Eros & Psiquê: O beijo do anjo imortal
Olhei para a caixa em minhas mãos.
O meu erro foi não parar para pensar melhor nas minhas possiblidades, o meu cansaço não ajudaria em nada naquela decisão.
A fraqueza dos meus braços me impossibilitaram de manter a caixa em segurança, mais rápido do que um piscar de cílios a vi deslizar sobre a minha palma e cair com um baque no chão a tampa do objeto se deslocou.
A curiosidade dos meus olhos foi invadida por uma neblina fria que se movia da caixa em minha direção, eu fui acometida por um sono insano...
Então era assim que eu terminaria?
Jogada sobre as flores de um bosque desconhecido, presa numa maldição de sono, sem qualquer chance de voltar a ver Eros?
Meu amado Eros.
Antes da perda da minha consciência eu sorri ao pensar nele.
— Meu Eros. Sussurrei.
E por um breve instante nos imaginei no jardim florido com o som da cascata ao longe.
O ser amado de fios de ouro e rosto de anjo sorria para mim, o corpo dorso desnudo, enquanto caminhava em minha direção a palma da mão estava estendida.
Em um pedido compreendido que não poderia ser aceito, eu estava longe e a cada tentativa de aproximação eu me distanciava mais.
O meu erro foi não parar para pensar melhor nas minhas possiblidades, o meu cansaço não ajudaria em nada naquela decisão.
A fraqueza dos meus braços me impossibilitaram de manter a caixa em segurança, mais rápido do que um piscar de cílios a vi deslizar sobre a minha palma e cair com um baque no chão a tampa do objeto se deslocou.
A curiosidade dos meus olhos foi invadida por uma neblina fria que se movia da caixa em minha direção, eu fui acometida por um sono insano...
Então era assim que eu terminaria?
Jogada sobre as flores de um bosque desconhecido, presa numa maldição de sono, sem qualquer chance de voltar a ver Eros?
Meu amado Eros.
Antes da perda da minha consciência eu sorri ao pensar nele.
— Meu Eros. Sussurrei.
E por um breve instante nos imaginei no jardim florido com o som da cascata ao longe.
O ser amado de fios de ouro e rosto de anjo sorria para mim, o corpo dorso desnudo, enquanto caminhava em minha direção a palma da mão estava estendida.
Em um pedido compreendido que não poderia ser aceito, eu estava longe e a cada tentativa de aproximação eu me distanciava mais.
Fernanda Bianchi
Sinopse
Olhei para a caixa em minhas mãos.
O meu erro foi não parar para pensar melhor nas minhas possiblidades, o meu cansaço não ajudaria em nada naquela decisão.
A fraqueza dos meus braços me impossibilitaram de manter a caixa em segurança, mais rápido do que um piscar de cílios a vi deslizar sobre a minha palma e cair com um baque no chão a tampa do objeto se deslocou.
A curiosidade dos meus olhos foi invadida por uma neblina fria que se movia da caixa em minha direção, eu fui acometida por um sono insano...
Então era assim que eu terminaria?
Jogada sobre as flores de um bosque desconhecido, presa numa maldição de sono, sem qualquer chance de voltar a ver Eros?
Meu amado Eros.
Antes da perda da minha consciência eu sorri ao pensar nele.
— Meu Eros. Sussurrei.
E por um breve instante nos imaginei no jardim florido com o som da cascata ao longe.
O ser amado de fios de ouro e rosto de anjo sorria para mim, o corpo dorso desnudo, enquanto caminhava em minha direção a palma da mão estava estendida.
Em um pedido compreendido que não poderia ser aceito, eu estava longe e a cada tentativa de aproximação eu me distanciava mais.
O meu erro foi não parar para pensar melhor nas minhas possiblidades, o meu cansaço não ajudaria em nada naquela decisão.
A fraqueza dos meus braços me impossibilitaram de manter a caixa em segurança, mais rápido do que um piscar de cílios a vi deslizar sobre a minha palma e cair com um baque no chão a tampa do objeto se deslocou.
A curiosidade dos meus olhos foi invadida por uma neblina fria que se movia da caixa em minha direção, eu fui acometida por um sono insano...
Então era assim que eu terminaria?
Jogada sobre as flores de um bosque desconhecido, presa numa maldição de sono, sem qualquer chance de voltar a ver Eros?
Meu amado Eros.
Antes da perda da minha consciência eu sorri ao pensar nele.
— Meu Eros. Sussurrei.
E por um breve instante nos imaginei no jardim florido com o som da cascata ao longe.
O ser amado de fios de ouro e rosto de anjo sorria para mim, o corpo dorso desnudo, enquanto caminhava em minha direção a palma da mão estava estendida.
Em um pedido compreendido que não poderia ser aceito, eu estava longe e a cada tentativa de aproximação eu me distanciava mais.
Notas adicionais
Ponto de vista em primeira pessoa
Adaptação da obra de Apuleio
Adaptação da obra de Apuleio
Escrito por
Fernanda Bianchi
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 22 de out. de 2021 17:08
Atualizado em 22 de out. de 2021 17:08
646 palavras
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Notas adicionais
Ponto de vista em primeira pessoa
Adaptação da obra de Apuleio
Adaptação da obra de Apuleio
Autor
Fernanda Bianchi
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 22 de out. de 2021 17:08
Atualizado em 22 de out. de 2021 17:08
646 palavras