Escrito nas Estrelas
6 O início do nosso infinito
Notas iniciais
Hey meu lindos leitores! Como vão? Desculpem a demora e qualquer errinho que possa estar no texto.
Peço a todos que comentem! A história será postada todo domingo!
Boa leitura :)
–Percy! Annabeth! Chegamos!
Eu e Percy abrimos os olhos e nos encaramos... Como tudo chegara àquele ponto?Ele me ajudou a levantar e nós dois caminhamos para o andar inferior. Thalia, Lucke, Leo e Rachel tinham acabado de chegar e estavam sentados nos sofás da sala de estar. Percy deu um beijo em Rachel depois de cumprimentar Thalia e os outros. Esse ato fez co que meu estômago revirasse. Quando todos nós já estávamos bem aconchegados, eles começaram a planejar o que fariam a noite. Foi aí que eu lembrei:–Gente... Desculpa...- todos pararam de conversar e olharam pra mim- eu preciso ir embora... Se vocês não se lembram, temos prova de física amanhã de manhã... E meu pai quer que eu esteja em casa para estudar...Todos ficaram com uma cara de "Eu não acredito que ela vai embora por causa de prova!".–Eu posso levar você- disse Percy –Não é preciso... Meu pai ja deve estar no caminho. Levantei-me e fui direto para o quarto onde eu estava hospedada. Ainda molhada por causa do "mergulho" no "rio" percebi o quanto minha aparência estava horrível. Meus olhos estavam fundos e o meu cabelo? Nem se fale. Ele era um grande emaranhado de fios loiros cacheados. Entrei no banheiro para tomar um banho caprichado e dar um jeito naquele bolo de cabelo. Saí do chuveiro e vesti um vestido azul marinho. Bem simples. Penteei meus cabelos e fiz uma trança de raíz lateral. Acabei de guardar todas as minhas coisas dentro da mala e desci com elas para onde todos estavam. –Ainda não acredito que você vai embora por causa de provas...-comentou Thalia enquanto revirava os olhos. Fiz o mesmo e ela riu.–Srta. Chase... Seu pai acabou de chegar- avisou Taylor, o zelador do rancho. –Claro... Claro eu já estou indo. Percy levou as minhas malas até a frente da casa, onde meu pai já aguardava com o carro, e já as colocou no porta-malas. Abracei cada um dos meus amigos, mas quando chegou na hora de Percy não consegui segurar a raiva que eu estava sentindo por sentir tudo aquilo que eu sentia (-Deu pra entender não deu?) (-Mais ou menos...) e simplesmente dei um aperto de mãos para me despedir mesmo (-Nossa, quando você disse que não suportou a raiva que estava sentido, os leitores estavam esperando algo mais, tipo você dar um tapa na cara dele e falar um monte de coisa. Mas em vez disso, você só diz que deu um aperto de mãos? Que sem graça mulher!) (-Eu sou uma princesa... Não posso sair por aí fazendo isso). Tods repararam a forma fria com a qual eu me despedi de Percy. Mas fazer o que? Eu estava chateada, e com razão. Entrei no carro e dormi o caminho todo até em casa e chegando lá, apenas dei um beijinho na bochecha do meu pai e subi as escadas para entrar no meu quarto. Eu queria tomar um remédio pra dor de cabeça. (-E chorar...)Quando eu finalmente tomei coragem apra estudar, já era madrugada. Comecei redecorar cada equação cinemática e tentar entender aqueles exercícios que não faziam o mínimo sentido pra mim... Só que eu estava quase dormindo e para acordar, tomei um banho de água fria. Vesti um pijama bem quentinho com estampa de cupcakes coloridos e prendi meu cabelo em um coque porque não estava com paciência para penteá-lo. Voltei a estudar (-Não estava entendendo nada... Mas o.k) e já eram 4:30 da manhã quando chegou uma mensagem no meu whatsapp. P: Abre aqui. A: An?P: To na porta da sua casa. Desci as escadas e abri a porta, encontrando um Percy Jackson com o rosto extremamente arranhado e com um corte aparentemente fundo na testa. –Ai meu Deus! Pery! O que aconteceu com você?!- perguntei enquanto o puxava para dentro de casa e trancava a porta. Ele se sentou no sofá e, sem olhar para mim, respondeu:–Eu troxe Rachel pra casa... Então entramos para tomar uma taça de vinho... Sabe como aquele povo ama vinho...- ele olhou pra mim, como se perguntasse "Não é?" e eu apenas acenei que sim- Pois é... daí depois ela falou que uma pessoa contou alguma coisa pra ela sobre mim... Então ela ficou com raiva e jogou uma taça em mim... E cara! Tá ardendo muito! –Vem comigo- peguei em sua mão e o guiei para o meu quarto, e organizei os travesseiros para que ele pudesse ficar meio sentado e meio deitado na minha cama. Desci novamente as escadas (-Acho que nesse dia você emagreceu...) para pegar o kit de primeiros socorros que ficavam no armário da cozinha. No primeiro toque do pano com água no corte da testa. Percy deu um pulo e segurou a minha mão. Percebendo o quanto a situação tinha ficado estranha, ele a soltou e permitiu que eu voltasse a limpar o machucado.–A Rachel tinha que ter pensado antes de fazer isso. Ela poderia ter acertado o seu olho- comecei a limpar os cortes pequenos que estavam espalhados ao longo do rosto dele. –Eu posso ficar aqui Annie?- ele perguntou- meu pai não pode me ver assim...–Claro Percy. Fique a vontade. Ele tomou banho e vestiu um short do meu pai que provavelmente não faria diferença (-A parte que você entra no quarto do seu/nosso pai como uma ninja você não conta né?). Nos deitamos juntos na cama. Ele se virou para um lado, e eu para outro. O silencio reinou até o momento em que Percy me chamou:
–Annie, você tá acordada?- perguntou ele, em sussurros. –Estou. Deu pra ouvir ele se virando na cama, para ficar de frente pra mim. Eu fiz o mesmo. –Você realmente só voltou mais cedo por causa da prova?Não respondi. Só que a resposta "Não" provavelmente estava escrita na minha testa–Por que a Rachel te bateu?- rebati a pergunta, voltando a olhar nos olhos deleSem dizer palavra alguma, Percy se aproximou de mim, até que estivéssemos encostados um ao outro. E devagar, como no dia anterior, foi aproximando o rosto do meu. Fechei meus olhos, torcendo para que nada atrapalhasse o que ia acontecer. Os lábios dele tocaram os meus e sua língua pediu passagem, passagem esta, que foi concedida. Era claro o quanto esperávamos por aquilo. Nos beijávamos com vontade, mas ao mesmo tempo com muita ternura. Ele ficou em cima de mim, e suas mãos passavam do meu cabelo para a minha cintura, da minha cintura para o meu cabelo. Nos separamos apenas porque necessitávamos de ar. Percy se levantou e eu me sentei na cama. Ele estava confuso. Qualquer pessoa era capaz de ver. –Eu preciso ir Annie. E aí começa mais uma fase da minha história. O momento em que ele levantou da minha cama e foi embora, é o marco inicial do nosso romance.
Notas finais
Quero muitos comentários do tipo "ownt que lindo!" e quero também que me respondam:
Vocês querem que a Annabeth continue falando com ela mesma? Tenho medo de vocês não gostarem disso!
Beijos e até domingo que vem :)
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