Notas iniciais
Oii
Comentem que logo postarei um novo capitulo!
Espero que gostem
Beijos e Boa Leitura!
Dani Silva

Meu nome é Isabella Marie Swan, sou filha de Renne Swan atual divorciada. Meu pai é Charlie Swan um roqueiro nato, que fugiu em uma turnê com uma amante e nunca mais voltou. Minha mãe não aceitou muito bem e quando tinha cinco anos(e podia cuidar de mim o mínimo possível) se aprofundou em sua depressão me deixando sozinha para cuidar de nós duas.

Agora tenho 18 anos, minha mãe não consegue mais me sustentar(na verdade acho que ela não gosta de me ter por perto, pois pareço com meu pai), então fiz minhas malas e estou em minha caminhonete indo para Califórnia, passar uns tempos com o rei do Rock.

Fechei os olhos e imaginei. Que minha vida era diferente.

***

Passei pelo portal da California quando o relógio virou as 3:30 da madrugada. Suspirei e segui rumo a mansão na praia de meu pai.

Fui dirigindo, a gasolina já estava quase acabando e eu só tinha dinheiro para comer na manha seguinte. Segui em frente vendo cada vez mais casas enormes e mansões. Cheguei em frente a uma mansão enorme. Alguns carros estavam fora e uma musica alta soava lá de dentro.

Passei pelos portões e entrei parando o carro em frente e uma fonte no meio do caminho. Olhei para casa iluminada, uma mansão era uma palavra pequena para descrever a enorme casa. De três andares, a casa tinha janelas de vidro enormes e sacadas. As paredes de um tom de bege com os tijolos aparecendo davam um toque antigo a ela, apesar de parecer muito nova devido aos luxos como uma piscina(vi algumas mulheres de biquíni) e as luzes coloridas de balada.

Suspirei e abri a porta do meu enorme e velho carro(que foi o único que consegui comprar já que tinha que manter a mim e a minha mãe). Arrumei minha camisa verde e coloquei a mão no meu bolso de trás da causa jeans onde guardava o único dinheiro que tinha. Estava muito calor então fiz um coque baixo com meu cabelo loiro.

Fui em direção a porta de entrada quando um armário entrou em minha frente.

- Posso ajudar? – perguntou o cara sua voz era grossa e masculina. Olhei para cima ele tinha olhos incrivelmente castanhos e um sorriso simpático com covinhas.

- Acho que sim, meu nome é Isabella Swan eu vi falar com o meu pai Charlie. – disse. O homem diminuiu o sorriso até que ele sumiu.

- Isabella? Edward vai ficar louco! – disse ele. E sorriu maliciosamente.

- Eu não sei... – comecei.

- A Edward é o filho da Esme, mulher do seu pai. – disse ele. Assenti.

Eu vim pra cá para poder conhecer esse mundo, então lá vou eu.

- A-acho que é melhor eu.. – comecei.

- A deixe disso! Meu nome é Emmett, você vai deixar o Edgayzinho maluco! – disse ele e pegou no meu braço me arrastando para dentro da casa.

Algumas mulheres me encararam com nojo, me encolhi um pouco. Emmett parou em frente a um grupo de pessoas.

- Ed essa é minha amiga. – disse Emmett me colocando a sua frente. Encarei o homem com quem Emmett falava.

O olhei de olhos arregalados. Seu cabelo de um bronze estranho, sorriso perfeito, olhos verde esmeralda. Ele era perfeito.

- Quem é essa Emm? – perguntou ele a Emmett. Sua voz era rouca e melodiosa.

- Isabella Swan quem mais seria? – respondeu Emmett.

A fisionomia do homem mudou ele parecia irritado agora.

- O que você faz aqui? – rosnou ele.

- E-eu vim falar com o Charlie. – disse insegura.

O homem me olhou do alto de seu pedestal e rosnou.

- Ele saiu. Foi viajar com Esme. – disse ele.

- Ó! Ele disse que estaria aqui. – disse.

- Pois ele não está, então já pode ir. – disse ele.

- Mas eu... – comecei.

- Eu disse que você já pode ir. – irritou-se. Suspirei.

- É claro. Não vou mais te importunar, com bem... Eu. Licença. – disse e me virei. Passei por Emmett e segui para minha caminhonete.

O que eu faria? Só tinha dinheiro para comer amanha e mais nada.

- Você tem pra onde ir? – perguntou Emmett atrás de mim. Sorri-lhe docemente.

- Eu me viro. Fiz isso por muito tempo. – disse.

- Espera! Você tem dinheiro? – perguntou ele. Assenti.

- Tenho. – respondi.

- Quanto? – perguntou ele.

- Vai me roubar é? Tenho suficiente. – disse.

- Duvido muito mesmo. Fique aqui que eu já volto. – disse ele e saiu indo em direção a casa novamente.

Entrei em meu carro e esperei. Talvez pudesse parar perto da praia e dormir em meu carro. Não seria a ultima vez, no dia seguinte eu procuraria um emprego e depois ficaria bem.

Bateram na janela. Dei um pulo e encarei o homem de cabelos bronze. Suspirei de alivio por não ser nenhum maníaco, mas logo o alivio passou pois teria que ir embora mais rápido agora.

Abri a porta e sai ainda encarando o homem. Ele era enorme não um armário como Emmett mais quase do mesmo tamanho.

- Eu já estou indo. – disse.

- Para onde? – perguntou ele.

- Um hotel. – menti. Não tinha dinheiro nem para passar pela porta. Suspirei.

- Emmett me contou que você não tem onde ficar. – disse ele.

- Por enquanto. – respondi.

- Pode ficar aqui se quiser Isabella. – disse ele. O encarei surpresa.

- Desculpe o que disse? – perguntei. Ele riu. Sua risada musical e rouca.

- Pode dormir aqui esta noite, não que eu queira. Mas Emmett é muito convincente. – disse ele revirando os olhos.

- Não precisa é sério eu posso dormir em um hotel. – disse.

- Há! Você não deve ter nenhum dinheiro, vamos. – disse ele. Foi para tras da minha caminhonete abriu a caçamba e pegou minha mala que estava ali.

O segui de cabeça baixa. A festa ainda estava rolando, mas ninguém pareceu se importar comigo. Todos só olhavam para o homem que andava confiante a minha frente.

Ele parou em uma porta de frente para a cozinha.

- Esse é seu quarto temporário. – disse ele. Assenti e peguei minha mala. Ele se virou e foi embora.

Antes que eu perguntasse seu nome.

Entrei no quarto e joguei minha mala em um canto. Ali havia uma cama uma cômoda pequena e o canto onde joguei minha mala. Era um quarto pequeno com pouquíssimo espaço.

A musica ainda estava alta na sala e no resto da casa. Suspirei e tirei minha roupa ficando apenas de lingerie, fui em direção a minha mala e peguei uma camisola preta a vesti e me deitei na cama fechando os olhos logo em seguida. O sono não demorou a vir, aprendi a dormir com muito barulho.