Entre o rio
11 Uma boa maldição
Notas iniciais
A palavra de hoje é anátema. Usei no sentido de maldição.
Capítulo narrado pelo Erik na calada da noite preta...
É noite e o silêncio impera por quase toda a parte. Ainda é possível ouvir o rio correndo ao longe.
Meus olhos estão fixos no teto. Em minha mente, a imagem de Angela reluta em se dissipar e não me deixa dormir. Em meus ouvidos, as palavras que trocamos mais cedo ainda ressoam feito um disco riscado.
É como uma anátema, acho. Parece que fui vítima de uma maldição. Mas de um jeito bom. Faz algum sentido?
Quando finalmente consigo adormecer, acordo pouco depois, atormentado por uma agonia palpável.
No pesadelo, as águas agitadas me envolviam numa escuridão sem fim.
Notas finais
Eu queria ter escrito a sequência exata do capítulo anterior, mostrando a primeira conversa entre os personagens, mas não deu. Não consegui encaixar a palavra, então pensei nessa forma. Anyway, vou tentar mostrá-la em algum flashback nos próximos capítulos ou contextualizar de alguma forma.
Inté mais!
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