Notas iniciais
Oi, leitores queridos!

Enfim, consegui terminar esse epílogo! Eu não estava gostando do final dele, mas hoje achei que ficou do jeito que eu queria.

Quero muito agradecer às recomendações das leitoras ChocolateLover, Llita pokt, carolrosaa e Vic Sousa, nesta fic, e de Vic Sousa e carolrosaa na fic anterior (que, vcs sabem, eu não atualizo mais, então eu agradeço nesta aqui). Muito obrigada, suas lindas!! Amo vcs de ♥ !

Também quero agradecer à leitora Ceci Greenleaf, que fez uma capa nova para esta fic (na verdade, ela fez novas capas para toda a trilogia, que agora tem uma identidade visual bem legal!). Se ainda não viram a capa nova, vão lá ver!

E aí, sentiram saudade do ponto de vista do DC? Eu também senti! Estou gostando bastante de escrever a terceira fic, da visão da Magali, mas confesso que escrever a visão do DC era realmente especial. E esta é a última vez (pelo menos por um bom tempo) que vamos ler o POV dele... *chuifff*

Vamos ao epílogo?

A música que o DC canta para a Pérola é esta: http://www.youtube.com/watch?v=REGzrwMj_N4
E a que ele canta para a Mônica é esta: http://www.youtube.com/watch?v=-vNFbSVlS2I

Boa leitura!

Epílogo



9 anos depois



– E depois, papai, o que aconteceu? – Pérola me perguntou, com aqueles olhinhos pidões aos quais eu não consigo resistir.

– Ah, filha, você já sabe – eu disse enquanto escovava os cabelos dela. – Já te contei essa história tantas vezes! Depois que eu voltei do Japão, comecei a namorar sua mãe, nós nos mudamos pra Nova York, nos casamos, você nasceu, e, quando você fez um ano de idade, nós voltamos pro Limoeiro.



– Mas por que a gente voltou?

– Porque sua mãe e eu queríamos que você tivesse uma infância como a nossa, e que crescesse perto dos seus avós. O seu tio Cebola assumiu meu lugar de empresário do seu tio Nimbus, e agora eu estou aqui cuidando de você – respondi, vestindo a camisola nela. – E, daqui a 7 meses, vai chegar um irmãozinho pra você, e você vai me ajudar a cuidar dele. Agora, chega de história. É hora de dormir.

– Não, eu não quero dormir, papai. Tá cedo – ela começou a pular na cama.

Hoje eu entendo a minha mãe. Não é fácil ter um filho que gosta de contrariar tudo. Eu achava lindo tudo que Pérola fazia, mas tinha que me fazer de bravo:

– Chega de bagunça, filha. Pode tratar de ir dormir.

– Mas eu quero ouvir mais uma história.

– Qual história você quer ouvir? – eu a coloquei debaixo do edredom.

– Quero saber como a titia Magá e o titio Nimbus ficaram juntos.

– Essa história a sua tia Magali pode contar pra você amanhã.

– Eles estão vindo pra cá, papai? – os olhinhos dela brilharam. Ela era louca pelo meu irmão, que ganhava a sobrinha fazendo truques de mágica bobos.

– Sim, eles vêm, e chegam amanhã bem cedo. Por isso, pra poder brincar com eles, a senhorita tem que dormir agora, senão não consegue acordar amanhã.

Ela fez biquinho e finalmente concordou em ficar quieta.

– Papai... – ela me olhou pensativa.

– Diga, lindinha – respondi enquanto lhe fazia cafuné.

– Daqui a 7 meses vai nascer um irmãozinho meu, é?

– Vai sim. Um irmãozinho ou irmãzinha. Enquanto isso, o neném tá crescendo dentro da barriga da sua mãe.

– Mas... Como que o neném foi parar lá?

Ah não. Eu não esperava por essa pergunta. Nem de longe eu estava psicologicamente preparado pra essa conversa.

