Escrevendo O Destino

14 13. Algum dia saberemos


Notas iniciais
Oi, queridos!

O capítulo de hoje demorou a sair, pois exigiu muita pesquisa sobre o Japão, alguns costumes e tal... mas está aqui, saindo quentinho do forno pra vcs =)

Nos reviews do capítulo passado, eu estava respondendo a leitora Karol Greenleaf, apertei uma tecla errada e a resposta saiu incompleta! Me desculpe, meu bem...

Mas, como outros leitores estavam com a mesma sugestão, aproveito pra responder por aqui: a todos que estão pedindo mais detalhes nas partes picantes, peço por favor que entendam... o gênero desta fic não é hentai, e a classificação é 16 anos. Portanto, eu não posso ser mais explícita do que já estou sendo (e às vezes tenho medo de ter me excedido). O gênero é romance, e em toda relação amorosa existe o sexo, mas quando eu trato do assunto, prefiro usar sutilezas... acho mais elegante e gosto de deixar algo pra imaginação... esse é meu estilo de escrita.

Por falar nisso, já estou preparando minha próxima fic!! Vai ser meio que a continuação dessa, mas não necessariamente... vai ser a história de como Magali e Nimbus se apaixonaram... e, no pano de fundo, vamos continuar acompanhando Mô&DC, claro... E talvez eu tenha que subir a classificação indicativa... caso algum leitor desta fic pretenda acommpanhar a próxima, e tenha problemas com o aumento da classificação etária, por favor me avisem nos reviews!

Já tenho o último capítulo desta fic todo na cabeça, e acho que vai ficar muito lindo... mal posso esperar pra escrever ele! Acho que vcs vão gostar também =)

E chega de avisos iniciais! Já deixei vcs esperando muito pelo capítulo, então vamos ler, né!

Boa leitura!

Capítulo 13

Algum dia saberemos



Na semana depois da minha festa de despedida, mergulhei de cabeça nos preparativos da viagem, o que não me deu muito tempo pra pensar na Mônica, nem nas coisas que ela me disse, nem nas coisas que eu disse pra ela.



A banda veio se despedir de mim no aeroporto. O Cebola inclusive. Denise, Marina, Franja, Luca e Isa também vieram. Todos estavam aqui, menos a Mônica. Fiquei aliviado por ela não ter vindo. Eu não queria brigar com ela nem expulsar ela dali na frente de todo mundo.



– A Mônica não tava se sentindo bem, por isso não veio. Mas ela te deseja boa viagem – Magali explicou, enquanto me abraçava.

– Diz pra ela que eu mandei um abraço e um adeus.

Abracei todos, e, por último, meu pai e meu irmão. Minha mãe estava indo comigo, pra visitar meus avós e resolver as questões burocráticas da minha matrícula e da minha estada. Nos despedimos e, enfim, embarcamos.

A viagem seria longa. Não tanto pelas 30 horas de duração, mas porque eu não conseguia tirar a Mônica da cabeça. Se, durante a semana eu não tive tempo de pensar nela, agora eu teria tempo de sobra.

Me lembrei de todos os momentos que passamos juntos no último mês, de tudo que ela me disse. Ela disse tantas vezes, de tantas formas diferentes, que um dia eu entenderia tudo, que um dia tudo faria sentido, mas que dia seria esse? Do que ela tava falando?

Ela disse que só podia falar por enigmas, e que eu devia ler nas entrelinhas, mas só o que eu via nas entrelinhas era que ela, de alguma forma, me amava, mas não podia assumir isso. Com certeza, eu estava entendendo errado. Isso era só meu cérebro tentando acreditar no que eu tanto queria que fosse verdade. Mas ela não me amava, nunca me amou. Ela deixou isso muito claro na nossa última conversa. Ela nem mesmo veio ao aeroporto. Provavelmente, ela estava aliviada de saber que eu iria pra tão longe. Tão aliviada quanto eu estava.



