam para o que as garotas sentem, mas eu não sou garoto. É muito difícil ter que ver essas coisas e ter de permanecer calada.

Depois de pensar bastante enquanto tomava meu banho, resolvi que devia pedir desculpas a Jacob mesmo ele sendo um cretino dos olhos castanho encantadores e do sorriso perfeito. Ele podia até ser canalha, mas eu não podia negar que ele era lindo. Não, lindo era pouco, ele era absurdamente lindo.

Ao sair do banheiro vi Jacob. Meu coração bateu freneticamente ao ver minha foto nas mãos dele. A foto em que eu ainda era Renesmee Carlie Cullen.

– Carlos... – Ele começou.

– Sim? – perguntei temerosa.

– É por isso que você disse que não gostava do modo que eu trato as garotas? – Perguntou ele, ainda calmo.

Ótimo. Acabei de começar meu primeiro dia nesse colégio e já descobrem que eu sou uma garota. E agora? O que será que ele vai fazer?

Eu só sei que se os diretores descobrissem iriam expulsar-me da escola. Eu teria que voltar para casa e todo meu esforço seria em vão. Será que sempre as coisas são tão difíceis de esconder?

Notas finais
PS¹=
Agradeço pelos comentários de: alinica, Gomes, ReehBerthy, aninha_cullin, PalomaS, larah16; no primeiro e segundo capitulo e de: lunelua, patygirl, ingrid_estefani e Maryh_ Uchila no primeiro capitulo. Amei os comentários de todas, isso que me anima a, mesmo cansada, ter animo de escrever.
Espero que os que não comentaram no capitulo anterior possam comentar nesse.

PS²= Já estou terminando o proximo capitulo, só mais uns detalhes... Torçam para o pc não dar problemas novamente, beijos!!

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Nota Beta Louca: E aí pessoas? Quanto tempo não? Haha. Pois é, todos nós temos seus problemas...e suas coisas...rs. Okay, até parece que eu sou normal falando isso né? Kkkkk. Mas ahhh...alouka esse capítulooo genteeeem! Olha, vou dizer uma coisa, se a Láh não tivesse uma beta, seja eu ou outra pessoa, os capítulos dela iam sair perfeitinhos do jeito que estão aí! Sériooo!! Eu quase não tenho trabalho pra corrigir os capítulos dela gentee...bom, então...agora quero ver os coments de vocês! Quem aí concorda comigo que ela é uma boa escritora levanta a mão!! o/o/o/o/ kkkk.
Beeeeeijos, Larah.