Notas iniciais
Amei os comentarios do capitulo anterior *-* Obrigada!! Por isso dedico o capitulo a: Danielle novacullen ThaisAndrade Line Cullen eliane sousa Uma Placa Por Ai Dricamcotur giovana0914 Beca Salvatore Boa leitura!!

Meus olhos se arregalaram.

–Como é? –perguntei confusa. –você o chamou de pai?

–Bella, tem muitas coisas a serem explicadas. E eu queria fazer isso com calma, e só nós dois. –ele falava calmamente. –Por isso, vou levar você pra casa, e nós conversamos.

A calma dele fazia com que eu me acalmasse também.

–Aro. –Ed começou. –Essa missão era minha. Mas meu pai se apressou em trazer Bella.

–Eduardo. –Alec pediu silêncio da parte de Ed.

Ed ignorou-o e continuou.

–Ele fez isso, para eu não ter que me envolver com uma vampira para completar a minha missão. –ele parou. Parecia estar procurando as palavras certas. –Agora que a festa já foi dada, Bella pode ir embora. Esse era o plano. Mas vocês estão fazendo uma coisa errada. Coisa que não é digna de um Volturi, pelo menos eu achava que não. Vocês estão a enganando. Vocês querem o poder dela na guarda, mas não pode ser feito enganando-a.

Como assim. Eu não estava entendendo nada. Como assim aquela era a missão dele?

–O que a festa tem haver? –perguntei.

–Bella, minha missão era dar um jeito de trazer você aqui, e então os Volturi fariam uma festa. A festa que você teve quando chegou. A festa era para os vampiros verem a união dos Cullen com os Volturi. Por conta do ocorrido há três anos, a maioria acham que podem contra os Volturi e não estão mais os temendo. Foi por uma boa causa. Nunca pensei que eles manteriam você aqui.

–Espera. O que você tem haver com isso tudo?

Ele se calou.

–Vamos embora. Em casa eu lhe conto tudo. –ele pediu.

Eu deveria confiar nele?

Apenas assenti.

–Até mais, Aro. E não me espere voltar, pois eu não vou.

Ele deu as costas aos Volturi e me arrastou junto.

–Eduardo. –Alec parou na nossa frente, bloqueando a passagem. –Não faça isso.

–Sinto muito pai. Mas eu não quero mais fazer parte disso. –a palavra “pai” de novo. E eu não via a hora de saber da verdade. -Vocês me dão nojo.

Essas últimas palavras de Ed foram suficientes para Alec se irritar e dar um tapa estalado no rosto dele.

Coloquei a mão na boca, tentando abafar a minha surpresa e desespero.

Ed levou a mão até seu rosto e massageou.

–Você é o pior pai do mundo. Só faz o mal. E espero que não tenha tocado na Bella, porque se eu souber, você vai pagar caro.

Alec apenas encarava Ed com um olhar enfurecido.

Eu me perguntava, como que um tapa desses não causou dano algum nele.

Ed pegou minha mão entrelaçando na sua. O olhar de Alec foi parar em nossas mãos.

–Mamãe deu sorte em não resistir. Ela não merecia um monstro como você.

O maxilar de Alec se apertou.

Ed me levou para fora da sala, desviando de Alec.

Nós saímos do castelo em silêncio, mas minha mente formava várias perguntas a cada segundo.

Ele me guiou até um aeroporto. Nós íamos de avião? Mas e meus documentos?

Nós fomos direto para um jatinho.

–O que estamos fazendo? –perguntei.

–Voltando para casa. Esse jatinho é dos Volturi. Próprio para mim. Como também sou humano não agüentaria viajar a pé.

Já estávamos sentados, e nossa bagagem dentro do jatinho. Então o piloto começou a fazer a sua parte. Deduzi que ele era vampiro, pelo seu cheiro.

–Temos que esperar até em casa? –perguntei fazendo bico.

–Não. Vamos acabar logo com isso. –ele suspira.

–Comece pela parte que Alec é seu pai. –pedi.

–Alec é meu pai. –ele deu de ombros. –o que você quer saber sobre isso?

