Era uma vez...Aquele amor!

7 Capítulo 7: Uma noite totalmente romântica


Notas iniciais
Oi pessoal, está ai mais um capítulo da fanfic. Irei demorar um pouco nas postagens dos capítulos, pois agora as aulas voltaram e preciso dedicar meu tempo nos estudos. Vamos a leitura...

Pov. Renesmee

Quando voltei para minha casa já passava da hora do almoço. A cara de minha tia não era uma das melhores, aliás quando ela fez alguma cara bonita? Jamais na face dessa terra vi Georgina sorrir alguma vez. Às vezes fico me perguntando o que pode ter acontecido com ela por ser tão amarga e ter um coração tão duro, óbvio que ninguém é assim do nada.
– Aonde esteve todo esse tempo, Renesmee? Sabe que horas é? — repreendeu Georgina — Mal entrou na fase adolescente e já está vadiando por ai. Menina, pelo menos ligue para avisar.
– Aah Georgina, desde quando você se preocupa com a minha ausência? — perguntei irritada. Que raios deu nessa mulher para se tornar uma "mãe preocupada"?
– Não brinque com a minha falta de paciência, menina — disse ela — Seus avós já me ofendem por eu ter sua guarda e por favor, não aguentaria eles me culpando pela sua possível morte. Sua irresponsável — dessa vez ela berrou feio.
– NÃO GRITE COMIGO, SUA BRUXA — alterei minha voz a nível 220 — VOCÊ NÃO TEM ESSE DIREITO, MUITO MENOS MANDA EM MIM.
– ABAIXE SEU TOM DE VOZ, RENESMEE — gritou ela — NÃO SOU A INSANA DA SUA MÃE E MENOS O IDIOTA DO SEU PAI.
Acabei por perder minha razão naquele momento, fiquei cega de ódio e raiva pelo que ela gritou para mim. Corri em sua direção e por um instante não me arrependi de meu ato: acertei um tapa barulhento em sua bochecha. Nunca nesses anos todos de convivência com essa mulher baixa e do nome Georgina, pensei que poderia fazer isso com ela.
– COMO PODE TER A PETULÂNCIA DE LEVANTAR A MÃO PARA MIM, SUA MAL CRIADA? — berrou ela esfregando o local do tapa.
– A mesma petulância que você teve de ofender os meus pais — disse — Mal criada eu sou mesmo, já que certas doentes me privou de educação melhores da minha vida — sai pisando fundo e com lágrimas nos olhos. Entrei na cozinha, batendo a porta e sentando em uma cadeira.
Debrucei a cabeça sob meus braços cruzados e comecei a chorar histericamente. Raiva: por Georgina ter me privado dos carinhos verdadeiros de pai e mãe; medo: de nunca mais poder vê-los; tristeza: pela falta que eles me faziam, mesmo eu tendo ficado até meus 4 meses vida ao lado deles.
– Anjo, o que foi aquilo na sala? — perguntou Kate acariciando meus cabelos. Levantei minha cabeça, meus olhos inchados e vermelhos pelo choro.
– Ai Kate, eu quero a minha mãe e o meu pai — disse chorando e a abracei — Não aguento mais ter essa vida solitária. Georgina tortura meus sentimentos por proibi-los de me ver.
– Aah minha menina. Estou aqui com você — disse ela fazendo carinho em minhas costas — Toda essa saudade vai embora e lhe garanto que não vai demorar. Todo esse amor nos leva ao possível, seus pais até hoje vivem na agonia e no aperto que essa saudade traz.
– Obrigada Kate — agradeci saindo de seu abraço e enxugando meu rosto — Sem você aqui nada seria o mesmo.
– Pode ter certeza que não — disse ela e rimos — Viu, consegui um lindo riso seu.
– Você sempre consegue, Dona Kate Parker — disse e segurei sua mão, a beijando — Vou subir e deitar um pouco, toda essa confusão me deixou com dor de cabeça.
– Vai, menina. Já te levo algo para comer — disse ela e assenti. Saí da cozinha, passei pela sala e vi que Georgina estava sentada no sofá com as mãos no rosto, escutei soluços vindo dela. Provavelmente era drama e falsidade de sua parte, lágrimas estava fora de cogitação se tratando de minha tia. Virei meu rosto daquela cena e subi as escadas.