Finalmente, durante o segundo voo, entre Dallas e Tóquio, eu caí no sono, e acordei com os trens de pouso batendo no solo. Até que enfim, essa viagem tinha acabado.



Ou será que minha tortura estava só começando?



Pegamos o metrô até a casa dos meus avós. Não era a primeira vez que eu vinha ao Japão, mas da última vez eu era muito pequeno, e não me lembrava de quase nada. Caminhamos da estação até em casa. Não era longe. As ruas eram tão cheias de gente, tão iluminadas, que eu sentia como se estivesse no século XXIII. As pessoas, muito ordeiras, muito educadas, muito respeitadoras não só das leis, mas de todas as regras e convenções sociais. Todos muito preocupados em não se destacar na multidão, em não incomodar ninguém. Tudo aqui era o oposto do Brasil, e o oposto de mim.



Suspirei. Minha estada neste lugar ia ser longa.

Pensei comigo mesmo que fazer antagonismo no Brasil era tranquilo. Lá a gente tem tanta liberdade pra ser diferente, pra agir de forma não convencional, que acaba sendo fácil. Desafio mesmo seria eu ser do contra aqui. Ia ser difícil. Mas, se fosse fácil, não teria graça nenhuma.



Faltavam 11 dias pro início das aulas ainda, então aproveitei pra conhecer a cidade. Tikara e Keika são ótimos anfitriões. Me levaram a muitos lugares legais.



No templo Zojoji, fiz uma oferta de cinco ienes e peguei um omikuji, aqueles papeizinhos que dizem a sorte.


末吉


待人

Bênção futura

Pessoa que é esperada


Me lembro do que a Mônica disse certa vez. Que eu devo ser paciente e esperar; que o futuro me reserva a mulher da minha vida. Aquela a quem um dia eu vou presentear com uma pérola.


Quem será ela? A mulher da minha vida?

Será que ela está pensando em mim agora? Esperando por mim?

Conforme a tradição, as previsões de bênçãos devem ser guardadas para que se concretizem. Guardo o papelzinho na carteira, porque eu preciso desesperadamente que esta bênção se realize. Preciso encontrar logo a mulher da minha vida, e esquecer a Mônica de uma vez por todas.


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É dia 30 de março. Um sábado frio. As cerejeiras estão floridas. Tikara e Keika me chamam para ir ao parque apreciar a vista. Recuso o convite. Prefiro ir sozinho. Só eu, meus pensamentos e meu iPod.


Vou a um parque mais afastado de casa. Milhares de pessoas estão ali. É a festa do Hanami, "vista das flores". O início da primavera.

A vista é realmente deslumbrante. As sakura, as flores de cerejeira, enfeitam a cidade de cor-de-rosa. Uma das vistas mais lindas que eu já vi.

A Mônica gostaria de ver isso.

Tento limpar meus pensamentos. Os pensamentos são hábitos, e esse é um hábito que eu devo abandonar. Não devo pensar nela. Não se eu tenho a intenção de esquecê-la.

Será que eu tenho mesmo essa intenção?

Não tenho certeza.

Começa a tocar no meu iPod a música Someday We’ll Know, do New Radicals. Uma das minhas favoritas dos anos 90. A letra me faz lembrar de um sentimento muito familiar.


Comprei uma passagem para o fim do arco-íris

Assisti às estrelas colidirem com o mar

Se eu pudesse perguntar a Deus somente uma coisa

Por que você não está comigo esta noite?

Algum dia saberemos se o amor move montanhas

Algum dia saberemos por que o céu é azul

Algum dia saberemos por que eu não fui destinado a você

Algum dia saberemos por que Sansão amou Dalila

Um dia eu irei dançando até a lua

Algum dia você vai saber que eu era a pessoa certa para você



Um dia você vai saber o que perdeu, Mônica. Vai se arrepender, vai perceber o erro que cometeu, mas então será tarde. Tarde demais pra nós dois.