–Tudo. O que aconteceu com seus pais biológicos? E o que deu em Alec para adotar você?

–Bella... Alec não me adotou.

–Como assim?

–Alec é meu pai biológico. –ele franziu o cenho.

–Impossível — sussurrei.

–Não é não. Minha mãe era humana, e aconteceu. Ela não resistiu ao parto. Ela na verdade sofreu a gravidez inteira. Eu era mais forte que ela. A gravidez durou muito pouco tempo.

–O que? Por quê?

–Pelo fato de eu ser... Meio... –ele não conseguia terminar a frase.

–Diga. –pedi paciente.

–Meio vampiro. –ele observava meu rosto atentamente. Minha expressão devia transparecer choque. Nenhuma palavra saia de minha boca. –Sou metade mortal, e metade imortal.

–E os Volturi permitiram isso?

–Sim, eles sabiam que eu nasci, e que não fui mordido. Alec era apaixonado pela minha mãe. Ele a amava de verdade. E por incrível que pareça, ele ama a mim também. Ele não gosta que eu me envolva com outros vampiros que não sejam os Volturi. Ele tem medo por minha segurança. Eu fiz... Parte da guarda Volturi, até hoje. – fiquei chocada. Nunca imaginaria Ed como um deles. -Minha missão era trazer você para cá e então aconteceria a festa. Essa festa era a oportunidade para os outros verem que os Volturi e os Cullen estão em paz. Isso para os rebeldes não pensarem que podem contra os Volturi. Os Volturi libertariam você. Mas não foi o que aconteceu. Alec teve que te enganar, dizendo que contaria a Aro sobre mim, mas o que você não sabia, era que eu fazia parte deles. Alec fez isso por que achava que você era um perigo para mim, e não queria que eu me aproximasse. Ele temia que eu me apaixonasse por uma vampira, mas para a infelicidade dele, já estou envolvido. E por isso, saí da guarda. Não concordo com a maioria das coisas que eles fazem, mas na verdade eu só estava lá por causa do meu pai.

– Aro te aceitou na guarda? –tentei desviar da parte que Ed está apaixonado por mim.

–Sim, por causa de meu poder.

–Qual o seu poder? –fiquei curiosa.

–Eu posso fazer uma pessoa imaginar o que eu quiser. E imagine a minha surpresa quando consegui fazer isso com você. Eu nunca consegui ultrapassar seu escudo antes. Mas naquele dia da montanha russa, você não estava me bloqueando. Acho que você estendeu seu escudo para me proteger de algo que fosse, na montanha russa. Acho que você nem percebeu o que estava fazendo. E assim eu consegui entrar em sua mente, e coloquei uma ilusão lá.

–E a ilusão era uma queda. –completei. –Por que você fez isso? O que deu em você? –perguntei um pouco irritada.

–Eu só queria ver se eu conseguia fazer você imaginar coisas.

–E sendo hibrido, você cresce?

–É o que parece. Mas só até eu atingir a maturidade. A partir daí eu paro de envelhecer.

–O que você come?

–Posso sobreviver de sangue e comida humana.

–Você é venenoso?

–Sim. Posso transformar um humano em vampiro.

–Ed, então desde a primeira vez que te vi na escola, você já tinha a missão?

–Sim. –ele olhou para baixo. –Mas eu não comecei a freqüentar a escola por causa de você. Já fazia uma semana que eu ia pra escola. E quanto a casa... Eu na verdade moro lá, sim.

–Você nunca foi pra escola?

Ele negou com a cabeça.

–Meu crescimento é muito acelerado. Os humanos iam perceber. Comecei ir agora, mesmo antes de atingir a maturidade porque não estou mais crescendo tão rápido. Está mais lento.

Isso tudo, estava sendo muito para mim. Eram muitas revelações.

–Ed, quantos anos você tem?

Ele olhou de novo para baixo. Um ato claro de nervosismo.

–Então? –perguntei novamente.

Notas finais
Espero que tenham gostado! comentem... Até o próximo capítulo!!