Entrei em meu quarto, fechando a porta e colocando as minhas coisas em cima de minha poltrona branca. Tirei minhas sapatilhas, amarrei meus cabelos em um rabo de cavalo, troquei minha calça jeans por um shortinho confortável de seda e me deitei na cama. Peguei meu celular e mandei uma mensagem no Whatsap de Claire:
– Hoje a noite, eu e Jake iremos nos encontrar novamente. Amanhã contarei tudo a vocês.
Beijos da Nessie
Amo você S2'
Alguns minutos depois, veio a resposta de Claire e Kath ao mesmo tempo.
– Aproveite amiga! Nunca é tarde para tentar algo a mais entre beijos :D
Besitos chica linda
Amo você também ♥
By: Claire Uley
Sorri com a mensagem da Claire e em seguida fui ler a da Kath:
– Boa sorte, fofa! Essa noite com certeza será perfeita e que vocês dois sejam felizes pelas próximas etapas.
Beijos no pescoço
Eu te amo e adoro s2'
Ass: Katherine
Com certeza Claire mandou uma mensagem para Kath assim que enviei a minha contando de meu outro encontro com Jacob. Essas duas eram as melhores amigas que eu já podia ter em minha vida e sou uma garota sortuda por tê-las ao meu lado sempre. Enviei outra resposta a elas e coloquei meu celular na mesinha ao lado da cama.
Abracei minha linda boneca de pano que tinha desde recém-nascida e fechei meus olhos, deixando o sono me levar.
[...]
Kate havia me trazido um lanche delicioso. Depois do cochilo minha dor de cabeça havia passado, por um momento me esqueci da cena lá embaixo com Georgina e não escondo de Kate que não me arrependi do meu ato, ter dado um tapa naquela bruxa.
– Nessie, você está brincando com fogo. Georgina é mal quando quer e disso ela nunca vai esquecer — disse Kate — Sempre que tiver oportunidade, irá jogar na sua cara pelo que fez.
– Ela precisa aprender que não deverá tocar no nome de meus pais nunca. Nem sequer ofendê-los — disse e olhei no relógio — Agora, vou tomar um banho. Jake e eu vamos jantar juntos.
– Você e esse rapaz, estão cada vez mais próximos — disse Kate arqueando uma sombracelha.
– Pode até rolar algo sério entre nós — disse — Estamos falando sobre isso faz um tempinho.
– Acho vocês dois um casal perfeito, deveriam mesmo tentar um relacionamento — disse Kate — Bem, agora vou deixar você ir tomar banho e depois quero saber as novidades.
– Ok, tudo bem — disse e fui para o banheiro. Tirei a minha roupa, liguei o chuveiro e entrei nele. A água morna relaxava meus músculos tensos, levando ralo a baixo todo o meu cansaço do dia de hoje. Me ensaboei completamente com o sabonete líquido de morangos, tirando a espuma e terminando o banho.
Me enxuguei no banheiro mesmo, escovei meus dentes e sai com o meu roupão lilás. Escolhi um shortinho preto com alguns strass decorando o bolso, uma batinha tomara-que-caia e uma sapatilha vermelha. Vesti minha roupa, passando uma leve maquiagem, fiz um rabo de cavalo em meus cabelos e coloquei um colar para dar um tapa no visual (dicas de Kath e Claire). Passei meu perfume de rosas, Jake adorava esse cheiro em mim e desci.
Vi Georgina sentada no sofá, com os olhos fechados e percebi lágrimas rolando por suas bochechas. Fiquei realmente com um aperto no peito ao vê-la daquele jeito, mas pensando pelo outro lado sua amargura sempre me fez mal e deve estar assim por algum arrependimento. Ela enxugou suas lágrimas com um lenço e se virou para mim, seus olhos estavam inchados e puramente vermelhos.
– Onde vai? — perguntou me olhando.
– Irei jantar com um amigo e voltarei depois das 23 horas — disse normalmente — O que aconteceu para estar assim?
– Nada, só algumas lembranças — disse ela e engoliu com dificuldade o choro. Qual seria essas lembranças? Sinceramente, não espero nada da parte de Georgina.
– Bem, não vou ficar aqui sendo ouvinte. Boa noite, Georgina — disse e ela assentiu. Saí porta afora e de repente me deparei com Jake parado me esperando.
– Achei que tivesse desistido de mim — disse ele e me aproximei dele, sorrindo.
