Era Um Dia Comum como Qualquer Outro.
1 Capítulo 1
Após acordar, de pênis bem ereto, peguei minha toalha, e fui para o banho. É muito raro eu me masturbar pela manhã, mas poxa fazia 1 semana que não fico com ninguém.
Ligo o chuveiro, e quando sinto a água quente encostar na minha nuca e descer pelo meu corpo, eu fico arrepiado , é o suficiente. Desci o sabonete suavemente pela minha pele macia e úmida, percorrendo o pescoço e o peito, descendo pelo abdômen e chegando a base do meu pênis.
Sou moreno, olhos e cabelos castanhos, cabelos ondulados até a altura dos olhos, 1,80 metro, não sou forte, mas tenho o peitoral largo, e o abdômen liso, pernas grossa e bunda grande.
Com o sabonete descendo pelo meu corpo, minha mão escorregava suavemente sobre a minha pele até chegar no meu pênis. Eu o toco, e sinto cada centímetro, ele pulsava, sentia a ponta latejar. Como eu queria uma boca quente ali. Comecei acariciá-lo da base até o topo, de vagar, e acelerando aos pouco, conforme eu imaginava uma boca quente cobrindo todo os 20cm, eu fazia uma leve pressão. Acelerei o movimento da minha mão, e logo sentia aquela sensação familiar, minhas pernas já estavam tremendo, e meu corpo sentia um calor incomum, de repente senti aquela explosão de prazer.
Terminei o banho e me troquei pra sair. Tudo mudou quando peguei o metro.
Ao descer as escadas noto um homem alto, ele estava de social, calça cáqui, e blusa branca. A calça estava justa, deixando aquela bunda ainda mais gostosa. Tinha aproximadamente 1,86 metro, cabelos castanhos claros, olhos cor de mel, branquinho e sorriso encantador. Ele tinha uma boca rosada, o lábio inferior levemente mais carnudo do que o superior. Uma bunda redondinha, carnuda, empinada.. Uma delicia.
Olhei em seus olhos, e gelei ao notar que ele também me olhava, mas até então, apenas coincidência.
Fui para um dos ultimo vagões, e não havia percebido, mas ele estava logo atrás de mim. Ele me olhava, mais que o normal, mas sou um pouco tímido, e não olhei muito.
Comecei a sentir o peso do seu olhar sobre mim, e logo percebi que ele não estava apenas olhando para o meu rosto... ele me olhava por completo.
Aquela situação foi me deixando excitado, e ele logo notou que seu olhar sobre mim fez efeito. Senti um arrepio que desceu da minha nuca até o cóxi. Tremi.
Quando percebi que ele estava afim de mim, senti uma leve pulsação na calça, e ele não demorou pra perceber o volume que meu pênis fazia.
Por sorte o metro estava cheio, e não tinha como ninguém nos ver naquela situação.
Será que alguém, entre toda aquela gente iria perceber que estávamos tão próximos quanto uma chave em uma fechadura, até então todos queriam entrar e se ajustar naquele espaço apertado e quente daquele vagão.
Ele simplesmente se encaixou em mim. Tinha uma bunda maravilhosa, como havia dito, redondinha, carnuda, e agora que eu consegui senti-la em mim, muito durinha.
Ele tinha aquele vão no meio, aquele espaço que é tão excitante, tão sexy. Já não agüentava de tesão e logo o apertei contra o volume do meu pênis, meu pau estava pulsando, latejando, querendo furar aquela calça ali mesmo.
Quanto mais o trem balançava, mais agente se esfregava um no outro, ele vinha pra traz com tanta força que os meus braços tremiam na barra que segurava. E eu, o empurrava pra frente, apertando o meu pau nele o máximo que eu conseguia. Ele esfregava aquele rabo gostoso, sentindo cada centímetro de mim, e eu empurrava meu pau contra o rabo dele sentindo cada espaço.
De repente, vejo que ele retira uma das mãos da barra, ele desce com ela sobre o meu abdome, levanta a minha a minha blusa e passa a mão sobre a minha barriga, sinto uma sensação estranha, mas muito boa. Sua mão estava gelada devido ao ar-condicionado do metro e eu quente feito brasa, praticamente em combustão, isso me faz ficar todo arrepiado. Suavemente ele desce a mão ainda gelada sobre a minha calça, e força a entrada sobre o coz da minha calça, aquela mão fria dele no pé da minha barriga me faz ficar doido de tesão. Há tantas pessoas ali, não poderia agarrá-lo como eu gostaria. Aquilo me fez delirar, aquela sensação de frio, de proibido, a adrenalina misturada com o prazer.
Ele pegou meu pênis, sua mão ainda gelada, e eu quente feito brasa, um sensação maravilhosamente excitante. Ele começou a apertar devagar, me deixando louco de tesão.Ele apertava meu pau deliciosamente, com uma leve pressão no topo, e uma forte pressão na base, ele fazia aquele movimentação familiar, aquele vai e vem da mão dele estava ótimo.
Eu não resisti, também tirei uma das mãos da barra, e peguei aquela bunda, apertei com gosto, passei as mãos levemente pelas suas pernas, ele era malhado, era tudo tão durinho. Minha mão foi escorregando por suas pernas até eu sentir um volume família, era longo, grosso, esta pulsando tanto que quase achei que tinha vida própria, eu apertei e aquela situação me deixou ainda mais excitado, fazendo com que eu treinasse exercício de respiração pra tentar agüentar tudo aquilo.
Eu tinha que fazer alguma coisa, se não iria ser tarde de mais, eu iria sujar sua mão e melar minha calça. Lutei contra o esforço, mas a minha dignidade estava ali, em algum lugar. Tirei sua mão da minha calça o mais delicadamente possível, pedindo com os olhos que parasse antes que fosse tarde de mais. De início ele não queria, mas logo percebeu que eu tinha razão. Ele deixou o meu pênis, mas dando uma apertadinha a cada centímetro de mim e sem tirar os olhos dos meus, deixando a minha vontade guardada, no mesmo lugar de onde tirou.
Não queria falar diretamente com ele, então escrevi uma mensagem no meu celular "quero terminar o que começamos, este é o meu numero 666-6666, espero que me ligue". E coloquei o meu celular na frente dele. Vi que ele anotou o numero.
Desci na estação seguinte.
Fale com o autor