Escravidão Psicológica

2 31/08/15 - Ah, o assunto que estávamos esperando!


Notas iniciais
Oi, pode ler.

Vamos ao assunto que todos estávamos esperando?

Sobre a escravidão psicológica. Você está acostumado a saber que os escravos eram negros (descendentes), que trabalhavam em sol árduo e que um decreto e blá, mas nunca extintos na China.

Mas a Escravidão Psicológica é uma escravidão diferente, até mesmo pior, que mexe com seus sentimentos. É algo que poucos sabem o que é, e muitos fingem que nunca sentiram: você com certeza já chorou do nada, por que a um tempo atrás havia escondido tais sentimentos; nada melhor que chorar sozinho, lembrando tudo que fez: minha mãe até mesmo repete “Serve para lubrificar os olhos”.

Ela não serve só para lubrificá-los, mas também para que nós vejamos que sempre que quisermos, estaremos conosco. Nem sempre temos a sorte de ter outra pessoa com quem desabafar que entenda você. E quando tem essa pessoa, você estraga tudo. Estou acostumada em estragar tudo.

Sonho lembra vida, lembra tristeza, lembra pesadelo, lembra sonho. É um ciclo sem fim, do mesmo modo que acontece com tais escravidões, seja a prática, a sentimental ou a psicológica. Eu não vim falar sobre a escravidão Sentimental, muito menos a Prática, e sim a Psicológica.

E lá estava eu, indo para casa após um dia infernal na escola, cantarolando uma música da Hatsune Miku, mas lembrando do livro “Esse inferno vai acabar”. Engraçado, não?

“Esse inferno vai acabar, se é que um dia existiu”, sim, concordo totalmente com esse verso do pequeno livro, que é capaz de explicar o que quer dizer em menos de uma frase. Eu amo isso. Explicar tudo, em uma única frase, é algo que não acontece conosco, não é mesmo?

Ainda estou brava por ter tirado 6,0 na média de História. Eu sou a melhor aluna, ela me elogia em aula e é duas caras. Eu me comporto, faço os deveres certos, a questiono e muitas outras, e ela, na cara dura, me dá 60. Eu recebi uma bronca injustamente.

Eu sou chata? Fico trocando de assunto de uma hora a outra, olha aonde veio tomar o rumo da conversa, quando na verdade o foco era sobre as três escravidões, se é que ainda não irei descobrir outra. Está certo, isso deu exatamente 370 palavras sem contar essa frase depois do número. É pouco? Sim, mas, o que eu queria explicar eu já expliquei.

Notas finais
E novamente, você terminou de ler, seu doente.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.