– Isso, jamais — disse e envolvi seu pescoço com meus braços — Boa noite, amor.
– Boa noite, linda — disse ele abraçando minha cintura. Trocamos um selinho suave e logo partiu a ser um beijo, aquele beijo de sonhos e molhado. Nos separamos quando o ar se fez necessário — Vamos?
– Sim, vamos — disse e entrelaçamos nossas mãos. Começamos a caminha pelas trilhas ali presente, percebendo ser a campina e senti o cheiro das orquídeas e chegamos a um local com luzes fraquinhas. O chalézinho da história que Jake havia me contado por esses dias atrás.
– Iremos jantar aqui? — perguntei ansiosa.
– Sim, pedi que minha mãe prepasse um jantar delicioso para nós e de sobremesa fiz um mousse de chocolate — disse ele e fiquei maravilhada. Jake sabia impressionar qualquer pessoa, não só por ser um homem surrealmente lindo, mas também pela seu caráter e a forma de como conquista as pessoas com seu bom coração.
– Uau, que perfeito. Adorei — disse quando entramos no chalézinho e vi a mesa já feita com tudo em cima dela. Velas coloridas decorava a mesa e tudo por ali.
– Senhorita — disse Jake afastando uma cadeira e me sentei sorrindo, Jake começou a montar meu prato e colocou vinho na minha taça. Ele se sentou de frente para mim e fez o mesmo para ele, se servindo de comida e vinho.
– Quais são suas intenções comigo essa noite, senhor? — perguntei me divertindo e ele riu. Pigarreou e me olhou com desejo.
– Ficar juntinho de você durante o resto da noite e te namorar — respondeu ele e comemos. Sua mão segurou a minha por cima da mesa, ele ergueu a taça dele e fiz a mesma com a minha — A nós dois.
– A nós dois — repeti e brindamos. Aquele jantar estava delicioso, perfeito e nada poderia dar errado sobre aquele momento. Comíamos olhando um para o outro, degustando a presença e o ar da noite ali presente.
Quando terminamos fomos para um cantinho, onde havia um sofá com três lugares. Abraçados e as mãos juntas, curtindo a presença de embos e até que tudo começou a esquentar. Nos beijamos fevorosos, com fome e nossos lábios dançavam em sincronia.
Coloquei uma perna de cada lado ao sentar no colo de Jake, beijando seus lábios. Nós dois estávamos ardendo em desejo, precisando sentir o calor do corpo um do outro.
– Jake — gemi quando ele nos virou em uma posição diferente, ele encostado no braço do sofá e eu entre suas pernas. As mãos grandes dele tiraram a minha bata, o sutiã também era tomara-que-caia e massageou meus seios por cima do tecido — Oooh — ele beijava meu pescoço durante a massagem, me fazendo ficar quente.
– Não iremos fazer amor por enquanto — disse ele em meu ouvido — Então, só sinta todo o fogo da nossa paixão.
– Si-sim — disse em sussurro e fechei meus olhos. Uma mão minha foi para trás de sua nuca e ele continuou com a nossa intimidade, sem passar de toques e massagens.
Fiz o mesmo com ele ao ficar de joelhos entre suas pernas, tirei sua camisa e beijei seu peito másculo. Minha mão deslizava sobre seu tanquinho, o deixando arrepiado e totalmente excitado com o momento. Ele me trouxe para mais perto, minhas pernas de cada lado de seu quadril e me abraçou, ambos sem a roupa na parte de cima.
– Jake, me desculpe. Ainda não estou preparada — disse em seu ouvido.
– Hey! Não precisa se desculpar — disse ele colocando uma mexa do meu cabelo atrás da orelha — Vou esperar o tempo que você precisar.
– Obrigada — agradeci e nos beijamos. Vestimos nossas devidas camisas e ficamos namorando mais um pouco.


"Amar é...
sorrir por nada e ficar triste sem motivos
é sentir-se só no meio da multidão,
é o ciúme sem sentido,
o desejo de um carinho;
é abraçar com certeza e beijar com vontade,
é passear com a felicidade,
é ser feliz de verdade!" (Albert Camus)

Notas finais
Huum, o clima esquentou bastante entre eles né? Ainda virão mais novidades por ai, fiquem ligados. Gostaram?? Comentários por favor...