Eros

14 Você é o... Coruja?


Notas iniciais
BOA TARDE MEUS GOSTOSOS MORDIVEIS ♥
hauhsuahsuah' beeeeeeeeeeeeeem.... depois de um BAITA surto de falta de criatividade pra escrever a fic, eu voltei u.u MUAHAHAHAHA.... tadinha da Dal-chan, enchi o saco dela pra caramba por causa disso xD
mais agora voltei a estar super adiantada na fic ^^ AMÉM.
YEEEEEEEEEEAH, a todos que estavam IPER curiosos pra saber quem era o Coruja, aqui está u.u huhuhuhuhu
Ah sim, agora mesmo já postei o último cap da minha outra fic, quem tiver interessado e tals u.u
he
ENJOY ~

O que esse bosta está pensando? Eu coloco minha tia num sono profundo, roubo uma bicicleta que quase me mata no caminho, saio plena 10 horas da noite pra vir a um bar cheio de gente estranha pra ouvir que tenho que trabalhar com produtos contrabandeados? Aqui ó! Eu sou idiota, mas não otário!

E sabe por que isso não é justo? Oras... O que fiz foi forjar uma carta boba pra ele, e o cara me vem com uma dessas? Desde quando pecar e se arrepender te leva ao inferno? Essa história esta muito mal contada!

- Você ficou louco?! – Sussurrei perto de seu ouvido, um sussurro revoltado, muito revoltado. – O que eu te fiz pra me colocar numa dessa? –

- Hm... Me fez de idiota. – QUE?!!

- Eu não te fiz de idiota! Eu... – O que eu fiz mesmo?

- Você...? Por que não confessa logo que tudo naquele papel era verdade? Deixa de ser orgulhoso! – Disse sarcástico. Loiro filho da...

- Eu já disse que não era! – Fala sério! Diferente de você eu sou homem. E tenho um pouco de caráter!

- Então admite que estava me fazendo de palhaço? – O que ele quer afinal?!

- Não estava! –

- ENTÃO O QUE CACETE?! VOCÊ É AINDA PIOR QUE UMA GAROTA! – Garota?! Eu?! Vou dizer quem é a garota! – E é por isso que vai trabalhar comigo! Por me fazer de imbecil!

Que droga.

Eu juro. Pode até ser a coisa mais absurda que vou dizer na vida. Mais eu juro que antes de ele dizer o que queria que eu fizesse, no caso, trabalhar com ele, eu achei que iria propor algo malicioso, como o esperado de um sujeito como ele. Mas não, ele não tinha ‘essa’ intenção. E isso me faz odiar a mim mesmo por esperar que ele fizesse algo perverso! Eu REALMENTE estou precisando tratar da minha cabeça, ou simplesmente arranjar uma namorada.

Tenho certeza que ninguém me entendeu.

Mais isso não vai ficar assim! Eu é que não serei feito de bobo! O que ele esta pensando? Acha que é o bom moço? Certinho? É o que veremos Mello! O que veremos!!

- Tudo bem então. – Falei manso perto de seu ouvido. Perto até de mais. O que me fez perceber como seu corpo se arrepiou. Há! Vamos ver então... Quem é o ‘bom garoto’!

- S-se entendeu, ótimo. Vamos indo. – Indo?

- Pra onde? Pra casa? – Ele vai me levar em casa?!!! Que bom!

- Não. Trabalho. Muito trabalho. – Nem esperou minha desaprovação, agarrou meu braço e saiu me arrastando dali. Cadê o Sill pra me salvar numa hora dessas?

Praticamente me socou dentro daquele carro. Garoto estúpido! Podia ser mais gentil com o ajudante não é?

Deu a partida e acelerou... Mas... Pra onde? Acredito que logo descobrirei. Mas o que custa perguntar?

- Onde estamos indo? –

- Ao Coruja. – Coruja?

- Mas nós não estávamos lá? – Pois é.

- Não o bar. Iremos encontrar o Coruja. – Como?

