Escola De Princesas - Fic Interativa

19 # Capítulo 19 - Aulas Exp. / Culinária !I


Notas iniciais
Oi.
Obrigada pelos reviews passados. Espero que gostem. Boa Leitura !

–Joguei massa em você? -Perguntei arqueando uma sobrancelha.

****


–ARGH! SUA IDIOTA! VARA PAU! -Gritou Sharon, mas antes que pudesse sair dali a professora chegou.

–O que esta acontecendo aqui? -Ela perguntou, olhando para todos, que estavam melecados, menos Ashley.

–Na-Nada. -Disse Carolina timida, ela foi a única corajosa a falar algo ali.

–Sei. -Dise a professora com uma expressão desconfiada. -Vim trazer alguns alunos novos. -Ela disse com um sorriso hostil. -Víllian e Greyson. -Ela disse, com um sorriso.

–Sejam em Vindos — Disse Ashley se aproximando deles. -Que tal um abraço? -Perguntou com um sorriso, e sem a resposta deles, abraçou-os.

–Nós até te dariamos um abraço, mas acho que você não ria querer, né? -Perguntou Carolina com um sorriso.

–Acho que eu dispenso. -Disse Víllian, dando um sorriso engraçado no rosto.

–Tuuuuuuuuuuuudo bem. -Disse Carolina com um sorriso.

Samantha Wabber

Suspirei, e me sentei em um banquinho que tinha ali. Iria recomeçar tudo novamente. Percebi Niall suspirar, olhei para ele pelo canto do olho. Ele estava tão lindo... MAS ELE BEIJOU A GABRIELLA! ACORDA SAMANTHA.

–Eu sei que não quer me escutar, mas... -Percebi que ele ia começar a falar novamente.

–Eu não vou te escutar. Eu vi Niall, eu vi. -Disse, e ele suspirou, abaixando a cabeça.

–Mas você não... -Ele começou, mas eu o cortei.

–Eu não deixo você me explicar por que eu vi. -Disse brava, e ele suspirou.

–Mas você não sabe. -Ele disse, e eu o olhei brava.

–Você não entende. -Disse, e ele suspirou.

–Vamos fazer logo os bolinhos. -Ele disse, eu sorri satisfeita por saber que ele iria ficar quieto.

Ele pegou as panelas sujas, por que graças a guerra de comida, elas ficaram sujas e vazias. Suspirei, e fui pegar novamente o livro de receita. Iria ter de fazer os cupcakes.

Ele estava lavando quieto. Me aproximei dele, e vi seu olhar baixo, seu olhar vazio. Desviei o olhar, e olhei o trabalho em suas mãos. Ele esfregava aquilo muito fraco, provavelmnte não iria sair.

–Não e assim que se faz. -Disse rude. Tirei as coisas das mãos dele. -Vai arrumar os ingredientes que você ganha mais, e toma menos do meu tempo. -Disse, e ele abaixou a cabeça assentindo.

–Tudo bem. -Ele disse, e foi para a bancada.

Rayssa Simpson

Cody estava me ajudando a lavar a louça. Eu estava esfregando, e ele tirando a espuma. Senti um jato em meu rosto e o olhei brava para ele.

–CODY! -Grite brava, ou fingindo.

–Que foi? -Ele perguntou,fazendo uma expressão de inocente. Ele me olhou, e eu arqueei uma sobrancelha. -Eu não fiz nada! -Ele disse com as mãos para cima.

–Eu sei que foi você. -Disse, e ele me olhou com um biquinho.

–Não fui eu não. -Ele disse, e eu ri. Me aproximando dele.

–Foi sim, e não discuti. -Disse, fingindo que ia beija-lo, mas eu coloquei a esponja antes. Quando ele se sentiu diferente, abriu os olhos vendo a esponja. Ele me olhou bravo.

–Por que fez isso? -Perguntou e eu ri. -Não ria de mim, Senhorita Simpson. -Ele disse, e eu mordi o lábio, tentando inutilmente parar de rir. -Vou te dar motivos para rir, então. -Ele disse, e começou a passar as mãos em minha barriga, em seguida fazendo cocegas. Comecei a rir.

–P-Para! -Disse, entre os paroximo do riso.

–Promete que vai me beijar e parar de rir? -Ele perguntou, e eu continuava rindo. -Vou aceitar como um não. -Ele disse e continuou com as cocegas.

–E-Eu p-p-prome-prometo! M-M-Mas p-pa-par-para! -Disse ainda rindo. Cody parou, e se aproximou se encaixando no meio das minhas pernas. Ele fez um bico, e eu comecei a dar vários selinhos nele, em seguida selando nosos lábios. Senti ele sorrir entre seu sorriso.