O jeito era escapar da resposta:

– Pergunta pra sua mãe amanhã. Porque agora é hora de dormir.

– Mas eu tô sem sono – ela falou entre bocejos.

– Você tá morrendo de sono que eu tô vendo. – lhe entreguei o coelhinho de pelúcia cinza que ela abraçava enquanto dormia.

Olhando o bichinho, e pego de surpresa pela curiosidade dela sobre como nascem os bebês, o pai ciumento rugiu dentro de mim.

– Tá vendo esse coelhinho, filha?

– Tô, papai.

– Quando algum menino te chatear, ou chegar perto de você, você pode se defender com esse coelhinho, viu? Não precisa ter medo de usar.

Ela ficou pensativa por um instante, e perguntou:

– Eu posso usar o Ozzy pra bater nos meninos?

– Deve, minha filha.

– Até no Léo?

Leonardo era o filho de Marina e Franja, alguns meses mais velho que minha menina. Léo e Pérola são melhores amigos, e brincam juntos todos os dias. Já tem gente que diz que eles vão se casar quando crescerem. Mônica faz gosto, pois o moleque é bonito como a mãe, inteligente como o pai, é neto do sr. Maurício e tem um futuro brilhante pela frente. Um partidão realmente, eu tinha que admitir. O namoro dos dois era só uma questão de tempo. Por isso, eu devia orientar minha filha corretamente:

– Principalmente no Léo, filha. Pode dar coelhadas nele sem dó.

– Por quê? – Pérola estava na fase em que queria saber o porquê de tudo.

– Porque é assim que as mulheres devem tratar os pretendentes – com a mãe dela isso deu certo, pelo menos.

– O que é um pretendente?

– É quando um rapaz gosta de uma moça e quer namorar e casar com ela. Eu era pretendente da sua mãe antes de namorar com ela.

– E o Léo quer casar comigo? – ela sorriu.

– Todos os meninos do bairro vão querer casar com você um dia, tão bonita desse jeito... Mas felizmente você tem a força da sua mãe e o mesmo gosto por coelhos de pelúcia.

– Não entendi – ela fez uma carinha confusa.

– Um dia você vai entender, lindinha – respondi, dando-lhe um beijo na testa.

– Paiê?

– Hum?

– Canta pra mim – ela suplicou com os olhinhos.

– Tá bom, eu canto. Você é igualzinha sua mãe, sabia? Só dorme quando eu canto uma música.

– Eba! Ela sorriu e me abraçou. – Papai?

– Hum?

– Te amo.

Sempre que ela dizia isso, eu me emocionava. Abracei ela bem apertado, e sussurrei:

– Papai também te ama muito, lindinha. Boa noite.

– Boa noite – ela respondeu já fechando os olhinhos.

Comecei a lhe fazer cafuné, e a cantar uma de minhas músicas favoritas.



My gift is my song



Meu dom é minha música



And this one’s for you

E esta música é para você


And you can tell everybody


E você pode contar para todo mundo


That this is your song

Que esta é a sua música

It may be quite simple

Ela pode ser bem simples

But now that it’s done

Mas agora que está pronta

I hope you don’t mind

Espero que não se importe

I hope you don’t mind

Espero que não se importe

That I put down in words

Que eu coloque em palavras

How wonderful life is

O quanto a vida é maravilhosa

Now you’re in the world

Agora que você está no mundo



Ela dormiu rápido. Fiquei ali ainda um tempo olhando ela dormir, até que Mônica entrou no quarto devagarinho pra não fazer barulho.

Ela pôs a mão no meu ombro e também ficou a contemplar a nossa pequenina. Ela deu um beijo na testa da filha, e deixamos o quarto.



Já no nosso quarto, ela se sentou ao meu lado, e começou a conversar:

– Amor, eu preciso te contar uma coisa... Nossa, você tá com uma cara! O que aconteceu?