- Coruja... Não é só um bar? –

- Porra!! Que moleque surpreendente! Coruja é o dono da merda do boteco! – Ah... Tá.

- T-tá certo... Mas. Qual é o ‘nome’ dele? – Bem, com certeza o cara não se chama Coruja né?

- Não interessa. Só cale a boca e não encha meu saco. – Não descartou a chance de me fuzilar por um instante. Amolecer esse loiro vai ser ainda mais difícil do que eu pensava.

Vocês podem estar pensando: “Você não falou que era homem? Então que coisa é essa de ‘amolecer o loiro’?“ Simples. Meu orgulho foi ferido, e já que estou nessa merda toda. Nada que eu faça me rebaixará mais. E pronto.

Mas daí sempre tem aquele maldito que continua insistindo no assunto e pergunta: “Mas só por isso vai dar em cima do Mello? Eu pensava que você era um rapaz descente!”. E eu respondo-lhe. Vai se foder! A vida é minha, e resolvo minhas cagadas do meu jeito. Mesmo que ele inclua seduzir um cara. E mesmo esse cara sendo gay. É. E mesmo esse cara... Sendo Mello.

Já curti meu debate interno, então é hora de voltar à realidade.

Realidade essa que esta me deixando confuso... O chocólatra não disse que iríamos ao tal de Coruja? Então... Por que estamos no bairro de casa? Será que... O Coruja estava perto e eu não sabia?

- Chegamos. – Estacionou o carro em frente a uma casa marrom. Muito bonita. Nova, arrumada, grande, muito bem conservada. E eu fico pensando na situação desse cara. Será que eu devia abrir um bar e ficar bem de vida?

- É aqui que ele mora? – Disse surpreso.

- Sim. – Estranhamente o loiro vestiu uma blusa de frio, e pôs o capuz dela, como se quisesse esconder o rosto.

- O que esta fazendo? –

- Não tenho interesse de mostrar minha cara a alguém como ele. Nossa relação é de patrão e empregado. E como moramos no mesmo bairro, não é bom que me conheça. –

- Mas você o conhece? Sabe como ele é? – Me dá um crédito! Sou curioso né!

- Sim... Sei muito bem. – Só eu percebi ou Mello não vai com a cara do Coruja?

- Eu moro aqui. E agora ele também é meu patrão, não é melhor que eu esconda meu rosto? –

- Tem razão. Coloque esta touca e ponha esse seus óculos nos olhos. – Esticou o braço e me deu uma touca preta que cobria até mesmo as laterais do rosto. Mail ficará irreconhecível!

Descemos do carro. Até parecia dois caras prontos para assaltar um banco. Isso soa legal sabe...

- Tente não falar muito. Quando palavras saem da sua boca, costumam não prestar. – Engraçadinho!

Fomos até a porta onde Mello tocou freneticamente a campainha. Nossa que desespero é esse? Garoto impaciente!

Mas mesmo assim demorou para que alguém aparecesse, forçando-o a manter os dedos no botão.

- Esse Coruja. É uma pessoa ruim? – Bem, do jeito que o loiro falava, parece que sim.

- Sim. É o cara mais podre que eu conheço. – Caramba!

- Por quê? – Acho que eu devia diminuir o número de perguntas.

Respirou fundo, como se buscasse a paciência divina para lidar com o ruivo aqui.

- Porque o cara é dono do bar mais imundo da cidade, é o cabeça de uma manada de gente como eu, que se sustenta com o dinheiro sujo do seu comércio... E por ai vai. Satisfeito? – Não tenho palavras pra isso.

- S-sim. – Satisfeitíssimo.

E depois de um baita esforço e de muita garra e insistência, a porta foi destrancada e em seguida aberta. No mínimo a pessoa que sairia dali seria um velho tarado, bebum, louco e muito estranho...

Só que.

- Mello...? – Disse a voz do homem que surgiu. Voz familiar.

Cacetes, cacetinhos, cacetetes!... Mais... Que... Merda... É... Essa?!!

RAITO?!!!! É agora que eu tenho um chilique mesmo...