–Te amo. -Ele disse, acariciando minha face, olhando em meus olhos. -Vamos fazer logo os cupcakes? -Ele perguntou se separando de mim, e eu sorri para ele, Cody é tão fofo.

Katheryn Miller Turner

–Faz direito. -Disse, enquanto secava as coisas, colocando na frente de Garrett. Infelizmente ele era a minha dupla. E não parecia tão bom assim na cozinha.

–Eu sou um principe, não um chefe. -Disse ele lendo a receita. Revirei os olhos.

–Sou uma princesa, mas sei me virar quando eu preciso. -Disse olhando nos olhos dele.

–Você é uma mulher. -Disse ele dando de ombros. Eu o encarei chocada. Como assim só por que sou mulher? Quer dizer que lugar de mulher é na cozinha?

–O que você disse? -Perguntei a ele, entre dentes.

–Que você só sabe cozinhar por que é mulher. -Disse ele dando de ombros.

–Não é não. -Disse, e ele riu.

–Me diz um homem que sabe cozinhar. -Ele disse, e eu olhei ao redor, me deparando com Tyler ajudando Carolina. Ele parecia saber o que ele fazia.

–Ele. -Disse mostrando para Diego, que riu debochado.

–Isso é um homem? -Ele perguntou, zoando do coitado do Tyler. Eu apoiei meu queixo na mão e olhei como Tyler fazia as coisas.

–Eu adoro ver como ele sabe cozinhar, sem preconceito. -Pensei alto, e escutei Garrett bufar. Olhei para ele. Ele começou a separar os ingredientes que dizia no livro. Logo estava tudo pronto era só misturar. Apesar do Garrett estar fazendo, meu olhar estava voltado para o Tyler. Ele parecia um chefe.

Júlia Paiva Viana Tavares

–QUE DROOGA! -Gritei estressada, assustando Josh, que arrumava as coisas para refazermos. Minha roupa estava horrivel.

–Tu-Tudo bem? -Josh perguntou baixo, timido.

–Deixa de ser envergonhado menino. -Disse estressada. Vi que ele abaixou a cabeça. Revirei os olhos. -Olha, desuclpa, mas é que isso aqui esta dificil. -Disse, e ecutei ele rir silenciosamente ao meu lado.

–Eu acho melhor eu te ajudar. -Ele disse, e se colocou ao meu lado.

–Então era por isso que eu não estava conseguindo fazer? -Perguntei irritada ainda.

–Calma. -Ele disse, e eu o olhei. -Respira fundo, e solta o ar. -Ele disse, e eu fiz. -Novamente. -ELe falou e eu refiz o que ele pediu. -Agora vamos ver o que a receita pede. Comecei a presar atenção em Josh, ele lia tudo atentamente. Seus olhos estavam fixos no papel, ele estava concentrado. Até que eu vi seus lábios pararem de se mexer, e seu olhar se direcionar para mim. -Entendeu? -Ele perguntou, e eu corei, ao perceber que eu havia prestado atenção nele, e não na receita.

–Não. -Disse, e ele riu.

–Tudo bem. Eu vou fazer e você vai me auxiliando, fazendo o que eu pedir, tá? -Ele perguntou doce.

–Tudo bem. -Disse com um sorriso, e comecei a prestar atenção no que ele começou a fazer as coisas do cupcake, acho que a massa.

Maria Clara Rollemberg

–Quer fazer? -Perguntou Nick, e eu o olhei com um sorriso.

–Pode deixar que eu faço. -Eu disse, e ele sorriu. Comecei a tirar aquelas manchas que insistiam em não sair.

–Deixe que eu te ajude. -Disse ele, e eu o olhei.

–Claro. -Disse, e ele veio atrás de mim e me ajudou, ele fazia força, fazendo a mancha ir diminuindo aos poucos. -Precisa ter força. -Disse, e ele riu concordando.

–Minha mãe que me ensinou o trque. -Ele disse dando de ombros.

–Você deve saber cozinhar várias coisas. -Disse e ele riu.

–Não muitas. -Ele disse dando de ombros.

–Sei. -Disse semicerrando os olhos.

–Tudo bem, eu sei fazer algumas coisas. -Ele confessou, e eu ri.

–O que? -Perguntei animada.

–Spaghetti. -Ele disse, e eu instantaneamente lambi os beiços.

–Um dia quero provar o seu spaghetti. -Disse, e Nick sorriu para mim, um sorriso lindo.

–Eu farei ele especialmente para você, madame. -Ele disse rindo. Pegou em minha mão e depositou um beijo suave, e leve na mesma.

–Eu ficarei honrrada de provar, então. -Disse, e ele riu. Continuamos assim a fazer nossos cupcakes.