– Sua filha veio me perguntar como o bebê foi parar aí dentro da sua barriga.

Mônica deu uma gargalhada.

– E por isso você ficou nervoso?

– É claro que eu fiquei nervoso! Nenhum pai tá preparado pra ter essa conversa com a filha.

– Mas um dia ela ia perguntar, ué! Você já devia esperar por isso.

– Sim, mas eu não imaginei que ela ia perguntar isso com quatro anos de idade! Eu esperava que ela estivesse um pouco mais velha, talvez com uns 25 ou 30 anos.

Minha esposa não se aguentava de tanto rir.

– E o que você respondeu pra ela, afinal?

– Falei pra ela perguntar pra você.

– Ah, muito conveniente!

– Claro, você é que é a médica. Eu cuido da educação artística dela, e você, das questões científicas.

– Tá, eu falo com ela amanhã – ela ainda ria. – Depois dessa, ainda tá com vontade de ter quinze filhos?

Pensei um pouco e respondi:

– Se todos os filhos forem tão custosos como a Pérola, e tão lindos e tão fofos, então eu não quero ter quinze filhos. Quero ter vinte.

– Vinte filhos, Do Contra? Pirou?

– Ah, mas filho é tão bom, linda.

– Isso porque não é você que carrega durante nove meses.

– Mas sou eu que fico em casa pra cuidar deles depois que nascem, enquanto você trabalha no hospital.

Mônica sorriu:

– É, isso é verdade. Eu nunca vi um pai dedicado como você.

– Pois é, eu já tenho tudo planejado. Agora que montei um estúdio de som aqui em casa, posso trabalhar aqui sem problemas, e passar o dia com a Pérola e com todos os pimpolhos que vierem.

– Quando você fala que quer ter vinte filhos, você tá falando sério? – ela perguntou, incrédula.

– É claro que eu falo sério, Mô. Mas olha, falta pouco. Com esse que já tá a caminho, faltam só mais dezoito.

Ela me puxou pra me deitar com ela, e se aninhou em meu peito.

– Na verdade, amor... faltam só dezesseis.

Fiquei mudo por um instante. Olhei pra ela e, alguns minutos depois, consegui dizer somente:

– O quê?!

– Era isso que eu queria te contar, amor. Fiz ultrassom hoje mais cedo.

– E...?

– E hoje deu pra ver... tô esperando trigêmeos.

Eu não sabia o que dizer.

– Mas... como isso é possível? Eu achei que isso só acontecia com inseminação artificial.

– De fato, é bem raro acontecer uma gravidez natural de trigêmeos. Uma chance em 20 milhões. Mas fomos sorteados – ela deu um sorriso tímido.

Eu a abracei e beijei sua barriga. Que sorte a minha. Não conseguia me conter de felicidade.

Mônica, no entanto, não parecia nada empolgada.

– Parece que você não gostou da notícia, linda...

– É que... uma gravidez múltipla é sempre complicada. Esta é uma gravidez de risco. Não vai ser tranquila como foi a da Pérola. Os cuidados vão ter que ser redobrados.

– Ou triplicados, no caso.

– Exatamente. E eu vou ter que parar de trabalhar daqui a alguns dias já, e os bebês vão nascer prematuros, e vão ter que ficar na incubadora durante um tempo... Vai ser uma barra difícil, DC.

Segurei a mão dela, tentando confortá-la.

– Eu sei que não vai ser fácil, Mô, mas nós vamos tirar de letra. Nós já passamos por muita coisa difícil. Você vai ver, vai dar tudo certo. Eu aposto que esses bebês vão ser fortes como a mãe e a irmã deles.

Nos abraçamos e ficamos por um tempo em silêncio.

– Mônica, eu sei que você tá preocupada... Mas, pra ser bem sincero, eu tô muito feliz.

– Eu sabia que você ia gostar – ela deu um sorriso fraco.

