Notas iniciais
Olá, gente! Eu me atrasei um pouco e não postei dois capítulos por semana, como disse, mas a minha está abarrotada de coisas para fazer. Então, decide, que a partir de agora os Ones serão uma vez por semana. Quero agradecer muito a todas as pessoas que passaram a acompanhar a Fic e também as lindas leitoras que tenho. Saibam que me fazem muito feliz e inspirada. Bom, também quero noticiar que as sugestões de vocês estão anotadas e talvez o próximo capítulo será uma delas. Darei o melhor fazê-las. O capítulo de hoje é Toxic - Britney Spears e tentei deixar ele mais fofo e com cara de Austin e Ally possível. Espero que gostem!

Ally

O ar lentamente vai se tornando rarefeito, o que faz com que meus pulmões clamem por ar, porém não há previsão de quando conseguirei separar os nossos lábios. Pelo contrário, no lugar de me distanciar do Austin para que pudesse respirar adequadamente, apenas o aproximo mais com um aperto nas costas, porque adoro esse efeito de perder a consciência por algum tempo e nem conseguir lembrar quantos beijos já foram dados ou que horas são.

Na verdade, a única parte do meu cérebro a qual está em vigor reconhece somente duas coisas:

1- Com o sabor dos seus lábios, estou viajando e nunca amei tanto fazer uma viagem ao ponto de querer repeti-la quantas vezes forem possíveis.

2- A partir do momento que dei o primeiro beijo no Austin, eu tomei um gole, do copo do demônio. Devagar, vai tomando conta de mim a insanidade, mas não consigo me imaginar mais sem isso.

Em determinado momento, o menino separa-se de mim – Não sem antes dar dois selinhos breves – e enfim volto a recordar do local em que estamos: Num parque de diversão temporário aqui em Miami, distantes de todas as famílias, gritos, adolescentes, luzes e demais casais.

Estou viciada em você” Ainda ofegante, digo, afinal, sentia a necessidade de externar meu estado para o Austin naquele exato segundo.

“É sério mesmo, Ally?” Ele abre um sorriso genuíno e rodeia meu corpo com o braço em um abraço, enquanto confirmo a pergunta “Também estou muito, muito viciado em você”.

Sua voz é sussurrada, beirando meu ouvido, fazendo com que meu corpo arrepie instantaneamente.

São nesses momentos – Aqueles os quais ocorrem apenas entre nós dois e que são recheados de intimidade, felicidade e tantas outras coisas – que compreendo o quão estúpidos fomos por demorar a se entregar à paixão. A gente poderia ter trocado tantos carinhos a mais, beijos, segredos, lembranças... Eu preciso compensar o tempo perdido.

Distancio-me um pouco do Austin a fim de poder segurar seu rosto, o qual estava apoiado em meu ombro, com as mãos. Lenta e cuidadosamente, faço carinho em suas bochechas e sorrio instantemente em reflexo do sorriso que ele deu. Aproximo nossas faces para poder encostar os lábios e mais uma sessão de beijos se inicia.

O meu peito está inflamando de afeição. Simplesmente estou perdendo a cabeça, girando pra lá e para cá. Qual meu nome? Quantos anos tenho? Que dia é hoje? Onde estou? Será que possuo algum problema?

Tenho vontade de lhe perguntar “Você sabe que é tóxico?” e depois implorar para que me intoxique agora com seu amor. Nunca achei que chegaria a esse ponto, entretanto não me arrependo, afinal, estou tendo um dos melhores momentos da minha vida com uma das melhores pessoas que já conheci.

Certamente, meu coração está batendo descompassado e Austin está a ouvi-lo e senti-lo por conta de nossa aproximação, mas não me importo. Eu também estou percebendo isto advindo dele e é algo mágico e intenso. Quando pensaria que posso ter um real conto de fadas, porém sem as fantasias, com muitos erros durante o caminho, e com um toque tóxico?

Deposito minhas mãos nas costas do rapaz, para que assim não sobre espaço entre nós, entretanto não foi para aprofundar o beijo e sim, separar-nos para que rapidamente possa apoiar-me no peito do menino. Fecho os olhos calmamente e sinto Austin brincando com meu cabelo.

Mais uma cena da minha vida está perfeita, afinal, o vento gélido de um fim de tarde, com a já luminosidade advinda dos brinquedos, o som do fundo acalmando-me e fazendo que recorde da infância, a quentura que vinha até mim e, principalmente, por estar abraçada à pessoa que estou apaixonada.

Você me sente agora?”Austin questiona, se referindo a um antigo diálogo em que eu confessei se o sentia perto ou não de mim.

Com um sorriso bobo no rosto, murmuro um sim e passo a desejar que todos os dias sejam assim.

Notas finais
Ei, o que vocês acharam? Almejo opiniões sinceras de todos e também que interajam comigo, é realmente algo gratificante. Não, não irei os forças a nada, apenas peço. Pode ser um favoritamento, comentário e até mesmo recomendação. Qualquer coisa está ótimo.