Anne-Marri VonBelle

Fiquei olhando James. Ele estava tentando fazer os cupcakes, sem me deixar ajuda-lo. Ele disse que uma princesa como eun, não merece sujar as mãos. Mal sabe ele que eu já sujei de coisa pior.

–Tem certeza? -Perguntei rindo de James.

–Sim, não merece sujar a mão de farinha nem massa. -Ele disse, e eu revirei os olhos.

–Sendo que eu já suje de coisa pior. -Disse dando de ombros.

–Mas agora não é necessário. -Ele disse.

–E se ficar ruim? -Perguntei, e ele riu.

–Tudo que vem de mim, é bom. -Ele disse e eu revirei os olhos.

–Você não é nada convencido, né James? -Perguntei irônica.

–Sou realista, moralista. -Ele disse dando de ombros.

–Sei. -Disse, olhando-o.

–Fica quieta, preciso me concentrar na minha arte. -Ele disse, e eu ri. Fiquei olhando todos fazerem seus cupcakes. O incrivel era que todos eram diferentes, por sorte. Mas será que ficaram bom pelo menos?

Ravenna Annabelle Diaz

–Eu não sou boa nisso. -Disse rindo com Niklaus, enquanto limpava meu rosto com a manga. Havia respingado um pouco de massa no meu rosto.

–Nem eu sou. Mas estamos aqui para aprender. -Ele disse e eu ri.

–Ou talvez para nos divertir. -Disse, e ele me olhou curioso.

–Como assim? Nos divertir? -Ele perguntou, animado, mas confuso.

–Quem sabe... Quem faz o mais bonito cupcake? -Perguntei, e ele me olhou com um bico.

–Isso é injusto, você sabe decorar as coisas melhor do que eu. -Ele disse me fazendo rir. Me aproximei dele, dando bitocas no biquinho dele.

–Vai tira esse bico lindo do rosto. -Disse, acariciando a bochecha dele.

–Para você parar de fazer essas caricias? -Ele perguntou, e eu ri.

–Não vou parar, mas é que você fica me provocando com esse biquinho lindo. -Eu disse, respondendo-o.

–Então estou te provocando é? -Ele perguntou animado, feliz.

–Uhum. -Ele disse, eu sorri para ele. Selando nossos lábios, em um beijo lento e delicado.

–Vamos parar? -Perguntei, e ele negou com a cabeça, voltando a me beijar. -Temos de fazer os cupcakes. -Disse enquanto nossas bocas estavam colocadas.

–Ta tão gostoso. -Ele disse, mordendo meu lábio.

–Chega! -Disse, e ele fez um bico.

–Sem bicos. -Disse, e ele riu.

Mikaella Agliardi

Danniel estava concentrado fazendo a massa, enquanto eu ficava encarando-o. Ele ficava tão fofo cozinhando. Ele era lindo. Sorri, ao ver seus olhos brilhando. Ele deva adorar cozinhar, ou se não... Era a primeira vez. Apesar de não parecer muito, pois ele parece muito experiente.

–Para de me olhar desse jeito. -Ele disse, e vi suas bochechas coradas. Ele não tirava os olhos da massa.

–Como sabe que é realmente eu? -Perguntei, e vi ele abrir um sorriso.

–Estou só supondo. -Ele disse, e eu sorri para ele.

–Mas você acertou. -Disse, e ele tirou os olhos da massa, me olhando.

–Sério? -Ele perguntou.

–É. -Disse dando de ombros. Danniell sorriu, e se aproximou de mim.

–Você é uma fofa. -Ele disse, enquanto encostava nossas testas.

–E você um lindo. -Disse e ele sorru.

–Você um amor. -Ele disse e eu sorri para ele.

–Kiss me? -Perguntei.

–Yes, my lover. -Ele disse, selando nossos lábios docemente, em um singelo selinho. Sua língua pediu passagem e eu cedi, me entregando ao beijo. Nos separamos ofegantes com três selinhos.

Danniel sorriu para mime voltou a fazer o que ele estava fazendo antes de se aproximar de mim, e eu fiquei o observando, admirada.

Julieta Amanda Esteves dos Santos

–Você sabe o que esta fazendo? -Perguntei, olhando o Kendall colocando uma colher cheia de fermento no cupcake.

–Claro. Minha empregada, Matilde, sempre diz que eu comi fermento por que eu cresci, então deve ser para isso que o fermento serve. -Ele disse dando de ombros.

–Mas tudo isso? -Perguntei mordendo os lábios.

–Eu quero um cupcake enorme. -Ele disse dando de ombros.

–Mas você aguenta comer? -Perguntei erguendo a sobrancelha.

