Esfera Sagrada
8 Cap.08 - Alívio para minha dor.
Notas iniciais
—Vou deixar os lixos aqui juntos!- diz João sério virando as costas e se retirando.
De repente Danny vai em sua direção e coloca a mão em seu ombro...
—Você acusa meu amigo por algo que tenho certeza que não fez e ainda nos chama de lixo?- diz ela que em seguida dá um tapa na cara dele.
O tapa foi tão forte que o rosto de João se vira e o vermelhão aparece em seu rosto esquerdo, ela fecha sua feição a deixando brava e quando ele levanta a sua mão direita para devolver o tapa que recebeu, ele olha para Lillyth e devagar abaixa a mão.
—"Porque ele não bateu?"- se pergunta Caique confuso.
—"Ele abaixou a mão, porque?"- pergunta surpreso Red.
—"Uffa, achei que ele ia me acertar!"- afirma em pensamento aliviada Danny.
—"Ele ainda se lembra."- pensa Lillyth com os olhos cheio de lágrimas.
—Vamos embora, Lillyth!- diz João sério e em seguida Lillyth só levanta a mão direita e um forte vento de baixo pra cima fazem os dois flutuarem e depois os levarem embora.
—"Imaginava que ela era do clã do elemento vento."- diz em pensamento Caique só observando cada detalhe da situação.
A noite chega e Felipe está sozinho sentado em cima de uma grande rocha, a acusação que João fez mexeu muito com ele e a tristeza era visível mesmo sem olhar o seu rosto, Danny se aproxima tentando falar com ele.
—Tenho certeza que o que o João disse é mentira e que só foi pra te atingir.- diz Danny tentando ajudar Felipe.
—Pode ser mais e se for verdade? E se realmente eu fui o culpado pela morte dos meus pais?- pergunta Felipe com um ar confuso.
—Se foi, tenho certeza que foi porque de algum modo seus pais tentaram te salvar de algo e pra te proteger morreram.- diz Danny sorrindo amigavelmente.
—Espero que você esteja certa, mais o difícil vai ser saber a verdade.- diz Felipe com a feição tristonha.
—Eu sei que você vai descobrir a verdade!- afirma Danny olhando para ele com o sorriso amigável e depois se retira.
João e Lillyth partem pra cidade de Forence para tentar descobrir mais sobre a esfera sagrada...
—Onde será que está essa maldita esfera?- pergunta João furioso e depois olha para Lillyth e a feição dela está estranha.
—Você está bem, Lillyth?- pergunta João sério.
—É verdade o que você falou pro Felipe?- pergunta ela confusa.
—E se for? O que isso faz diferença?- pergunta João ainda sério.
—Quero saber se é verdade, me responda!- grita Lillyth com um tom de brava.
—Você não precisa saber!- afirma João sério e se distanciando dela e depois vê Lillyth partir.
—"Desculpa!"- pensa João triste.
Lillyth partiu e estava confusa, ela era a única em quem João confiava e agora não estaria mais do seu lado...
—Faço igual o Caique ou sigo um novo caminho?- se pergunta ela confusa.
Ao lembrar do sorriso de João e de tudo o que passou ela fica em dúvida: "retorna até onde João está ou se vai pra perto de Felipe há quem ela percebeu que está em um caminho que ela gostaria de também acompanhar", mas a dúvida era cruel para ela, pois ela tinha uma dívida com João e sabia que nunca poderia pagar.
—"O que eu faço agora?"- se pergunta ela ainda mais confusa.
Enquanto isso, João continua sua busca e encontra um livro na biblioteca de Florence que é enorme e cheio de livros, ali continha a história de todos os clãs e como alguns deles foram exterminados, havia um livro que foi o primeiro que João pegou que contava a história de um herói que acabou de tornando vilão, imaginem alguém em que vocês pudessem confiar e que salvou a vida de muitos pra depois tira-las, com certeza era uma história triste de se ler, mais no fundo da biblioteca havia o livro do pai de João e Felipe que continha os segredos sobre a esfera sagrada.
—Encontrei até que enfim, agora espero que aqui tenha alguma pista sobre onde é a localização da esfera.- diz João empolgado olhando para o livro.
A pergunta que fica na mente é: Qual será o plano de João com respeito a esfera? Será que ele planeja algo terrível? Isso é a dúvida que estava na mente de Lillyth, porque ela mesmo não sabia o que João realmente planejava, por isso ela estava com medo.
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