Escola De Vampiros
41 Capítulo 41 - Garota
Notas iniciais
Acordei com o despertador. Hoje é segunda, temos aula...
Levantei e fui para o banheiro. Tomei um banho by Vid-Saver\">rápido, escovei meus dentes e troquei de roupa.
Meu look: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=70833380&.locale=pt-br
Acordei a Katy, e ela foi se arrumar. Fomos para o restaurante e beliscamos algumas coisas. O Alex não está aqui.
O sinal bateu, e eu fui para minha sala.
– Oi — disse o Alex me dando um selinho.
– Oi — disse sorrindo — Por que você não estava no restaurante?
– Porque eu acordei atrasado... — disse ele rindo.
– Aah... — disse sorrindo.
O professor entrou.
– Bom dia — disse o professor sorrindo.
– Hoje, não vamos caçar — disse ele sorrindo — Nós vamos falar sobre a imortalidade... Todos os vampiros, só ganham imortalidade depois de caçar. Ou melhor, todos os vampiros reais, no nosso caso.
Vampiros reais?
– Como assim vampiros reais? — perguntei.
– Vampiros reais, são aqueles que nasceram vampiros. Já os transformados, nós chamamos de falsos. Os nomes são estranhos, mas, é assim que eu quero que vocês os chamem. Reais e Falsos.
Então eu sou imortal já... Hehehe.
E o resto da aula foi assim. Nós tiramos dúvidas e conversamos sobre filmes de vampiros. Pois é...
O sinal bateu, e nós (eu, a Katy e o Alex), fomos almoçar. Não sei... Eu estou, desanimada hoje. Mas ainda não desisti de descobrir sobre a escola...
Me arrastando, meio que de sono e de preguiça, entrei no meu quarto, tirei meu All Star e me joguei na cama...
***
Olhei no relógio: 18:00hrs. Saí da cama e tomei um copo de água. Coloquei meu tênis e fui para a pracinha.
– Oi — disse para o Alex e a Katy que estavam sentados.
– Oi dorminhoca — disse Katy rindo.
– Pois é... — disse sorrindo.
Passamos o restinho da tarde conversando, e depois, subi novamente para o dormitório. Estou com preguiça de tudo hoje!
Olhei no relógio: 20:30hrs.
Fiquei conversando com a Katy e logo ela foi dormir. Está na hora!
Peguei um casaco preto e saí. São 12:00hrs. Não tem ninguém na pracinha.
Entre no Prédio A., e novamente vasculhei a diretoria e a enfermaria. Nada. Apenas um corredor vazio. Não aguento mais! Andei até o final do corredor, e encostei minha cabeça na parede. Quer saber? Vou by Vid-Saver\">voltar e deixar isso quieto.
Dei um passo. O chão onde pisei, esta oco. Comecei a bater o pé por cima do piso de madeira, ele etá oco! Bati com mais força, até que a madeira soltou. Olhei lá dentro, está escuro, mas consegui ver uma pequena escada. Desci por ela.
Está escuro, não vejo nada. Então é aqui onde eles dormem? Haha, vou descobrir!
Liguei a lanterna do meu celular, que iluminou o local.
É um corredor. Suas paredes são vermelhas, e o piso, escuro. Eu estou suando. Tenho que tomar cuidado, se é mesmo aqui onde eles dormem. Alguém pode me ver... Comecei a andar, até que me deparei em uma sala. Sim, uma enorme sala, na qual tinham celas. Celas? Pois é, são celas de ferro. Por que? Meu coração acelerou e comecei a suar mais ainda.
Olhei para cada cela. Estão vazias. Este lugar me dá arrepios!
Suspiro. Estou arrepiada!
– Oi? — disse alguém.
– AAAAHHHHHHHH! — berrei, mas logo em seguida coloquei minhas mãos na boca.
Olhei em volta. De onde veio esta voz?
– Você — disse a voz novamente.
Não consigo responder.
– Aqui — disse alguém me chamando.
Segui a voz, e me deparei com uma garota. Suas roupas estavam rasgadas, seu cabelo sujo, e bagunçado. Percebi cortes em seus braços e pernas. Ela está triste, seus olhos negros, demonstram seu sofrimento.
– O que... — tentei falar me aproximando.
Ela me encarava como se eu fosse uma ameaça.
– Me tira daqui... — disse ela sussurrando.
– Por que você está aqui? — perguntei a olhando.
Ela estava sentada no chão, em uma cela.
– Me salva... — repetiu ela tristemente.
Salvar? De que? Quem é ela? O que ela faz aqui?
– Quem é você? — perguntei a encarando.
– Ninguém... — disse ela fitando o chão.
– Você não é ninguém! — disse sorrindo tentando animá-la.
– Me tira daqui... — implorou ela e pude ver uma lágrima em seu rosto.
– Eu não sei como... — disse e olhando.
Ela me encarou. Seus olhos estavam vermelhos, ela estava chorando.
– Vá... — disse ela chorando.
– Não! — disse a encarando.
– Quem te prendeu aqui? — perguntei me agachando na sua frente.
– Ela... — disse ela tremendo.
– Ela...? Ela quem? — perguntei assustada.
– Ela! — disse a garota mais alto.
A Cah?! Não! Ela não chegaria à este ponto... Ou chegaria?
– O que ela quer com você? — perguntei cuidadosamente.
A garota não respondeu.
– Vá! — ordenou a menina.
– Mas e você? — perguntei me levantando.
– Vá enquanto você pode. Suma daqui, não deixe ela te pegar... — disse a menina me encarando.
– Eu... Eu... — tentei dizer.
– Vai logo! — ela disse alto.
Eu não quero deixá-la. Ela pode morrer!
– Eu vou, mas eu volto — disse tentando anima-la.
Ela sorriu.
Saí correndo. Minha cabeça parece que vai explodir! Subi as escadas, e cheguei no corredor do Prédio A., tampei o "buraco" de novo, com a madeira e me levantei.
Berro.
Alguém berrou. E eu acho que sei quem é... Senti um arrepio na espinha e saí correndo. Estou com medo. Sozinha e nervosa.
Entrei no meu quarto ofegante, pois vim correndo, e me deitei. Nem troquei de roupa, apenas me joguei na cama.
As únicas coisas que me perturbavam... Quem era aquela menina? Por que a Cah fez isso? Sua imagem sofrida não me sai da cabeça...
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