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Estou no meu quarto sozinho. Não o meu quarto no Japão. Meu quarto no Brasil. Mônica entra pela janela. Ela tem a expressão muito séria.


– Não me odeie, Do Contra. Por favor.

Me levanto da cama e a encaro com frieza.

– Tarde demais, Mônica.

– Por favor, entenda. Eu preciso ser cruel com você. É assim que as coisas devem ser.

Me enfureço e grito com ela:

– Eu não quero te ouvir!! Cala essa boca!! Eu te odeio, entendeu? TE ODEIO!!

Prenso ela contra a parede com o meu próprio corpo. Seguro os pulsos dela. A expressão dela continua impassível. Entre lágrimas, continuo gritando:

– EU TE ODEIO!! JURO POR DEUS QUE TE ODEIO!! Meu Deus, eu te amo.

Antes que eu perceba, estamos nos beijando, e, em menos de um minuto, estamos nus e deitados no chão.


Acordo assustado. Não sei se fico aliviado por tudo ter sido um pesadelo, ou se decepcionado por não ter sido real.


Foi muita ingenuidade minha achar que atravessar o mundo me livraria de ter que olhar pra cara da Mônica. Ela está aqui comigo, todas as noites, nos meus sonhos, me assombrando. Tem sido assim por semanas, e eu já estou exausto de tantas noites mal-dormidas.

Olho na tela do meu celular. Hoje é 10 de abril. Dia do aniversário dela. Hoje ela completa 16 anos. Penso em ligar pra ela. Percebo que isso é uma recaída. Eu não posso ter recaídas. Preciso ser forte. Não devo ligar pra ela, nem pensar nela, nem sonhar com ela.

A primeira destas três ordens eu consigo cumprir. As duas últimas, de jeito nenhum. Ainda não. Mas o tempo vai me ajudar com isso.

Tento pensar em Kazumi. Ela é a vocalista da banda em que eu toco há uma semana. No primeiro dia de aula, vejo um anúncio no mural da escola. Uma banda de J-pop procura baterista. Passo no teste.

“Kazumi” significa “beleza harmoniosa”. E a Kazumi é a personificação do próprio nome. Uma voz suave, um rosto de boneca, uma timidez intrigante. Vejo que ela olha pra mim. Ela se sente atraída pelo que é exótico. Ser um descendente de japoneses me tornava diferente da maioria das pessoas no Brasil, e ser brasileiro aqui me torna único também. Eu podia notar o olhar de muitas meninas da escola em cima de mim. Com Kazumi não foi diferente.

Ontem nos beijamos pela primeira vez. Não foi muito ruim, nem muito bom. Era estranho. Não havia a eletricidade que eu sentia toda vez que a Mônica me beijava. Não era a mesma coisa. Fiquei decepcionado. Será que nenhuma menina no mundo poderia me proporcionar aquela sensação de novo?

E cá estava eu, pensando na Mônica de novo. Excitado pela lembrança de como ela me tocava.

Eu estava arruinado. Traído pelos meus próprios hormônios. Mas eu nem queria namorar a Mônica mesmo.

Eu nem queria ela mesmo. Este era meu mantra. Um dia, de tanto repetir, isso se tornaria verdade.


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Estou sentado na cama, com o notebook no colo, estudando sobre o mercado financeiro. Nunca tinha me interessado pelo assunto antes, mas, como não sobraram vagas na turma de xadrez, acabei matriculado nesta atividade extracurricular. Eu tava cada vez mais interessado pela matéria, pensando em começar a investir em ações o quanto antes.


Uma chamada no Skype me tira a concentração. É a Magali. Que estranho. Ela sempre manda e-mails, mas nunca tinha me ligado ainda.

Atendo a chamada. Magali aparece sorridente no vídeo. É tão bom rever os amigos de casa. É reconfortante.

– Oi, Magá!

– Oi, DC. Como você tá?

– Eu tô bem, e você?

– Tô ótima. Tô ligando pra te desejar um feliz aniversário.