- Vim buscar as entregas de segunda e terça feira. – Disse o chocólatra.

- Só um minuto. – O japonês voltou para dentro.

Eu acho que vou balear meu próprio cérebro. O Coruja é o Raito? O tão fodão e fantasmagórico Coruja é o cara que vi comendo Lawliet ontem? Coruja é o homem suspeito que na verdade nem homem é?!

Sem zoeira... Acho que EU é que sou o cara mais perigoso dessa cidade... Porque esses ‘caras perigosos’ são tudo uns mocinhos! Neste caso, mocinhas né?

Alguns minutinhos e o ‘Corujão’ apareceu novamente, desta vez com umas caixas que não pareciam ser muito pesadas. Devem ser as tais entregas não é?

- Você já sabe onde entregá-las não? – Perguntou a Mello.

- Sim... – Falou seco, pegando duas caixas e deixando as outras duas para eu carregar. – Pegue. – Mandou. Obedeci.

- Já estamos indo? – Sussurrei acompanhando-o até a saída.

- Sim. – Nossa, ele nem se despede do Poderoso Chefão ali? – Temos que entregar essas coisas. – Assenti com a cabeça.

Olhei para trás, Raito ainda nos observava deixando o local. Mello abriu o porta malas do carro e jogou sem nenhum cuidado as caixas, tomando as outras das minhas mãos e fazendo o mesmo. Já disse que ele devia deixar de ser tão estúpido?

- Anda logo, entra. – Fechou o porta malas e ordenou que eu fosse para o passageiro. O fiz sem demora já que o patrãozinho parecia mais estressado que o normal. Foi para o banco do motorista e acelerou o carro, fazendo um barulho tão alto que seria capaz de acordar até mesmo a Lana.

Agora, eu diria a Mello que já conhecia o Coruja? Ou ficaria na minha pra não causar problemas? Sim, porque, se eu o conheço e ele me conhece... Talvez Mello não me deixe mais trabalhar consigo, e meu ‘plano’ vai por água a baixo. Droga!

Então ficarei calado... Nem irei tocar no assunto, será melhor pra mim. E até mesmo pro loiro. Já que se souber dos ‘segredinhos’ do patrão... É vocês entenderam... Espero.

- Onde iremos entregar? –

- Do outro lado da cidade. – Poderia ser mais especifico?

- Err... –

- TÁ BEM! Vamos entregar num hotel que há para aqueles lados! – Acho que entendeu minha curiosidade.

- Certo! – Sei lá porque, mais eu estava animado... Parecia divertido. Mais a diversão sumiu ao me lembrar de algo... De um pequeno grande detalhe. – Lana... – Murmurei... Ela é sempre o motivo de grande parte dos meus problemas.

- O que disse? – AH! NÃO FALEI COM VOCÊ NÃO!

- Nada... – Disse emburrado, e com motivo, já que provavelmente a tia zumbi já estaria acordada, e MUITO acordada.

Em casa...

- Hm... Matt! Cadê você? Porque a casa está escura? – Disse a mulher ainda um pouco grogue. – Ãn? Matt... MATT!...

CADÊ VOCÊ AMEBAAA?!!!! –

Notas finais
POOOOOOOORR*!!!!!!!
vcs teeem o que comentar agora né?
onegai?
KSOAKSOASOAK'
EU GANHEEEI, GANHEI A APOSTA COM MUITA GENTE QUE ACHAVA QUE ERA OUTRA PESSOA xDDDDD
adorei, adorei o capitulo! (vc não tem que gostar Nako... os leitores é que tem que gos...) ~lê sapatada na Nakoruru-san~ calada u.u
(?)
MANDEM REVIEEEWS! SIIIIIIIIIIIIM!!
vo lá almoçar meus amores ♥ ♥
Kissus kissus (OOOOOOH, HOJE NÃO ESTOU PROMOVENDO FICS AQUEE DDD:)
no próximo cap eu coloco 4 aqui okaa?? hehe
ATÉEE ~