– Eu nem acredito na minha sorte, sabe. É muita sorte pra um homem só. A melhor esposa do mundo, a filha mais linda de todas, e uma família grande e forte. Quantas pessoas podem olhar pra própria vida e dizer isso? Dizer que não se arrependem de nada?

Minha esposa ficou com o olhar triste de repente.

Que vacilo o meu. Toquei num assunto difícil pra ela. Tentei remediar:

– Desculpa, linda. Me perdoa. Eu sei que não devia tocar nesse assunto...

– Tudo bem, meu amor. Você tem razão.

– Eu... tenho?

– Tem, sim.

Ela pensou por um instante, e por fim disse:

– Eu sei que eu devia me arrepender de algumas escolhas, mas a verdade é que eu não me arrependo. Quando eu olho pra minha vida como ela é hoje, eu não lamento nada do que me aconteceu.

Eu a abracei bem apertado, sem conseguir conter a emoção.

– Que bom que pensa assim, linda. Eu tenho tanto orgulho de você por sua força. Tivesse sido eu no seu lugar, acho que não conseguiria aguentar essa crueldade do destino.

– A mim coube a tarefa de mudar o destino, DC. E eu paguei um preço alto por isso – ela enxugou as lágrimas que lhe escorriam pelo rosto, e depois enxugou as minhas – Eu tive um momento triste, muito triste, uma tragédia, mas tive de volta muita felicidade. Se tudo o que me aconteceu, todas as tragédias, me trouxeram até aqui, até este momento, do seu lado, do lado da minha filha, então eu não me arrependo de absolutamente nada.

Ficamos abraçados em silêncio, até que ela me pediu:

– Canta pra eu dormir, amor?

– Claro que sim, linda.

Fazendo cafuné, cantei.



And now the end is near



E agora o fim está próximo



And so I face the final curtain

E, portanto, encaro o ato final

My friend, I'll say it clear

Meu amigo, eu vou falar claro

I'll state my case of which I'm certain

Eu irei expor meu caso, do qual estou certo


I've lived a life that's full


Eu vivi uma vida completa


I traveled each and every highway

Eu viajei por cada estrada

And more, much more than this

E mais, muito mais do que isso

I did it my way

Eu fiz do meu jeito


Regrets, I've had a few

Arrependimentos, eu tive alguns


But then again, too few to mention

Mas muito poucos para mencionar

I did what I had to do

Eu fiz o que tinha que fazer

And saw it through without exemption

E vi de tudo, sem exceção


I've planned each chartered course


Eu planejei cada percurso do mapa


Each careful step along the byway

Cada passo cuidadoso pelo caminho

And more, much more than this

E mais, muito mais do que isso

I did it my way

Eu fiz do meu jeito


Yes there were times, I'm sure you knew

Sim, houve vezes, tenho certeza de que você sabe


When I bit off more than I could chew

Em que eu mordi mais do que podia mastigar

But through it all when there was doubt

Mas, apesar de tudo, quando houve dúvida

I ate it up and spit it out

Engoli tudo e cuspi fora


I faced it all and I stood tal

Eu enfrentei tudo e continuei altivo


And did it my way

E fiz do meu jeito


I've loved, I've laughed and cried

Eu amei, ri e chorei


I've had my fill, my share of losing

Tive minha cota de derrotas

And now as tears subside

E agora, enquanto me caem as lágrimas

I find it all so amusing

Eu acho tudo muito divertido


To think I did all that

E pensar que eu fiz tudo isso


And may I say, not in a shy way

E devo dizer, sem qualquer modéstia

Oh no, oh no, not me

Oh não, não eu

I did it my way

Eu fiz do meu jeito


For what is a man, what has he got?