– Mas ainda não é meu aniversário. Hoje ainda é dia 30. Meu aniversário é só amanhã.

– Já passou da meia-noite aí, não?

Olho o relógio, que marca 0h02.

– Tem razão, Magá. Aqui já é dia 31. Obrigado pela lembrança.

– Ahn… na verdade, eu não posso levar o crédito por ter lembrado. Quem lembrou foi uma pessoa que tá aqui do meu lado, e que quer falar com você.

Não pode ser quem eu tô pensando.

Era sim. Era ela. Sinto a raiva subir pelo meu estômago até minha garganta. Eu tinha bloqueado ela no Skype pra que ela nunca me ligasse – ou pra que eu não caísse na tentação de ligar pra ela – e ela usa a Magali pra driblar minha muralha. Não gosto disso, de ser pego de surpresa pelo inimigo. Sou eu quem pego as pessoas desprevenidas.

Mônica se senta na cadeira em que Magali estava. Ela estava… horrível.

O sorriso no rosto não podia esconder as péssimas condições em que ela se encontrava. Seu rosto estava muito magro, os olhos fundos nas órbitas, olheiras enormes denotavam extremo cansaço. Nos olhos, uma tristeza quase palpável.

– Oi, DC – a voz dela era baixinha, sem força.

A raiva deu lugar à preocupação. Ela estava doente? A ideia me fez entrar em pânico.

– Oi, Mônica. O que aconteceu?

– Comigo? Nada.

– Você não tá nada bem. Eu tô vendo.

– Tenho tido uns problemas de insônia, mas é só isso. Nada de mais.

– Por que você tá ligando?

– Um de nós dois tinha que quebrar o gelo, não é? E eu queria te desejar feliz aniversário.

– Obrigado.

O sorriso dela se abriu mais.

– Sabia que as pessoas nascidas em 31 de maio são chamadas de “gênios da humanidade”?

– Eu já tinha ouvido falar nisso, mas nunca soube realmente do que se trata.

– Os gênios da humanidade são considerados pessoas especiais, divindades kármicas. Por já terem reencarnado muitas vezes, têm um nível superior de consciência e uma essência angelical forte. São pessoas muito inteligentes e com forte senso de justiça, por isso combatem a ignorância e semeam o bem. Quem nasce em 31 de maio está sempre buscando desafios, é curioso, gosta de novas experiências e está sempre inventando coisas diferentes. Seu maior desejo é inovar, por isso é sempre atraído por desafios e por novidades. Também é muito determinado e corajoso ao encarar os obstáculos, e é sempre seguro ao demonstrar seus sentimentos.

– Bem que minha mãe sempre me diz que sou uma alma velha… Você acha que eu sou tudo isso que você falou? – não consegui conter um sorriso.

– Tenho certeza. Quando li, achei que te descrevia perfeitamente.

Conversar com ela sobre assuntos casuais era tão… bom. Eu quase me esqueci que tô com raiva dela.

– Mônica, na real, por que você me ligou?

– Eu queria te ver. Saber como você tá.

– Eu tô ótimo, como você pode ver – isso era verdade, na medida do possível.

– O Nimbus me contou que você tá namorando. Isso é verdade?

Aquele Mandrake linguarudo. Preciso ter uma conversa séria com ele depois.

– Eu tô saindo com uma menina. Já tem dois meses.

– Você tá namorando ela ou não?

– Mônica, eu não te devo satisfações.

– Eu sei que não… eu só tô curiosa. Como amiga.

– A gente ainda não discutiu isso – na verdade, eu nem pretendia discutir esse assunto com a Kazumi. Não queria um compromisso pra valer. Não ainda. Eu não me sentia em condições.

– Como ela é?

– Uma graça. Ela é a vocalista da banda em que eu tô tocando.

– Você tem uma queda por vocalistas, né?

– Acho que é ao contrário. As vocalistas têm uma queda por mim.

Ela deu uma risadinha.

– É, talvez.

