Joseph olhava para mim com uma cara muito assustada, nós estavamos sendo atacados, esse era o fim da gangue, o chão branco daquele lugar, estava totalmente vermelho, joseph grita: — vai, corre! heitor — eu não queria abandonar eles, mas meu filho de apenas 1 ano me esperava em casa, saí correndo de lá com um leve arrependimento, entrei no carro, virei a chave e apenas saí, sem olhar para trás eu apenas corri, o carro não tinha muita gasolina. Enquanto eu corria até minha casa eu ouvi um imenso barulho, sinto algo me acertando e apenas caio, quase desacordado, ao longe, vejo algo que parecia um pequeno portal, mas eu desmaio logo em seguida. Eu acordo em uma sala estranha, na minha esquerda uma parede branca, na minha direita uma parede preta, nenhuma delas parecia materializada, no chão branco da sala havia alguns numeros e um ponteiro, parecia um relógio, mas não tinha horas ou minutos, a cada dia que passava o ponteiro mudava apenas um numero. Do outro lado das paredes era possivel ouvir algumas vozes, a cada dia que passava, tudo ia perdendo mais e mais o sentido, as vozes que eu achei que diziam algo, as paredes que eu achei que eram reais e até a minha propria existencia, eu passei muito tempo lá, pelo o que eu pude contar, uns quatro meses. Finalmente acordo, em um quarto de hospital, me levanto e olho atentamente todo o quarto, não me lembrava de ter visto um quarto parecido, caminho lentamente até a porta, gentilmente eu viro a maçaneta, na minha frente, apenas um corredor, não vejo ninguem, sinto um frio, como se aquilo estivesse acontecendo denovo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.