Entrelinha

1 ♡ . único


Notas iniciais
Eu reescrevi tanto essa fic que chega tô perdida já, mas espero que esteja clara para o leitor.

Para todos, ouvir Mori se lamentar de não ter recebido chocolates de Elise aquele ano também, soava como uma profunda dor no coração. No entanto, Ozaki se divertia com o sofrimento alheio e provocava-o por suas ações infantis — que por mais incômodas que pudessem ser, Kouyou infelizmente gostava. E ambos sabiam que, após, ela lhe daria chocolates de toda forma. Era por aquilo, afinal, que ele repetia o drama todos os anos.

Poderia não aparentar, mas, no fundo, Mori era romântico ou aceitava fazer as coisas românticas que Kouyou sugeria. As provas estavam espalhadas aleatoriamente, visíveis à olho nu.

Haviam os balões em formato de coração no escritório dela — porque buquês era desnecessários quando Kouyou já possuía um jardim exuberante; os jantares e passeios que eles faziam por parques, mesmo após uma exaustiva noite de trabalho; as vezes que ele acatava com um pedido pessoal dela, como havia sido com Kyouka; e era óbvio no esforço que Ougai colocava para ajudar a podar as plantas do jardim ou, fazer chá e chocolates para ela, mesmo que fosse horrível na cozinha — apesar de que, no fim, ela sempre comia ambos.

No mais tardar do dia de são valentim, eles sempre saíam para jantar — em um restaurante escolhido de uma extensa lista feita por Chuuya, e apesar de que o sexo sempre era o evento subsequente, na manhã seguinte, era sempre uma tarefa árdua para ambos, sair dos braços do outro e dos lençóis confortáveis para ter que trabalhar.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!