– A Kazumi é quase perfeita, sabe? Ela é gentil, inteligente, divertida, e muito, muito bonita.

– E, com tudo isso, ela é só “quase perfeita”?

– Pois é.

– Qual é o defeito dela?

Me senti corar com a confissão que eu estava prestes a fazer.

– Ela… não é você.

Mônica sorriu.

– E aí, já tá investindo muito na bolsa de valores?

Me assustei com a pergunta. Eu não tinha comentado com ninguém sobre o meu novo interesse. Nem mesmo com meu irmão. Como ela tinha adivinhado?

– Eu tô estudando a respeito… mas como você sabe disso?

Ela pareceu desconcertada com minha pergunta, como se tivesse sido pega num deslize.

– Foi mais um daqueles sonhos do futuro que eu tive.

Agora sim eu tava chocado. Ela falou muitas vezes sobre esses sonhos, e eu não dei crédito nenhum a eles, mas agora ela provou que uma de suas premonições estava correta.

– Eu vou ter sucesso com isso?

– Muito.

– Mais alguma coisa que você queira me contar sobre o meu futuro?

Ela ficou pensativa.

– Tem tantas coisas que eu queria te contar, Do Contra… mas não posso. Estou sendo vigiada de perto.

– Por quem?

– Não posso falar.

Será que ela estava esquizofrênica? Isso explicaria o comportamento estranho dela de alguns meses atrás.

– Eu não sei como… não sei como dizer o que sinto.

A expressão dela era muito triste. Era de partir o coração.

– Sempre que eu quero expressar alguma coisa que não consigo colocar em palavras, eu uso música.

– Música? – ela pareceu gostar da ideia.

– Sim, música.

O rosto dela se iluminou num sorriso.

– DC, você é genial!! Acabou de me dar uma ótima ideia!!

– Ah, é? – eu sorri com seu entusiasmo repentino.

– Sim! Eu já sei o que tenho que fazer. Eu vou consertar tudo.

– Consertar o quê?

– Nós dois. Eu prometo, Do Contra. Vou acertar as coisas desta vez.

Ela parecia ter ganho vida com essa nova resolução, então não protestei. Não disse nada.

– Preciso ir dormir, Mônica. Tenho aula daqui a pouco.

– E eu preciso ir almoçar. A Magali já tá me chamando lá embaixo.

– Então, tchau.

– DC, espera.

– O quê?

– Aguarde por um sinal meu.

– Sinal de quê?

– Você vai saber no devido tempo. Se cuida, meu bem.

Do que ela me chamou? Devo ter ouvido mal.

– Tchau – ela beijou os dedos da mão e soprou o beijo pra mim.

– Tchau, linda.

Ela sorriu com meu deslize, e desligou.

Eu não devia ter chamado ela de linda. Mas foi mais forte que eu. Velhos hábitos são difíceis de matar.


Desligo o notebook e me deito pra dormir. Minha cabeça está a mil.


Será que ela tá bem de saúde mesmo? Tinha alguma coisa acontecendo com ela, e ela não quis me contar.

O que ela quis dizer com “aguardar por um sinal”? O que ela tava tramando desta vez?

Eu tenho até medo de pensar.

Notas finais
Por hoje é isso, meus queridos!

Vcs acharam que o capítulo foi muito rápido? É que eu quero fazer o tempo do DC no Japão passar bem rapidinho... O próximo capítulo vai se passar mais de um ano de uma só vez! Tô impaciente pra escrever o final hihihihi

Ah! Se tiver algum leitor, dentre os 53 leitores, que esteja lendo esta fic sem ter lido "Enfrentando o Destino", por favor, deixe um review me contando o que está achando! Tenho curiosidade de saber se esta história faz algum sentido sozinha ^^

O que vcs acham que a Mônica vai aprontar?

Deixem reviews sobre o capítulo, sobre a ideia da minha nova fic, deem sugestões de nome pra história nova, deixem só um oi, mas por favor comentem!

Beijos a todos!