Notas iniciais
Gente, essa é minha primeira fic, espero que gostem!!! . . . . Atualizado em 22/06/2015 Betado por Bellarke do blog Perfect Design

Eram quase vinte e uma horas quando a delegacia de polícia de Holbrook fora informada sobre explosões em um prédio abandonado perto da Rota 66. Tal informação provocou grande expectativa entre os membros da equipe, já que em uma cidade com apenas 5 mil habitantes, nada de muito relevante costumava acontecer.

...

Às 21h: 17 a detetive criminal Eleanor Brenner já havia estacionado seu carro em frente ao edifício abandonado. Ela fora solicitada pelos policiais que encontraram um corpo no local.

Cena do crime: Horus hotel.

Uma das posses da família Klattenhoff. Um hotel magnânimo que um dia fora um dos mais prósperos da indústria hoteleira do oeste e que naquele momento não passava de mais um da lista de negócios falidos e abandonados.

No trajeto entre o carro e a entrada do antigo hotel, Eleanor foi surpreendida pelo vento gelado que não era muito comum nessa época do ano. Principalmente no Arizona.

— Merda! — praguejou a mulher.

Saiu de casa com tanta pressa que acabou se esquecendo do casaco.

Ao entrar no prédio se deparou com sua fiel e escudeira assistente Lexie, praticamente correndo em sua direção.

— Boa noite, Lexie. — disse, a acompanhando até a cena do crime.

Ela estava bonita, seu cabelo azul estava preso em um coque discreto e o uniforme a deixava com um ar superior, mesmo sendo apenas uma estagiária.

Espere só Lexie se tornar oficialmente uma legista. Pensou Eleanor. Não terá tempo nem de lavar o cabelo.

— Quem é a vítima? — perguntou ansiosa, afinal, não é todo dia que há um crime de tamanha magnitude para resolver.

— Garota branca, com idade indefinida, encontrada há poucas horas por policiais que faziam a revista do local.

— Causa da morte?

— Arráh! — exclamou Lexie muito bem-humorada. —É isso que viemos descobrir.

...

Depois de descer vários lances de escada para o que parecia ser o subterrâneo, as peritas finalmente chegaram à sala indicada pelos policiais, que estava toda inundada pela água até os tornozelos. Foi meio complicado chegar até o corpo que flutuava junto com estilhaços de vidro.

A confusão parecia ter sido muito violenta

— Céus! — Eleanor manifestou seu terror ao se dar conta de que era alguém tão jovem.

Ela sacou a câmera Nikon e começou a tirar fotos do cadáver, o que era um procedimento necessário na investigação, enquanto Lexie coletava provas para examinar no laboratório.

— Já sabem o nome dela? — pergunta para a estagiária.

— Não. Não encontraram nenhum documento por aqui.

Depois de tirar algumas fotos, a detetive parou para analisar o cadáver a sua frente. Era uma bela garota, seus grandes olhos verdes estavam vidrados olhando em direção ao teto. O rosto imaculado estava perfeitamente bronzeado. Havia algo familiar naquele rosto. Tentou vasculhar a mente, mas não conseguiu lembrar-se de nada.

— Elly! Terminei! Não há muito que coletar aqui, tudo foi praticamente destruído pela água. Vou lá em cima tentar procurar nos desaparecidos o nome da nossa desconhe...

— Lexie, não precisa! — bradou Eleanor antes de a jovem terminar a palavra.

— Por quê?

Ela não precisava de ajuda para identificar a garota, porque acabara de se lembrar de onde a reconhecia. Aquele rosto era mais que conhecido e Eleanor culpou-se por ter se esquecido.

Como poderia esquecer?

Esteve estampado por meses em todos os jornais do país, o desaparecimento da filha de uma diretora de cinema famosa causou grande repercussão. Dia e noite o desespero daquela mãe esteve presente no cotidiano dos americanos, implorando por noticias de sua filha.

— Porque ela não é desconhecida coisa nenhuma. Ela é Brooke Vega!

Notas finais
Aqui sou eu fingindo que sei escrever um romance policial. curiosos?? deixem seus comentários...