–Nem que eu fique sem jantar. -Ele disse, dnado um sorriso. O seu sorriso.

–Tudo bem. -Disse dando de ombros, arrumando o forno para Kendall colocar as formas aqui dentro, para crescer e virar o cupcake grandão dele. -Mas você sabe que gulodia é um pecado. -Disse.

–Cuida da sua vida. -Ele disse dando de ombros.

–Estou tentando, mas ela é teimosa. -Eu disse, e ele riu.

–Eu que devia dizer isso. -Ele disse.

–Ficou sem falar, perdeu o lugar. -Falei dando de ombros.

–Pronto. Pode colocar. -Ele disse, colocando a forma ali dentro.

Fechei a porta do forno, com a ajuda do Kendall e me sentei no banquinho que tinha ali. Kendall se sentou ao meu lado.

–Você tirou aquela frase de dialogos Ele e Ela, não é? -Ele perguntou.

–É. Como você sabe? -Perguntei, e ele deu de ombros, como se não importasse.

–Uma pessoa que eu conheço lêe. -Ele disse, e eu assenti pensativa.

Gabriella Ryan Williams

–Sai daqui, Zayn. -Disse batendo na mão dele.

–Não! Você esta fazendo errado. -Ele disse.

–Pela milesima vez, eu não fiz nada de errado! -Disse erguendo os braços.

–Abaixa, ta vindo um cheiro aqui. -Escutei gritarem, olhei e vi que era Niall. Mostrei meu querido dedo a ele. -OOOH! Não precisava de baixaria. -Ele disse, e eu ri. Revirando os olhos.

–Se concentra aqui. -Zayn disse entre-dentes, e eu o olhei.

–Eu to concentrada. -Disse, e ele bufou.

–Espero que fique bom, pelo menos. -Ele disse, se sentando no banquinho.

–Fique ai, bem longe de mim. -Disse, e me concentrei em colocar as massas nas forminhas. Faltava pouco. Vi Zayn começar a bater o pé no chão nervoso. -CARAMBA! PARA SÃO SÓ BOLINHOS! -Gritei irritada.

–Foi isso que você pensou quando deu um beijo no Niall né? Foi só um selinho. -Ele disse, fazendo voz fina.

–Fica quieto, que você ganha mais. -Disse, e ele revirou os olhos.

–Você não manda em mim. -Ele disse, e eu respirei fundo.

–Ou você fica quieto... -Antes que eu pudesse falar algo, ele me cortou.

–Então por que não cala a minha boca? -Ele perguntou e eu o olhei.

–Pede para a Samantha, ela deve saber bem lehor que eu. -Sorri irônica.

–Não é que você esta certa? Fracote, idiota. -Disse ele, e eu me aproximei dele, quando ele estava distraido, olhando para a Samantha. Chutei a sua canela, descontando toda a minha raiva. Foi possivel até escutar um crack.

–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI! -Ele gritou, e me olhou. -SUA INUTIL O QUE VOCÊ FEZ? -Ele gritou, bravo.

–Nada. -Disse inocentemente.

–SEI! -Ele bufou. -Professora! -Ele chamou-a, e ela veio rápido até nós. -Posso ir na enfermaria ver se aconteceu algo com o meu pé? -Ele perguntou, fazendo uma careta de dor, enquanto mexia o pé.

–Pode sim. -Ela disse, preocupada.

–Eu vou com você. -Disse Samantha. Niall suspirou. V****.

Ashley Collins

Depois do acidente com Zayn, a professora mandou continuarmos a aula. Harry estava tirando os cupcakes do forno. Olhei para a cara deles, e lambi os lábios.

–Deve estar delicioso. -Disse, ele riu.

–E como. -Ele disse dando de ombros.

–Não vejo a hora de provar. -Disse, animada.

–Vamos enfeitar. -Ele disse, e começou a mexer nas coisas.


****


–Pessoal, agora que esta pronto, eu vou provar o de todos, e vou dar uma nota para cada. -Disse a professora. Ela era aproveitadora. Ela só quer comer cupcakes de graça, sem trabalho sem nada.

Pensando nesse angulo ,deve ser bom ser professora de culinária. O ruim deve ser decorar todas as receitas, ou provar as coisas ruins.

Olhei para Harry e sorrimos juntos, olhei para Andressa, que estava diferente, e ri, ela era um panda. Quanto será que nós dois ganhariamos com nosso cupcakes? Espero que bastante, foi dificil enfeitar. Tive que erguer meu braço, usar minha energia.


Notas finais
Quem se escreve para a aula de culinária?
Quais as aulas de seus parceiros? Ou coloca igual a de vocês ?
Flores foram para ser cheiradas,
Estrelas apreciadas,
E essa fic,
Continuada, ou Parada?