E para que serve um homem, o que ele possui


If not himself, than he has naugth

Senão ele mesmo? Ele não tem nada

To say the things he truly feels

Para dizer as coisas que ele sente de verdade

And not the words of one who kneels

E não as palavras de quem se ajoelha

The record shows, I took the blows

O registro mostra, eu recebi as pancadas

And did it my way

E eu fiz do meu jeito



Mônica pegou no sono logo. Eu acariciava a mão dela, a mão com a aliança de pérola negra. E fiquei pensando sobre o que diz essa música, e sobre o quanto Frank Sinatra está certo.



Todos me diziam, desde criança, que um dia eu teria problemas por viver na contramão do mundo. Mas hoje eu posso olhar minha vida e dizer que fiz tudo do meu jeito, e que não me arrependo disso.



Você, leitor, vai me dizer que foi a Mônica quem escreveu o nosso destino, e você terá razão.

Ou então você me dirá que foi tudo um plano do Ângelo, e você também terá razão.

Mas o que teria acontecido se eu não tivesse seguido meu coração? Se não tivesse feito as coisas a meu modo?

O que teria acontecido se, lá no dia 8 de fevereiro de 2013, eu tivesse ficado com a Amanda? Será que eu ainda estaria com ela hoje?

O que teria acontecido se eu tivesse ficado com a Kazumi? Se eu não tivesse ouvido meu coração, que sempre bateu pela Mônica afinal?

O que teria acontecido se eu não tivesse entrado naquele avião, quando Mônica pediu que eu voltasse?

O que teria acontecido se eu tivesse escutado a todos que me disseram que era um absurdo tentar pescar uma pérola negra no fundo do mar?

O que teria acontecido se eu não tivesse ido com meu irmão para Nova York? E se eu não tivesse voltado por causa da minha filha? Será que eu teria esses três bebês a caminho hoje?

E o que teria acontecido se eu tivesse dito sim àquele primeiro pedido de namoro da Mônica? Quando desvendamos o plano por trás do Armadura Dourada? Será que nós estaríamos juntos agora? Será que a imaturidade dos nossos quatorze anos não teria nos separado? Será que aquela era a hora certa pra nós dois?

De uma coisa eu tenho certeza: ao contrário da maioria das pessoas, eu sempre ouvi meu coração. E eu fiz tudo do meu jeito.

Viver na contramão do mundo não é fácil mesmo; problemas, eu os tive. Mas, repito a pergunta, quantas pessoas podem olhar pra trás e dizer que não se arrependem de nada? Muito poucas, talvez. Eu sou uma delas.

E você ainda vai me dizer que ser do contra não vale a pena?

Notas finais
Antes que vocês me perguntem: sim, a música que ele canta pra Mônica, a do Frank Sinatra, é a mesma música do prólogo! É a trilha sonora da vida do DC... (e da minha também, espero)

Bom, é triste a despedida, mas chegou a hora de encerrar esta fanfic. Eu não vou me despedir de vcs, pois ainda quero muito vê-los lá na continuação, "Magia do Destino": http://fanfiction.com.br/historia/388241/Magia_Do_Destino/

E, quem sabe, depois que eu acabar a terceira fic, eu não escreva one-shots do ponto de vista do DC? Ou do ponto de vista da Pérola? Ainda tem muita coisa pra contar dessa história (inclusive agora que a Pérola já tem um possível par romântico rsrs). O tempo dirá o que fazer...

Mais uma vez, quero agradecer a todos que leram minha história até aqui. Espero que tenham gostado da história e dos personagens (que não são meus, mas aos quais tentei me manter fiel). Espero que tenham gostado das músicas e que tenham conhecido músicas novas (ou velhas, no caso!).

Por favor, comentem, recomendem, mandem MP, sinal de fumaça, qualquer coisa, o importante é saber o que vcs acharam. Se gostaram, indiquem pros amigos (se não gostaram, indiquem pros inimigos rsrs).

Espero todos lá na terceira fic! Magá e Nimbus estão ahazando!! hehehehe

Beijo grande a todos, e muito obrigada por tudo.

=*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!